Transcrição: Sessão 34
Resumo e páginas citadas: Sessão 34: O Segredo sob a Chaminé
[00:00:00] Mestre (Thomas): Iniciei aqui o clock de 3 horas pra vocês. Hoje, gente, vocês estão no dia 12 do nono mês do ano de 2.993, segundo o calendário Enian, aquele que surgiu junto com a fundação do Império Arconteano. Hoje está um clima relativamente agradável, apesar de estar naquela situação do ano relativamente fria, que precede o inverno.
[00:00:37] Mestre (Thomas): Que eu esqueci o nome, que maravilha, qual é o nome dessa estação?
[00:00:41] Nia (Louis): Otono
[00:00:41] Markhor (Juliano): Otona Eu já tava achando que tinha um outro nome aqui
[00:00:43] Mestre (Thomas): Outono, obrigado gente, obrigado. Minha memória está falhando aí. Não, não, é só minha memória falhando.
[00:00:47] Markhor (Juliano): Primeira coisa é o seguinte, eu tô chegando há pouco tempo aqui nas ruínas
[00:00:50] Nia (Louis): Bom, existe outro nome, mas sem outro idioma.
[00:00:54] Mestre (Thomas): Não, mas daí... Enfim. Hoje está um dia ensolarado, não tem nuvens no céu que possam atrapalhar aí a atividade de vocês, tá? O tema tá suave. Vocês acordam naquela sala comunitária, onde tá cheia de belichas nos cantos. Vocês acordam junto com várias outras pessoas ali, exploradores também, outros são conhecimentos. Vocês acordam nessa muvuca aí, tá? O que vocês fazem?
[00:01:38] Markhor (Juliano): Eu quero saber se meu irmão Bolcas está na taverna Beleza
[00:01:43] Mestre (Thomas): Taverna. Cara, vamos deixar pra sorte decidir. Eu acredito que tem uma alta chance de ele estar aí. Então vamos deixar aqui, vamos estabelecer melhor dizendo, que a chance é 4 em 6
[00:01:53] Markhor (Juliano): Ok
[00:01:59] Mestre (Thomas): 1, melhor resultado
[00:02:04] Markhor (Juliano): Uhum
[00:02:08] Mestre (Thomas): Você encontra o seu irmão Boulkas conversando com o próprio Cronos, o dono dessa pousada Conversando um assunto inclusive que te interessa Voc percebe que o Bocas enquanto voc est descendo as escadas ele est querendo pegar aquela cabe quebrada que fica na entrada dessa pousada aquela grande cabe feita inclusive de B
[00:02:44] Markhor (Juliano): Beleza, eu me aproximo assim e vendo o meu irmão eu faço um toque de mão assim complexo de anão assim
[00:02:52] Mestre (Thomas): Ele tá querendo negociar aí, de alguma forma, pra receber essa cabeça. Mas... Não tá querendo deixar não. Já que essa... Essa parte de fato aí é... O símbolo da pousada. Você escuta isso daí. Você aproxima.
[00:03:21] Markhor (Juliano): e aperto forte a mão dele assim e pergunto pra ele mas você tá querendo essa cabeça, você vai guardar onde? O que você vai fazer com isso?
[00:03:36] Mestre (Thomas): Paz! Eu não te falei ali no... Na carta que eu te passei, não? Até esqueci de... De te falar ontem, quando você chegou. Mas cara, é... Eu descobri... Aí... Onde fica aquela estátua grandona, sabe? Aquela perna que a gente achou...
[00:03:54] Markhor (Juliano): Eu lembro, você me falou.
[00:03:56] Mestre (Thomas): Que eu achei um tempo atrás? Esqueci, perdão.
[00:04:00] Markhor (Juliano): Você me falou por carta, hã?
[00:04:02] Mestre (Thomas): Sim, sim. Eu descobri que... Tem partes espalhadas aí na... Nas ruínas dessa estátua. Eu conversei aí com alguns exploradores e tal. Eles me falaram algumas localizações aí que... Que viram parte dessa... Dessa estátua grandona, sabe? E essa cabeça que tem aqui na...
[00:04:25] Markhor (Juliano): Aê?
[00:04:28] Mestre (Thomas): Na pousada... Faz parte dessa estátua, cara. Eu quero essa parada aí. Eu quero montar essa estátua.
[00:04:36] Markhor (Juliano): Ah, mas assim, veja bem. A gente tá do lado do Cronos, né?
[00:04:41] Mestre (Thomas): Sim.
[00:04:42] Markhor (Juliano): Veja bem, a estátua, a cabeça faz parte aqui do símbolo da pousada. Eu acho que, talvez quando a gente estiver mais avançado no projeto, a gente pode conversar com o Cronos E colocar ele junto aí na jogada, assim, né? Talvez possa ser um empréstimo, né? Porque acho que agora ele não vai querer mesmo não, né? E como é que a gente vai guardar esse negócio?
[00:05:06] Mestre (Thomas): De fato, meus caros... Eu só tiraria essa cabeça daí se me arranjarem uma melhor.
[00:05:13] Markhor (Juliano): Olha aí, a gente pode deixar outra cabeça Porque imagina uma cabeça de íbis aqui, gigante Ia ficar legal
[00:05:22] Nia (Louis): Uma cabeça de cabra. Temos uma cabeça de pra-cabra lá na chaminé.
[00:05:22] Markhor (Juliano): Aí, viu, Bocas?
[00:05:30] Mestre (Thomas): Mas é uma... grande?
[00:05:35] Nia (Louis): Bom, é grande o suficiente pra não passar pela chaminé.
[00:05:35] Mestre (Thomas): Daqui a uns perguntas.
[00:05:42] Mestre (Thomas): Hum... Não sei, não sei. Bem, me tragam alguma coisa maior aí do que essa própria cabeça que eu tenho atualmente? A gente pode negociar alguma coisa?
[00:06:00] Markhor (Juliano): Vai dar certo, cara, mas vamos com calma, porque a gente precisa... Onde que a gente vai botar, como que a gente vai transportar... E as outras partes? De qual parte que você ficou sabendo? Que eu sei que tem uma perna aí e essa cabeça.
[00:06:15] Mestre (Thomas): Então, a perna já tá comigo, eu guardei. Agora, de fato, vou ter que ir atrás das outras coisas. que sabe eu vi a cabe ali eu vi que fazia parte do meu corpo eu fiquei Fiquei animado demais eu diria n sei
[00:06:34] Markhor (Juliano): Você guardou a perna?
[00:06:35] Nia (Louis): Se guarda.
[00:06:36] Mestre (Thomas): Sim, sim, é... Eu tinha alguns colegas meus aí que me chamaram pra explorar, encontrou essa... Essa perna diferente aí, daí no dia seguinte eu voltei e peguei ela. Eu acho que é melhor mesmo, irmão.
[00:06:52] Markhor (Juliano): Olha aí...
[00:06:53] Nia (Louis): Olha aí.
[00:06:54] Markhor (Juliano): Não, então, vamos começar por aí. A gente vai atrás das outras partes, tem que ter os braços, né, e tal. Quando a gente tiver a maior parte da a gente arranja a faz uma treli faz umas cordas tal pra arranjar uma outra cabe conversa com o Cronos acho que vai ser vai ser um bom neg acho que a melhor ideia acho que a melhor ideia mas mas eu viro assim n voc tamb sabe dessas cabe a sei que voc falou de uma chamin eu ouvi falar que tem uma nova abertura a pra subterr
[00:07:15] Nia (Louis): Sim... Eu acho que é melhor... Beleza, então iremos invocar o Exotia com a cabeça no final.
[00:07:30] Nia (Louis): Ah, você tá mutado. Mas...
[00:07:47] Markhor (Juliano): É, não, isso aí eu não gosto.
[00:07:48] Mestre (Thomas): Ó, vou te falar, meu irmão.
[00:07:49] Nia (Louis): Oh, vou te falar...
[00:07:50] Mestre (Thomas): Eu já dei uma explorada ali naquela... pirâmide? Uns exploradores mais experientes me levaram e a gente ali entrou lá, cara. A gente tinha que mexer ali na estátua do... do Ibs Grandão ali, mexer nos braços dela e liberava uma abertura embaixo. Mas por lá do lado a gente viu uns... uns pequeninos lá pagando pedágio, um negócio meio estranho, sabe? Nunca vi ruínas sendo guardadas desse jeito.
[00:08:31] Markhor (Juliano): Isso aí a gente já se ferra todo, se arrisca de morrer pros caras cobrarem a pedágio. Eu prefiro achar uma entrada alternativa.
[00:08:38] Mestre (Thomas): Então... É, eu acho que são um bando de aproveitador mesmo.
[00:08:45] Markhor (Juliano): Mas vamos nessa da chaminé aí. Se quiser ir com a gente, todo mundo que encontrar a gente divide. Acho que vai ser um bom negócio.
[00:08:53] Mestre (Thomas): Pode ser, pode ser. Lança? Que lança é essa, rapaziada?
[00:08:55] Markhor (Juliano): Parece que tem um pessoal interessado aqui também, eu viro pra explorador.
[00:09:00] Nia (Louis): Uhum, é isso aí. Bom, preparação...
[00:09:09] Markhor (Juliano): Bom, vocês tem alguma preparação aí pra sair no dia?
[00:09:21] Nia (Louis): É, tô com a armadura e a lança Que era de um falecido amigo Algum de vocês consegue utilizar ela? Senão vai ter que ficar aqui guardado Beleza, podemos fazer um empréstimo sim.
[00:09:40] Markhor (Juliano): Ah, o meu irmão é bem forte aí, é um bom guerreiro. Eu acho que ele pode utilizar essa lança aí se vocês não tiverem uso.
[00:09:55] Markhor (Juliano): Aí.
[00:09:59] Mestre (Thomas): Já tem o meu machado aqui. Não sei se eu vou querer usar uma lança, não. É uma lança especial? O que é?
[00:10:06] Markhor (Juliano): Dá uma olhada, parece diferente essa aí, ó.
[00:10:09] Nia (Louis): Bom, essa lança aqui é uma lança que faz parte de uma estátua mágica que a gente conseguiu surrupiar. Ó, você que gosta de estátuas, dá uma olhada nessa lança. Vai que você até consegue descobrir algumas coisas que a gente nem descobriu.
[00:10:21] Mestre (Thomas): Olha só.
[00:10:28] Nia (Louis): Sim, eu entrego.
[00:10:29] Mestre (Thomas): Certo. Você entrega a lança pra ele?
[00:10:34] Mestre (Thomas): Ok. Cara, vamos ver se ele consegue utilizar essa lança de forma adequada. Juliano, rola aí pra mim um D6? Tem 4 chances em 6. Habilidade? Capacidade? Não, não tem.
[00:10:49] Markhor (Juliano): Ih.
[00:10:52] Mestre (Thomas): Trouxe 6. Bem, sendo esse caso ele pega a Lianance, ele comenta o peso excessivo dela,
[00:10:53] Markhor (Juliano): Meu Deus. Eu ouvi falar que era num outro lugar de estátuas.
[00:10:59] Mestre (Thomas): e fala, rapaz, onde você arranjou isso aqui? Era de uma estátua? A estátua era o que? Era uma estátua normal? O que que era?
[00:11:09] Nia (Louis): Era uma estátua mágica que estava lutando com a gente. A gente acabou conseguindo arrancar essa lança da mão dele, num golpe de sorte, e fugimos.
[00:11:23] Mestre (Thomas): Ai, gente, interessante isso daí. E essa estátua fica lá na... Naquela Naquela a que voc falaram l Que ela chama In Ah l P minha mem t meio ruim nem lembrava disso da fi
[00:11:42] Markhor (Juliano): Não é um lugar que você já foi, não?
[00:11:44] Momonga (Silva): Bom, eu escuto, eu vejo a Nia ali, negociando ali, falando ali com o pessoal.
[00:11:44] Markhor (Juliano): Você estava me contando umas histórias?
[00:11:54] Markhor (Juliano): Bem, mas falando numa outra história que você me contou, e talvez seja se tem um amigo morto aí, eu queria ver se tem um cavalo dando sopa aí no estábulo. A gente pode levar pra ajudar a recuperar as coisas.
[00:12:06] Nia (Louis): Sim, sim, tinha o Pocotó, eu peguei ele aqui.
[00:12:12] Markhor (Juliano): Olha aí, vamos levar ele.
[00:12:12] Nia (Louis): Olha a N costuma ter esse peso n Puts nesse caso eu acho melhor eu guardar ela pra n t problema
[00:12:14] Markhor (Juliano): Se a gente achar alguma coisa rápida, a gente até volta, guarda as coisas e vai de novo.
[00:12:23] Mestre (Thomas): Tchê... Mas sobre essa lança aqui, vocês vão querer que eu... Que eu use ela mesmo? Ela é meio pesada, eu não tô... Não tô acostumado com esse peso não...
[00:12:40] Nia (Louis): Que uma arma que você já está mais acostumado fica melhor.
[00:12:40] Markhor (Juliano): É, guarda aí.
[00:12:45] Nia (Louis): Eu vou deixar lá com meu amigo Kutis-Check.
[00:12:52] Mestre (Thomas): Certo, certo... Tom Bocas vai continuar com o machado dele então.
[00:12:56] Nia (Louis): Então o Lucas vai continuar com o Magicka. O Espírito, o Tomar, Tomar-Khor, depois você me passa os dados da lança e da armadura, tá? Que eu não sei delas não.
[00:12:59] Mestre (Thomas): Duas mãos.
[00:13:10] Markhor (Juliano): É só a lança, né, porque você não conseguiu pegar a armadura dele.
[00:13:14] Mestre (Thomas): Na armadura eu acho que vocês levaram sim.
[00:13:15] Nia (Louis): A armadura eu acho que sim. Daí vamos a armadura sim. A lança, a armadura e o colar.
[00:13:19] Markhor (Juliano): Ah, é?
[00:13:21] Markhor (Juliano): Pô, então a armadura me passa aí que eu tô precisando de uma armadura, pô. Coisa boa.
[00:13:26] Nia (Louis): Que coisa boa. Vai querer a armadura? Putz, mas a armadura é muito pesado, tem certeza?
[00:13:27] Mestre (Thomas): Eu tô vendo mesmo.
[00:13:29] Markhor (Juliano): Eu aceito. Cara, eu aguento. Olha aqui o anão parrudo. Eu aguento.
[00:13:32] Nia (Louis): Cara, eu gosto de...
[00:13:38] Nia (Louis): Eu só não uso...
[00:13:38] Mestre (Thomas): Pelo que eu tô olhando aqui.
[00:13:38] Markhor (Juliano): Eu s n uso a lan porque uma quest de f Eu n sou de lan o que eu entendi tamb porque era muito pesado Eu entendi que a armadura ficou l na chamin junto com as mochilas
[00:13:42] Nia (Louis): Olha só, é a lança de Lúcio Odin que você recusa ou mente pouca fé.
[00:13:42] Mestre (Thomas): Pelo que eu tô vendo nas minhas anotações aqui, gente.
[00:13:51] Mestre (Thomas): Caramba, cara. É... nas minhas anotações aqui, gente, eu só tenho notado que vocês... Levaram a lança negra e o colar A armadura eu não tô ciente não É, eu acho que foi esse caso mesmo
[00:14:10] Nia (Louis): Pera, não levamos?
[00:14:12] Markhor (Juliano): Porque a armadura era muito pesada, cara. Vocês não iam correr com ela.
[00:14:17] Nia (Louis): Putz, vixi, eu achei que eu tivesse levado.
[00:14:23] Markhor (Juliano): A gente acha no caminho, né? Se tá lá, vai tá lá. Se não tiver, a gente depois compra uma, né? Com os tesouros aí. Olha, se um outro homem de fé tá oferecendo, eu aceito uma proteção, só uma armadura melhor já me ajudaria muito.
[00:14:31] Nia (Louis): Sim, sim. Beleza, então.
[00:14:41] Momonga (Silva): Eu chego meio perto escutando a conversa e logo falo. Opa, meus amigos, desculpa a intromissão, mas eu escutei... patrocínio? Eu... soube que um dos meus companheiros morreu em uma aventura aí. Eu queria saber se vocês querem... um equipamento aí para poder me proteger, fora também para poder fazer a aventura de vocês aí. E eu não vou cobrar nada, apenas que eu cobre a minha proteção.
[00:15:22] Momonga (Silva): Ok, ok.
[00:15:30] Markhor (Juliano): A melhor que você puder comprar...
[00:15:35] Momonga (Silva): Rapaz, a melhor? Quer uma arma também?
[00:15:38] Markhor (Juliano): A melhor que tiver... Ah, eu tenho meu Mangal, e meu Mangal é sagrado, né? É da minha divindade. Aí, a não ser que encontre o Mangal mágico, eu não vou trocar. Vamos, vamos junto, eu acho que a gente vai sair aqui explorando, vai o meu irmão também pra nos ajudar, ele é guerreiro aí.
[00:15:50] Momonga (Silva): Ok, ok. Então, eu vou ali conversar com... Vocês querem vir junto? O que é isso?
[00:16:01] Momonga (Silva): Seu irmão quer ter minha armadura?
[00:16:06] Markhor (Juliano): O Bolkaz tá usando o quê?
[00:16:06] Mestre (Thomas): Você... Ele tá usando uma cota de malha Certo, deixa eu ver quem que tá...
[00:16:13] Momonga (Silva): Bom, eu não sei se eu vou ter dinheiro suficiente pra pagar pra ele também.
[00:16:13] Markhor (Juliano): Olha.
[00:16:18] Markhor (Juliano): Quanto ele malha já tá bom.
[00:16:18] Momonga (Silva): Mas o que for possível pra mim fazer ali eu faço por vocês, beleza?
[00:16:25] Markhor (Juliano): Beleza, cara.
[00:16:26] Momonga (Silva): Bom, então eu vou até o comerciante lá, o meu amigo. Meu chegado, meu fechamento, o meu suspeito.
[00:16:38] Mestre (Thomas): Abre a porta do seu celular e clique em Abre.
[00:16:43] Momonga (Silva): Nossa, ele não vai estar? Se ele não estiver, ferrou.
[00:16:46] Markhor (Juliano): Cara, tem todo mundo é suspeito nesse lugar. Então confia, cara.
[00:16:50] Momonga (Silva): Não, se ele não estiver aí, como que eu vou fazer negócios?
[00:16:56] Momonga (Silva): Embora ele seja suspeito, ele é o único confiável que eu consigo comprar. Eu, a mim...
[00:17:04] Markhor (Juliano): Esquiosban abençoa a gente aqui, ó.
[00:17:09] Nia (Louis): A lança tem quantos de danos mesmo? Deixa eu só anotar aqui pra você.
[00:17:13] Markhor (Juliano): Eu te passo no chat, cara. Passa no chat.
[00:17:29] Momonga (Silva): Bom eu chego Ele t como que ele t Bom dia senhor Ternarius
[00:17:39] Mestre (Thomas): Ele tem quatro pessoas ali conversando tranquilamente. E em cima da mesa e ao redor tem várias caixas. Caixotes e tal. Alguns estão abertos. Você vê que tem vários itens dentro, vários equipamentos. Ele percebe ali sua aproximação e fala Ora, bom dia! Deseja algo em minha humilde coleção? Armaduras...
[00:18:10] Momonga (Silva): Bom, meu amigo. Você sabe que a gente tem um ligamento aqui, né? Eu gosto de negociar com você. Você gosta de vender as coisas pra mim. Cara, por ser seu cliente fiel aqui, Você conseguiria... Você teria aquelas armaduras que você me vendeu há um tempo atrás?
[00:18:36] Mestre (Thomas): Sim, sim, tenho algumas armaduras aqui em meu acervo.
[00:18:42] Momonga (Silva): Ela... Aquelas estariam de qual valor? As que eu comprei?
[00:18:47] Mestre (Thomas): Hum... aquela... mais... Mais pesada, mais protetiva, aquela lá.
[00:18:57] Momonga (Silva): Isso, isso.
[00:18:58] Mestre (Thomas): Aquela lá de Thalas, armadura de Thalas.
[00:18:58] Momonga (Silva): Acho que era com... Isso.
[00:19:03] Mestre (Thomas): Claro, meu jovem.
[00:19:04] Momonga (Silva): Ela... Ela estaria por quanto? Uma delas? Só uma?
[00:19:05] Mestre (Thomas): Você quer quantas dessas?
[00:19:09] Mestre (Thomas): Uma só, uma só. Deixa eu ver o preço aqui.
[00:19:14] Momonga (Silva): Abre a porta.
[00:19:22] Mestre (Thomas): Ele te fala que vai estar por...
[00:19:28] Mestre (Thomas): Seis ciclos de ouro, mais oito ciclos de prata.
[00:19:42] Momonga (Silva): Senhorita Nia, você vai querer alguma armadura também?
[00:19:55] Momonga (Silva): Nii?
[00:19:55] Nia (Louis): Opa. Foi mal. Eu tava anotando umas coisas aí, tava procurando descorte aqui.
[00:20:04] Nia (Louis): Armadura? Eu acho que tem a mais leve delas que é a armadura de couro.
[00:20:15] Mestre (Thomas): Tenho sim, minha filha. Vai querer uma dessas? Tenho atualmente quatro armaduras de couro. Esses caixotes.
[00:20:24] Momonga (Silva): Ela já está ali por quanto?
[00:20:24] Mestre (Thomas): Deixa eu pegar minha prancheta e dar uma olhada nos meus papéis.
[00:20:36] Momonga (Silva): Ô meu amigo aí, qual que é o seu nome?
[00:20:36] Mestre (Thomas): A armadura de couro. Se quiser me oferecer, eu não acharia ruim não.
[00:20:40] Momonga (Silva): Você que é irmão desse... Você anãozinho que é irmão desse... Que usa machado. Qual que é o seu nome? Desculpa minha...
[00:20:50] Markhor (Juliano): Eu sou o Calvos, um clérigo, e o meu irmão é o Bocas.
[00:20:56] Momonga (Silva): Ora! Que deusa você serve?
[00:21:01] Markhor (Juliano): Eu sirvo o Esquiosban, deus das correntezas, da magia.
[00:21:06] Momonga (Silva): Que pena, infelizmente...
[00:21:07] Markhor (Juliano): Compartilhamos a fé.
[00:21:08] Momonga (Silva): Infelizmente nós não servimos a mesma deusa, né? Mas pelo menos a gente ainda se torna irmão. Esse é meu fechamento.
[00:21:17] Markhor (Juliano): É isso mesmo.
[00:21:19] Momonga (Silva): Bom, a armadura de taça estaria bom pra vocês dois?
[00:21:24] Markhor (Juliano): Incrível. Se for possível uma dessa, a fé e a armadura vai nos proteger.
[00:21:29] Momonga (Silva): Pra você e pro seu irmão? Seu irmão estaria de acordo?
[00:21:39] Mestre (Thomas): Só não vou ter o dinheiro agora pra te devolver.
[00:21:43] Momonga (Silva): Relaxa eu apenas exijo que voc me proteja e que retribua de alguma forma me protegendo ou me dando informa de um certo culto
[00:21:57] Mestre (Thomas): Claro, não vejo porquê não.
[00:22:01] Momonga (Silva): Ok, fico muito agradecido. E não morra também, é muito importante, não gostaria de perder mais ninguém.
[00:22:09] Mestre (Thomas): Ah sim, isso é pra ter certeza que eu não quero morrer também não.
[00:22:13] Momonga (Silva): Ok. Então, Nia, não. Senhor Ternário, você conseguiria me passar o valor dessas duas armaduras de talas e essa armadura de couro? Se eu te dar 15 moedas de ouro, eu consigo pagar certinho?
[00:22:26] Mestre (Thomas): É uma obra de couro, meu filho. Vai estar custando dois ciclos de ouro, mais três ciclos de prata.
[00:22:37] Mestre (Thomas): Enquanto a outra, já te falei o preço. Certo.
[00:22:53] Markhor (Juliano): Meu irmão de fé, como você está me atribuindo com a armadura de talas, eu posso passar a minha armadura de couro para a exploradora?
[00:23:05] Momonga (Silva): Ah, certo.
[00:23:05] Markhor (Juliano): Daí você só precisa comprar as duas de talas.
[00:23:06] Momonga (Silva): E o que você quer? Eu quero um...
[00:23:09] Markhor (Juliano): Então, fazemos isso, eu vou passar a minha de couro pra Nia.
[00:23:10] Momonga (Silva): Um... Um... Tanto faz. Um... Um... Um... Um... Um... Um...
[00:23:23] Mestre (Thomas): Ficou 13.
[00:23:24] Momonga (Silva): Um... Um...
[00:23:27] Mestre (Thomas): Ah, como eu faço um descontinho pra você, 13?
[00:23:30] Momonga (Silva): Um... Um... Um... Na minha bolsinha e entrego pra ele.
[00:23:39] Mestre (Thomas): Certo, certo, sagrado Deus fazer negócio pra você, minha filha. Pelo visto tá cheio da grana, não é mesmo? Depois venha comprar mais comigo, eu tenho bastante coisa aqui.
[00:23:46] Momonga (Silva): Bom, é... Com certeza, eu vou vir comprar sempre. Eu e você, fora... Você ainda tá me pedindo... Como posso dizer? Eu boto a mão do lado da boca assim e falo no ouvido tentando... Esconder o que que eu tô falando. Fora aquelas pessoas lá que você pediu pra mim eu trazer pra você, né? As pessoas lá das ruínas.
[00:24:12] Mestre (Thomas): Mas é claro, mas é claro, se encontrar uma pessoa perdida aí, traga para mim. Eu tenho alguns acordos ali com a governadora de Costa Rica. Nós fazemos negócios a respeito disso. Mas não se preocupe, não é nada ilícito.
[00:24:30] Momonga (Silva): Eu gostaria de conhecer ela Eu poderia no dia que voc for conhecer conhecer n Quando eu for falar com essa governadora, você poderia me levar junto, se não for incômodo?
[00:24:43] Mestre (Thomas): Um dia, quem sabe.
[00:24:46] Momonga (Silva): Ok, ok.
[00:24:46] Mestre (Thomas): A senhora a dama Leisha ela um tanto ocupada dif at eu marcar algum hor com ela Claro n vejo porqu n
[00:24:56] Momonga (Silva): Quando você conseguir ser... poderia me chamar, se possível?
[00:25:03] Momonga (Silva): Ok, eu fico muito agradecido e espero encontrar você novamente, meu amigo.
[00:25:11] Mestre (Thomas): É, espero que sobreviva. Boa sorte aí na sua aventura, pelo que eu vi você já tá de saída.
[00:25:22] Momonga (Silva): Vou tentar sobreviver aqui. Bom, valeu aí e tô indo. E aí, pessoal, vocês já se vestiram? Bom, já que vocês conhecem o caminho, como vocês quiserem ir, é só avisar. Eu já estou só esperando vocês.
[00:25:33] Markhor (Juliano): Sim, sim, inclusive a Nia me passou aqui um colar interessante assim também.
[00:25:37] Nia (Louis): Um colar. Sim, que é pra aquecimento pra armadura de couro.
[00:25:44] Markhor (Juliano): Ent claro estamos juntos aqui todo mundo quer sobreviver e sair um pouco mais rico um pouco mais de conhecimento das ru
[00:25:54] Markhor (Juliano): Bom, da minha parte, eu estou pronto para irmos e fazermos aquele esquema de levar o seu cavalo aí, se diz o Pocotó.
[00:26:05] Nia (Louis): Aliás, qual é o C e o peso da armadura de couro? Foi mal. Eros Vixe sou mais perdido que Zoro aqui hein S sei que t outro lado do rio Eu posso ir
[00:26:12] Mestre (Thomas): Armadura de couro.
[00:26:13] Markhor (Juliano): É... isso.
[00:26:16] Mestre (Thomas): É 150 peso. E a CA é 11.
[00:26:41] Markhor (Juliano): Isso. Maravilha.
[00:26:50] Markhor (Juliano): Então vamos pegar o cavalo e vamos sair o caminho. Acho que a exploradora sabe um pouco melhor aí. Eu citei algumas informações aqui como o meu irmão me ajudou e estamos preparados aqui para defender todo mundo.
[00:27:13] Markhor (Juliano): Eu posso guiar com as informações que o Bocas me passou. Eu acho que eu aprendi. Eu tenho uma boa capacidade com mapas. Beleza, vamos saindo então.
[00:27:29] Mestre (Thomas): Me fala as direções.
[00:27:29] Markhor (Juliano): Na saída da taverna eu queria dar uma boa olhada na cabeça de pedra.
[00:27:31] Mestre (Thomas): Hmm...
[00:27:37] Markhor (Juliano): Eu queria ver que tamanho, quais as dimensões mais ou menos, já pensando nessa substituição aí do futuro, né?
[00:27:37] Mestre (Thomas): Sim...
[00:27:44] Markhor (Juliano): Pronto. Uhum.
[00:27:45] Mestre (Thomas): Deixa eu ver se tem uma informação específica, mas cara, basicamente é uma cabeça muito maior do que a sua E... nos olhos tem buracos Que parece até ter alguma coisa encaixada ali há muito tempo atrás Ela é toda feita de mármore, você consegue saber isso pela sua habilidade de raça, né?
[00:28:14] Markhor (Juliano): Uhum.
[00:28:14] Mestre (Thomas): Seu conhecimento de anão. E essa cabeça, ela veste um elmo específico.
[00:28:27] Markhor (Juliano): Aquele que você tinha mandado, né? Outra vez.
[00:28:30] Mestre (Thomas): Sim, sim.
[00:28:31] Markhor (Juliano): Eu lembro.
[00:28:31] Mestre (Thomas): Sim, sim, você consegue fazer essa conexão.
[00:28:33] Markhor (Juliano): Então, o que eu queria ver também era se... Pensando que quando eu cheguei na cidade eu posso ter visto as estátuas lá, né? Da... da escadaria. Eu queria ver se parece com um daqueles dois. Com Arden, com Vu.
[00:28:54] Mestre (Thomas): E realmente parece ser uma cabeça representando Arden.
[00:29:02] Markhor (Juliano): Então a cabeça de Arden. Então a gente quer restaurar a estátua de Arden.
[00:29:05] Mestre (Thomas): Sim.
[00:29:07] Mestre (Thomas): Mas o elmo é diferente, tá? Enquanto a estátua gigantesca lá no penhasco era um elmo roplito, esse daí é diferente. Ah, é um elmo corintiano.
[00:29:28] Markhor (Juliano): Como que você chamaria esse elmo aí?
[00:29:46] Mestre (Thomas): Corinthian Helmet.
[00:29:50] Markhor (Juliano): E a outra curiosidade que eu tenho é como que eles fizeram o apoio aqui, né? No batente da porta. Tipo, se eles botaram pilares de pedra, se tem vigas de madeira. Porque parece um negócio muito pesado, né?
[00:30:04] Mestre (Thomas): Sim. Cara, então, o primeiro andar, ele é feito de pedras, terra, melhor dizendo, né? Enquanto o segundo piso, as paredes são feitas de madeira. E entre o segundo piso e o primeiro tem toras de madeira bem grande saindo da estrutura, sabe?
[00:30:28] Markhor (Juliano): Ah, entendi. Faz tipo um... um toldo da entrada?
[00:30:34] Mestre (Thomas): Sim da na parte de cima tem ali duas dessas madeiras de sustenta a saindo e essa estátua, essa cabeça tá amarrada entre essas duas partes.
[00:30:54] Markhor (Juliano): Entendi. Beleza.
[00:30:58] Markhor (Juliano): Bom, eu dou uma boa olhada e acho que a gente pode pegar o cavalo e ir na direção do rio ali das duas torres.
[00:31:09] Mestre (Thomas): Ok? Saindo então da estalagem, da pousada, vocês vão direto pro rio, né?
[00:31:17] Markhor (Juliano): Isso.
[00:31:19] Mestre (Thomas): Da forma que a torre quadrada fica à esquerda de vocês.
[00:31:26] Markhor (Juliano): Isso, exatamente. Na verdade, a gente já pode passar pela passagem entre os muros e ir à frente daquela torre, né? Chegar próximo das margens do rio à frente da torre, né?
[00:31:39] Mestre (Thomas): Depois da torre.
[00:31:41] Markhor (Juliano): Isso.
[00:31:42] Mestre (Thomas): Tá rapidamente possível. Já que vocês estão se movimentando a partir de agora, eu preciso saber do peso de vocês.
[00:31:52] Markhor (Juliano): Eu tô com 679.
[00:32:00] Mestre (Thomas): 69. A Nia. até 200
[00:32:08] Nia (Louis): Tô até 200.
[00:32:13] Mestre (Thomas): são 200 tá bom
[00:32:14] Momonga (Silva): Um minutinho aqui que eu estou indo para o PC e já falou o meu peso aqui.
[00:32:19] Mestre (Thomas): como a gente já estabeleceu antes os companheiros NPC de vocês
[00:32:28] Momonga (Silva): Atenção!
[00:32:28] Mestre (Thomas): eles não interferem no na marcha padrão de vocês mas se vocês requisitarem que eles carreguem alguma coisa daí o peso deles vai passar a importar de vocês
[00:32:45] Nia (Louis): Aliás, o... Calvos. Você não quer dividir um pouco do seu peso com o Pocotó aí? Aí você consegue ficar até 400 pra viajar mais leve.
[00:32:59] Markhor (Juliano): Depende, o Momonga tá leve, tá pesado. Não sei. É porque a maior parte do meu peso é minha armadura, não faz muita diferença tirar meus equipamentos agora.
[00:33:06] Mestre (Thomas): Mas... Tudo já é 400?
[00:33:14] Markhor (Juliano): É.
[00:33:19] Markhor (Juliano): Mas, enfim, eu quero me aproximar ali das margens do rio. Ele tá, assim, correndo muito rápido, como é que tá nesse... o clima tá bom, né? Como é que tá o rio?
[00:33:32] Mestre (Thomas): Sim. Apesar do clima estar confortável, tranquilo, o rio continua furioso igual sempre.
[00:33:41] Markhor (Juliano): Beleza. Eu vou me ajoelhar e fazer uma prece, então, de proteção pro nosso dia.
[00:33:42] Mestre (Thomas): Você percebe a água ali borbulhando nas margens, enquanto a água segue em alta velocidade.
[00:33:59] Markhor (Juliano): Como o Esquizubã, meu Deus, ele tem um domínio sobre as águas, né? Eu vou desejar que, se a gente não tiver sucesso e não tiver proteção pra sobreviver ao dia de hoje, que a gente seja levado pelas correntezas e seja destruído dentro das águas. Daí eu, a minha joelha ali ora um pouco.
[00:34:20] Mestre (Thomas): Ok?
[00:34:25] Mestre (Thomas): Feito.
[00:34:30] Mestre (Thomas): Saber o valor do Momo Mas acho que vocês estão até 800 Difícil passar isso Vocês andam
[00:34:39] Markhor (Juliano): Já tá chegando aí.
[00:34:43] Markhor (Juliano): Bom, mas assim, só pra resumir, o nosso caminho vai ser aquele, é, se aproximar, acompanhando as margens, se aproximar
[00:34:44] Mestre (Thomas): Perfeito
[00:34:51] Markhor (Juliano): da casinha, perto da ponte, né, pra primeira ilha pequena. Se a gente não ver nenhum sinal de criaturas, pegadas mais perigosas, é continuar acompanhando as margens do rio até a próxima divisão do rio, quando a gente vai virar um pouco à esquerda em direção à casa da chaminé.
[00:35:16] Mestre (Thomas): O caminho já está tudo declarado Eu só vou pedir que você role pra mim Um Chance de encontro Quando você estiver passando ali pela Pequena ponte Que leva pra sair Aqui o rio forma
[00:35:31] Markhor (Juliano): Sim.
[00:35:32] Mestre (Thomas): Chances de encontro atualmente est em 1 em 8 Cara eu n tenho o seu peso da t
[00:35:40] Nia (Louis): O Silvani tá falando que o áudio dele não tá saindo e que o texto tá igual até a última sessão.
[00:35:55] Mestre (Thomas): Mas assim, eu acredito que você não esteja mais do que 800, tá? Vou estar considerando o valor maior aí, que é do... Calvos.
[00:36:06] Markhor (Juliano): Isso. Então, beleza. Ent vamos seguir o caminho Eu quero ir acompanhando as margens do rio e eu quero me familiarizar com os movimentos do rio Onde ele borbulha, se tem algum lugar que tem um turbilhão que pode demonstrar que tem um buraco ou uma criatura. Eu presto bastante atenção em como as águas se comportam. Beleza, pessoal. Vamos seguindo até a casinha ali.
[00:36:40] Mestre (Thomas): Certo.
[00:36:43] Mestre (Thomas): Tem uma informação. Cara, nada de uma tensão durante a viagem até chegar naquela pequena ponte que ainda tá inteira, tá?
[00:36:59] Markhor (Juliano): Eu vou rodar a chance.
[00:37:19] Markhor (Juliano): Beleza. Então, chegando lá, se eu não encontrei nenhum sinal direto de passagem de criaturas, seja pegada, seja um som estranho, a gente vai continuar o nosso caminho acompanhando ali as margens. Ah, entendi.
[00:37:33] Mestre (Thomas): Sim. Depois de uns bons minutos de viagem, vocês de fato chegam àquela estrutura que por cima aparece aquela chaminé feita de pequenos tijolos. Mais conservados do que o normal. Inclusive, o Kalvos estava observando ali as águas, ele repara que um pouco depois dessa construção que vocês vão parar, o rio se divide mais uma vez. E na divisão que está para o lado de vocês, É uma divisão onde o rio se estreita bastante e as águas ali são bem mais calmas, devagar.
[00:38:28] Markhor (Juliano): Essa vertente do rio que ficou mais próxima das ruínas.
[00:38:39] Mestre (Thomas): Você consegue ver, na verdade, não de Cetã, que o rio se divide mais uma vez, né?
[00:38:39] Markhor (Juliano): Beleza.
[00:38:45] Mestre (Thomas): E a parte que se divide pra direita, sua perspectiva, se encontra com aquela primeira divisão. Depois de um certo percurso, tá?
[00:39:00] Markhor (Juliano): Beleza, entendi.
[00:39:04] Markhor (Juliano): Qual que é a chance de encontro que a gente ia rodar?
[00:39:08] Mestre (Thomas): 1 em 8 6, tá 6 Eu vi que o Gui entrou aí, fala aí Gui
[00:39:14] Markhor (Juliano): Beleza.
[00:39:16] Mestre (Thomas): Cara, a gente acabou de começar praticamente, tá?
[00:39:29] Mestre (Thomas): Não, não, a gente tava esperando o Silva chegar e só se passaram 40 minutos de sessão até então.
[00:39:32] Markhor (Juliano): Deu uma demorada. Agora sim.
[00:39:51] Mestre (Thomas): Fala aí, Ricardo.
[00:39:51] Momonga (Silva): Vocês querem que eu fique de vigia?
[00:39:58] Mestre (Thomas): Que isso, Ricardo?
[00:40:00] Markhor (Juliano): Que isso, mano.
[00:40:01] Mestre (Thomas): Entendi nada.
[00:40:02] Markhor (Juliano): O cara tá numa festa?
[00:40:04] Mestre (Thomas): Acho que ele tá, velho.
[00:40:08] Mestre (Thomas): Mas enfim.
[00:40:10] Markhor (Juliano): Beleza.
[00:40:11] Mestre (Thomas): Nada interfere no caminho de vocês, nenhuma criatura que tenha uma posição, só uns barulhos comuns aí na região. Vocês apenas escutam, além do som do rio, alguns gritos, símios, nessa região, mas afastados. Vocês então chegam até a estrutura que vocês buscam.
[00:40:33] Markhor (Juliano): Então... Beleza. Esses gritos, eles vêm da direção ali da praça central, assim, das ruínas? Tem como a gente distinguir mais ou menos de onde tá vindo os gritos?
[00:40:46] Mestre (Thomas): Parece ser numa direção similar. Não sei se você não consegue associar muito bem porque o barulho das águas na sua direita aí tá quase te ensurdecendo.
[00:40:57] Markhor (Juliano): Entendi. Então, beleza. Bom, nesse ponto que a gente está se aproximando da chaminé, eu vou pedir para a exploradora dar uma olhada antes, né? Porque ela já conhece também aqui essas ruínas. E só para verificar se não tem nenhum perigo imediato ali dentro, né? É, se você tá vendo isso, vai encostado na parede e dá uma olhada pra dentro antes, ou tenta ouvir antes de aparecer ali.
[00:41:22] Nia (Louis): Beleza.
[00:41:25] Nia (Louis): Eu noto algum sinal de pegada ao redor?
[00:41:31] Mestre (Thomas): Você procurou que tipo de pegada aí? Animal? Humana? Algo parecido com humano? Que c*** de figura.
[00:41:36] Nia (Louis): Algo parecido com o mando? De ambos. E pegadas recentes.
[00:41:45] Mestre (Thomas): Certo. Você repara que tem pegadas de botas nessa região aí e são bem recentes, cara. Inclusive percebe alguns passos aí que ainda estão molhados, inclusive.
[00:42:01] Nia (Louis): Alguma delas entra pra casa? E aí, vamos entrar com cuidado?
[00:42:07] Mestre (Thomas): Sim, sim. Estão na região aí, nos astrófes. E tem algumas que sim entram nessa estrutura que permaneceu em pé. Parcialmente, né.
[00:42:37] Markhor (Juliano): Vai que são outros exploradores, pode ser coisa perigosa também.
[00:42:44] Nia (Louis): Beleza, vamos fazer isso.
[00:42:50] Mestre (Thomas): Cara, se aproximando ali pra tentar escutar alguma coisa,
[00:42:50] Nia (Louis): Bom, vamos.
[00:42:53] Mestre (Thomas): Nenhum som te chama atenção aí dentro não, tá? Tá silencioso o local. O som das águas ali do rio ainda... te impede um pouco de escutar. Mas nada que te ativa a atenção não, nesse momento.
[00:43:14] Nia (Louis): Boto a cabeça pra... metade da cabeça, né? Pra tá aquela espiada pela porta. Eu noto alguma coisa dentro? Voltei, voltei.
[00:43:24] Mestre (Thomas): Nada do que você já não tinha visto antes. Tem algumas pilhas aí de... Aquele marquinhas do chão proveniente das... das entopeias gigantes já estão desaparecendo e você vê umas pegadas dessa... de botas, né? Inclusive pegadas molhadas atravessando a estrutura. Se aproximando dessas pegadas Abre n sei pega ali um peda da terra que t molhada verifica o odor
[00:44:09] Markhor (Juliano): Bom vendo que a Nia j entrou eu vou indo atr e quero olhar essas pegadas que est logo na entrada assim e eu quero ver assim elas est se molhadas de sangue ou de É isso que eu quero abaixar pra verificar, assim, a cor ou se tem um cheiro.
[00:44:44] Mestre (Thomas): Não parece ser nada em relação a sangue não, não tem aquele cheiro metálico não.
[00:44:51] Markhor (Juliano): Eu viro pra Nia e pergunto, assim, por que que estariam com as botas molhadas? Chegaram de barco? Saíram do rio? O que aconteceu?
[00:45:05] Nia (Louis): Hum, ixi, aí eu não tenho como saber, mas provavelmente, ó, hoje o céu tava limpo, mas semana passada tava uma nevoeira, se tivesse chovido nesse meio tempo e o chão tivesse bem molhado, não seria um tanto quanto estranho. Sim, é o mais seguro. Vamos!
[00:45:29] Markhor (Juliano): O chão em volta, ele tá enlameado ainda? Ele tá seco?
[00:45:35] Mestre (Thomas): Não, ao redor aí o ambiente tá completamente seco. Não, não parece ser o caso não.
[00:45:41] Markhor (Juliano): É, não sei não, Nia. De onde que esses caras vieram? É, eu acho que é o jeito da gente se aproximar ali da...
[00:45:53] Markhor (Juliano): Da entrada da chaminé, do buraco que a gente criou.
[00:46:01] Markhor (Juliano): Eu quero chegar perto do buraco da chaminé, talvez com as costas para um pouco dos entulhos, para não aparecer completamente. E imaginando como eles falaram que eles tinham entulhado a chaminé de mochila, eu quero ver se tem algo despontando já ali na abertura. Alguma coisa bloqueando, uma pessoa, sei lá.
[00:46:29] Mestre (Thomas): Inclusive as pegadas não se aproximam dessa abertura aí, tá?
[00:46:36] Mestre (Thomas): Você repara que tem aquele buraco profundo ali. E... Ah, verdade, você tem visão no escuro, né?
[00:46:43] Markhor (Juliano): Tem. Vou olhar rapidinho na ficha aqui...
[00:46:44] Mestre (Thomas): É de 18 metros?
[00:46:49] Markhor (Juliano): 18 metros.
[00:46:50] Mestre (Thomas): Certo. Então você consegue ver até o fundo dessa estrutura aí. E você repara que tem coisas ali de baixo, tecido. Parece mochilas mesmo.
[00:47:08] Markhor (Juliano): Bom, parece que alguma mochila ainda tá aqui. Nia, vamos olhar essas pegadas antes de mexer na chaminé e ver pra onde que elas foram, só pra gente tá mais seguro. Não ser emboscado aqui.
[00:47:24] Markhor (Juliano): Então, vamos ver nesse chão se elas estiverem bem marcadas. Eu quero ver, assim, se entrou nessa casa da chaminé e pra que lado que elas foram. Se rodearam a casa, se foram até algum entulho, o que aconteceu.
[00:47:38] Mestre (Thomas): Tá. Seguindo essas pegadas, elas atravessam a estrutura, saem dela em direção de frente pra pirâmide. Que agora tá relativamente perto de vocês. E elas logo fazem uma curva pra direita. E as pegadas vão lentamente ficando menos úmidas, né?
[00:47:56] Markhor (Juliano): Uhum.
[00:48:02] Mestre (Thomas): E quase até desaparecendo aí do... No chão.
[00:48:09] Markhor (Juliano): Ah, beleza. Pegadas molhadas, elas passam, então.
[00:48:22] Markhor (Juliano): Bom, se essas pegadas já se afastaram, pode ser alguém que veio aqui.
[00:48:22] Mestre (Thomas): Vocês vão... Falar aí.
[00:48:29] Markhor (Juliano): E a E o motivo Talvez at tenha pegado alguma mochila alguma coisa e passou tamb n Ent assim parece que j t mais longe mas a passagem foi recente assim
[00:48:41] Nia (Louis): Assim, as pegadas não se aproximaram da chaminé, então eu acho que ele não chegou a pegar. Mas uma passagem r por aqui ser que tipo atravessou o rio acabou ser que tem uma onda um pouco maior a morreu os p E, tipo, passou, descansou aqui e já continuou.
[00:49:07] Markhor (Juliano): É, pode ser. Eu acho que a gente pode começar a... Vamos tentar puxar o que tá bloqueando a chaminé, mas sempre atento com os sons das possíveis criaturas, assim. É... Daí, só perguntando pra todo mundo, tipo, eu acho que eu por ser anão, mesmo estando com a armadura de talas, eu passo nessa chaminé, né?
[00:49:33] Mestre (Thomas): Eu diria que sim.
[00:49:36] Markhor (Juliano): Beleza.
[00:49:37] Mestre (Thomas): Meio apertado, mas passa.
[00:49:37] Markhor (Juliano): Então, olhando assim pra dentro, qual, tipo, a distância da primeira mochila ou objeto que tá bloqueando é um braço ou teria que realmente descer mais, assim?
[00:49:52] Mestre (Thomas): Você repara que estão lá no fundo. Dessa chameira.
[00:49:54] Markhor (Juliano): Então, beleza, eu vou falar pra nossa exploradora aí descer com a corda com um nó de 5 segundos.
[00:50:02] Mestre (Thomas): O famoso, o famoso.
[00:50:06] Nia (Louis): Beleza.
[00:50:09] Nia (Louis): Eu, hum...
[00:50:09] Markhor (Juliano): Ah, uma coisa, uma coisa antes. A gente trouxe o Pocotó, né? Vamos... eu vou colocar um cravo de ferro no chão, nessa parte da... enfim, interna, né, das ruínas,
[00:50:15] Nia (Louis): Hum, perfeito.
[00:50:23] Markhor (Juliano): E passar uma corda ali pras rédeas dele. Tipo, só deixar ele estável ali, assim.
[00:50:33] Mestre (Thomas): Certo. O Kotol está aí, dentro dessa estrutura.
[00:50:35] Nia (Louis): Certo. Eu vou lá me preparar os nós e eu vou pedir a ajuda de vocês pra me ajudar a descer, que eu vou tentar descer de ponta cabeça, aí eu vou amarrar a corda lá nas mochilas, aí vocês me puxam pra cima, beleza? E o que mais eu tenho para dizer?
[00:50:55] Markhor (Juliano): Beleza, eu e o Bolkas a gente faz o apoio aqui.
[00:51:04] Markhor (Juliano): Acho que nesse momento é bom ficar dividido.
[00:51:06] Momonga (Silva): Então eu vou ficar de vigia. Ficar olhando, né, alerta. Caso eu escute algum barulho estranho ou veja alguma luz ou sombra.
[00:51:21] Mestre (Thomas): Ok. Acabei de vir já no computador, enquanto os dois estão ali. Deixa eu mirar.
[00:51:27] Markhor (Juliano): Beleza, e a gente vai descer a Nia até quando ela sinalizar que pegou a primeira mochila, a gente puxa de volta. Bom, vamos fazer o seguinte, puxa as primeiras duas mochilas e deixa a última lá.
[00:51:36] Nia (Louis): Tem espaços e força suficientes para levantar as mochilas de uma vez. Ou precisa ser de cada vez.
[00:51:47] Mestre (Thomas): Eu diria que você consegue pegar umas duas de uma vez. Você vai ter que fazer umas duas viagens aí. Tá, duas coisas que você percebe.
[00:51:54] Nia (Louis): Beleza. Só que aí, enquanto eu estou lá embaixo, amarrando as mochilas, eu não vou só sair fazendo, tá? Vou tentar observar se para a apertura lá eu consigo ouvir algum barulho, chiasas ou alguma coisa.
[00:52:16] Mestre (Thomas): Primeiro, sim, você escuta barulho de asas, relativamente baixo, nessa região aí, quando você desce. E outra coisa o cheiro de podrid a a carnista muito mais forte do que da vez que voc veio a Tipo t um cheiro forte o suficiente pra voc t cara quase sufocando ali Você quase não aguenta o cheiro horrível do local.
[00:52:46] Nia (Louis): Tudo bem.
[00:52:57] Nia (Louis): Beleza.
[00:52:58] Momonga (Silva): Puxa, aqui tá com a armadura.
[00:53:01] Markhor (Juliano): É, vamos ver o que vem essas duas primeiras de quem quer.
[00:53:05] Momonga (Silva): Ok, virou...
[00:53:05] Mestre (Thomas): E nenhuma mochila tem armadura, tá? Deixa eu ver.
[00:53:07] Momonga (Silva): Virou...
[00:53:08] Mestre (Thomas): O... O Nia percebe.
[00:53:11] Momonga (Silva): Qual que é o nome daquele jogo lá que você pega com a garra, mano?
[00:53:16] Mestre (Thomas): O da pesca, não sei o nome.
[00:53:18] Nia (Louis): Infinite Batcha.
[00:53:18] Markhor (Juliano): Eu não entendi.
[00:53:21] Markhor (Juliano): Não sei. O que você falou, Thomas, da armadura?
[00:53:21] Mestre (Thomas): Kátia.
[00:53:26] Mestre (Thomas): A Nia percebe que não tem nenhuma... Nenhuma mochila com armadura aí.
[00:53:33] Markhor (Juliano): Ah, tá. Bom, isso aí já... Beleza, então... Puxamos duas mochilas, eu acho que a gente deixa elas... Já deixa pendurado no cavalo, prende na cela ali, pra gente poder levar de volta.
[00:53:55] Markhor (Juliano): E daí agora que é o momento que a gente tem que cuidar, né? Vocês vão querer atrair as criaturas lá? Assim, pelo que vocês relataram, não é pra ter tantas, né? Então a gente pode tentar lidar com elas aqui antes e não entrar no ninho. Até porque tá um fedor, né?
[00:54:18] Momonga (Silva): Eu... Vocês podem ficar aí atacando e eu fico assistindo, me protegendo.
[00:54:27] Nia (Louis): Nathalos, a gente subiu, não tem lona lá, que usamos da última vez.
[00:54:27] Momonga (Silva): Sendo mais... Sendo mais...
[00:54:28] Markhor (Juliano): Você tem uma tenda, Momonga? Da outra vez me contaram que usaram uma lona e foi bem efetivo.
[00:54:32] Momonga (Silva): Tem, ó.
[00:54:40] Markhor (Juliano): A gente pode usar uma tenda pra tentar capturar os bichos. A ideia é a gente só maceta eles no chão.
[00:54:45] Momonga (Silva): Lona, deixa eu ver se eu tenho aqui.
[00:54:48] Markhor (Juliano): Se não tiver a lona...
[00:54:56] Markhor (Juliano): Vamos verificar. Eu começo mexendo uma das mochilas pra ver se eu encontro uma lona.
[00:55:03] Momonga (Silva): Se não tiver eu sacrifico a minha tenda.
[00:55:03] Mestre (Thomas): Certo.
[00:55:06] Mestre (Thomas): Cara, vamos ver se tem. Rola aí pra mim um... Dado? Como eu não sei quem que é essa mochila e o que vocês tinham também?
[00:55:14] Markhor (Juliano): Eu sei que uma das mochilas tinha lona.
[00:55:15] Mestre (Thomas): Vou deixar aqui o dado aí.
[00:55:19] Mestre (Thomas): Tá, vamos ver se... Tá aí com vocês é que tem Lula então. Vou deixar dessa forma.
[00:55:27] Nia (Louis): Aliás, eu vou ficar com a minha própria mochila, tá?
[00:55:27] Mestre (Thomas): Uma chance...
[00:55:31] Mestre (Thomas): Fala, Luiz. Fala.
[00:55:37] Mestre (Thomas): Luiz? O que você falou?
[00:55:38] Nia (Louis): Oi, desculpa, não entendi. Eu já vou ficar com a minha própria mochila, já que tem quase nada de peso lá dentro.
[00:55:40] Mestre (Thomas): Eu não escutei o que você disse antes. O que você falou?
[00:55:52] Mestre (Thomas): Certo. Fala pra mim, tem três chances em seis de ser a mochila que eu quero.
[00:55:59] Momonga (Silva): Ô mestre, seu áudio tá um pouco baixo, mano.
[00:55:59] Mestre (Thomas): Três.
[00:55:59] Markhor (Juliano): Isso.
[00:56:02] Mestre (Thomas): Meu áudio?
[00:56:03] Momonga (Silva): Isso. Não sei se é o meu fone, mas o resto do pessoal tá escutando normalmente.
[00:56:07] Markhor (Juliano): Pra mim tá normal o do mestre.
[00:56:11] Mestre (Thomas): Cara, qualquer coisa aumenta meu áudio aí.
[00:56:15] Momonga (Silva): Eu já... já tá no canto teu áudio.
[00:56:18] Mestre (Thomas): Caramba.
[00:56:19] Momonga (Silva): Deixa eu ver aqui se é o meu.
[00:56:23] Markhor (Juliano): Ó, foi três.
[00:56:25] Mestre (Thomas): Sim, sim, a mochila que você tava querendo com a Luna tá aí.
[00:56:31] Markhor (Juliano): Beleza. Ó, é... assim, é um ninho de criaturas. Então, elas foram bastante dizimadas, mas não quer dizer que as que estavam lá eram todas, né? Então pode ter aumentado a quantidade que a gente esperava. Que sobrou, pelo que vocês me contaram, seria um 5, mais ou menos, não?
[00:56:55] Nia (Louis): Sim, um que fugiu e quatro que ficou dormindo.
[00:57:00] Markhor (Juliano): Então, vamos esperar que possa ter mais que isso. A gente precisa ter um plano bom, assim, pra lidar com esses bichos.
[00:57:13] Momonga (Silva): Vocês preferem pegar madeira e fazer meio que uma fumaça lá dentro, fazendo com que essas criaturas recuem?
[00:57:23] Nia (Louis): Aliás, Kallvos, você que tem visão noturna, né? Você gostaria que a gente te descesse? Aí você espia pela abertura e você enxerga e vê se consegue contar a quantidade sem alertar eles. Aí a gente se prepara pela quantidade.
[00:57:43] Markhor (Juliano): Se vocês conseguirem me subir rápido, eu faço isso.
[00:57:50] Nia (Louis): Ah, tira a armadura que a gente puxa e você subiu rapidinho.
[00:57:50] Momonga (Silva): Sim. Puxa, tem três pessoas pra subir o cara.
[00:57:52] Markhor (Juliano): Ah, mas eu não vou sem armadura, não. É...
[00:57:59] Momonga (Silva): Vamos, sério.
[00:58:01] Markhor (Juliano): Não, vamos... Isso, vamos...
[00:58:03] Momonga (Silva): Vamos ser honestos aqui, deixa ele descer com a armadura dele.
[00:58:03] Markhor (Juliano): É, se... É...
[00:58:07] Nia (Louis): Tá bom.
[00:58:08] Markhor (Juliano): Que eu soube que já teve gente desse sem armadura aí, não é muito legal.
[00:58:12] Mestre (Thomas): É, o que aconteceu aí um dia?
[00:58:16] Markhor (Juliano): É, talvez seja até a fonte do cheiro aí. É...
[00:58:20] Momonga (Silva): Bacanice.
[00:58:20] Markhor (Juliano): Então... Não, então vamos fazer o seguinte, é... É... Eu peço pra Nia fazer o nó mágico dela lá na... Passando uma cadeirinha, né, na minha cintura.
[00:58:30] Nia (Louis): Sim, pronto.
[00:58:30] Markhor (Juliano): Pra mim...
[00:58:31] Nia (Louis): Cinco segundos e a Laís Chiguia Tupra tá pronta.
[00:58:32] Markhor (Juliano): E daí é esse esquema.
[00:58:37] Mestre (Thomas): Maravilhoso!
[00:58:42] Markhor (Juliano): Ent eu quero descer tentando fazer o m de sil poss cuidando para n encostar muito na pedra em volta e tal E tudo que eu quero fazer quando eu chegar pr da abertura olhar e tentar pelo som e por algum sinal de ver as criaturas ali ter uma no de quantidade
[00:58:51] Mestre (Thomas): Sim.
[00:59:03] Markhor (Juliano): E daí, já sinalizar pra eles me voltarem.
[00:59:05] Mestre (Thomas): Tá. Você faz isso daí sem a sua mochila, tá?
[00:59:07] Nia (Louis): Aliás, talvez você queira... Opa.
[00:59:11] Markhor (Juliano): Sim. Ah, boa ideia. Eu pego então um pedaço de pano ou rasgo alguma coisa das mochilas e faço assim uma máscara pra dar uma ajudada.
[00:59:12] Nia (Louis): Tá, só uma coisa.
[00:59:12] Mestre (Thomas): Já que ela não passou junto com o que eu falava.
[00:59:14] Nia (Louis): Talvez você queira pegar um trapo e molhar com um pouco de água de cantil de alguma dessas mochilas aí, E aí, cora que é em cima tá nariz e boca pra ajudar um pouquinho a não ficar todo enjoado com o cheiro.
[00:59:42] Mestre (Thomas): Certo. Seguinte, nessa situação aí, eu não acredito que você vai fazer algum barulho sem querer, tá? Voc vai conseguir com calma ali descendo at chegar naquela parte que voc quer que o fim n Certo
[01:00:00] Markhor (Juliano): Isso.
[01:00:05] Mestre (Thomas): Você vai de ponta cabeça ou você vai normal?
[01:00:07] Markhor (Juliano): De ponta cabeça.
[01:00:09] Mestre (Thomas): Cabeça. Cara, é o seguinte... É... Terminando de descer, você vai perceber sim que tem uma pequena abertura ali Que dá pra ver através, pra dentro dessa sala Só que se você ficar aí tempo o suficiente pra conseguir ver ao redor e tudo mais Eu vou te pedir um teste pra ver se algum desses bichos conseguem te ver Mas como não tem barulho, é só questão de visão, vai ser até bastante fácil
[01:00:38] Markhor (Juliano): Não, tudo bem.
[01:00:44] Mestre (Thomas): 1 em 6 Vou dar um lá
[01:00:47] Markhor (Juliano): Beleza.
[01:00:50] Markhor (Juliano): Então vou fazer isso.
[01:01:01] Mestre (Thomas): 3
[01:01:02] Markhor (Juliano): Três.
[01:01:02] Mestre (Thomas): Tudo certo? Você não repara nenhum grito diferente? Nada estranho não? E o que você quer ver específico nessa sala? Criaturas, né? Você repara que tem 5 delas aí 3 estão naquela pilha gigante no meio da sala Você inclusive repara do que se trata essa pilha Já te falo e outras duas dessas criaturas estão presas no teto, ponto cabeça.
[01:01:33] Markhor (Juliano): Beleza.
[01:01:34] Mestre (Thomas): Tem cinco no total. Agora essa pilha, cara, você consegue reparar com sua visão no escuro que é uma amálgama de coisas orgânicas. E apesar de você estar com o nariz tampado, você ainda sente um cheiro repugnante vindo dessa região. E você vê que tem um corpo humanoide jogado nessa pilha.
[01:02:00] Markhor (Juliano): Dá pra ver... Entendi.
[01:02:06] Mestre (Thomas): Inclusive tem algumas coisas em cima já, já... meio que... transformando tudo numa só coisa, tá ligado?
[01:02:20] Markhor (Juliano): E dá pra ver despontando ossos, alguma coisa... Eu tô imaginando uma pilha de carne sangrenta e entulho. Então, tipo, eu quero saber se tem algum osso ou algo metálico despontando disso.
[01:02:37] Mestre (Thomas): Sim. Só um detalhe, a sua visão no escuro, ela não consegue ver cor. Então tá tudo em diferentes níveis de preto e branco, escala de cinza, né?
[01:02:43] Markhor (Juliano): Uhum.
[01:02:49] Markhor (Juliano): Sim.
[01:02:51] Mestre (Thomas): Assim você vê coisas metálicas saindo daí. O corpo, ele tá vestindo uma armadura. E ele tá em um estágio até avançado de decomposição. E tem chifres saindo dele na região da cabeça.
[01:03:11] Markhor (Juliano): Uhum. Beleza, eu sinalizo pra me puxarem.
[01:03:19] Markhor (Juliano): Tá suficiente pra mim.
[01:03:22] Mestre (Thomas): Mas ela é tipo, chá.
[01:03:27] Nia (Louis): Um, dois, um, dois, puxa, vamo lá!
[01:03:32] Mestre (Thomas): Turnic.
[01:03:33] Momonga (Silva): O bichão tá pesado.
[01:03:33] Mestre (Thomas): Sucesso.
[01:03:36] Nia (Louis): É, mal titular, não, ele não tirou a armadura, tá muito pesado.
[01:03:41] Markhor (Juliano): Ok, vocês são três, cara. Se vocês não conseguirem com isso, a gente não entra aqui pra explorar.
[01:03:45] Momonga (Silva): Puxa, eu sou fraco.
[01:03:45] Markhor (Juliano): O meu irmão é forte, pô.
[01:03:46] Mestre (Thomas): Hehe.
[01:03:49] Momonga (Silva): É minha defesa. Em minha defesa, eu banquei geral para esse propósito.
[01:03:53] Markhor (Juliano): O bicho é uma tora.
[01:03:59] Markhor (Juliano): É o poder do dinheiro, né?
[01:04:01] Momonga (Silva): Preciso lucrar mais, gente. Eu tô perdendo dinheiro.
[01:04:04] Markhor (Juliano): Não, não. É hoje. É hoje.
[01:04:04] Mestre (Thomas): É hoje, é hoje, como é?
[01:04:08] Markhor (Juliano): Ó, pessoal. Tem cinco criaturas lá. Exatamente o que tinha sobrado.
[01:04:13] Momonga (Silva): Bom...
[01:04:13] Markhor (Juliano): Entrar lá não é o ideal.
[01:04:14] Momonga (Silva): Bom, é...
[01:04:16] Markhor (Juliano): Eu acho que a técnica de atrair eles pra cá e capturar na lona é ótima. A gente dá conta de cinco bichos e vai dar certo.
[01:04:30] Momonga (Silva): Você reparou se é um cômodo infinito? Ou é algo fechado? Essas saídas estão fechadas? Estão abertas?
[01:04:37] Markhor (Juliano): Tem outras sa na sala mas o que importa tirar essas criaturas a Cara n tinha uma vis muito boa n
[01:04:51] Momonga (Silva): Beleza. Porque eu ia optar por fazer como se fosse tacar fogo no ninho de abelha.
[01:05:03] Momonga (Silva): Fogo não, né? Fumaça. Elas ficam tontas e elas acabam saindo. A gente consegue atacar elas tontas, tá ligado? A gente tem um pouco de vantagem Aikar aqui S que por a a gente tem que arrumar A
[01:05:14] Markhor (Juliano): Pode ser uma ideia. Eu falei o da lona porque parecia uma estratégia que funcionou, mas se você quiser fazer, eu acho bom. A gente quer uma boa fumaça. É, e a chaminé vai ajudar a conduzir pra cima, né?
[01:05:35] Nia (Louis): E...
[01:05:38] Nia (Louis): A gente também podia tentar pescar, tipo, pegar um pedaço de ração de explorador que tem um pedaço de carne seca,
[01:05:40] Markhor (Juliano): Eu...
[01:05:50] Nia (Louis): você amarra na corda, desce ela e joga uma pedra com o som chamando a atenção. Aí quando ele vier tentando pegar a carne, a gente puxa pra cima e pesca. Claro, eu vou puxar a porta muito mais rápido, eu recuo aí, quando ele chegar a gente taca a lona e embrulha ele.
[01:06:10] Markhor (Juliano): Eu gosto desse plano. Tenta atrair o bicho com som e comida. E daí a gente tá preparado com a lona aqui. Eu acho que fica eu e o Momonga com a lona. Você tenta pescar e atrair. E o Bolkas está encarregado de bater no bicho quando a gente capturar.
[01:06:34] Nia (Louis): Poucas, você tem uma arma contundente? É que não queremos que seu machado corte a lona e a gente perder esse recurso de primeira.
[01:06:44] Mestre (Thomas): Olha, eu posso utilizar o cabo do machado.
[01:06:50] Momonga (Silva): A minha arma pode rodar e bater nos bichos.
[01:06:50] Mestre (Thomas): Ponto.
[01:06:52] Markhor (Juliano): O que você usa, Momonga?
[01:06:59] Momonga (Silva): Eu esqueci o nome da arma.
[01:07:02] Momonga (Silva): Mas é uma bolinha que tem corda.
[01:07:02] Mestre (Thomas): Boa.
[01:07:06] Markhor (Juliano): Um mangual?
[01:07:07] Momonga (Silva): É uma igual.
[01:07:08] Markhor (Juliano): Aí, ó. É impressa pro Bolkas, por enquanto.
[01:07:12] Momonga (Silva): Toma aqui, Bocas.
[01:07:12] Markhor (Juliano): Aí.
[01:07:15] Mestre (Thomas): Ah, só um detalhe, Mangual é uma bola com espinhos, tá?
[01:07:20] Momonga (Silva): Sim, sim.
[01:07:22] Markhor (Juliano): Eu vi que tem o...
[01:07:22] Nia (Louis): Beleza Bom nesse caso teremos que ir com a t cl de amaciar a carne
[01:07:24] Markhor (Juliano): Eu vi que, assim, o mangual, como eles usavam pra... Acho que é bater grão. Tem aquele que é só de madeira, né? Corrente e dois pedaços de madeira E como tem aquela ideia
[01:07:35] Mestre (Thomas): Uhum. Nosso jogo é diferente, o Clérigo tem sim corte.
[01:07:38] Markhor (Juliano): do não ter corte do clérigo que normalmente gerou essas limitações eu imaginei que o meu mangual era esse não com espinha
[01:07:49] Momonga (Silva): Não, acho que todos são com espinho.
[01:07:49] Markhor (Juliano): Ah tá, então beleza
[01:07:54] Mestre (Thomas): É que a gente tá pensando no Mangual pra combate.
[01:07:54] Markhor (Juliano): Uhum
[01:07:58] Mestre (Thomas): Pra mim é o conhecimento.
[01:07:59] Markhor (Juliano): Uhum
[01:08:03] Nia (Louis): até com o lado chato do machado.
[01:08:03] Mestre (Thomas): Mas assim ó, é... Só um detalhe, se vocês quiserem que seja esse o Mangual que tá com vocês, pode ser. O que tem a...
[01:08:13] Momonga (Silva): Eu prefiro continuar com o meu de espinho e ferro.
[01:08:14] Markhor (Juliano): É, pra mim eu imagino esse, assim, tipo...
[01:08:16] Mestre (Thomas): Os... O cabo de madeira, né?
[01:08:23] Markhor (Juliano): É uma madeira sólida, mas ele não tem espinhos de metal.
[01:08:28] Mestre (Thomas): Sim.
[01:08:33] Nia (Louis): Ali, peraí, será possível ao invés de usar um machado ou um mangual que a gente vai perder o poder de combate dele? A gente não poderia pegar uma pedra, aí o Bo, ou quando a gente embrulhar ele, o Poukas, joga a pedra, ou até ele segura a pedra e esmaga?
[01:08:52] Markhor (Juliano): Sim, sim...
[01:08:52] Momonga (Silva): Eu queria usar a lona de novo, né? Pra fazer minha tenda, né?
[01:08:57] Nia (Louis): Não, não, não, lembra que a gente conseguiu pegar a lona?
[01:08:58] Markhor (Juliano): Não, não, mas essa não é a tua tenda, é uma alta lona.
[01:09:01] Momonga (Silva): Ah, tá, tá. Achei que vocês não tinham conseguido achar.
[01:09:03] Markhor (Juliano): É... Não, então vamos fazer o seguinte, vamos deixar o Bocas usar a lateral do machado dele, né, ele inverte assim pra amassar. E a gente separa umas pedras maiores pra gente usar se precisar bater.
[01:09:18] Momonga (Silva): Ok.
[01:09:18] Markhor (Juliano): Pode ser?
[01:09:21] Nia (Louis): Beleza, a gente se prepara aqui. E aí
[01:09:24] Markhor (Juliano): Beleza. Esse é o plano. Da faz a tua isca a E tenta chamar aten eu t aqui junto com o Momonga pra ensacar o bicho assim pr da entrada
[01:09:36] Momonga (Silva): Eu fui pegar as pedras.
[01:09:36] Nia (Louis): Beleza
[01:09:36] Mestre (Thomas): Tá.
[01:09:38] Nia (Louis): Pronto
[01:09:39] Mestre (Thomas): Seguinte, gente. Esse é um...
[01:09:40] Nia (Louis): Aí
[01:09:41] Mestre (Thomas): Esse é um desafio que vocês já resolveram antes. Estão resolvendo de novo. Da mesma forma. O bicho, infelizmente pra vocês, vai agir também da mesma forma. É um bicho inteligente. Abre-se, o que é que você quer? Kallus Vixen O Bocos vai primeiro ent n O Boulkis
[01:10:26] Markhor (Juliano): Ah, beleza. Era... é esse o plano. Então, deu certo. Agora, gente, é a hora de descer.
[01:10:33] Momonga (Silva): Eu... Queria ser o quê? Vai alguém lá na frente primeiro, ver se tá tudo de boa.
[01:10:34] Markhor (Juliano): Então, vai primeiro o Bolgas, que é o guerreiro, né?
[01:10:40] Momonga (Silva): Aí a gente desce.
[01:10:45] Markhor (Juliano): E daí eu vou atrás dele. Ele vai, ele olha a entrada, ele dando ok eu vou atrás e daí vocês veem.
[01:10:54] Nia (Louis): Lá se foi a minha oportunidade de um poema de pescaria, mas tudo bem
[01:10:54] Momonga (Silva): Eu... Pode fazer, pode fazer. Eu deixo.
[01:11:02] Nia (Louis): Não, não, agora já era, perdeu o clima A corda a gente tinha amarrado numa coluna anteriormente.
[01:11:10] Momonga (Silva): Ah, que pena. Bom, eu então vou amarrando a corda nenhuma. Tem árvore perto pra eu poder amarrar a corda?
[01:11:17] Mestre (Thomas): Nesse caso aí não.
[01:11:17] Markhor (Juliano): Tem uma parte mais... Não tinha uma parte mais estável da construção, assim?
[01:11:23] Mestre (Thomas): Tinha uma das colunas de sustentação onde você colocou a corda anteriormente.
[01:11:23] Markhor (Juliano): Uma parte do...
[01:11:33] Markhor (Juliano): É isso aí.
[01:11:34] Momonga (Silva): Então eu vou amarrar nessa coluna aí, que vocês provavelmente devem ter apontado pra mim.
[01:11:39] Markhor (Juliano): Isso aí.
[01:11:42] Markhor (Juliano): Beleza, e mandar o Bocas primeiro. E... Pra ele dar o ok que a sala tá limpa ali, né? De criaturas.
[01:11:50] Mestre (Thomas): Sim.
[01:11:50] Momonga (Silva): Eu vou ser o último a entrar, tá?
[01:11:54] Mestre (Thomas): Descendo aí sem as mochilas.
[01:11:55] Momonga (Silva): Ô Bocas, entrega meu mangual que você vai usar ainda.
[01:11:59] Mestre (Thomas): É, eu te entrego assim. Tem o machado dele já.
[01:12:02] Momonga (Silva): Obrigado, mano.
[01:12:04] Mestre (Thomas): É... seguinte. Primeiro o Bocas, ele chega ali até o fundo. Ele observa essa sala aí pela pequena fresta. Tem aí. Repara que não tem nada que chama a atenção dele não, nada se movendo. Ele só reclama ali do cheiro absurdo que tá esse local. Fedido pra caramba. E ele passa um bom tempo ali, cara, tentando empurrar as mochilas pra dentro dessa sala. Ele eventualmente consegue e ele entra nessa sala aí. Então tudo custou... sim, duas que sobraram.
[01:12:46] Markhor (Juliano): Essas mochilas que você falou... São as que sobraram no chaminé? Ah, tá.
[01:12:52] Mestre (Thomas): Eu não fiz nada disso não.
[01:12:52] Markhor (Juliano): Beleza.
[01:12:53] Nia (Louis): O Volcas, ele se lembrou de fazer a máscara com trapo e água?
[01:13:03] Momonga (Silva): O cara...
[01:13:03] Markhor (Juliano): Meu irmão é...
[01:13:04] Momonga (Silva): O cara...
[01:13:04] Markhor (Juliano): Parrudo, pô.
[01:13:05] Momonga (Silva): O cara vai no pelo Algu quer pedir pro Bogas trazer as mochilas pra eu prender aqui no cavalo
[01:13:05] Markhor (Juliano): Que isso?
[01:13:09] Markhor (Juliano): O cara é anão. A gente nasce com esse cheiro.
[01:13:13] Mestre (Thomas): Tá valendo.
[01:13:18] Momonga (Silva): Ou vocês querem deixar lá dentro?
[01:13:18] Markhor (Juliano): Eu... Eu pego lá. Eu... Assim que eu descer, eu... Eu boto elas na corda e peço pra vocês subirem a mochila primeiro.
[01:13:26] Momonga (Silva): Ah, eu vou subindo então e a Nia pode ir descendo. Eu vou amarrando aqui.
[01:13:33] Nia (Louis): Aí eu desço logo atrás do Calvos. Bom, infelizmente as duas mochilas que subiram não eram minhas, então eu vou pegar minha mochila aí embaixo e já ficar com ela.
[01:13:50] Mestre (Thomas): Certo.
[01:13:53] Markhor (Juliano): Eu quero pedir pra descer também pela corda a minha mochila, né? Pra eu equipar aqui embaixo.
[01:14:01] Mestre (Thomas): Uhum.
[01:14:04] Mestre (Thomas): Perfeito.
[01:14:06] Markhor (Juliano): E daí, bom, eu quero primeiro dar uma olhada geral na sala, né? O que que tem assim que salta aos olhos além da pilha, né, no centro da sala? Algum outro móvel? Pilha de coisas? Entradas?
[01:14:23] Momonga (Silva): Vocês mandaram a mochila pra mim?
[01:14:24] Mestre (Thomas): Sim.
[01:14:27] Markhor (Juliano): Isso, isso, aham.
[01:14:28] Momonga (Silva): Beleza, então...
[01:14:28] Nia (Louis): Enviamos.
[01:14:29] Markhor (Juliano): Já tá lá em cima.
[01:14:29] Nia (Louis): Lembrando, eu não sou anão, não sou baruto, então eu fiz a máscara lá com trapo e água.
[01:14:30] Momonga (Silva): Então, maiei ela no cavalo e comecei a descendo a corda lá.
[01:14:43] Nia (Louis): Sim, mas é só pra não incomodar tanto, né?
[01:14:44] Mestre (Thomas): Perfeito. O cheiro, ele é realmente desagradável. O cheiro é absurdo. Só que não... Não é no nível que te faz mal. Não é no sentido. Que te faz mal, tá ligado? É só o cheiro de carne podre mesmo, né?
[01:15:03] Nia (Louis): Tipo, eu não vou querer lacrimejar no meio de uma batalha e, tipo, deu uma borrão na visão e eu perdi pra isso, né? Só pra evitar isso.
[01:15:12] Mestre (Thomas): Beleza.
[01:15:17] Mestre (Thomas): Chegando aí embaixo, todo mundo já com as mochilas devidas, né?
[01:15:23] Momonga (Silva): Eu acendei uma tocha.
[01:15:24] Mestre (Thomas): O... O Momonga ali vai descer também, né?
[01:15:27] Momonga (Silva): Isso.
[01:15:28] Mestre (Thomas): Todo mundo aí embaixo. O local é o seguinte. No meio dessa sala tem essa pilha de carne. Voc reparam que carne mesmo por causa da luz acendida pela tocha Tem algumas est mortas a no ch dessa sala ao redor a
[01:15:54] Mestre (Thomas): Essa é uma sala retangular, ela é mais larga, ela é maior para os lados, na perspectiva de vocês.
[01:15:56] Nia (Louis): Ah ali Momonga voc consegue perguntar pro vovozinho do anel o vov sei l o esp que t com voc l
[01:16:04] Mestre (Thomas): Tem várias aberturas nessa sala. Além da pilha e esse chão sujo de fezes desses animais, o seguinte, essa sala, ele responde a pergunta, não é nada que ele já tenha visto antes,
[01:16:38] Nia (Louis): se conhece algum culto que eles fazem alguma coisa semelhante ao cenário dessa sala? Sei lá, tem que...
[01:16:49] Markhor (Juliano): Que não, isso aqui não é culto, isso aqui é bicho, pô.
[01:16:50] Nia (Louis): Então, é que ter uma pilha jogada aqui não parece muito apto de uma criatura, né?
[01:16:52] Markhor (Juliano): Eles tão juntando a pilha de comida deles.
[01:17:03] Nia (Louis): Pelo menos pra mim não parece. Ter tudo reunido numa única pilha parece mais...
[01:17:06] Markhor (Juliano): Olha o... Olha o tamanho desses morcegos, o tamanho de um cachorro pequeno.
[01:17:15] Nia (Louis): Não, geralmente criatura ele mata, ele janta a coisa lá e se afasta. Ou até no máximo puxa lá no ninho, mas jogado organizado numa pilha grande? Será?
[01:17:33] Markhor (Juliano): Ah, a gente vai investigar a pilha, daí a gente vai tirando as dúvidas.
[01:17:40] Momonga (Silva): O Yutol falou alguma coisa durante esse tempo?
[01:17:49] Mestre (Thomas): Sobre a sala, cinco portas e uma abertura.
[01:17:51] Momonga (Silva): Ok. Eu quero dar uma analisada na sala onde eu tô
[01:17:59] Mestre (Thomas): A abertura está no canto entre a esquerda e a frente de vocês. No canto dessa sala tem uma abertura indo para frente, considerando que vocês estão de costas para a lareira. Para a direita de vocês tem duas portas. Entre, novamente, entre a direita e a frente de vocês, ao lado esquerdo dessa abertura tem uma outra porta. Essa está aberta. Para a esquerda de vocês tem uma porta. Ela está aberta. E o canto que está entre a esquerda e atrás de vocês tem uma outra porta. Essa está aberta, indo para trás. E nessa última porta, ela é um pouco mais estreita que as outras. E no pé dela tem uma pavimentação diferente. As pedras ali naquele local fazem um círculo. E as pedras que constituem esse círculo têm...
[01:19:18] Mestre (Thomas): Elas s n oca a palavra mas elas t um baixo relevo ali Em cada pedra que acompanha esse c E esse deixa eu ver aqui
[01:19:34] Mestre (Thomas): Tá.
[01:19:41] Mestre (Thomas): Esses baixos releivos são em formato de retângulos.
[01:19:46] Nia (Louis): Gente, eu já vi esse círculo de pedra dentro das masmorras de Ardenvoo. Quer dizer, não era eu, era o meu amigo lá, o Kutis-Check.
[01:20:00] Markhor (Juliano): E você descobriu alguma coisa sobre isso?
[01:20:04] Nia (Louis): A gente chegou a ficar a encontrar um retângulo, o quadrado que se encaixa nisso, mas não chegamos a colocar pra testar. É um quadrado azul que parecia de vitro, mas também não parece.
[01:20:25] Markhor (Juliano): Ah, bom. Eu acho que a gente... Talvez devesse primeiro olhar essas duas portas que estão abertas pra ver se não tem nenhum perigo iminente e daí explorar a sala que a gente tá, né? Então tem três fech... Tem uma abertura, duas portas... Três portas fechadas e duas abertas. Beleza.
[01:20:48] Mestre (Thomas): Isso aí.
[01:20:52] Markhor (Juliano): Bom, eu quero só entender, indo pra nossa esquerda, essa porta aberta que tem o chão diferente e vai nesse círculo, ela é tipo um nicho? É um lugar que só tem esse círculo?
[01:21:06] Mestre (Thomas): Sim, só existe um círculo na sala e fica naquela porta estreita. Que tá entre a esquerda e atrás de vocês. O canto ali ia tá indo na direção pra trás.
[01:21:20] Markhor (Juliano): Entendi. Olhando nessa porta, é um corredor que continua?
[01:21:26] Mestre (Thomas): Essa porta tá fechada, tá? Que tem o círculo no pé.
[01:21:31] Markhor (Juliano): Pera, eu não entendi. O círculo tá pra dentro da nossa sala?
[01:21:35] Mestre (Thomas): Sim, todo o círculo está dentro da sala. Tá logo à frente dessa porta fechada, estreita.
[01:21:42] Markhor (Juliano): Entendi. Entendi.
[01:21:48] Markhor (Juliano): Bom, eu quero ir até a porta que está aberta, ali à nossa esquerda para frente, né? Na parede, à nossa esquerda, e espiar para dentro dessa porta e ver, no geral, que sala que eu vejo e se eu vejo alguma criatura.
[01:22:10] Mestre (Thomas): Certo. Chegando aí, é uma porta que tá entreaberta. Você encostando nela, você repara que ela tá presa. Ela tá... Ela não se move quando você tenta mexer ela. Mas olhando pela fresta, você repara que é uma sala relativamente pequena, onde a parede à sua frente tá desabada. E de diferente aí, além de um cheiro ruim saindo daí, é um par de pernas saindo desse desmoronamento. E um desses pés tem uma bota ali.
[01:22:51] Markhor (Juliano): É isso. Peraí. Ah
[01:22:58] Mestre (Thomas): Já é esqueleto já, inclusive.
[01:22:58] Markhor (Juliano): Peraí
[01:23:04] Markhor (Juliano): Tô mapeando ao mesmo tempo aqui, mas É... tá Então, olhando pra essa sala parece que ela teve um desmoronamento Tem alguém que foi pressionado nesse, que tá com a bota ali fora E as outras paredes estão intactas, é tipo uma sala fechada que desmoronou o teto Beleza
[01:23:26] Mestre (Thomas): Parece que esse é o caso sim.
[01:23:32] Markhor (Juliano): Nia, Momonga, o que vocês querem ir fazendo aí?
[01:23:42] Momonga (Silva): Pra saber se eu encontro alguma vegetação Ou alguma erva até mesmo nos entulhos ali de comida ali Eu vou arrancar o que tem por debaixo pra ver se tem algum...
[01:23:55] Nia (Louis): Bom, eu vou querer oréna píria de carne também.
[01:23:55] Mestre (Thomas): Só um segundo, dando uma informação aqui.
[01:24:09] Mestre (Thomas): Cara, você vai querer olhar na pilha de carne, né?
[01:24:21] Mestre (Thomas): Os dois.
[01:24:21] Nia (Louis): Aliás... Assim, como ele...
[01:24:25] Mestre (Thomas): Vocês querem olhar como? Vocês querem só olhar em volta? Ou você quer, de fato, arrancar pedaço dessa pilha aí pra olhar o que tem debaixo? Só pra entender como é.
[01:24:39] Momonga (Silva): Algum fungo comendo essa carne O que seja conhecido, desconhecido, sei lá. Com bigado, com verbo.
[01:24:46] Mestre (Thomas): Certo.
[01:24:50] Momonga (Silva): Mas tomando cuidado pra não acabar me machucando ali também.
[01:24:51] Nia (Louis): Certo.
[01:24:54] Momonga (Silva): Caso seja perigoso.
[01:24:59] Nia (Louis): Assim, tipo, como a pilha tá tudo no centro da sala, né? Eu vou desmontar a pilha do tipo... Ah, por exemplo, aí em cima tá um corpo de... Daqueles morcegos lá. A eu puxo ele pra baixo deixo um cantinho um pouquinho mais distante A se eu vejo o corpo humanoide a eu puxo pra baixo a eu vejo se tem alguma coisa n tipo ser um saco de moedas uma mochila a eu vejo se encontro alguma coisa Praticamente eu tô pilhando corpos.
[01:25:37] Mestre (Thomas): Nesse processo.
[01:25:37] Momonga (Silva): Pera, tem morcegos aqui?
[01:25:39] Mestre (Thomas): Não é bem morcego não, tá?
[01:25:40] Nia (Louis): Mortos, mortos.
[01:25:42] Momonga (Silva): Eu quero arrancar asas deles depois. Eu quero arrancar as asas e esse bico dele.
[01:25:46] Mestre (Thomas): Você pega um desses bichos aí, ou melhor, você vê um desses bichos aí, você repara que tem quatro membros, Em formato mesmo de braço, perna Mas tem um segundo par de membros, ou melhor, um terceiro par de membros Que forma asas A cabeça desse bicho aí tem uma grande proboscide Saindo dela Proboscide é tipo um bico, sabe? Do mosquito da dengue, basicamente Tem uma cara medonha
[01:26:24] Mestre (Thomas): Esse bicho aí Certo.
[01:26:32] Momonga (Silva): De todos que eu encontrar, tá?
[01:26:34] Mestre (Thomas): Sim. O grupo já sabe que esses bichos aí chamam estirges, tá?
[01:26:39] Momonga (Silva): Eles valem alguma coisa? O grupo sabe?
[01:26:44] Markhor (Juliano): Não, não ouvimos. Alguém sugeriu fazer receita com esses bichos e vender, né?
[01:26:49] Momonga (Silva): Já sabe quem vai fazer, né?
[01:26:49] Mestre (Thomas): Maluco, maluco.
[01:26:51] Momonga (Silva): Eu faço aqui e vocês podem ir explorando as outras salas aí.
[01:26:52] Nia (Louis): Sim, tá todo mundo em quarentena por dois anos.
[01:26:58] Mestre (Thomas): Vambora.
[01:26:59] Nia (Louis): Bom, o pico eu não sei se tá pra fazer algum tipo de agulha, alguma coisa, mas a aça eu acho que tá pra usar o couro, hein?
[01:26:59] Markhor (Juliano): É, não vou em outra sala ainda não, calma aí. Só tô garantindo nossa segurança.
[01:27:10] Nia (Louis): Talvez tá pra vender o couro da aça. Bora fazer isso também. E aí
[01:27:21] Momonga (Silva): E caso vocês encontrem alguma planta aí, só me falem.
[01:27:26] Momonga (Silva): Mas não.
[01:27:28] Markhor (Juliano): Beleza.
[01:27:28] Mestre (Thomas): Tá, vamos por partes. A galera mexendo ali nos corpos, carnes, vão gastar dois turnos fazendo isso, tá? Enquanto isso acontece, o Bocas e o Kalvos tem ação ainda.
[01:27:37] Momonga (Silva): Tranquilo.
[01:27:47] Markhor (Juliano): Ent eu quero olhar A gente olhou essa da esquerda e tem uma porta mais imediatamente ali frente que na verdade n uma porta uma abertura n Eu quero entender, assim, se é uma parte da parede que desmoronou, é uma caverna natural, o que a gente vê olhando ali?
[01:28:03] Mestre (Thomas): Sim. Toda essa estrutura é feita artificialmente, tá? É feita de blocos de pedra e tudo mais. Se você tá de frente pra essa porta que você acabou de olhar através, essa abertura tá imediatamente à sua direita. Olhando por ela, deixa uma distância.
[01:28:20] Markhor (Juliano): Isso. Cara, eu acho que é com você, porque o teu áudio caiu, mas...
[01:28:32] Nia (Louis): Espera, é só comigo ou o áudio tá um pouco caindo de vez em quando?
[01:28:32] Mestre (Thomas): É normal também.
[01:28:43] Markhor (Juliano): O resto tá normal pra mim.
[01:28:47] Nia (Louis): Eita!
[01:28:53] Mestre (Thomas): O que você consegue ver com sua visão escura é que ao longo desse corredor, ele é estreito, mas você repara que ele tem uma outra abertura para a esquerda, E ele segue em frente. A sua visão não consegue ver mais do que isso.
[01:29:16] Markhor (Juliano): Tá.
[01:29:20] Mestre (Thomas): E você só não vê nenhuma porta.
[01:29:23] Markhor (Juliano): Entendi. Ele tem tipo uma bifurcação, né? Ele tem uma pra esquerda e ele segue pra um ponto que eu não enxergo mais.
[01:29:31] Mestre (Thomas): Isso aí.
[01:29:32] Markhor (Juliano): Beleza. No chão dele, o chão parece a mesma pavimentação do que a gente tá vendo aqui?
[01:29:39] Mestre (Thomas): Blocos de pedra. Tudo não.
[01:29:41] Markhor (Juliano): Beleza. Bom, isso feito, eu quero voltar ali onde tem o círculo de pedra e a porta imediatamente próxima do círculo está aberta, né? Ou não?
[01:29:53] Mestre (Thomas): Fechado.
[01:29:54] Markhor (Juliano): As duas estão fechadas? Aqui tem uma outra porta à esquerda e a porta próxima do círculo.
[01:30:03] Mestre (Thomas): As que estão abertas, consegue ver? Como que eu indico as direções? Se você tá de frente...
[01:30:09] Markhor (Juliano): Pode indicar baseado na lareira.
[01:30:11] Mestre (Thomas): Beleza N melhor Se voc t de frente pro corredor que voc vai ver a porta a outra porta aberta tá na sua direita.
[01:30:24] Markhor (Juliano): Ah, tá.
[01:30:24] Mestre (Thomas): Abrindo a parede da frente.
[01:30:25] Markhor (Juliano): Beleza. Então eu quero ir nessa porta aberta da direita, então.
[01:30:29] Mestre (Thomas): Enquanto a primeira porta aberta, você já chegou, tá na sua esquerda, entrando na parede esquerda.
[01:30:47] Markhor (Juliano): Ela tá entreaberta? Qual que é o estado dela, assim? Tá escancarada? Entreaberta.
[01:30:52] Mestre (Thomas): Entra aberta. Você sabe que...
[01:30:54] Markhor (Juliano): Então com cuidado.
[01:30:55] Mestre (Thomas): Você consegue ver que as portas aí são de madeira. E elas têm hastes de ferro que sustentam a parte da madeira.
[01:31:03] Markhor (Juliano): Beleza. Então com cuidado eu quero bisbilhotar ali na fresta e ver o que eu enxergo imediatamente ali, né?
[01:31:16] Mestre (Thomas): Ah, nossa, deixa eu produzir o termo aqui.
[01:31:31] Mestre (Thomas): Ah, entendi. Cara, você abre essa sala. Ela é uma sala retangular, bem pequena, menor do que aquela que a gente verificou.
[01:31:40] Markhor (Juliano): Uhum.
[01:31:40] Mestre (Thomas): E ela é mais larga... A parte mais larga dela é pra frente, então ela é estreita na sua perspectiva.
[01:31:51] Markhor (Juliano): Entendi.
[01:31:52] Mestre (Thomas): E dentro aí você encontra quatro vasos grandes aí dentro.
[01:31:52] Markhor (Juliano): Asa de Pedra
[01:32:02] Mestre (Thomas): Só que não são vasos de cerâmica não, são vasos de pedra. Eles estão acumulados no fim dessa sala.
[01:32:43] Mestre (Thomas): Eles são grandes, deixa eu só dizer mais ou menos o tamanho deles.
[01:32:43] Markhor (Juliano): Tá.
[01:32:46] Mestre (Thomas): Eles batem um pouco acima, melhor, um pouco abaixo do seu peitoral. Eles passam ali no seu quadril, mas não chegam até a região do peitoral.
[01:32:55] Markhor (Juliano): Uhum.
[01:33:04] Mestre (Thomas): A pilha, gente, vocês encontram algumas coisas aí sim, tá? Além dos vários corpos aí.
[01:33:05] Markhor (Juliano): Beleza.
[01:33:10] Markhor (Juliano): É... Acho que d pra voltar pra pilha l Eu vou rapidinho no banheiro e j volto isso bom pra cl p N n Acho que a gente faz
[01:33:24] Mestre (Thomas): Vocês encontram um corpo de um homem fera. Ele tá utilizando uma armadura de talas. Que parece estar em relativamente bom estado. Apesar do corpo aí já estar em estado alto de decomposição, tá? Al disso voc encontram 231 ciclos de prata e 347 ciclos de cobre
[01:34:08] Momonga (Silva): Tá anotando, Luiz?
[01:34:13] Momonga (Silva): Se n estiver anotando eu anoto aqui Anotando aqui Bom j quer fazer a separa
[01:34:15] Nia (Louis): Tá, é 231 ciclos de prata, né? Só pra confirmar, 347 cobres e 241 de prata, é isso?
[01:34:22] Mestre (Thomas): Vou falar de novo.
[01:34:46] Mestre (Thomas): É 347 ciclos de cobre e 331 ciclos de prata.
[01:34:55] Mestre (Thomas): Certinho?
[01:34:59] Nia (Louis): Certinho.
[01:35:01] Mestre (Thomas): Perfeito. Além disso, vocês encontram mais três coisas que chamam a atenção de vocês. Além de equipamentos quebrados e equipamentos em diferentes estados de condição, tá ligado? Vocês encontram dentro de um saco de tecido?
[01:35:25] Mestre (Thomas): Incensos.
[01:35:28] Mestre (Thomas): Isso mesmo? É. Vocês encontram aqueles palitinhos de incenso, sabe?
[01:35:35] Mestre (Thomas): Deixa eu só ver quantos desses vocês...
[01:35:48] Momonga (Silva): Se vocês querem fazer na hora de sair.
[01:35:50] Mestre (Thomas): Calma aí que...
[01:35:53] Markhor (Juliano): É, na hora de sair.
[01:35:53] Mestre (Thomas): Pedir a... Pedir que eu não terminei ainda.
[01:35:55] Momonga (Silva): É que acho que era melhor planejar já o peso que ia ficar pra cada um.
[01:36:01] Mestre (Thomas): E aí, camarada?
[01:36:01] Markhor (Juliano): Então, se for muito pesado que nem as moedas, a gente separa, mas outras coisas a gente vê.
[01:36:11] Momonga (Silva): A armadura eu posso carregar, já que eu não tô carregando 300 e pouco peso. O livro do Eto'o é comum?
[01:36:16] Markhor (Juliano): Eu não peguei a parte da armadura. A armadura é a armadura do corpo que tava aí, do Markhor? Ah, então é a armadura de talas do Markhor.
[01:36:21] Mestre (Thomas): Sim, tudo bem.
[01:36:28] Mestre (Thomas): É, só uma clarificação, não é palito de incenso não, tá? É um cone de incenso.
[01:36:37] Markhor (Juliano): One de incenso.
[01:36:37] Mestre (Thomas): E só tem um.
[01:36:40] Nia (Louis): Como assim um cone de incenso? Esse fungo você vai levar?
[01:36:43] Mestre (Thomas): Cara, eu nem fazia ideia que isso daí existia, tá? Mas pesquisando esse nome parece.
[01:36:50] Markhor (Juliano): É, assim como outras coisas o pessoal gosta de fazer maior do que o normal, né?
[01:36:52] Mestre (Thomas): Mas sabe...
[01:36:57] Mestre (Thomas): Rapaz, rapaz. Além disso, deixa eu ver o que mais tem.
[01:37:05] Mestre (Thomas): Tem mais duas coisas, tá? Vocês encontram... Vocês encontram um pequeno livro
[01:37:16] Mestre (Thomas): feito com as capas de couro. Um livreto, quase.
[01:37:28] Mestre (Thomas): Com bem poucas páginas dentro.
[01:37:31] Mestre (Thomas): E por último... E por último, você quer abrir a pedra uma olhada?
[01:37:46] Momonga (Silva): Ele tá com poucas páginas, mas ele tá...
[01:37:49] Markhor (Juliano): Capa de couro. Capa de couro e poucas páginas.
[01:37:50] Momonga (Silva): Mas ele tá escrito alguma coisa?
[01:38:00] Momonga (Silva): Não, eu vou deixar pra... Eu vou pegar ele, mas eu vou deixar pra ver na hora de... E... vai saindo daqui da chaminé.
[01:38:06] Mestre (Thomas): Certo. A coisa que voc encontram em Edding uma haste de bronze com o tamanho aproximado de um antebra humano Uma das extremidades é esculpida na forma de um nó complexo. O papal de inclusive ser aquele nó de 5 segundos da Nia. E...
[01:38:32] Markhor (Juliano): A outra extremidade é de algum jeito?
[01:38:38] Mestre (Thomas): Que...
[01:38:42] Mestre (Thomas): A outra extremidade não, não é. Mas no corpo dessa peça aí, dessa haste, tem uma inscrição escrita aí.
[01:38:52] Markhor (Juliano): É num idioma que a gente... Ah tá, mas a gente reconhece os símbolos?
[01:38:54] Mestre (Thomas): Só que... Vocês não conseguem ler.
[01:39:00] Mestre (Thomas): Inscrição numa língua diferente.
[01:39:06] Mestre (Thomas): Parece ser escrita, não símbolos. Ah! Perdão, perdão. Eu entendi o que você quer dizer. O estilo de escrita, né?
[01:39:15] Markhor (Juliano): Isso.
[01:39:15] Mestre (Thomas): É o mesmo que o de vocês.
[01:39:17] Markhor (Juliano): Só que um outro idioma.
[01:39:19] Mestre (Thomas): Sim. É como se fosse o português e o inglês. É as mesmas letras, só que é escrito de uma forma completamente diferente.
[01:39:29] Markhor (Juliano): Beleza. Eu queria dar uma olhada, antes de olhar as outras portas, se na sala tem mais algo que desponta assim, né?
[01:39:35] Momonga (Silva): Eu não consegui encontrar nada de... como ervas... Ou fungos...
[01:39:43] Mestre (Thomas): Cara, pode ter um fungo azulado, escuro, crescendo no meio dessa pilha de carne? Sangue?
[01:39:54] Momonga (Silva): Eu tenho algum conhecimento sobre essa... esse fungo?
[01:39:59] Mestre (Thomas): Não. Tá estudando ervas. Atenção, não, fora o que vocês já sabem, não tem nada que chame atenção, não.
[01:40:03] Momonga (Silva): Beleza, beleza. Então eu vou deixar quieto. Eu vou só desmembrar os... os morcegos então e...
[01:40:19] Momonga (Silva): Não, o fungo não.
[01:40:34] Markhor (Juliano): Porque eu sei que ela tá repleta de... assim, tem sangue, tem excremento, né? Os corpos dos bichinhos. E se tem algum móvel, entulho que se formou, que se destaca assim?
[01:40:55] Markhor (Juliano): Beleza. Então eu quero ir pra porta... Tinha aquela porta com os quatro vasos de pedra, né?
[01:41:03] Mestre (Thomas): Uhum.
[01:41:03] Markhor (Juliano): Então eu quero me aproximar ali.
[01:41:07] Markhor (Juliano): Momonga, Nia, vocês têm um daqueles... Bastões?
[01:41:13] Momonga (Silva): Oxi.
[01:41:14] Markhor (Juliano): Bastões de três metros?
[01:41:17] Momonga (Silva): Não.
[01:41:18] Markhor (Juliano): Não?
[01:41:20] Nia (Louis): Não.
[01:41:21] Markhor (Juliano): Não?
[01:41:21] Nia (Louis): A coisa mais longa que eu tinha lá era a lança do Markhor, mas eu deixei ela guardada.
[01:41:28] Markhor (Juliano): Sim. Beleza, então antes de entrar nessa sala do 4 vasos de pedra, eu quero me agachar próximo da abertura e olhar se tem alguma eleva no ch que pare uma placa de press uma fenda que possa marcar que foi instalada uma armadilha isso que eu quero investigar
[01:41:49] Momonga (Silva): Você pode usar o cabo da sua arma, tá?
[01:41:55] Markhor (Juliano): É, mas ela é curta, por enquanto eu tô mais observando.
[01:41:59] Momonga (Silva): Ah, tá.
[01:42:03] Mestre (Thomas): Ok.
[01:42:05] Momonga (Silva): Eu consegui, só pra anotar aqui, eu consegui quantas asas e quantos bicos dos morcegos lá.
[01:42:06] Mestre (Thomas): Cara, é...
[01:42:15] Mestre (Thomas): Cara, quantas você quer? Melhor essa pergunta.
[01:42:17] Momonga (Silva): O suficiente do que estão mortos aí. Pelos que estão mortos. Se... Acho que tem 17 mortos aí. Eu quero pegar dos 17.
[01:42:28] Mestre (Thomas): Certo. Dá esse valor aí. E... Tá aí...
[01:42:33] Momonga (Silva): Conseguiu o preço deles.
[01:42:33] Mestre (Thomas): 4, se não me engano, né?
[01:42:37] Mestre (Thomas): Cara, considera que cada uma aí pesa 5. Tem 4 vezes 5 de peso.
[01:42:41] Momonga (Silva): Beleza.
[01:42:47] Nia (Louis): Eu tô levando o fungo também.
[01:42:47] Mestre (Thomas): Agora sobre...
[01:42:49] Nia (Louis): Peraí, tá espalhado? Eu acho que fosse um cogumelo que subiu.
[01:42:50] Mestre (Thomas): Fungo. Esse fungo aí, ele tá espalhado entre as carnes, tá? Você vai querer... Ou melhor, como que você vai armazenar ele? E... não, não.
[01:43:06] Mestre (Thomas): Fungue com cogumela são diferentes.
[01:43:08] Nia (Louis): Ah, tá. Não, nesse caso eu não vou levar não, é que eu tinha entendido que fosse um cogumelo. Foi mal.
[01:43:14] Mestre (Thomas): Considera que é mais um bolor aí. Acho que te dá pra visualizar melhor.
[01:43:21] Mestre (Thomas): Um bolor crescendo entre as carnes. E sobre a resposta do Juliano... Cara, o local, como toda a estrutura dele, não tá perfeita, tá? Tá bastante desgastado, tem partes ali cedendo... E mais placa de pressão e coisa assim do tipo, de mecanismo, você não repara nada não, tá?
[01:43:44] Markhor (Juliano): Ah, beleza. Você disse que tá cedendo, eu olho pro teto, ele tá estável, tem viga, tem rachadura? Beleza, então eu vou entrar nessa sala.
[01:43:53] Mestre (Thomas): Tem umas vigas de pedra ali... Tem alguma sechadura, mas não tem nada que indique que tá prestes a desabar. Tá segurando ainda.
[01:44:08] Markhor (Juliano): Eu quero me aproximar dos vasos de pedra, mas ir olhando se nas paredes estreitas tem alguma outra coisa, talvez algum gravado, alguma outra demarcação que talvez antes existisse uma abertura ali. Então beleza, sem encostar no vaso eu quero olhar ele de cima e ver se eu vejo algo do conteúdo dele, do primeiro da esquerda.
[01:44:26] Mestre (Thomas): Cara, na verdade não. O local tá bastante liso em relação a isso. Os vasos estão fechados todos.
[01:44:47] Mestre (Thomas): Eles têm uma tampa de pedra também, por cima.
[01:44:52] Markhor (Juliano): Tem algum símbolo nessa tampa?
[01:44:55] Mestre (Thomas): Não. Ok?
[01:44:58] Markhor (Juliano): Eu peço pro meu irmão abrir com o machado o primeiro vaso.
[01:45:06] Mestre (Thomas): Ele quebra o vaso?
[01:45:09] Markhor (Juliano): É que ele abre a tampa, eu imagino que se ele encaixar a lâmina ele pode forçar a tampa pra abrir.
[01:45:16] Mestre (Thomas): Ok. Com o machado dele, faz isso na maior distância possível. E ele abre com a tampa caindo até o chão.
[01:45:30] Markhor (Juliano): Sobe algum cheiro?
[01:45:30] Mestre (Thomas): Nesse momento, não, e aproveita pra mim e rola uma chance em 8. Tranquilo?
[01:45:40] Markhor (Juliano): Dois.
[01:45:42] Mestre (Thomas): A tampa cai no chão, se quebra.
[01:45:47] Mestre (Thomas): Nada... específico. E acontece além disso. De longe você não consegue ver dentro, mas não sobe nenhum cheiro não.
[01:45:52] Markhor (Juliano): Beleza, então...
[01:45:58] Markhor (Juliano): Uma maravilha. Então eu quero me aproximar pra olhar dentro.
[01:46:04] Mestre (Thomas): Ok? Lendo dentro você repara que tem um líquido. Translúcido? Bem claro. Sim, atrás deles você encontra um fungo crescendo entre as festas ali da sala.
[01:46:16] Markhor (Juliano): Vou ver se eu tenho algo pra pegar esse livro.
[01:46:24] Markhor (Juliano): É... Não sei de nada agora. Tem algo olhando em volta dos vasos? Alguma ferramenta? Um resto de... Um vaso menor? Cerâmica?
[01:46:50] Mestre (Thomas): É só ver como que aparenta.
[01:46:59] Nia (Louis): Vem cá, só pra ter certeza, não há nenhuma chance disso ser a mortalidade, né?
[01:47:07] Mestre (Thomas): Você conhece como que é, não é verdade? O fungo que o Juliano encontrou aí é na verdade um cogumelo, né?
[01:47:10] Nia (Louis): Bom, um falecido amigo meu, ele chegou a comprar uma garrafinha de imortalidade e é um líquido incolor, translúcido, né, e sem cheiro também. Bom, realmente parece só água. Aí, bom, eu sei que também é uma droga proibida, um veneno proibido, né. Aí, um vaso cheio de um líquido com características semelhantes, aí eu tô achando que pode ser ou não. Eu tenho alguns cantis aqui que recuperem da minha mochila.
[01:47:59] Mestre (Thomas): Ele A apar dele parece aquelas flores Qual o nome Aquela flor que cresce em mas n da em si É uma flor invasora, esqueci. Orquídea.
[01:48:16] Markhor (Juliano): Ah!
[01:48:18] Mestre (Thomas): É ter um formato de uma orquídea, mas é completamente branco. E você sabe que é um fungo por causa da textura e tal. Não é uma flor não. Só tem o formato de uma arquiteta.
[01:48:31] Momonga (Silva): Eu consigo... Saber o que é. O que ela faz.
[01:48:36] Markhor (Juliano): Dá uma olhada aqui, Momonga. O que você acha desse negócio?
[01:48:38] Mestre (Thomas): Então, você não tem conhecimento de fungo pelo que eu saiba. Você está estudando plantas. Plantas e fungos são bem diferentes. Não são nem do mesmo reino, inclusive.
[01:48:50] Momonga (Silva): Putz.
[01:48:54] Momonga (Silva): É, gente. Ainda sou burro.
[01:48:58] Markhor (Juliano): Não, tranquilo.
[01:48:59] Mestre (Thomas): Só não é conhecedor, calma lá.
[01:48:59] Markhor (Juliano): Depois a gente vê um jeito de extrair isso aqui de uma forma segura. É... Vocês tem algum recipiente aí? Alguma coisa? Uma colher, um caneco e tal? Só pra pegar um pouco desse líquido?
[01:49:13] Momonga (Silva): Deixa eu ver aqui.
[01:49:19] Nia (Louis): Eu posso jogar fora a água e você fica com o cantil. É um cantil comum, tá? Aquele que só cabe 20 ciclos de água.
[01:49:22] Markhor (Juliano): Não, tá ótimo. Passa aqui.
[01:49:29] Markhor (Juliano): Não, não preciso nem de tanto.
[01:49:30] Nia (Louis): Você vai levar o cantil e depois ver se alguém sabe do que se trata, né?
[01:49:32] Markhor (Juliano): Eu quero baixar então esse cantil. O vaso está repleto desse líquido?
[01:49:40] Mestre (Thomas): Sim, tá. Ok?
[01:49:42] Markhor (Juliano): Então eu quero colocar pouco, não é encher o cantil, é colocar pouco nele. Sem molhar minha mão. E trazer para fora do vaso.
[01:49:54] Mestre (Thomas): Você mergulha ali no cantil, espera ele encher um pouco e retira.
[01:50:03] Markhor (Juliano): Agora eu quero me aproximar, mas não vou colocar o nariz na entrada do cantil. Eu quero trazer com a mão como se o odor fosse ser jogado pro meu nariz, pra eu ver se realmente não tem nenhum cheiro ou tem algo sutil ali, né? Algo que entrou nessa água ou se não for água, foi um destilado, alguma outra coisa.
[01:50:24] Mestre (Thomas): Cara, o máximo que você sente aí de diferente é o próprio cheiro da pedra molhada, a estrutura aí do vaso. Agora fora isso, não tem cheiro nenhum, cara.
[01:50:40] Markhor (Juliano): Olha, eu vou... É... pingar no dedo. Pegar num dedo meu e lamber uma gota.
[01:50:50] Mestre (Thomas): Ok. O que era o gosto desse daí? Parece ser... Uma água levemente salgada.
[01:51:08] Markhor (Juliano): Tá.
[01:51:09] Mestre (Thomas): Não te dá nenhum efeito especial, você não sente nada estranho, nada do tipo. Só um gosto de uma água levemente salgada.
[01:51:19] Markhor (Juliano): Beleza. Eu vou deixar aqui por enquanto, né? E voltar pra sala.
[01:51:28] Markhor (Juliano): E agora eu quero ir próximo daquela sala que tem o desmoronamento com o corpo lá com a bota. Chegando ali, antes de entrar na sala, novamente eu quero checar o teto, assim, ver se tá frágil, se tem alguma rachadura mais estrutural, assim, com o que eu conheço de construção, né?
[01:51:35] Mestre (Thomas): Chegando ali...
[01:51:49] Markhor (Juliano): Porque como já teve um desmoronamento sério aqui, eu tô preocupado de entrar. Eu não pensei ainda, cara. Por enquanto eu tô explorando aqui, mas se quiser, ó, tem o cantinho de volta. Se quiser encher pra investigar...
[01:52:12] Markhor (Juliano): Pareceu uma água salgada.
[01:52:14] Nia (Louis): É assim, vou encher... Sim, eu vou encher ela e levar junto pra pesquisar depois.
[01:52:27] Momonga (Silva): O corpo do Homem-Fera, ele tá com bota?
[01:52:28] Mestre (Thomas): O bolo.
[01:52:34] Mestre (Thomas): Sim, sim.
[01:52:36] Momonga (Silva): Eu vou tirar uma das botas dele.
[01:52:36] Mestre (Thomas): Imagina que sim.
[01:52:40] Momonga (Silva): E vou pôr aquele cogumelo dentro da bota.
[01:52:45] Mestre (Thomas): O cocobelo que tá na sala dos vasos, né?
[01:52:48] Momonga (Silva): Isso.
[01:52:50] Mestre (Thomas): Ok. Você pega o cocobelo como? Com a mão mesmo?
[01:52:54] Momonga (Silva): Não, não, não, eu vou... Vou tentar cutucar ele com a parte de baixo do cabo da minha arma E tentar ver se ele sai até ele cair dentro da bota Qual seria o peso?
[01:53:10] Mestre (Thomas): Tá. Você vai putucando ele ali até ele soltar da base, né? E você coloca dentro da bota. Asas. Abre o que que A Bota Posta considera que assim Inclusive eu falei que tem um formato de orqu eu tava imaginando uma orqu espec
[01:53:23] Momonga (Silva): Ou não o considero?
[01:53:34] Momonga (Silva): Seja o peso
[01:53:44] Mestre (Thomas): Mas olhando aqui não é exatamente uma orquídea comum não. Pensa que é mais um formato de trompete. Que é um formato mais facilmente visualizado.
[01:53:57] Markhor (Juliano): Tipo uma copo de leite?
[01:54:01] Mestre (Thomas): Eu acho que sim. O Bulcas, inclusive, ele tá ainda naquela sala dos vasos.
[01:54:06] Markhor (Juliano): Entendi.
[01:54:06] Momonga (Silva): Não mais.
[01:54:08] Markhor (Juliano): Qual que é o... É o Shimeji que faz isso?
[01:54:22] Mestre (Thomas): E ele te pergunta se não é bom abrir os outros também, pra ver o que tem dentro.
[01:54:31] Markhor (Juliano): Cara, eu acho bom. Como não pareceu perigoso, a gente pode pelo menos abrir e ver se tem água, né? Igual.
[01:54:41] Markhor (Juliano): Vamos l faz o pr a Depois eu volto l Vamos abrir o segundo vaso
[01:54:41] Mestre (Thomas): Sim.
[01:54:46] Mestre (Thomas): Só um detalhe, a estrutura que você perguntou antes, não parece que tem nada com perigo iminente de cair, não. Além do que já caiu. O segundo vaso, abrindo ele, parece que tem uma espécie de óleo dentro.
[01:55:11] Mestre (Thomas): Você inclusive sente um cheiro familiar, cheiro de azeite de oliva. Só que parece que ele tá super rançoso. Já tá esbranquiçado e tal.
[01:55:26] Markhor (Juliano): Entendi. Talvez isso aqui era de uma cozinha, um depósito. Azeite de oliva estragado, né? Seria assim. Já tem um cheiro que foi contaminado. Vamos abrir o próximo e daí eu quero, só notando o que aconteceu com os outros dois,
[01:55:39] Mestre (Thomas): Não dá pra entender. Vai abrir mais? O terceiro, abrindo aí, está vazio.
[01:55:50] Markhor (Juliano): eu quero ficar próximo de quando ele for sacar a tampa, pra tentar segurá-la nas mãos e não deixar cair e fazer tanto barulho no chão.
[01:56:09] Mestre (Thomas): Vai abrir o quarto? E o último?
[01:56:10] Markhor (Juliano): Vamos.
[01:56:12] Mestre (Thomas): Certo. Abrindo o quarto, tem óleo também. Só que você repara que é óleo de lamparina. E tem bastante, tá?
[01:56:27] Markhor (Juliano): Isso aqui é útil.
[01:56:31] Markhor (Juliano): Ó pessoal...
[01:56:32] Mestre (Thomas): Deixa eu olhar o gelo parindo.
[01:56:36] Markhor (Juliano): Beleza. Bom, Monga, você não tinha uma lamparina?
[01:56:43] Markhor (Juliano): Não mais? Ah, é verdade. Cara, tem bastante óleo e lamparina aqui. E a gente, com a nossa fé, a gente pode purificar essa aí de oliva e vender, né?
[01:56:51] Momonga (Silva): Tem quanto?
[01:56:58] Momonga (Silva): Ô, Glória. Tem quanto?
[01:57:01] Markhor (Juliano): Né? Tem litros!
[01:57:05] Momonga (Silva): Caraca.
[01:57:05] Markhor (Juliano): Isso aqui é ouro, pô! Aí eu não sei o tamanho desse negócio.
[01:57:08] Momonga (Silva): Ah, mas eu quero anotar quantos litros tem. Não consigo ter ideia, mestre.
[01:57:16] Mestre (Thomas): Vai ter que medir de alguma forma aí, cara. Uma estimativa...
[01:57:20] Markhor (Juliano): Eu vou medir o seguinte, se o cantil cabe um litro, eu quero usar ele em volta do vaso e fazer quantos quantias de largura, quantos de altura, e eu tenho uma estimativa.
[01:57:22] Momonga (Silva): Eu vou meio... Eu vou... Bem, tudo e coisa.
[01:57:36] Mestre (Thomas): Bem...
[01:57:38] Markhor (Juliano): Bem ruim, sem as curvas, sem nada.
[01:57:40] Mestre (Thomas): Fela, hein?
[01:57:40] Momonga (Silva): Eu... Eu quero medir com a mão.
[01:57:41] Mestre (Thomas): Sim.
[01:57:46] Momonga (Silva): O dedão até o mindinho. Pra ver se tem um palmo e tal.
[01:57:51] Mestre (Thomas): Deve ter entre 0 e 100... Brincadeira. É... Cara, verificando os dois, hoje eu vou adiantar, deve ter por volta de 10 cantis cada um.
[01:58:07] Markhor (Juliano): Então, perto de uns 10 litros, muito mal estimado.
[01:58:11] Mestre (Thomas): Cara eu nem sei como fazer por palmo Vou ficar devendo essa da Ah n min
[01:58:12] Momonga (Silva): E em palmo.
[01:58:19] Markhor (Juliano): Cara, ó, se dava no meu peito e eu sou um anão, deve ter uns 3 palmas de altura.
[01:58:29] Nia (Louis): Vocês conseguem utilizar metitas em metros e centímetros?
[01:58:32] Markhor (Juliano): Ah, é verdade, é muito pequeno, né? Eu errei. Deve ter uns 6 palmas de altura.
[01:58:38] Momonga (Silva): Seis palmos e qual que é o... Acho que é a largura dele. E o que é que você faz?
[01:58:48] Mestre (Thomas): Tem uns dois palmos, sei lá. Eu nem sei quanto que é um palmo. Vocês estão me dificultando, rapaziada.
[01:58:58] Nia (Louis): Pessoal voc conseguem utilizar cent e metros por favor Eu j t perdido aqui
[01:59:05] Mestre (Thomas): Ah, eu também. Ó, em vez de utilizar medidas, vamos pegar algum referencial.
[01:59:06] Markhor (Juliano): Aquela régua eu não tenho. Cara referencial N sei deixa eu ver Ah eu gostei dessa medida Pra mim eu t satisfeito
[01:59:15] Mestre (Thomas): Pega alguma coisa de vocês aí. Mais fácil.
[01:59:35] Markhor (Juliano): Com a minha estimativa ruim.
[01:59:37] Mestre (Thomas): É, eu também acho bom. 10 litros quase aí, cada um.
[01:59:42] Markhor (Juliano): E isso.
[01:59:43] Mestre (Thomas): Por volta de 10 litros.
[01:59:45] Markhor (Juliano): Então, seguinte. Eu quero vir até lá onde tem o corpo com a bota. Me aproximar do corpo com a bota. E ver se tem alguma outra coisa nele, assim, tipo Vestimenta Porque Ficou os dois pés pra fora, né? Pelo que eu entendi Tem retalho de roupa? O que que é?
[02:00:03] Mestre (Thomas): Uhum, isso.
[02:00:13] Mestre (Thomas): O cara fez a medida mesmo, hein.
[02:00:17] Mestre (Thomas): Tá. Cara, é... verificando o corpo, você... Ah, perdão, você não conseguiu entrar nessa sala de fato não, tá? A porta tá... tá entreaberta e tá travada, né?
[02:00:26] Markhor (Juliano): Ah, porque ela tá travada Eu vou tentar fazer o seguinte
[02:00:30] Mestre (Thomas): Mas olhando a distância, você repara que... O que tinha de roupa ali já se desgastou, já sumiu. Só que essa bota aí tá praticamente nova, cara. Tá empoeirada, só que você não repara nenhum traço de... De envelhecimento que você veria comumente em uma... Em uma peça de couro, tá ligado?
[02:01:01] Markhor (Juliano): Eu vou pegar a minha corda Eu vou fazer um laço E eu vou tentar, tipo, jogar E engatar ali no pé, na bota E tentar puxar, porque o osso vai sair do esqueleto.
[02:01:20] Mestre (Thomas): Dito e feito, cara. Eu vou só te cobrar um turno aí. Mas você consegue fazer isso daí sim. Não vou nem pedir teste.
[02:01:30] Markhor (Juliano): Beleza.
[02:01:31] Mestre (Thomas): Se eventualmente ali, em alguma das tentativas, consegue agarrar ali a bota, puxar pra sua direção, junto com o pé.
[02:01:40] Markhor (Juliano): Beleza. Então, eu quero olhar essa bota, assim, tipo, como é que ela é construída, assim, se é de couro, se ela tem um detalhe, assim, mais ornamentado.
[02:01:50] Mestre (Thomas): Sim. Cara, você repara que é uma bota muito bonita, macia também, mais do que o normal, eu diria. Por dentro você percebe que ela tem um outro material, tecido. E você repara que ela tá bastante nova. Você tira um pouco ali do pó dela e ela tá até reluzente, cara.
[02:02:16] Markhor (Juliano): Isso aqui é especial, pô. O cara tá aqui há muito tempo. Eu vou guardar essa bota aí. E o outro pé não tem bota, né?
[02:02:29] Mestre (Thomas): Não tem.
[02:02:30] Markhor (Juliano): Tem. Bom, é isso por enquanto. Eu acho que daria pra entrar aqui quebrando essa porta, mas eu acho que dá pra esperar. Eu acho bom a gente ir levando as coisas devagar, né?
[02:02:51] Momonga (Silva): O que tem at o a sess l 7 minutos T Ent pra adiantar voc podem ir se aventurando Qualquer planta que voc acharem minha vida eu des eu des
[02:02:53] Mestre (Thomas): Interessação?
[02:02:56] Mestre (Thomas): Tem 57 minutos sobrando.
[02:03:10] Momonga (Silva): E... repeguem tudo e vão me passando pela corda que eu vou colocando lá no cavalo.
[02:03:17] Mestre (Thomas): Então o Momonga vai ficar aí pegando as coisas e levando pra cima.
[02:03:17] Markhor (Juliano): Beleza.
[02:03:22] Momonga (Silva): Isso.
[02:03:24] Mestre (Thomas): Ok. Esse processo vai demorar alguns turnos.
[02:03:26] Markhor (Juliano): Beleza. Leva essa bota que eu achei. Bota macia, preservada, bonita, vistosa.
[02:03:28] Mestre (Thomas): Enquanto isso, rapaziada, vai... vai... ...tourando mais. Só me diz aí, o que você vai levar especificamente? Eu sei aqui as moedas, sim, claro. Mas o que mais?
[02:03:38] Momonga (Silva): Eu vou levar armadura, eu vou levar... Minha bota já tá comigo. Eu vou levar...
[02:03:47] Momonga (Silva): Eu vou levar essa bota, eu vou levar o cone de incenso, eu vou levar as asas de morcigo junto com os bicos.
[02:03:53] Markhor (Juliano): Leva o cone de incenso.
[02:04:01] Momonga (Silva): Eu vou...
[02:04:03] Nia (Louis): Tem o livreto, tem a haste, vamos ir.
[02:04:05] Momonga (Silva): Eu vou levar... eu tô levando tudo, não, eu vou levando de pouquinho em pouquinho, porque o meu peso já bateu...
[02:04:06] Markhor (Juliano): Aste de bronze, essa é legal.
[02:04:07] Nia (Louis): Oi, Topen aqui do seu lado.
[02:04:15] Momonga (Silva): O cavalo tem uma carga estimada?
[02:04:24] Mestre (Thomas): Uhum. Você vai levando as coisas lá pra cima. Estilo, livretto, botas, as duas botas
[02:04:28] Markhor (Juliano): Beleza.
[02:04:34] Mestre (Thomas): Sim, sim, tem
[02:04:35] Momonga (Silva): De quanto ele aguenta?
[02:04:38] Mestre (Thomas): O que eu vejo pra você?
[02:04:39] Markhor (Juliano): Tem... E tem os alforges também, pra questão de organizar. É, vamos ver daí depois.
[02:04:43] Momonga (Silva): Qual que é a carga que ele aguenta?
[02:04:46] Mestre (Thomas): Vou pegar aqui Cavalo
[02:04:48] Momonga (Silva): E quanto que ele já tá carregando, né?
[02:04:53] Mestre (Thomas): Era o cavalo de tração, não era?
[02:04:55] Markhor (Juliano): Isso.
[02:04:57] Mestre (Thomas): Cavalo de tração carrega até 4.500 ciclos
[02:05:05] Mestre (Thomas): 4.500 ciclos
[02:05:06] Markhor (Juliano): A Pocot muito bom cara Uma hora ele ia ser N pro Markhor n
[02:05:07] Mestre (Thomas): E o Alforge...
[02:05:16] Momonga (Silva): E essa brincadeirinha, Toro, deu quanto de peso?
[02:05:17] Mestre (Thomas): O Alforge ele pesa... cabe 600 ciclos, cada um, ele tem dois.
[02:05:19] Momonga (Silva): Aperto
[02:05:22] Markhor (Juliano): É... Cara... E eu ia dizer que cada mochila deve estar mais ou menos com uns 200, 300.
[02:05:36] Mestre (Thomas): E as mochilas infelizmente não tenho...
[02:05:41] Markhor (Juliano): Eu sei uma delas, né?
[02:05:42] Mestre (Thomas): O track delas aqui.
[02:05:44] Markhor (Juliano): A do Markhor tava com 148.
[02:05:44] Mestre (Thomas): Sim.
[02:05:48] Markhor (Juliano): Então por isso que eu acho que é estimar mais ou menos.
[02:05:58] Markhor (Juliano): Bom, beleza. Nesse meio tempo eu quero voltar a olhar na pilha ali que eles investigaram. Eles foram tirando os pedaços maiores e tal pra revelar o que encontraram na pilha.
[02:06:12] Mestre (Thomas): O que a galera mexeu aí já tirou quase tudo, tá?
[02:06:12] Markhor (Juliano): E eu quero ver como que tá agora, se ele tá tipo assim um vão ali, um buraco onde tem esse bolor azul em cima da carne. Abre a porta do seu computador para acender o som.
[02:06:31] Mestre (Thomas): Então só tem de fato o vão ali, com poucas coisas dentro. A maioria foi espalhada. E boa parte das carnes aí estão contaminadas com esse bolor, que é um azul escuro.
[02:06:51] Mestre (Thomas): Inclusive a tocha do nosso amigo aí tá quase apagando, tá?
[02:07:04] Mestre (Thomas): A porta adjacente...
[02:07:16] Markhor (Juliano): Bota, olhamos os vasos. Agora eu quero olhar para a porta que está adjacente ali a do esqueleto com a bota, na parede esquerda.
[02:07:33] Mestre (Thomas): Abre a porta do seu celular e clique em OK Na parede direita vai ter duas portas Na parede direita Na parede esquerda vai ter uma porta que a do esqueleto
[02:07:43] Markhor (Juliano): Então, eu entendi que o círculo está ao lado da lareira, né? E tem uma porta com ele nessa parede da lareira, é isso? Tem uma outra entre essa e a do esqueleto com a bota? Tá, então eu marquei errado aqui.
[02:08:25] Mestre (Thomas): Tá na... na... na parede... esquerda. Eu tô falando certo? Eu sempre confundo direita com esquerda na hora de falar.
[02:08:34] Markhor (Juliano): Não, faz sentido com o que você tinha falado.
[02:08:38] Mestre (Thomas): Na sua esquerda vai ter o esqueleto. E na extremidade. Entre a sua esquerda e pra trás tem essa porta aí.
[02:08:55] Markhor (Juliano): Beleza, então...
[02:08:55] Mestre (Thomas): Estreita com o círculo embaixo.
[02:08:58] Markhor (Juliano): Beleza.
[02:08:58] Mestre (Thomas): Na frente dela.
[02:09:00] Markhor (Juliano): Eu quero olhar o círculo e, como a Nia tinha mencionado, eu quero ver se tem alguma pedra colorida, brilhante, que se destaca ali, ou se são só as reentrâncias na pedra.
[02:09:14] Mestre (Thomas): Sim, só tem esses sulcos aí, esses baixos relevos. E estão vazios.
[02:09:21] Mestre (Thomas): Confira, idoso.
[02:09:22] Markhor (Juliano): Uhum
[02:09:22] Mestre (Thomas): Abre a porta que está logo depois desse círculo.
[02:09:26] Markhor (Juliano): E essa porta, então, diretamente próxima ao circo. Quando eu pego na maçaneta, assim, ela tá se movendo? Puxando lentamente, assim, só pra sentir se ela tá aberta.
[02:09:43] Markhor (Juliano): Então eu vou abrir e olhar o que tem.
[02:10:01] Markhor (Juliano): Tranquilo.
[02:10:11] Mestre (Thomas): Você abre ela, você repara que tem um corredor curto, estreito também, que dá numa sala. Uma sala que inclusive você não consegue ver muito bem de onde você está. É uma sala. Isso.
[02:10:32] Mestre (Thomas): Porque esse corredor, ele termina no cantinho dessa sala. Então, de onde você tá, você consegue ver a parede esquerda dessa sala.
[02:10:44] Markhor (Juliano): Entendi. E nessa parede não dá pra ver nada diferente. É uma parede de pedra como as outras.
[02:10:52] Mestre (Thomas): Ah, peraí, peraí.
[02:10:57] Markhor (Juliano): Eu vou...
[02:11:00] Mestre (Thomas): Você consegue ver no chão que tem marcas de pegadas, tá?
[02:11:06] Mestre (Thomas): Mas de pegadas de pés.
[02:11:06] Markhor (Juliano): Pés...
[02:11:08] Mestre (Thomas): Não é de bota nem nada, são de pés. E parecem ser pés humanos. Tamanho humano, é... Forma humana.
[02:11:17] Markhor (Juliano): Pegadas de humanos escalsos.
[02:11:18] Mestre (Thomas): E o local ele t bastante empoeirado mas n tem nenhum destro a n t Sim T Sim voc repara que tem pegadas saindo desse local a entrando e saindo
[02:11:33] Markhor (Juliano): Tá, esse é o corredor, né?
[02:11:39] Markhor (Juliano): Tá bastante empunheirado. Olhando na sala que a gente ainda tá, eu vejo essas pegadas continuando pra cá? Pro pó ali, passando pelo círculo?
[02:12:08] Mestre (Thomas): Só que as pegadas que não estão nesse corredor que você acabou de abrir, elas estão muito apagadas, mal dá pra ver. E elas vão em direção ao corredor maior que você viu antes.
[02:12:17] Markhor (Juliano): Uhum.
[02:12:22] Mestre (Thomas): Fica seguindo reto, inclusive.
[02:12:24] Markhor (Juliano): Entendi. Beleza.
[02:12:29] Markhor (Juliano): Uhum.
[02:12:32] Markhor (Juliano): Então tá. Onde é que tá a Nia? Nia?
[02:12:39] Markhor (Juliano): Me dá um apoio, vamos ver o que tem nessas próximas salas aqui.
[02:12:45] Nia (Louis): Boa, vamos lá.
[02:12:50] Markhor (Juliano): Então é olhar esse corredor com as pegadas e daí acho que mandar o Bocas com a Nia na frente.
[02:12:59] Mestre (Thomas): Certo. Esse corredor, como eu disse, ele é bastante curto. Alguns passos depois dele vocês chegam na tal sala. É uma sala bem grande, maior do que as outras que você já viu. E ela é quadricular. No centro dela tem uma escadaria em formato espiral que desce.
[02:13:29] Markhor (Juliano): Caramba!
[02:13:31] Mestre (Thomas): E tem marcas aí de pés também, tá? Da mesma forma que o corredor.
[02:13:35] Nia (Louis): Será que encontramos uma outra entrada do Artenvoo? Bem, é, acredito que por hoje não vamos conseguir explorar muito dentro aí não
[02:13:40] Markhor (Juliano): Isso aqui vai pra baixo, cara. Isso aqui...
[02:13:45] Markhor (Juliano): Interessante! E olhando imediatamente, essa escadaria de pedra, ela é o mesmo pedra que está pavimentando aqui? Assim, o chão da sala?
[02:14:00] Mestre (Thomas): Sim, uma escadaria de pedra de fato.
[02:14:03] Markhor (Juliano): Então eu quero circular nas paredes dessa sala quadricular e verificar se tem marcas na parede, algum móvel, alguma outra coisa que se destaque nessa sala com a escada em espiral. Bom beleza Eu acho que isso aqui fica pra um outro momento n O que voc acha Nia N t tranquilo Eu quero dar uma olhada nas outras portas ent mas legal saber que a gente tem uma passagem n
[02:14:19] Mestre (Thomas): Sim. Cara, além da escada, não tem nada que chama atenção aí não. Ainda escada e as marcas. Pegar.
[02:14:47] Mestre (Thomas): Dois.
[02:14:55] Nia (Louis): Acho que vale mais a pena a gente voltar, vender os itens que a gente conseguiu e ganhar XP Assim, esse anel que tava na corta é um anel feito de quê?
[02:15:13] Markhor (Juliano): E uma passagem fácil agora, né? Desce a lareira, chega aqui. É legal.
[02:15:19] Mestre (Thomas): Ativou opt.
[02:15:19] Markhor (Juliano): Então, agora eu quero ir lá na porta que tá ao lado da porta dos vasos de pedra e fazer o mesmo teste, né? Se eu segurando na maçaneta ela vem comigo, se ela tá aberta, mas sem abrir escancará.
[02:15:34] Mestre (Thomas): Tá. A porta que tá na... A porta que leva até os vasos de pedra é a que fica de frente deslocada pro lado...
[02:15:49] Mestre (Thomas): esquerdo, se você estiver de costas pra lareira. Cara, inclusive, se você quiser, me mostra o que você tá desenhando, que eu te ajudo a localizar certinho onde estão essas portas.
[02:16:04] Markhor (Juliano): Eu vou compartilhar.
[02:16:09] Mestre (Thomas): Tá no... no Miro?
[02:16:11] Markhor (Juliano): Tá no miro, ó. Tô aqui.
[02:16:17] Markhor (Juliano): Ó. Aqui e os vasos de pedra aqui em cima.
[02:16:23] Mestre (Thomas): Deixa eu entrar que eu ajudo aí.
[02:16:27] Mestre (Thomas): Esse negócio.
[02:16:29] Mestre (Thomas): Texto.
[02:16:34] Mestre (Thomas): Inclusive, vou pausar o clock aqui pra dar uma ajuda.
[02:16:39] Markhor (Juliano): Beleza.
[02:16:43] Mestre (Thomas): Rega.
[02:16:56] Mestre (Thomas): Mas não tá... Por que eu não consigo entrar no meu...
[02:17:01] Markhor (Juliano): Se eu olhar eu tô compartilhando aqui, se for mais fácil.
[02:17:06] Mestre (Thomas): Onde tá a porta dos...
[02:17:37] Mestre (Thomas): Cara essa porta aqui na verdade t aqui Do lado do do corredor Inclusive essa sala aqui
[02:17:44] Markhor (Juliano): Ah, tá bom. Vou movimentar aí. Ela tá do lado desse outro.
[02:17:52] Mestre (Thomas): Ela tem esse tamanho aqui A por... a...
[02:18:02] Mestre (Thomas): No corredor ele tá encostado com... Essa parede aqui Aqui não tem porta, inclusive Passar
[02:18:12] Markhor (Juliano): Então...
[02:18:12] Mestre (Thomas): Sim
[02:18:12] Markhor (Juliano): Uhum.
[02:18:17] Markhor (Juliano): Então seria tipo aqui, onde eu tô marcando? Então, vou puxar aqui, ó.
[02:18:22] Mestre (Thomas): Aqui
[02:18:50] Mestre (Thomas): E as portas aqui estão certas.
[02:19:12] Markhor (Juliano): Entendi. E ali onde tava?
[02:19:16] Mestre (Thomas): Tem uma que fica mais pra direita e outra que fica mais pra esquerda. Tá assim.
[02:19:23] Markhor (Juliano): Tá. A princípio as duas estão fechadas?
[02:19:27] Mestre (Thomas): Sim.
[02:19:29] Markhor (Juliano): Beleza. Ah, tá, entendi. Você ajustou ali embaixo, show de bola.
[02:19:37] Markhor (Juliano): Então é isso. Eu quero ir nessa porta da parede direita mais acima, né? Porta mais na extremidade.
[02:19:46] Mestre (Thomas): Vou... Aqui.
[02:19:49] Markhor (Juliano): Isso.
[02:19:50] Mestre (Thomas): Voltei com o clock aqui.
[02:19:53] Markhor (Juliano): Bora.
[02:19:53] Mestre (Thomas): Chegando ali, a porta... Tá fechada, você vai abrir ela. Sim, ela se move.
[02:19:59] Markhor (Juliano): É, eu quero encostar na maçaneta e verificar se ela se move, sem abrir muito.
[02:20:09] Markhor (Juliano): Beleza, então eu chamo o Bocas pra ficar preparado com o machado ali e abro ela. Ahn...
[02:20:17] Mestre (Thomas): Perfeito. Abrindo ela, cara, você entra em um corredor também. Só que não é um corredor que vai pra sua frente. Ele vai pra sua esquerda.
[02:20:32] Mestre (Thomas): Corredor indo pra cá, assim.
[02:20:33] Markhor (Juliano): Tá. Então tem uma parede imediatamente à nossa frente ali.
[02:20:35] Mestre (Thomas): Isso. Isso.
[02:20:45] Markhor (Juliano): Beleza.
[02:20:45] Mestre (Thomas): Aos poucos metros, você vai ver que a curva é 90 graus para a direita.
[02:20:55] Markhor (Juliano): Uhum Entendi Beleza Olhando pra esse cantinho que tem direita n que sobrou do corredor aqui n
[02:21:12] Mestre (Thomas): Se você estiver olhando de frente pra ele. E do outro lado, à esquerda, tem uma porta.
[02:21:21] Mestre (Thomas): Tem uma porta pra cá, ó.
[02:21:39] Markhor (Juliano): tem alguma coisa preenchendo, assim, objetos, prateleiras, assim, ou é um corredor?
[02:21:46] Mestre (Thomas): Não, esse corredor ele tá bem vazio, na verdade.
[02:21:52] Mestre (Thomas): Ele tem a mesma poeira que você encontrou lá, só que você só não vê aquelas pegadas que você viu antes. Tem poucos de rosa, inclusive, etc.
[02:21:59] Markhor (Juliano): Entendi. Beleza.
[02:22:03] Mestre (Thomas): Não.
[02:22:03] Markhor (Juliano): Beleza. Há algum som específico que a gente ouve vindo desse corredor?
[02:22:11] Mestre (Thomas): Silêncio.
[02:22:14] Markhor (Juliano): Então, antes de adentrar, a gente vai na outra porta aqui dessa parede. Mesmo teste.
[02:22:20] Mestre (Thomas): Ok.
[02:22:23] Mestre (Thomas): Essa porta também é facilmente aberta. E o que tem aí é um cubículo, quase.
[02:22:27] Markhor (Juliano): Beleza, vamos abrir.
[02:22:31] Mestre (Thomas): Uma sala quadrada, só que bem pequena. Bem menor do que... ...o cama que você entrou aí.
[02:22:48] Mestre (Thomas): Tá, no meio tem um detalhe aí que eu vou te falar. Deixa eu traduzir os termos aqui pra ver se eu tô... Abre a porta do... ... ...
[02:23:18] Mestre (Thomas): ... Cara, você repara que tem uma... ...uma tampa de mármore ... ...virada pra baixo, no centro dessa... ...
[02:23:35] Markhor (Juliano): Essa tampa é retangular? Ela parece ter alguma alça? Tem algum símbolo, alguma demarcação nela?
[02:23:39] Mestre (Thomas): ...é uma tampa circular ... ...sim, ela tem uma alça ...
[02:23:48] Markhor (Juliano): Bom, vou me aproximar, vou olhar pro Bolkas e pra Nia, pedir pra eles ficarem de prontidão com as armas, e com a mão esquerda eu quero tentar levantar essa tampa.
[02:23:49] Mestre (Thomas): ...não
[02:24:13] Mestre (Thomas): Ela é uma tampa relativamente pesada, você tem uma certa dificuldade para levantar ela, mas uma vez levantada, você repara que tem... É... Não sei se o nome é cor...
[02:24:33] Mestre (Thomas): Cara, tem um buraco aí, circular, ele é um buraco, inclusive, feito de pedras. E você percebe que tem degraus de ferro fixados na parede que descem aí.
[02:24:58] Markhor (Juliano): Tipo uns grampos de ferro, assim, colocados na parede, tipo, é só uma alça de ferro e várias dessas alças. É assim? Ou é uma tábua de ferro, né, encaixada?
[02:25:13] Mestre (Thomas): Parece mais uns grampos.
[02:25:16] Markhor (Juliano): Tá. Tipo uma escada, então, seria.
[02:25:19] Mestre (Thomas): Sim, de mão de ferro, sabe? Além disso, você percebe que em um dos degraus abaixo aí, você que vê com sua visão escura, tem um pedaço de corda rasgada já, que tá... qual o nome?
[02:25:22] Markhor (Juliano): Uhum.
[02:25:41] Mestre (Thomas): Tá amarrada ali, em um desses degraus, esses grãos. E parece que tem alguma coisa brilhante ali dentro dessa corda Em volta dessa corda melhor dizer Uns 2 3 metros
[02:25:50] Markhor (Juliano): É... Ah...
[02:26:03] Markhor (Juliano): É... Isso é, tipo assim, quantos metros, mais ou menos, olhando pra baixo?
[02:26:16] Markhor (Juliano): Eu quero... Descer, tipo, dois degraus, segurando os grampos. E pedir pro Boca se ficar com a tocha e ver se eu enxergo melhor o que é isso na corda.
[02:26:31] Mestre (Thomas): Deixa eu dar uma olhada aqui...
[02:26:46] Mestre (Thomas): Cara, você repara que...
[02:26:50] Mestre (Thomas): Passando... A corda, ela passa por dentro de um anel, cara.
[02:26:58] Markhor (Juliano): Dentro de um anel?
[02:27:02] Markhor (Juliano): Mas, deixa eu entender, tem uma corda amarrada num grampo.
[02:27:06] Mestre (Thomas): Sim.
[02:27:07] Markhor (Juliano): E tem um anel nessa corda.
[02:27:07] Mestre (Thomas): Um pedaço de uma. Isso.
[02:27:14] Markhor (Juliano): Tá.
[02:27:17] Markhor (Juliano): Uhum Eu consigo ver o fim dessa corda Ah ela rasgou Eu quero assim com cuidado descer
[02:27:18] Mestre (Thomas): E você repara que esse buraco desce muito, tá? Você não consegue ver o fim dele. Cara, deve ter só um metro de corda aí.
[02:27:35] Mestre (Thomas): Assim.
[02:27:40] Markhor (Juliano): Tipo, por exemplo, deixar o grampo em que a corda está amarrada na altura do meu peito. Pra eu conseguir, com cuidado, soltar uma mão e tentar desfazer o nó pra levantar puxando a corda.
[02:27:54] Mestre (Thomas): Assim. Enquanto você faz isso, você sente subir um cheiro desagradável aí dentro, tá?
[02:28:04] Markhor (Juliano): Tá, peraí. Eu largo o que eu estou fazendo. E subo os degraus e volto pra sair.
[02:28:09] Mestre (Thomas): Ok. Mas não é um cheiro desagradável muito forte não. É um cheiro vagamente desagradável.
[02:28:18] Markhor (Juliano): Ele me lembra alguma coisa? É carniça? É enxofre?
[02:28:23] Mestre (Thomas): Cara, com todos os detalhes que você tá percebendo aí...
[02:28:31] Mestre (Thomas): Ah tá, tem... Cara, parece um cheiro mais de fezes. Só que fezes tipo de muito tempo atrás. Que alguém já limpou parcialmente. Sabe? Não, eu abri o total.
[02:28:45] Markhor (Juliano): Ah, entendi. Isso aqui pode dar pra tipo um esgoto, uma fossa.
[02:28:53] Markhor (Juliano): Bom, eu ainda tô com a máscara. Eu, da parte de cima que eu subi, eu quero olhar só mais um pouquinho assim, ver se eu vi algum movimento lá embaixo. E... Eu não consegui ver, eu vi que era brilhante, cara.
[02:29:08] Nia (Louis): É, mas grampos de metal, eu não sei se sustenta meu peso. Sustenta?
[02:29:11] Mestre (Thomas): Boa pergunta. Deixa eu ver.
[02:29:20] Markhor (Juliano): Quer tentar, Nia? Você é mais habilidosa aí com cordas.
[02:29:32] Markhor (Juliano): Se sustentou eu, sustenta, pô, o negócio tá sólido.
[02:29:35] Mestre (Thomas): Eles estão bem fixados aí.
[02:29:35] Markhor (Juliano): Eu vou tentar fazer isso de volta, então, se você não quer descer.
[02:29:37] Mestre (Thomas): O anel, ele tá no meio desse nó de 5 segundos aí.
[02:29:37] Nia (Louis): Ó, você que já tá perto, tu não conseguiu, tipo, puxar a pera à corda pra pegar o anel?
[02:29:47] Markhor (Juliano): Você tem uma daga aí? Uma faca pra mim?
[02:29:56] Nia (Louis): É, você pode só cortar a corda. Eu tenho umas patas curtas.
[02:30:10] Markhor (Juliano): Serve? Serve. Então eu vou pegar essa espada curta da Nia, vou descer de novo com o grampo na altura do meu peito E vou tentar segurar a corda e só cortar a parte amarrada pra eu ficar com o pedaço de corda, um metro ali que tem o anel.
[02:30:34] Markhor (Juliano): Beleza.
[02:30:34] Mestre (Thomas): Cortando. Falei. Nossa, essa vai cortar, não vai?
[02:30:36] Markhor (Juliano): Não, não, é, pode falar.
[02:30:41] Markhor (Juliano): Isso.
[02:30:42] Mestre (Thomas): Sim. Durante o corte você consegue dar uma olhada melhor nesse anel? Cara, ele é bastante simples. Não tem nenhum ornamento especial nem nada. E ele é feito de cobre. Com a... A... Tocha que possivelmente o Bocas está segurando, né? Se deixar a tocha... Com ele eu imagino Voc vai ali e corta corte a corda O anel est livre
[02:31:06] Markhor (Juliano): Isso.
[02:31:15] Mestre (Thomas): O mesmo material que é o cânhamo.
[02:31:17] Markhor (Juliano): Beleza. Eu quero subir novamente. A corda parece diferente, ela parece como as nossas, mesma qualidade material, assim.
[02:31:31] Mestre (Thomas): Não tem nada que chame a atenção nesse anel.
[02:31:33] Markhor (Juliano): Beleza, então, a princípio eu fecho a tampa de mármore.
[02:31:39] Markhor (Juliano): Eu peço ajuda aí da Nia aí pra gente não deixar ela bater, né. Fechando. E eu quero inspecionar esse anel, ver se ele tem algum símbolo, uma insígnia, coisas divinas, eu talvez conheceria um pouco mais, então eu tô procurando símbolos mesmo.
[02:32:06] Mestre (Thomas): Parece ser o mais simples do mundo. Parece que alguém só pegou uma tira de cobre, enrolou, cortou na onde as duas partes se encontravam e tá aí o anel.
[02:32:10] Markhor (Juliano): Um anel de cobre.
[02:32:23] Markhor (Juliano): Tá bom, bom. Vai com a gente por enquanto.
[02:32:29] Markhor (Juliano): Momonga, como é que estão as coisas aí? Cavalo, tudo certo? Beleza.
[02:32:38] Mestre (Thomas): Sim. E inclusive deu o tempo de rolar uma chance de encontro. A tocha do nosso caro Momonga já se empolgou faz um tempo. Só tem a tocha do Juliana S. A chance é 1 em 8. Pode ser? Pode ser?
[02:33:03] Nia (Louis): Eu tenho mais quatro tochas aqui, se você já não tiver mais tochas.
[02:33:12] Mestre (Thomas): Sim? Se a gente conta pelo tempo.
[02:33:15] Momonga (Silva): É um D8, né?
[02:33:16] Mestre (Thomas): Pela escuridão, não. Sim. 1 em 8.
[02:33:20] Momonga (Silva): Gente, eu vou morrer, gente. Um.
[02:33:22] Mestre (Thomas): Vai morrer. Vai morrer.
[02:33:24] Markhor (Juliano): Acabou, tchau.
[02:33:26] Mestre (Thomas): Tchau. Então, sai da cala. Brincadeira, brincadeira. Deixa eu ver aqui. E rola pra mim um D20. Deixa eu ver o que cai no teu colo.
[02:33:36] Momonga (Silva): Nossa.
[02:33:40] Momonga (Silva): E aí, uma mulher.
[02:33:42] Mestre (Thomas): Quem diria, né?
[02:33:42] Momonga (Silva): Um.
[02:33:44] Mestre (Thomas): Hum, caramba, tá com sorte, hein?
[02:33:48] Momonga (Silva): É uma mulher? É?
[02:33:49] Markhor (Juliano): É um dragão.
[02:33:51] Mestre (Thomas): Não. Cara, enquanto você tá aí carregando as coisas pra cima, descendo de volta, perrengando mais coisas, levantando,
[02:33:57] Momonga (Silva): Nossa. Ok, ok, ok.
[02:34:00] Mestre (Thomas): cara, é... Você percebe que as paredes aí da chaminé, elas começam a tremer um pouco.
[02:34:15] Mestre (Thomas): E você percebe que uma parte lá de cima da chaminé desaba, cara. A sua corda se rompe. Você cai ali na...
[02:34:32] Mestre (Thomas): No fim ali da chaminé E tem essas pedras caindo na sua direção Eu quero que você faça pra mim um teste Pra saber se voc vai conseguir sair da r o suficiente t Mas como voc tava Assim eu n dei muita antecipa disso da ent n vai ser um
[02:34:53] Momonga (Silva): Caraca eu vou morrer mano
[02:35:02] Mestre (Thomas): Você não vai morrer por causa disso, tá ligado? Seria indevido da minha parte.
[02:35:10] Mestre (Thomas): Cara, rola pra mim um D6? Você tem 4 chances em 6 de conseguir sair daí a tempo. Se não, você recebe um DC de dano com alguns dos tijolos caindo.
[02:35:25] Momonga (Silva): Um D6.
[02:35:27] Mestre (Thomas): 4 chances em 6.
[02:35:31] Momonga (Silva): Quatro.
[02:35:32] Mestre (Thomas): É isso. Você sai. Não recebe dano. Sendo que você percebe ali que os tijolos caindo, eles acumulam. Num nível que tampa completamente a entrada.
[02:35:42] Momonga (Silva): Eu consigo ter noção se eu posso ficar tentando remover pra liberar o suficiente pra uma pessoa passar?
[02:35:46] Mestre (Thomas): Da chaminé.
[02:35:58] Mestre (Thomas): Você quer tentar fazer isso? Quer gastar um tempo fazendo isso? Certo.
[02:36:01] Momonga (Silva): Eu... Eu vou ficar gastando um tempo enquanto o pessoal tá lá resolvendo ainda.
[02:36:07] Mestre (Thomas): Vocês têm inclusive 27 minutos, tá?
[02:36:13] Momonga (Silva): Gente, não é...
[02:36:13] Markhor (Juliano): Momonga, você tá bem, cara? Tudo certo?
[02:36:17] Momonga (Silva): Não, não tá tudo certo. Eu tô bem. A gente vai morrer aqui.
[02:36:24] Markhor (Juliano): Não, não, não. Vamos te ajudar aqui, daí a gente sobe e já começa a fazer o caminho de volta.
[02:36:33] Momonga (Silva): Tá, então vamos tentar remover daqui, mano, as pedras e tal. Vai removendo, vai removendo, vai removendo.
[02:36:39] Mestre (Thomas): Sim.
[02:36:40] Momonga (Silva): Meu Deus.
[02:36:40] Markhor (Juliano): Então, beleza. É isso, eu vou ajudando ele.
[02:36:42] Mestre (Thomas): Seguinte, vocês ajudam aí na medida do possível.
[02:36:43] Momonga (Silva): Uma mão lava a outra. Muito bem.
[02:36:47] Mestre (Thomas): Acho que só uns dois por vez conseguem ali retirar os tijolos. O local não é largo o suficiente para os quatro ajudar. Vocês vão gastar um bom tempo fazendo isso. Você percebe que boa parte dessa luminé desabou.
[02:37:02] Momonga (Silva): Obrigado.
[02:37:05] Mestre (Thomas): Rola pra mim 2d6, Silvia.
[02:37:10] Momonga (Silva): Obrigado. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Obrigado.
[02:37:17] Momonga (Silva): 10
[02:37:19] Mestre (Thomas): Vocês vão gastar essa quantidade de turnos retirando as pedras que caíram nesse local. E esse tempo vai dar pra algumas chances de encontro, tá? Só duas chances de encontro?
[02:37:36] Markhor (Juliano): Eu quero só acender mais uma tocha e deixar ao nosso lado ali, pra garantir a iluminação.
[02:37:46] Mestre (Thomas): É a mesma chance, 1 em 8?
[02:37:50] Mestre (Thomas): Isso.
[02:37:58] Markhor (Juliano): Os dois, né, dividir, não?
[02:38:10] Mestre (Thomas): É isso então. Enquanto vocês estão removendo as pedras, falem pra mim as chances de encontro.
[02:38:17] Markhor (Juliano): Separado, né? Eu rolo aqui.
[02:38:18] Mestre (Thomas): Sim.
[02:38:19] Momonga (Silva): Nossa, vai cair de novo
[02:38:20] Mestre (Thomas): Na primeira metade aí, 6.
[02:38:20] Markhor (Juliano): Então, primeiro seis.
[02:38:22] Mestre (Thomas): Certo. Segunda vez, 1.
[02:38:24] Markhor (Juliano): Um.
[02:38:26] Mestre (Thomas): Fala pra mim mais um D20.
[02:38:30] Momonga (Silva): Fala com uma mulher dessa vez
[02:38:31] Mestre (Thomas): Nada.
[02:38:31] Markhor (Juliano): Quinze. Caio é uma mulher da chaminé.
[02:38:33] Mestre (Thomas): Perfeito.
[02:38:38] Momonga (Silva): Não uma mulher, não, uma mulher muito boa, um anjo, sabe?
[02:38:48] Mestre (Thomas): Um anjo. Acertou.
[02:38:50] Markhor (Juliano): Tem que ter fé, cara.
[02:38:53] Momonga (Silva): Eu sou um homem de fé Se eu morrer hoje, gente, eu vou fazer um bardo
[02:38:55] Mestre (Thomas): Literalmente.
[02:38:59] Mestre (Thomas): Tá, deixa eu ver aqui... Achei o que...
[02:39:07] Momonga (Silva): N tem Vixe eu vou ser um explorador ent N um ladino e Com Toca Eu vou pular pra tr eu vou
[02:39:08] Mestre (Thomas): Um barco... A gente nem tem barco no jogo, pô... Não tem...
[02:39:12] Markhor (Juliano): Mas ele só vai arranjar o instrumento, é isso.
[02:39:16] Mestre (Thomas): Ai, gente...
[02:39:23] Mestre (Thomas): Entendi. Enquanto vocês estão cavando ali, vocês reparam alguma coisa se mexer dentro do... do entulho que acabou de desabar. De repente umas perninhas fininhas saem do entulho. E qual que é a primeira reação de vocês?
[02:39:43] Momonga (Silva): Eu vou sair de cima do entulho. E já me preparar.
[02:39:47] Nia (Louis): Falto para trás e já empunho a arma.
[02:39:50] Markhor (Juliano): Eu pego com as duas mãos nas duas pernas. Que eu quero saber o que que é, se é uma pessoa ou se é uma criatura.
[02:39:56] Momonga (Silva): Com perninhas?
[02:39:57] Markhor (Juliano): Eu agarro nas perninhas.
[02:39:57] Mestre (Thomas): Isso. Vocês se afastam e observam o que está saindo dali.
[02:40:01] Momonga (Silva): Posso passar uma criança.
[02:40:06] Mestre (Thomas): Essas perninhas fininhas se revelam ser seis.
[02:40:12] Momonga (Silva): A lacraia.
[02:40:12] Mestre (Thomas): Melhor, oito no total. E o que sai dali parece ser um carrapatão, cara.
[02:40:14] Markhor (Juliano): Tá nóis.
[02:40:18] Mestre (Thomas): Um carrapato gigante.
[02:40:20] Markhor (Juliano): Puta que me pariu.
[02:40:22] Mestre (Thomas): Vocês até conseguem ver as quelistras dele ali. E... Ele se move até que rapidamente em direção de algum de vocês. Quarto.
[02:40:34] Nia (Louis): O Kallus n est segurando para as patas Ele consegue se mover Segura firme a que eu vou
[02:40:35] Momonga (Silva): Um... Um... Ah... Não, ele falou que ia segurar.
[02:40:41] Mestre (Thomas): Pelo que eu entendi, todo mundo se afastou.
[02:40:41] Markhor (Juliano): É eu. Não, eu peguei as patas.
[02:40:42] Mestre (Thomas): Ou eu entendi errado, né?
[02:40:45] Momonga (Silva): ...
[02:40:45] Markhor (Juliano): Eu peguei as perninhas.
[02:40:46] Mestre (Thomas): Tá, perdão, perdão. Por algum motivo meu cérebro não processou essa informação.
[02:40:51] Markhor (Juliano): Tranquilo Uhum N pode vir Agradecimentos a todos os participantes Tranquilo Pode vir
[02:40:52] Mestre (Thomas): Cara, você repara isso que eu falei, esse bicho vai tentar cravar as clícias em você, cara.
[02:40:56] Momonga (Silva): ... ...
[02:41:05] Nia (Louis): Se o Kallvus conseguir segurar firme, eu vou tentar cravar as minhas patas curtas na carapaça desse carrapato grande.
[02:41:12] Momonga (Silva): ... ...
[02:41:16] Nia (Louis): Bom, considerando que o Kareka, Kareka não, o Kalvos, ele tá segurando ainda, né?
[02:41:16] Mestre (Thomas): Sim. Assim, é... Deixa eu pensar.
[02:41:23] Mestre (Thomas): Rola pra eu mandar esse 6? Vou lá. Vou mandar esse 6 aqui também, pra ver iniciativa.
[02:41:28] Momonga (Silva): ... ... ...
[02:41:33] Mestre (Thomas): Acho que só dá pra um ficar do lado do outro, tá?
[02:41:34] Momonga (Silva): ...
[02:41:36] Mestre (Thomas): Colocava um tanto estreito.
[02:41:36] Markhor (Juliano): Tá.
[02:41:37] Momonga (Silva): ... ...
[02:41:39] Mestre (Thomas): Eu tirei um, o Lois ele vege primeiro.
[02:41:40] Momonga (Silva): Eu tenho.
[02:41:43] Mestre (Thomas): Lois, você ali com seus reflexos rápidos, observa que aquilo era um bicho. Não era nada amigável não. E você parte pro seu ataque. Você vai tentar fazer o que especificamente? Como você vai atacar esse bicho?
[02:42:12] Nia (Louis): Então ele ainda não tem uma movimentação, certo? Tá, então eu vou pegar na empunhatura inversa e vou cravar pra baixo.
[02:42:15] Mestre (Thomas): Uhum Ele t parado ali o bicho Certo Cara na verdade eu vou te pedir s um teste de acerto
[02:42:24] Nia (Louis): O objetivo é só atravessar ele e, se possível, segurar ele no lugar com ele atravessado. Aí alguém esmaga a cabeça ou termina o trabalho.
[02:42:49] Mestre (Thomas): Se você passar em 3 a sear desse bicho, você mata ele.
[02:43:05] Mestre (Thomas): Tá. Você, na verdade, não passa a sear desse bicho. Você tenta ali cravar a espada desse bicho de cima pra baixo, mas mesmo ele ali com as perninhas presas, por causa do Kalvos, ele ainda se mexe com uma certa destreza, sabe?
[02:43:29] Mestre (Thomas): Nesse momento, o que o Kalvos tem intenção de fazer? De aposto de jantar que o bicho vai tentar te morder.
[02:43:34] Markhor (Juliano): Eu tenho...
[02:43:38] Mestre (Thomas): Você faz.
[02:43:39] Markhor (Juliano): Tá.
[02:43:39] Mestre (Thomas): Certo?
[02:43:40] Markhor (Juliano): Se o bicho vai tentar me morder... Mordi, eu tô segurando as pernas dele, eu quero arrastar, assim, contra o chão, tipo, tirar ele da trajetória, sabe? Ainda tô segurando, mas meio que arrastar ele pro lado pra ele não conseguir me morder direito.
[02:44:00] Mestre (Thomas): Eu diria que fazendo isso você consegue evitar sim, até ele te morder, mas ainda não tira o risco, né? O bicho ainda tá aí, e ele tá bem perto de você.
[02:44:13] Mestre (Thomas): Lois, o que você faz?
[02:44:18] Nia (Louis): Eu tento acertar ele novamente com o mesmo movimento. Só uma coisa, é...
[02:44:27] Mestre (Thomas): E o Kalvos, qual que é a sua pretensão?
[02:44:31] Markhor (Juliano): Bom, eu tô vendo que a Nia tá indo pra segurar, eu vou, além de eu tô segurando as pernas, tentar lançar, tipo, pra não ocupar muito o corpo do bicho, E o que eu faço?
[02:44:48] Mestre (Thomas): Então você quer cair no chão, pra... deixar o bicho mais preso possível. Cara, vamos fazer o seguinte
[02:44:59] Mestre (Thomas): Se o Lois não matar essa criatura no ataque dele Essa criatura vai te morder, ok? Lois, é o seguinte Se você... dessa forma, você já acerta essa criatura, tá? Como garantia Então, pra mim, cara, só rola o seu dano O dano é...
[02:45:34] Mestre (Thomas): ...de 6 mais a sua força.
[02:45:43] Mestre (Thomas): Sim. Esse bicho tem 1 dado de vida. Ele tem 2 dados de vida.
[02:45:53] Mestre (Thomas): E mais algum número a mais de dados de vida. Talvez 0, talvez mais. O bicho agora tá com... ...menos 3, tá com 5 de vida.
[02:46:06] Mestre (Thomas): Sim voc fez a mesma coisa nessa ent ele t preso a 4 de vida mesmo assim ele vai ter a chance de morder Ou melhor ele vai morder o Khaos porque est encostado com ele
[02:46:12] Nia (Louis): Talvez, eu não sei se ficou claro, é que no movimento anterior eu tinha a intenção de cravar e até atravessar e segurar ele, né?
[02:46:25] Nia (Louis): Isso.
[02:46:40] Mestre (Thomas): Esse bicho vai dar 1d4 de dano. Ele pode rolar aí.
[02:46:50] Mestre (Thomas): 2 de dano que você recebe. E o que você percebe é que ele não te solta não. Ele crava ali as quilíceras e ele tá ali preso em você.
[02:47:00] Markhor (Juliano): Bom, como ele tá cravado na espada, agora eu vou soltar a mão que tem os meus grilhões, meu símbolo divino, vou grudar ali onde ele tá me mordendo e vou castar luz pra cegar ele.
[02:47:03] Mestre (Thomas): O que vocês fazem? Em seguida.
[02:47:21] Markhor (Juliano): Falar que Ex-Kilsban vai decidir a morte dele. Aí é... tem o Bocas aí pra agir, só que a gente que tá bloqueando o espaço, entendeu? É só nós, certo?
[02:47:27] Nia (Louis): Ninguém tem alguma coisa contundente, pesada pra esmagar a cabeça?
[02:47:28] Mestre (Thomas): Ok.
[02:47:34] Nia (Louis): Ah, entendi.
[02:47:42] Markhor (Juliano): E daí ele tem que fazer uma salvaguarda contra feitiços.
[02:47:45] Mestre (Thomas): Não é necessário, tá vendo o detalhe aqui? Cara, com essa luz direto nos olhos dessa criatura, você vai cegar ela temporariamente e atordoar, tá? Ela te solta.
[02:48:00] Markhor (Juliano): Beleza. E ela me soltando, eu vou me desensilhar e vou pra trás, assim, pra deixar espaço pro Bocas ou pro Momonga.
[02:48:07] Mestre (Thomas): Sim. Você solta o bicho, ele ainda tá preso. Ali uma parte do corpo na espada da Nia. E cara, o Bocas ele vai com tudo com a... O machado dele nesse bicho aí, tentando acertar a cabeça dele.
[02:48:28] Mestre (Thomas): Um. Ele falha miserávelmente.
[02:48:29] Markhor (Juliano): Isso aí, meu irmão. Puta que me pariu, meu irmão. Agora eu...
[02:48:34] Momonga (Silva): Agora posso ir?
[02:48:34] Mestre (Thomas): Ele ficou descansando. Pode ir, pode ir. Vai bater no bicho, né?
[02:48:44] Momonga (Silva): Dois.
[02:48:44] Mestre (Thomas): 2 Não vai bater não
[02:48:45] Momonga (Silva): Falei miserável. Vixen em cima dele, mano, e... sei lá.
[02:48:46] Mestre (Thomas): Não vai bater no bicho não Cara, o bicho ele tá preso ali Ele tenta se mexer com as patas dele Mas ele não sai, cara Ele não sai não Ele não tem força suficiente pra vencer a Nia Ok
[02:49:03] Markhor (Juliano): agora eu vou com o meu mangual mesmo eu vou pra quebrar a cabe do bicho Beleza
[02:49:10] Nia (Louis): Eu vou lembrar de manter a minha boca bem fechada, aliás, meus olhos também, para evitar de respingar nelas.
[02:49:10] Mestre (Thomas): Pode falar seu dano
[02:49:24] Markhor (Juliano): Vinte.
[02:49:26] Mestre (Thomas): 5 de dano
[02:49:36] Mestre (Thomas): você tira toda a vida desse bicho porque ele tem mais um tanto de vida 8 cara, é um bicho gordo gordo mesmo e cara, quando você bate nele de fato explode ali a barriga desse bicho e sai um monte de sangue no ar espirra um monte de sangue pelo ar Que encosta em todos aí, tá ligado?
[02:50:04] Markhor (Juliano): A gente espanca o bicho, hein.
[02:50:06] Mestre (Thomas): E cara eu n acho que esse bicho tenha como se soltar Ent eu j posso considerar ele morto N tem como ele atacar ningu tamb
[02:50:18] Mestre (Thomas): Sim.
[02:50:22] Mestre (Thomas): Bolei ali o de Oth só pra ver mesmo quanto de sangue ele ia respingar em vocês. É bastante.
[02:50:28] Markhor (Juliano): Beleza. Então, que ponto que tá a passagem ali, tipo...
[02:50:29] Mestre (Thomas): Mas enfim, eu não acho que tem nada a ver. O que vocês fazem?
[02:50:37] Markhor (Juliano): Já daria pra passar? Quantos turnos ainda teria que abrir ali, ou as pedras que caíram?
[02:50:45] Mestre (Thomas): Como esse foi o segundo, ainda tem uns dois turnos sobrando. Vocês têm 12 minutos.
[02:50:49] Markhor (Juliano): Beleza. Quanto que a gente tem de coque?
[02:50:57] Markhor (Juliano): Tá, então é isso.
[02:50:57] Mestre (Thomas): Mas não tem mais encontro nessa parte. Vocês podem terminar aí sim. E eu só quero saber como que vocês sobem. Porque a corda foi rompida.
[02:51:07] Markhor (Juliano): Eu acho que vai a Nia primeiro.
[02:51:10] Nia (Louis): A porta foi interrompida n Calma a Espera espera A porta foi
[02:51:11] Markhor (Juliano): Não, mas a gente tem peso.
[02:51:11] Momonga (Silva): Bom, bom, não. Caiu em Túlio. Eu entulho, então a gente tem como subir sem precisar da corda. A gente pode fazer uma escada humana.
[02:51:27] Markhor (Juliano): A gente tem peso. Vamos subir um, amarra uma corda e daí a gente sobe tranquilo todo mundo.
[02:51:27] Nia (Louis): Eu vou passar o conhecimento rápido para Atá-Nós, com o Nó de Catau, para ele.
[02:51:32] Momonga (Silva): Eu acho que eu sou o mais leve daqui, ou é a Nia.
[02:51:33] Markhor (Juliano): Manda ver então.
[02:51:44] Nia (Louis): E ele aprende rápido, é um nó simples. E aí, a corda que rompeu aqui embaixo, ele consegue pegar ele e subir junto, aí ele ata a corda pra puxar a gente pra cima.
[02:52:00] Momonga (Silva): Ok.
[02:52:01] Markhor (Juliano): Beleza, e é isso, e vamos subir. Subir todo mundo.
[02:52:07] Momonga (Silva): Precisa rolar algum teste? Eu vou fazer que nem o...
[02:52:11] Mestre (Thomas): Não, eu tô pensando como que essa parada foi desab... Foi...
[02:52:17] Mestre (Thomas): Desabamento.
[02:52:23] Mestre (Thomas): Tô pensando. Então, Nia, quando você olha pra dentro dessa estrutura, pra dentro da chaminé, você para que todo um lado dela foi desabado.
[02:52:25] Nia (Louis): Passou um dragão voando por cima?
[02:52:47] Mestre (Thomas): Inclusive, nessa parte onde você tá, você consegue ver a luz lá de cima. A questão é, você não consegue escalar isso facilmente não, tá?
[02:53:02] Mestre (Thomas): Como que você vai escalar isso daí? Tem, tipo... Os seus lados e atrás tá com os tijolos ainda E toda a parte da frente caiu, sabe? E a corda que...
[02:53:16] Nia (Louis): Sim.
[02:53:18] Mestre (Thomas): Que foi... Rompida Nem sinal dela, cara
[02:53:27] Momonga (Silva): Quando a gente tá subindo na batente da porta, bota um pé na outra batente, o pé na outra, e vai tentando subir. Dá pra fazer isso ou é muito largo a passagem da chaminé?
[02:53:40] Mestre (Thomas): É possível fazer isso?
[02:53:40] Nia (Louis): Sim. Se for essa técnica da patente, a gente só precisa de dois lados, não dos quatro lados. Então, mesmo que um lado esteja sem, a gente ainda consegue subir.
[02:53:52] Momonga (Silva): Sim, é que eu só queria saber se era muito largo a chaminé.
[02:53:52] Mestre (Thomas): Sim. Não, então, é possível sim, mas quando você olha pra cima, você repara que se você fizer isso, lá no topo você não vai ter onde se apoiar.
[02:54:04] Markhor (Juliano): Mas não tem o buraco antes?
[02:54:07] Mestre (Thomas): Não, então, foi o lado do buraco que desabou tudo.
[02:54:07] Markhor (Juliano): Ela que...
[02:54:12] Markhor (Juliano): Mas daí não aumentou o buraco?
[02:54:15] Mestre (Thomas): Sim, aumentou. Sim, é uma rampa inclusive bastante íngreme que determina onde é ali o final da chaminé
[02:54:17] Markhor (Juliano): Daí eu entendo que seria sair antes, né? Você vai ter uma rampa mais ou menos de onde foi desabando e vai dar pra... Galgar ali. Cara, tem cravo de ferro pra gente, tipo, botar... subir um pouquinho o que dá, martelar ele, e daí só ter um apoio de pé pra daí subir a rampa.
[02:54:36] Momonga (Silva): Eu...
[02:54:37] Mestre (Thomas): Só que você percebe que tá muito... muito...
[02:54:40] Momonga (Silva): Ingrimir
[02:54:43] Mestre (Thomas): Qual que é o nome? Tá cedendo muito ainda, sabe?
[02:54:45] Momonga (Silva): Ah Peraí
[02:54:47] Mestre (Thomas): Não tem como escalar isso daí só com as mãos.
[02:54:52] Momonga (Silva): Vou ver se eu tenho alguma coisa pra fazer Eu também tenho, galera
[02:55:04] Momonga (Silva): Isso
[02:55:11] Markhor (Juliano): Pode ser?
[02:55:12] Momonga (Silva): Aí, é...
[02:55:12] Markhor (Juliano): Então vamos fazer isso. Eu passo pro Momonga pra ele, tipo, na parte mais alta que ainda tá sólida da parede, fazer tipo um apoio de pé.
[02:55:13] Nia (Louis): Boa ideia. Dá pra fazer isso?
[02:55:25] Momonga (Silva): A tenda Ela tem um material tipo madeira ou ferro, né? Pra fazer a estrutura dela. Eu vou pegar esses ferros da minha tenda.
[02:55:36] Mestre (Thomas): A tenda... Tem a própria... Lona dela? Tem, talvez, uma haste de madeira?
[02:55:45] Nia (Louis): Sim.
[02:55:47] Mestre (Thomas): E, de fato, algumas coisas pra cravar no chão. Pode ser de ferro, de cem. Só tô desenhando aqui como que eu tô enxergando essa situação, tá?
[02:55:55] Momonga (Silva): Eu vou cravar no chão. Tentando fazer como se fosse algo pra Como se fosse uma rampa inclinada para eu tentar subir nela meio que escalando
[02:56:17] Momonga (Silva): Eu literalmente vou botar essa haste inclinada, presa, fixa, e vou tentando subir nela até tentar chegar no topo, Eu vou conseguir chegar o mais perto possível da borda e pedir pro pessoal tentar me empurrar com as outras partes da barraca.
[02:56:41] Mestre (Thomas): Sim.
[02:56:41] Markhor (Juliano): Entendi.
[02:56:43] Mestre (Thomas): Aqui, ó, eu desenhei, basicamente vocês estão aqui. Aqui é a entrada da chaminé. E tem esse desabamento que aconteceu aqui, tá ligado?
[02:56:54] Markhor (Juliano): Eu acho que a ideia é colocar a trava, criar tipo um pé, tipo aqui ó. Até onde dá pra meio que escalar aqui do lado. E daí criar um novo apoio pra conseguir se lançar aqui e subir a parte íngreme.
[02:57:09] Mestre (Thomas): Sim. Certo. Cara acho que s com o tempo d pra fazer isso da Pode desabar um pouco em algumas tentativas D pra fazer assim
[02:57:18] Markhor (Juliano): Então beleza.
[02:57:25] Mestre (Thomas): Rola pra mim um D6. D4, na verdade.
[02:57:30] Momonga (Silva): Eu... Não, tu já tá rodando, pode ir.
[02:57:36] Markhor (Juliano): Eu rodo bom roda a Tr Maravilha gente Mas a gente j subiu todo mundo eu entendi
[02:57:41] Momonga (Silva): A gente bala. Eu vou entrar na mão.
[02:57:45] Mestre (Thomas): Depois de três turnos, vocês enfim conseguem... De fato, subir aí. Colocando apoios em cada determinado espaço. E após isso?
[02:58:03] Momonga (Silva): Eu tô com a minha corda.
[02:58:06] Momonga (Silva): Eu tenho uma corda de 15 metros e vou amarrar ela em uma outra estrutura. A estrutura que tava, ela se desmontou.
[02:58:18] Momonga (Silva): Não, subiu só um, não era?
[02:58:21] Mestre (Thomas): Subiu um, mas daí coloca a corda em algum local e o restante sobe.
[02:58:25] Momonga (Silva): Ah, então deu três turnos tudo isso. Ah, então a gente vai embora. Beleza.
[02:58:28] Mestre (Thomas): Sim.
[02:58:29] Markhor (Juliano): Beleza. Então, agora é pegar o nosso cavalo e fazer o caminho de volta ali mais próximo das margens do rio. E ver se tem algo pra vender lá na taverna. E é isso.
[02:58:36] Mestre (Thomas): Sim.
[02:58:40] Mestre (Thomas): Sim. Vai dar tempo de rolar um encontro durante a volta, tá?
[02:58:47] Momonga (Silva): Oh n Cara tem as armaduras O que que voc quer
[02:58:48] Mestre (Thomas): Como ainda é dia, a chance de encontro é 1 em 8.
[02:58:48] Markhor (Juliano): Então, vamo lá.
[02:58:54] Markhor (Juliano): 7
[02:58:54] Mestre (Thomas): Se n d nada voc Boa N deu nada ent voc chegam de volta pousada t
[02:58:55] Markhor (Juliano): Beleza, gente, rapidinho, tem algo pra vender?
[02:59:02] Mestre (Thomas): Vocês têm 4 minutos de jogo.
[02:59:08] Nia (Louis): Atenta...
[02:59:16] Markhor (Juliano): Tá, não vamos vender a bota porque a gente não conseguiu analisar Não, armadura de talas dá pra vender
[02:59:23] Nia (Louis): Vou ficar com a haste por enquanto.
[02:59:25] Markhor (Juliano): Eu quero incenso, se vocês não quiserem A haste dá pra ficar com a Nia, se quiser
[02:59:34] Momonga (Silva): Acelo, esse livro, e a moeda, vocês podem ficar com a moeda.
[02:59:42] Markhor (Juliano): Beleza
[02:59:51] Markhor (Juliano): Você não vai querer moedas?
[02:59:54] Mestre (Thomas): Se não ficar com medo, não ganha XP, tá? Só deixa eu falar aí.
[02:59:58] Momonga (Silva): Pera, eu preciso das moedas pra TXP?
[03:00:01] Markhor (Juliano): Sim.
[03:00:01] Mestre (Thomas): Sim, o dinheiro do jogo é dividido igualmente.
[03:00:04] Momonga (Silva): Ah, então é, pessoal.
[03:00:05] Mestre (Thomas): Melhor, o dinheiro da sessão é dividido igualmente.
[03:00:07] Momonga (Silva): Eu ia tentar fazer a boa aqui com vocês, né, mas...
[03:00:11] Markhor (Juliano): Não, então vamos...
[03:00:11] Mestre (Thomas): Depois você passa, não tem problema não.
[03:00:13] Markhor (Juliano): Vamos só vender a armadura, pelo que eu entendi, né?
[03:00:17] Nia (Louis): Ih, a haste de morcego, o pico de morcego.
[03:00:20] Markhor (Juliano): Não dá tempo, cara.
[03:00:22] Momonga (Silva): Não dá tempo, eu vou tentar fazer na sessão que vem.
[03:00:22] Markhor (Juliano): Não dá tempo de vez.
[03:00:26] Markhor (Juliano): Isso.
[03:00:26] Momonga (Silva): Não tem mais nada dentro do cavalo lá, né?
[03:00:26] Markhor (Juliano): Eu quero vender... E... é, é só isso, só vender uma armadura de talas e ver quanto que eles compram.
[03:00:33] Mestre (Thomas): Só a armadura.
[03:00:37] Momonga (Silva): Estava dando uns caras...
[03:00:37] Markhor (Juliano): Ah, tem, tem sim, rapidinho. Então é uma armadura de talas, uma espada longa e um martelo de guerra.
[03:00:39] Momonga (Silva): Certeza?
[03:00:50] Markhor (Juliano): Tem outras coisas de explorador que eu não vou vender agora, eu vou aproveitar.
[03:00:54] Momonga (Silva): Ah, então eu vou dar para o senhor ter cenários, se ele estiver aí.
[03:00:58] Mestre (Thomas): Thaenderus tá aí sim.
[03:01:02] Mestre (Thomas): Ele tá aí sim.
[03:01:03] Momonga (Silva): Ent eu vou at ele jogo as coisas na mesa e falo Quanto voc vai Quanto voc cobra Não, é... Quanto você cobraria pra poder comprar isso de mim?
[03:01:20] Mestre (Thomas): Contra o... Vou querer com... Por conta eu vou querer comprar, né, meu filho? É... É só essa armadura? O que mais que é?
[03:01:29] Momonga (Silva): Não, vai ser essa armadura e essas duas armas
[03:01:29] Markhor (Juliano): Tem essas duas armas.
[03:01:31] Momonga (Silva): E um cadáver
[03:01:33] Mestre (Thomas): Essas armas... Hum... Essa armadura tá um tanto suja, tá fedendo também. Você tirou isso daqui de onde, meu filho?
[03:01:42] Momonga (Silva): Sabe aquele cabeça de bode que tava com a gente?
[03:01:43] Mestre (Thomas): E voc coloca uma armadura de um cad em cima da minha mesa isso mesmo que eu t entendendo Olha eu nem quero encostar nessa porcaria eu lavo isso da lavo muito bem inclusive depois eu posso ver o que eu vou fazer
[03:01:45] Momonga (Silva): Felizmente, ele morreu.
[03:01:51] Nia (Louis): Sim, exatamente isso.
[03:01:51] Momonga (Silva): Infelizmente.
[03:01:52] Nia (Louis): É só limpar.
[03:01:54] Momonga (Silva): Por favor. Por favor, Tiga.
[03:01:55] Nia (Louis): Se você compra, a gente ajuda a limpar. Que merda, hein?
[03:01:59] Momonga (Silva): É, eu faço de graça pra você.
[03:02:09] Mestre (Thomas): Tira isso daqui daqui.
[03:02:10] Momonga (Silva): Não, mas, você... Qual o valor que você pretende?
[03:02:15] Mestre (Thomas): Pô, eu não quero nem pensar nisso, eu já tô sentindo esse cheiro.
[03:02:20] Momonga (Silva): Ah, então... E as armas?
[03:02:23] Mestre (Thomas): Pô, eu não quero saber, não quero. Sai da minha frente, sai, por favor. Pô, fica me mostrando coisa de cadáver.
[03:02:27] Markhor (Juliano): Achando que nesse dinheiro a gente não vai ter, cara.
[03:02:30] Mestre (Thomas): Desacir Sim
[03:02:38] Markhor (Juliano): Ficou pra próxima aí, você começou mal aí com o teu mercador amigo.
[03:02:44] Momonga (Silva): Eu não entendi.
[03:02:45] Markhor (Juliano): É, eu acho que, gente, vamos descansar e a gente divide as coisas e tudo bem se vier o dinheiro separado.
[03:02:55] Momonga (Silva): Eu dividi o dinheiro agora.
[03:02:57] Markhor (Juliano): Vamos, é isso aí.
[03:02:57] Momonga (Silva): Eu não devia ter jogado as coisas na mesa.
[03:02:58] Mestre (Thomas): Vou finalizar aqui a sessão
[03:02:59] Momonga (Silva): Acho que ele ficou muito triste.
[03:03:02] Mestre (Thomas): Faltando 8 segundos 7 Então é isso gente, vamos resolver a questão de XP
[03:03:05] Markhor (Juliano): Isso aí.
[03:03:10] Mestre (Thomas): Depois anotações, depois Feedback E aí se eu tenho algumas coisas pra falar Ao meu respeito, tá? Não é Nada ruim de vocês não, relaxa Eu vou finalizar aqui
[03:03:21] Momonga (Silva): Tranquilo. Mas também tem que aceitar crítica.
[03:03:25] Mestre (Thomas): É isso aí.
[03:03:31] Momonga (Silva): Agradecimentos a todos os participantes