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Transcrição: Sessão 32

[00:00:00] Mestre (Thomas): Boa! Rapaziada, estamos atualmente no dia 21 do oitavo mês do ano de 2.993, segundo o calendário Enion, aquele que surgiu junto com a fundação do Império Arconteano. Atualmente o clima está um tanto nublado e frio. Então, vocês acordam nessa manhã bastante gelados, inclusive vocês percebem o bafo de vocês aí condensando no ar, tá ligado? Inclusive, eu preciso saber se vocês vão começar ali na pousada do sinal que vai ser quebrado, ou se vai ser na instalagem da capa amarela.

[00:00:50] Momonga (Silva): No... na estalagem do Cabeça Quebrada.

[00:00:54] Markhor (Juliano): É, eu prefiro a cabeça quebrada também.

[00:00:56] Amir (Guilherme): Tchô, tchô.

[00:00:58] Mestre (Thomas): É isso então.

[00:01:02] Mestre (Thomas): Vocês acordam então em uma das camas que tem no segundo andar dessa estrutura. Camas inclusive de belicho, uma montada em cima da outra, em um só quarto. Vocês acordam nesse ambiente aí, veem algumas pessoas ali já acordadas também, algumas vestindo roupas mais quentes e tudo mais. E tá na mão de vocês.

[00:01:34] Amir (Guilherme): Tchô.

[00:01:35] Momonga (Silva): Bom, eu vou direto até o Ami, quem a gente já se conhecia, e entrego todos os itens que ele me entregou na última vez que eu vi. Três cantil e uma tenda.

[00:01:46] Amir (Guilherme): Ah.

[00:01:49] Momonga (Silva): Bom dia, é um conhecido meu.

[00:01:49] Amir (Guilherme): Tchau. Tchau, cala a cara aqui.

[00:01:55] Markhor (Juliano): Eu fico assim, esfregando as mãos, assoprando por causa do frio. E eu, né, também já me aventurei com o Momonga. E eu me aproximo deles, falo, Bom dia, teu amigo aí?

[00:02:05] Amir (Guilherme): Bom dia.

[00:02:11] Amir (Guilherme): É, a gente se aventurou aí juntos já.

[00:02:16] Markhor (Juliano): Você perdeu suas coisas? O que aconteceu?

[00:02:19] Amir (Guilherme): Ah, eu tinha emprestado. Tinha deixado emprestado. Tô pegando de volta agora, hein.

[00:02:25] Markhor (Juliano): Beleza.

[00:02:27] Amir (Guilherme): É isso aí.

[00:02:27] Markhor (Juliano): Não, porque eu ia dizer, eu tô com uma armadura pra vender ali, Se você precisar...

[00:02:33] Amir (Guilherme): Ah, não, não, não gasto não. Eu planejo nem me acertarem, hein. Nem tentarem me acertar. Tem, tem, tem uma armadura de couro aqui

[00:02:38] Markhor (Juliano): Ah, esse é o ideal, né?

[00:02:39] Momonga (Silva): Você quer uma armadura, Jaime? E essa sua armadura, cabeça de cabra, é boa?

[00:02:44] Amir (Guilherme): Safe

[00:02:49] Markhor (Juliano): Não, não, é que era a antiga que eu utilizava, né? Eu comprei uma nova, uma cota de malha.

[00:02:54] Momonga (Silva): Ah tá, achei que valia a pena comprar.

[00:02:57] Markhor (Juliano): Não, não, ainda a armadura não tem nada tão novo assim.

[00:02:57] Momonga (Silva): Então tá.

[00:03:03] Momonga (Silva): Bom mano, sabe aquele IBO lá que você me deu lá?

[00:03:04] Amir (Guilherme): Caraca

[00:03:06] Momonga (Silva): De reconstruir as estátuas? Graças a Deus! Aleluia!

[00:03:08] Markhor (Juliano): Conseguiu? Ficou a cabeça invertida, a mão com seis dedos.

[00:03:17] Momonga (Silva): Você tá esculachando meu trabalho, né, mano?

[00:03:19] Markhor (Juliano): Não, tô perguntando se deu tudo certo.

[00:03:21] Momonga (Silva): Não, você tem que... Graças a Deus deu, né, mano? Eu trabalho bem, cara. Eu trabalho bem, mano.

[00:03:28] Markhor (Juliano): E quanto que você conseguiu vender?

[00:03:31] Momonga (Silva): Ainda não, mano. Eu demorei muito tempo pra reconstruir. Fora que eu ainda tinha os meus estudos pra terminar.

[00:03:41] Markhor (Juliano): Ah, tá certo.

[00:03:41] Momonga (Silva): E consegui um transporte pra gente poder coletar mais as estátuas lá e eu poder reconstruí-las. Caso você quiser, né?

[00:03:50] Markhor (Juliano): Ah, maravilha. Eu tenho um cavalo aí. Se for ajudar...

[00:03:57] Momonga (Silva): Bom, então você quer voltar lá pras... As construções lá, pegar mais estátuas?

[00:04:05] Markhor (Juliano): Olha, nem diretamente de estátua eu tô pensando. Você lembra que a gente encontrou lá uma estátua com uma lança lá embaixo? Pois então, eu arrumei um martelo.

[00:04:16] Momonga (Silva): Lembro, lembro. Eu dou uma cotovelada assim no ar e me falam, ele quer arrombar tudo.

[00:04:23] Markhor (Juliano): Eu tô com um plano de passar daquela estátua.

[00:04:24] Amir (Guilherme): Tô vendo, não

[00:04:31] Amir (Guilherme): Essa entrada aí é aquela mesma que é perto da árvore lá? Onde é isso aí?

[00:04:39] Markhor (Juliano): Ficando nas ruínas aqui perto da pousada, a gente tá na parte de trás da pirâmide.

[00:04:44] Amir (Guilherme): Ah, isso aqui

[00:04:44] Markhor (Juliano): E daí tem uma... como se fosse um lugar antigo de um artesão de estátuas, Mas passando pro porão a gente descobriu uma passagem secreta.

[00:04:58] Amir (Guilherme): Porra, nice!

[00:05:01] Amir (Guilherme): Porra, porra, é do...

[00:05:01] Markhor (Juliano): E Momonga eu descobri um outro lugar também.

[00:05:02] Amir (Guilherme): É louco!

[00:05:04] Markhor (Juliano): Não sei se vai dar tempo hoje, mas... Mais pra frente dessa casa achei uma ruína que tem uma chaminé assim. E essa ruína, o térreo tava cheio de entulho, cheio de centopeia. Não recomendo ser mordido por uma centopeia. Passei mal uns dois dias. Mas... Mas a chamin ela vai pra baixo da terra Como se tivesse todo um andar l embaixo Ent eu acredito que tem uma passagem ali que pode ser aberta no entulho E tá, tá. Parece que tem todo um complexo lá embaixo.

[00:05:42] Momonga (Silva): deveras interessante mas a vez que eu ouvi falar de buraco profundo a que poderia ter alguma coisa atraente assim pra n tinha um bicho meio planta sei l eu n curti muita ideia n esse bicho come a seguir a gente l eu tenho um pouco de medo mas futuramente

[00:06:01] Amir (Guilherme): É!

[00:06:06] Momonga (Silva): A gente, né, quando eu estiver um pouco mais preparado, a gente tiver um pouco mais de dinheiro aí pra comprar uma armadura, umas armas pica aí mesmo, aí nós vai, se você quiser.

[00:06:15] Markhor (Juliano): Não, tá bom, combinado. Vamos nas estátuas primeiro.

[00:06:19] Momonga (Silva): Beleza, então. Oh, e se não for em combo, já que a gente vai estar de cavalinho e minha molinha ali, cês topam pegar umas er...

[00:06:20] Amir (Guilherme): Safe!

[00:06:28] Momonga (Silva): Não, não, não esquece, esquece. Acabei de lembrar que quando eu conversei com os guardas lá,

[00:06:30] Amir (Guilherme): Oxi!

[00:06:33] Momonga (Silva): Tinha um monte de sapo lá que come gente.

[00:06:37] Markhor (Juliano): Não, mas assim, eu acho que com cuidado a gente pode ir pra lá. Mas... O que eu tô pensando, o que me preocupa de levar o cavalo é quem que fica com o cavalo.

[00:06:50] Amir (Guilherme): É!

[00:06:51] Momonga (Silva): Verdade, pode crer. Então, vamos pegar as estrelas também, mas vamos garantir lá aquela entrada lá do...

[00:06:57] Markhor (Juliano): Então... Isso, porque...

[00:06:57] Momonga (Silva): Pode ter alguma coisa ali que petrifica os outros ali, aparentemente, né?

[00:07:03] Markhor (Juliano): Eu acho que não é de petrificar, não. Eu acho que era um artesão. Agora que pode ter outras coisas perigosas, pode...

[00:07:11] Amir (Guilherme): É! Com certeza tem!

[00:07:15] Markhor (Juliano): É...

[00:07:15] Amir (Guilherme): Esse lugar aí, maldito!

[00:07:16] Markhor (Juliano): Eu quero vender pro Zaron ali embaixo,

[00:07:17] Amir (Guilherme): Hã?

[00:07:22] Markhor (Juliano): Deixa eu ver se ele compra a minha antiga armadura de couro.

[00:07:27] Mestre (Thomas): Ok. É... Infelizmente, o Zaron ali não vai estar aí, tá? Vai ter um outro comerciante... Vendendo as bugigangas dele. Deixa eu ver quem que tá aí.

[00:07:52] Mestre (Thomas): Não sei qual que eu tô procurando...

[00:07:53] Markhor (Juliano): Eu conheci o Ristos, que era o Homem-Cachorro.

[00:07:55] Mestre (Thomas): Ristos

[00:08:00] Momonga (Silva): Opa!

[00:08:02] Markhor (Juliano): Não sei se ele tá aí também.

[00:08:03] Mestre (Thomas): Sim, o Ristos também não está presente

[00:08:10] Mestre (Thomas): É aquele cara que vocês... souberam antes Tô tentando pegar o nome dele aqui

[00:08:21] Markhor (Juliano): Tenários?

[00:08:23] Mestre (Thomas): Tenarius, esse mesmo

[00:08:24] Markhor (Juliano): Esse é o cara, disse que é o melhor mercador aqui.

[00:08:26] Mestre (Thomas): Tá... Tá sabendo mais do que eu, hein? Muito bom Tava tentando achar onde ele tava N cara inclusive eu tenho um coment r a

[00:08:34] Markhor (Juliano): Só lembro minhas anotações. Sim.

[00:08:41] Mestre (Thomas): Eu tô precisando adicionar um sistema de tags aqui na minha base de dados de NPC, cara. Tá difícil de achar os malucos durante a sessão, tá ligado? Olha o que eu faço. Eu tenho tag, tipo, de condição, de alinhamento, mas não do que a pessoa é em si, tá ligado? Eu vou fazer uma tag ali de comerciantes, de, sei lá, chefe de facção, etc. Só um comentário rápido aí, que no futuro eu consigo achar essas informações mais rápido. Enfim, vocês se deparam com um humano baixinho, já com aspectos de velhice, uma pele que puxa pro pardo, cabelo escuro e tudo mais, e veste roupas que parecem ser bastante caras. Aquela mesma descrição que você recebeu anteriormente.

[00:09:43] Amir (Guilherme): Hã?

[00:09:46] Mestre (Thomas): Só que o que te surpreende é que essa pessoa aí, ela tá com cinco outras pessoas junto com ela.

[00:09:48] Markhor (Juliano): Beleza.

[00:10:02] Mestre (Thomas): Tipo, tem três ali na mesa com ela, tem outras duas em pé batendo papo. E você percebe que todas as pessoas que estão rodeando o Tenarius vestem armaduras.

[00:10:19] Amir (Guilherme): Hã?

[00:10:20] Mestre (Thomas): Imagino que você chega ali pra conversar com ele, né?

[00:10:20] Amir (Guilherme): Eita, mano.

[00:10:23] Markhor (Juliano): Isso, isso.

[00:10:23] Amir (Guilherme): Nosso quarto.

[00:10:25] Mestre (Thomas): Perfeito, então.

[00:10:25] Markhor (Juliano): Cumprimentar, sim.

[00:10:28] Mestre (Thomas): Ora, bom dia, meu jovem homem fera. Deseja comprar alguma coisa comigo? Amigo...

[00:10:35] Markhor (Juliano): Bom dia. Desejo comprar, mas primeiramente eu queria ver se você aceitaria comprar essa armadura de couro. Eu não vou ter mais uso pra ela no momento.

[00:10:50] Mestre (Thomas): Hum... Quanto você tá cobrando por ela?

[00:10:55] Markhor (Juliano): Olha, ela foi meio usada, assim, então pra mim... É... Três peças de prata?

[00:11:05] Mestre (Thomas): Três peças de prata... Olha... Se fizer por...

[00:11:17] Mestre (Thomas): Deixa eu pensar... Dois ciclos de prata, eu compro pra você.

[00:11:23] Markhor (Juliano): Perfeito. É... Tenaris, né?

[00:11:26] Mestre (Thomas): Isso Ah j me conhece Hum coisa boa coisa boa Parece que andam falando bem de mim

[00:11:27] Markhor (Juliano): Aí. Ah, falaram de você, que era um bom comerciante, pra ficar de olho quando você passasse por aqui, então... É... é o fruto do bom trabalho, né?

[00:11:41] Mestre (Thomas): Nessa região, né?

[00:11:45] Mestre (Thomas): Ah, eu concordo, concordo.

[00:11:47] Markhor (Juliano): E voc hoje voc trouxe alguma coisa de especial a De armas armaduras A depende dos itens n

[00:11:54] Mestre (Thomas): Pô, depende, meu cara. Você tem quanto aí pra gastar?

[00:12:01] Mestre (Thomas): Ah, eu tenho coisa boa aqui, sim. Inclusive algumas coisas um pouco fora do normal, sabe?

[00:12:11] Markhor (Juliano): Opa!

[00:12:11] Amir (Guilherme): Oxi.

[00:12:14] Markhor (Juliano): Por exemplo, o que assim?

[00:12:18] Mestre (Thomas): Recentemente coloquei as mãos em uma espada singular, eu diria. Mágica e tudo mais.

[00:12:28] Mestre (Thomas): Mas observando você, assim, não sei, eu posso estar sendo... Estar sendo muito presunçoso, não sei. Mas teria dinheiro pra algo assim?

[00:12:41] Markhor (Juliano): Olha, é... Pode ser, pode ser que eu tenha, assim. Eu tô com uns colegas de exploração aqui também, vai ver, eles têm esse interesse, né? Eu chamo o Momonga e o Amir pra se aproximarem aqui.

[00:13:02] Mestre (Thomas): Ele cumprimenta ali os outros dois.

[00:13:02] Momonga (Silva): Acertado!

[00:13:05] Mestre (Thomas): Ah, só um trio, hein? Muito bom, muito bom.

[00:13:08] Amir (Guilherme): Sim. Sim.

[00:13:15] Mestre (Thomas): Então, é... Qual que é o cachê de vocês aí? Vocês têm quanto pra gastar?

[00:13:25] Markhor (Juliano): Eu olho pro Momonga assim.

[00:13:30] Markhor (Juliano): Algumas peças de ouro, dependendo aí do item.

[00:13:35] Mestre (Thomas): Bem, essa espada que eu tô comentando aqui... E é avaliado bem mais do que apenas algumas moedas.

[00:13:45] Momonga (Silva): Bom, então vamos falar de negócios aqui. Quanto que você tá disposto a cobrar?

[00:13:48] Mestre (Thomas): Sim?

[00:13:58] Mestre (Thomas): Bem, atualmente, essa espada aqui tá valendo 15 mil ciclos de ouro. É um valor meio saudável, eu sei, mas estamos falando de itens mágicos aqui, né? Eu tenho os itens comuns que quase todo comerciante vende.

[00:14:11] Momonga (Silva): Salgado é pouco, eu até sequei aqui agora. Tem algum item mais aí barato? Tipo 15 peças de prata ou ouro?

[00:14:30] Mestre (Thomas): Por aí, você quer alguma coisa mais específica? De item eu acho que eu só botei isso.

[00:14:38] Momonga (Silva): Bom pessoal, vocês querem alguma coisa aí pra se equipar? Pra usar? Eu...

[00:14:43] Amir (Guilherme): Eu preciso comprar uma comida e encher meus cantios aqui.

[00:14:49] Momonga (Silva): Os seus cantinhos já entreguei cheio, tá pai?

[00:14:51] Amir (Guilherme): Ah achei n sei Ah maldito Prego

[00:14:55] Momonga (Silva): É... Bom, quantas ações de viagem você tem aí pra oferecer?

[00:15:01] Mestre (Thomas): O quanto você puder pagar. Meus meninos aqui tem... Tem bastante coisa com eles. E o que mais? Vocês olhem em volta aí, tem de fato alguns caixotes no chão, mochilos empilhados e tal. Várias coisas na mesa também.

[00:15:19] Markhor (Juliano): E esses cinco caras são, assim, compradores ou são, tipo, guardas, assim, a serviço dele?

[00:15:29] Mestre (Thomas): Ah s meus contratados A gente pode deixar dessa forma Bem ficaria aqui por uma semana Se voc tiver condi de comprar at l quem sabe n vai ser seu

[00:15:34] Markhor (Juliano): Ah, entendo, entendo. Bom, eu teria que fazer uma viagem ao banco pra ir atrás dessa espada, mas talvez um outro dia aí.

[00:15:36] Momonga (Silva): Bom sem enrola n Quanto voc t cobrando a pelas a Quanto estaria custando Quanto que estaria custando Mais os 50

[00:15:47] Markhor (Juliano): Mas eu vou deixar aqui meus colegas comprarem enquanto isso.

[00:16:10] Mestre (Thomas): Tudo vai estar custando 50% mais caro aí do preço do mercado.

[00:16:18] Mestre (Thomas): O Gui, o preço é normal aí, tá? Desse jeito. Agora já tá até acostumado.

[00:16:29] Mestre (Thomas): Fala de novo?

[00:16:35] Mestre (Thomas): Deixa eu ver pra você.

[00:16:37] Mestre (Thomas): Comércio.

[00:16:41] Mestre (Thomas): Você quer ração de explorador ou ração comum?

[00:16:46] Momonga (Silva): Qual que dura mais?

[00:16:48] Mestre (Thomas): Explorador.

[00:16:49] Momonga (Silva): Então vai disponível.

[00:16:50] Mestre (Thomas): Dura até 30 dias.

[00:16:52] Momonga (Silva): Glorador.

[00:16:55] Mestre (Thomas): Ok, vai estar custando 15 ciclos de cobre. Cada uma. Ok.

[00:17:09] Amir (Guilherme): É, ok.

[00:17:11] Momonga (Silva): Me dá umas 10. Eu abro minha bolsinha cheia de moedas.

[00:17:15] Amir (Guilherme): Tô louco.

[00:17:16] Mestre (Thomas): Ele... Isso é entrega pra ele.

[00:17:23] Momonga (Silva): Eu não dou nenhuma balançada pra parecer que tá cheio, né? Tiro ali, conto ali as moedinhas de prata ou de cobre.

[00:17:35] Momonga (Silva): Não, eu pego logo uma de ouro e entrego pra ele. Se eu fosse entregar de ouro, eu teria que entregar quantas?

[00:17:38] Mestre (Thomas): Ok. Ele pega ali e verifica a moeda.

[00:17:42] Momonga (Silva): Tranquilo então.

[00:17:44] Mestre (Thomas): Pegando 10 refeições, vai ser 150, 15... Vai ser 1 moeda de ouro e 5 de prata.

[00:18:00] Momonga (Silva): Eu entrego uma de ouro e cinco de prato pra ele. E aliás, meu amigo, pra não você perder a venda aqui, né, já que eu gosto assim de negociar também, né.

[00:18:05] Mestre (Thomas): Ok. A gente é boa, né?

[00:18:17] Momonga (Silva): Bom, meus amigos aqui estão desprovidos assim de armamento e de... De uma armadura assim, tá ligado? E eu não sou de combate, sabe? Eles aqui são os únicos aqui que gostam de meter a mão assim, ó, tá ligado? Bem gostoso assim, na cara dos inimigos Verdade

[00:18:37] Amir (Guilherme): Na última vez eu fui o primeiro que saiu correndo, né? Mas, ok.

[00:18:41] Momonga (Silva): Mas isso não vem ao caso, né amigo? Não vem ao caso Se for pra pensar, eu preciso de você, tá ligado?

[00:18:45] Amir (Guilherme): É, sim, sim. Sim.

[00:18:49] Momonga (Silva): Se for o primeiro a sair correndo, que você me pegue no colo e que nós corra junto, tá ligado?

[00:18:55] Amir (Guilherme): Justo, justo.

[00:18:56] Momonga (Silva): É, então... E se for pra sair correndo, mano, eu compro uma armadura pesada aqui pra você e o primeiro é ser com medo aí pelo bicho, tá ligado?

[00:19:05] Amir (Guilherme): Caralho.

[00:19:09] Momonga (Silva): É... Bom, é... Qual seria a sua melhor oferta pra mim? E o que eu vou falar sobre uma armadura boa para esses dois camaradas aqui

[00:19:17] Mestre (Thomas): Depende. Você quer qual armadura?

[00:19:22] Mestre (Thomas): Ó, de armadura boa, todas as minas são. Mas você quer qual modelo específico aí?

[00:19:29] Momonga (Silva): Quais s os valores de cada um Qual que protege mesmo assim no combate assim Pelo amor de Deus louco isso aqui Se n fosse essa armadura eu teria morrido

[00:19:29] Mestre (Thomas): Conta de malha, escamas... O que você deseja?

[00:19:42] Mestre (Thomas): Bem, com certeza uma armadura de talas. A mais cara, mas também a que protege mais, não?

[00:19:49] Momonga (Silva): Qual o valor dela?

[00:19:52] Mestre (Thomas): Pra você, meu caro, vai tá custando... 3 mil ciclos de cobre. Eu preferi 30 moedas de ouro.

[00:20:12] Amir (Guilherme): Caralho.

[00:20:13] Momonga (Silva): Você é... Você é um bom... Você é atenta, né?

[00:20:21] Momonga (Silva): É... Então, é...

[00:20:21] Mestre (Thomas): Qual o problema, meu cara?

[00:20:24] Momonga (Silva): É bem atentador, né? Eu tô querendo dizer que é bem atentador a sua oferta, mas... Eu sei que você vai acabar sendo no prejuízo, mas... Você conseguiria diminuir um pouco mais esse valor, não?

[00:20:40] Mestre (Thomas): Bem, podemos negociar alguma coisa, né?

[00:20:40] Momonga (Silva): Bom.

[00:20:44] Momonga (Silva): Vamos... Vamos fazer um acordo. Eu estou, né, vendendo umas peças aí. De umas estátuas. E eu te dou 30% do valor que eu ganhar delas.

[00:20:54] Mestre (Thomas): Hum, tá, tudo ação.

[00:21:00] Mestre (Thomas): Pô, meu caro, trabalhar com preços tão futuros assim não é comigo não. Mas olha, eu tô precisando de algumas coisinhas sim. Se você puder me sanar com isso, eu posso te dar uns belos descontos.

[00:21:14] Mestre (Thomas): Só deixa eu me lembrar do que eu preciso.

[00:21:17] Momonga (Silva): Dependendo do que você precisa, eu posso até arrumar pra você, né? As minhas aventuras aí, merabulantes.

[00:21:23] Mestre (Thomas): É só um segundo, gente, que eu tô vendo aqui o que ele precisa.

[00:21:28] Amir (Guilherme): Onde eu erro?

[00:21:34] Mestre (Thomas): Achei.

[00:21:39] Markhor (Juliano): Qual armadura que você usa, Momonga? É... porque eu... assim... eu poderia...

[00:21:46] Momonga (Silva): Mano, acho que... De ouro, mano.

[00:21:52] Momonga (Silva): Onde tá isso, Bárbara?

[00:21:55] Markhor (Juliano): Você poderia comprar a cota de malha de mim e eu comprar essa de talas.

[00:21:56] Momonga (Silva): Pai, relaxa, tá? Relaxa.

[00:22:05] Momonga (Silva): Você confia no pai? Você confia?

[00:22:07] Markhor (Juliano): Confio, confio, pô.

[00:22:09] Momonga (Silva): Então relaxa.

[00:22:10] Markhor (Juliano): É o homem.

[00:22:11] Amir (Guilherme): Caralho.

[00:22:17] Amir (Guilherme): Vai sair desse talar junto, tanque de guerra.

[00:22:23] Mestre (Thomas): Estou vendo aqui o que ele pode precisar.

[00:22:29] Amir (Guilherme): Justo.

[00:22:34] Momonga (Silva): Bem, que se...

[00:22:34] Mestre (Thomas): Ele pergunta para vocês, vocês já exploraram bem aí o subterrâneo, os salões?

[00:22:35] Momonga (Silva): Bom, eu...

[00:22:46] Amir (Guilherme): Caralho. Eu pessoalmente andei uma boa parte ali. Encontrei uns pequeninos que moram no subterrâneo e cobram passagem. Uma de merda. Tem uns goblins também que fica brigando com eles. Tem um lugar ali que tem uns homi planta, não sei o quê.

[00:23:01] Mestre (Thomas): Entendi.

[00:23:07] Mestre (Thomas): Certo, certo.

[00:23:10] Mestre (Thomas): Olha, vamos fazer o seguinte então. Se vocês encontrarem alguma pessoa perdida assim durante a exploração de vocês e tal, tragam ela pra mim.

[00:23:29] Mestre (Thomas): Se fizerem isso daí pra mim eu posso dar um belo desconto pra vocês.

[00:23:29] Amir (Guilherme): Não é.

[00:23:31] Momonga (Silva): É muito atentado a essa sua oferta, mas eu gostaria de entender o propósito...

[00:23:32] Mestre (Thomas): Não, não, longe de mim.

[00:23:36] Momonga (Silva): O propósito de te trazer um ser humano, porque ele tá perdido, você vai fazer o que? Você vai cuidar, vai escravizar, qual que é o intuito?

[00:23:38] Amir (Guilherme): É. É.

[00:23:50] Mestre (Thomas): Eu vou ajudar a pessoa, sim. Vou pôr ela pra me ajudar aí com algum serviço. Dar um dinheiro pra ela e tudo mais. Depois que ela estiver bem, deixar que ela se vire, mano.

[00:24:08] Markhor (Juliano): E é assim que você encontra o pessoal que trabalha pra você?

[00:24:08] Amir (Guilherme): Ok.

[00:24:11] Mestre (Thomas): Ah, não, esses meus caros aqui são... São mercenários bons.

[00:24:20] Momonga (Silva): Entendi, bom, eu vou pensar caso eu realmente, não vou te dar uma garantia, mas caso eu realmente trazer,

[00:24:21] Amir (Guilherme): Ok. Atenção!

[00:24:31] Momonga (Silva): A gente se encontra já com essa pessoa em mãos aí pra você fazer o que você quiser com ela aí, seja lá o que for.

[00:24:42] Mestre (Thomas): Não, não fale dessa forma, meu cara. Eu vou apenas tratar a pessoa de uma forma bastante amigável, digamos.

[00:24:53] Momonga (Silva): Ah, muito amigável. Sei lá, eu tô com o pé atrás, mas tá bom, né? Bom, é... Você me deixou até com vergonha.

[00:25:05] Mestre (Thomas): Não, não fica assim, pô.

[00:25:10] Momonga (Silva): O que eu posso dizer é... Mas só um... Pessoal, vocês precisam de alguma arma aí pra poder combater uma criatura? Eu tenho que ser... Não, não.

[00:25:25] Markhor (Juliano): É, no momento eu tô bem equipado.

[00:25:31] Momonga (Silva): O Armin falou um bagulho aqui que o meu ouvido quase sangrou.

[00:25:37] Momonga (Silva): Uma funda, mano. Não, mano. Não, não, mano.

[00:25:39] Markhor (Juliano): Ele tá bem equipado, porra.

[00:25:41] Momonga (Silva): Você vai virar o Davi, mano? Você vai tacar uma pedra e vai matar o Golias, mano?

[00:25:49] Momonga (Silva): Oxi, mano.

[00:25:49] Markhor (Juliano): Eu já levei uma mamona na cabeça.

[00:25:52] Momonga (Silva): Eu também.

[00:25:52] Mestre (Thomas): Rapaz.

[00:25:54] Amir (Guilherme): Quase morreu.

[00:25:55] Momonga (Silva): Uma morada, mano.

[00:25:55] Markhor (Juliano): É verdade? Essa dói?

[00:25:57] Amir (Guilherme): Tomar uns 3 de dano só nesse aí.

[00:25:59] Momonga (Silva): Caralho, na moral, você não quer um equipamento melhor não? Eu posso comprar pra você.

[00:26:08] Amir (Guilherme): Não acho necessário não, no momento.

[00:26:11] Momonga (Silva): Uma faca boa, uma espada, nada, nada?

[00:26:15] Amir (Guilherme): Não, não, não, prefiro faca.

[00:26:17] Momonga (Silva): Beleza.

[00:26:20] Momonga (Silva): Então, meu amigo, meu vendedor, meu caro...

[00:26:24] Mestre (Thomas): Hein?

[00:26:25] Momonga (Silva): escravizador de...

[00:26:27] Mestre (Thomas): Não, não que isso.

[00:26:27] Momonga (Silva): É...

[00:26:28] Mestre (Thomas): Não sou escravizador nenhum, calma lá.

[00:26:32] Momonga (Silva): Me dá...

[00:26:32] Mestre (Thomas): Não faço esse tipo de negócios.

[00:26:33] Momonga (Silva): Essas duas armaduras. Me dá duas armaduras aí.

[00:26:39] Mestre (Thomas): De qual modelo?

[00:26:40] Momonga (Silva): Eu te dou 60 de ouro. 60 de ouro.

[00:26:43] Mestre (Thomas): Ah, você quer a mais cara então? A de Thalass.

[00:26:45] Momonga (Silva): Exato. E... Manda pros meus amigos aí. Eu pago.

[00:26:50] Mestre (Thomas): T bom t bom Voc que manda O maluco gastou 600 ciclos de prata T maluco

[00:26:51] Amir (Guilherme): Ih, você comprou pra nós?

[00:26:54] Momonga (Silva): Comprei pra vocês.

[00:26:56] Amir (Guilherme): Caralho. Porra, a armadura...

[00:26:57] Markhor (Juliano): Isso.

[00:26:59] Amir (Guilherme): Armadura de ent me atrapalha um pouco isso a eu preciso sei l no m de uma de escama alguma coisa assim n n eu n sabia que voc estava com a pepana eu achei que voc queria Aten

[00:27:00] Markhor (Juliano): Mas há detalhes pro ladinho?

[00:27:10] Momonga (Silva): Ah, então... Perdão, perdão. Meu amigo só falou isso aqui agora.

[00:27:13] Markhor (Juliano): E uma de talas.

[00:27:15] Momonga (Silva): Ele só falou isso aqui.

[00:27:19] Momonga (Silva): Ixi, pra que? Eu acabei de falar que eu preciso de vocês. Vocês é meu tanque, mano. Bom, é... Desculpa aí, é... É a venda aí, meio... Meio bagunçada, né?

[00:27:32] Mestre (Thomas): Não, sem problemas. Ainda não recebeu dinheiro em mãos, a gente pode trocar aí a sua compra.

[00:27:33] Momonga (Silva): Você pode...

[00:27:39] Momonga (Silva): Bom, qual armadura estaria boa pra vocês aí?

[00:27:39] Mestre (Thomas): Você vai querer qual mesmo, né?

[00:27:42] Momonga (Silva): Já que eu tô pagando.

[00:27:46] Momonga (Silva): N mano Me d uma de escama e uma de talas Quanto vai dar essa brincadeirinha a meu patr

[00:27:53] Mestre (Thomas): Certo.

[00:27:56] Mestre (Thomas): Deixa eu fazer as contas aqui. Os camas estão por 750, né?

[00:28:01] Momonga (Silva): Eu... Eu vou pagar em pedras de ouro, tá?

[00:28:03] Amir (Guilherme): Ah não, viajei, a cota de malha é melhor que a de escama Ah é verdade né, verdade, verdade

[00:28:07] Markhor (Juliano): Mas a cota de malha também tá dificuldade na furtividade.

[00:28:12] Amir (Guilherme): É de escama mesmo Muito obrigado aí aliás, pela armadura

[00:28:17] Mestre (Thomas): Tá, vai dar 37 ciclos de ouro, mais 5 ciclos de prata.

[00:28:26] Momonga (Silva): Eu pego minha bolsa de novo. Ah, peraí. Já soma com as 10 ação. Deu... Uma de ouro e mais quantas de prata ou de cobre?

[00:28:43] Mestre (Thomas): Deixa eu ver aqui.

[00:28:44] Markhor (Juliano): Era cinco de prata Uma de ouro e cinco de prata as a P

[00:28:45] Momonga (Silva): Cinco de prata?

[00:28:46] Mestre (Thomas): Isso, isso.

[00:28:47] Momonga (Silva): Beleza, então deu 38 de ouro. E quantas de prata?

[00:28:53] Mestre (Thomas): 39, 39.

[00:28:53] Momonga (Silva): Só pra...

[00:28:54] Mestre (Thomas): E a canola para ouro.

[00:29:09] Amir (Guilherme): É, pô

[00:29:11] Mestre (Thomas): Gostou uma bela grana, viu? 39 ciclos de ouro igual a 390 prata

[00:29:14] Amir (Guilherme): Sim

[00:29:18] Mestre (Thomas): Basicamente, morra por mim

[00:29:20] Markhor (Juliano): Como é que eu vou... Isso é uma dívida? O que é isso? É uma bondade?

[00:29:26] Momonga (Silva): Eu sou generoso.

[00:29:29] Momonga (Silva): Bom. É, vocês vão dar vida por mim.

[00:29:32] Mestre (Thomas): Que cara

[00:29:34] Amir (Guilherme): Não Nosso patrocinador.

[00:29:36] Momonga (Silva): Não é pra ela pegar aquelas estátuas, tá ligado? Ah, apareceu Medusa, apareceu qualquer coisa, sei lá, vocês vão matar e eu vou estar lá atrás assistindo. Ah, me ajuda. Esquece.

[00:29:52] Amir (Guilherme): Deixa eu ver.

[00:29:52] Momonga (Silva): Não peça ajuda pra mim, a não ser que vocês já tiverem matado e falaram, ó, você pode relar a vida pra nós aqui.

[00:29:54] Mestre (Thomas): Pode, pode sim

[00:29:58] Momonga (Silva): Aí é outro 500, tá ligado?

[00:30:02] Amir (Guilherme): Justo, justo.

[00:30:03] Markhor (Juliano): Tá bom, tá bom.

[00:30:06] Momonga (Silva): Vocês querem mais alguma coisa, alguma... É o real...

[00:30:09] Markhor (Juliano): Permit fechou.

[00:30:09] Momonga (Silva): Fechou?

[00:30:11] Amir (Guilherme): É, por mim, sim.

[00:30:12] Momonga (Silva): Então vocês sejam felizes, meus amigos. Me protejam a vida até a morte, tá?

[00:30:18] Amir (Guilherme): Sim, senhor. Sim, senhor.

[00:30:19] Markhor (Juliano): É... Antes da gente sair, eu posso deixar umas coisas nas bolsinhas ali do meu cavalo?

[00:30:28] Momonga (Silva): Ah, aí é...

[00:30:29] Mestre (Thomas): Carreguem por mim, meus servos

[00:30:29] Markhor (Juliano): Posso?

[00:30:30] Momonga (Silva): E as dez seções que eu comprei, cinco... Bota cinco pra cada um aí.

[00:30:36] Amir (Guilherme): Caralho.

[00:30:38] Markhor (Juliano): Que isso?

[00:30:38] Amir (Guilherme): O cara tá bilionário, mano.

[00:30:40] Markhor (Juliano): O poder do dinheiro, né?

[00:30:42] Mestre (Thomas): Ehehehehehehehehehe

[00:30:42] Momonga (Silva): Eu sou um deus.

[00:30:47] Mestre (Thomas): Ai ai

[00:30:48] Markhor (Juliano): Caraca, brother.

[00:30:48] Momonga (Silva): Quero saber...

[00:30:49] Markhor (Juliano): Tá, mas eu vou deixar então a... Deixa eu trocar aqui, eu tenho uma armadura de talas, pô, que estilo agora.

[00:30:56] Momonga (Silva): Eu sou...

[00:30:56] Amir (Guilherme): Eu tenho que jogar minha armadura de couro em algum canto aí também.

[00:30:57] Momonga (Silva): Vende, vende.

[00:30:59] Amir (Guilherme): Não quero ficar carregando isso não.

[00:31:00] Markhor (Juliano): Meu de...

[00:31:01] Amir (Guilherme): Ele compra?

[00:31:01] Momonga (Silva): Dá pra mim que eu vendo depois, dá pra mim que eu vendo depois.

[00:31:01] Markhor (Juliano): Você que tá pagando o quarto, né?

[00:31:03] Amir (Guilherme): Ah, então pega aí, vai adicionar minha armadura de couro.

[00:31:06] Momonga (Silva): Vou botar tudo lá na carroda, cara. Dentro do meu quarto, tá, mestre? Todas as coisinhas que eles me derem aí.

[00:31:12] Mestre (Thomas): Esse é o quarto, na verdade é... Não, pelo que eu saiba tá todo mundo no... No local comunitário lá em cima Que é só um cômodo grande, cheio de... De camas Se quiser você pode deixar lá, eu só não garanto que vai... Vai tá lá no fim da sessão Deixa eu ver aqui...

[00:31:34] Momonga (Silva): Pessoal gosta de passar, tá?

[00:31:34] Markhor (Juliano): Não, deixa comigo, eu deixo com o meu cavalo.

[00:31:36] Amir (Guilherme): Ixi.

[00:31:38] Momonga (Silva): É, então eu vou deixar com o cavalo dele aí, porque... Eu preciso...

[00:31:41] Markhor (Juliano): Tá no estábulo e tal.

[00:31:41] Momonga (Silva): preciso que eles montem minha carro pra eu poder sair vendendo Nossa vou virar mercador mano Depois de hoje voc acham que eu sou o pai de voc

[00:31:51] Markhor (Juliano): Peraí.

[00:31:58] Amir (Guilherme): É o chefe, né? O patrão.

[00:32:02] Momonga (Silva): Beleza. É isso que eu esperava.

[00:32:05] Amir (Guilherme): Vai, passeado.

[00:32:05] Momonga (Silva): Então bora, meus amigos. Bora pra batalha.

[00:32:08] Markhor (Juliano): Só guardar aqui que tá no meu cavalo aqui.

[00:32:09] Amir (Guilherme): Bora, bora.

[00:32:14] Mestre (Thomas): O seu cabelo tem alforge?

[00:32:16] Markhor (Juliano): É... Eu imagino que sim, quando veio. Eu anotei aqui... é, que tinha as celas, rédeas e o básico das bolsinhas, assim.

[00:32:20] Mestre (Thomas): Bom, tudo bem.

[00:32:28] Markhor (Juliano): Só o forte.

[00:32:29] Mestre (Thomas): O alforge, cada um cabe 600 ciclos.

[00:32:35] Markhor (Juliano): Beleza, é isso aí. Então eu vou colocar uma espada longa, uma cota de malha e a armadura de couro aí do Amir.

[00:32:46] Mestre (Thomas): Ok.

[00:32:49] Amir (Guilherme): Show.

[00:32:52] Markhor (Juliano): Deixa eu te olhar o peso que eu tô agora. Aí, eu tô gordo. Percebendo...

[00:32:58] Mestre (Thomas): Essa armadura de talas aí pesa, tá? 450 só ela.

[00:33:04] Markhor (Juliano): Percebendo... Deixa eu ver se eu tenho mais alguma coisa pra deixar... Eu precisava perder pelo menos mais uns 100 ciclos...

[00:33:15] Momonga (Silva): Bom, você quer que eu compre outra ou...

[00:33:18] Markhor (Juliano): Não, não, é... mais é deixar alguma coisa com outra pessoa... Por enquanto... Vocês tem espaço na mochila aí pra pegar mais uma corda? Se vocês tirarem a corda de mim eu já fico um pouco mais leve...

[00:33:30] Momonga (Silva): Cara, eu tenho corda já.

[00:33:30] Amir (Guilherme): Ahn.

[00:33:32] Markhor (Juliano): A Mir, você tem uma corda?

[00:33:33] Momonga (Silva): Você não precisa carregar corda, não. Eu tenho 5 tochas, comprei nessa passada aí que eu entrei

[00:33:38] Amir (Guilherme): Não, eu não tenho, não. Eu t sem tocha tamb falando isso agora que eu olhei aqui Preciso comprar umas Voc t

[00:33:40] Markhor (Juliano): Ou então...

[00:33:47] Amir (Guilherme): Luís?

[00:33:48] Markhor (Juliano): Tenho três comigo.

[00:33:52] Amir (Guilherme): Show.

[00:33:56] Amir (Guilherme): Ah, safe, safe, então.

[00:33:56] Momonga (Silva): Tá, tá, é... Mercador, aproveita que a gente ainda tá aqui negociando Me dá... Quanto tá a tocha?

[00:34:08] Mestre (Thomas): A tocha meu cara deixa eu ver aqui na minha listinha Vai t custando 5 ciclos de cobre

[00:34:14] Markhor (Juliano): Ô Amir, enquanto isso, só dizer que eu te passo a corda de 15 metros temporariamente.

[00:34:18] Amir (Guilherme): Oi.

[00:34:25] Amir (Guilherme): Show. Qual que é o peso dela?

[00:34:28] Markhor (Juliano): Sim.

[00:34:28] Mestre (Thomas): 100, pesadona

[00:34:30] Amir (Guilherme): Safe. Sim.

[00:34:32] Momonga (Silva): Bom, com uma de prata, com uma moeda de prata eu consigo pegar quantas tochas?

[00:34:37] Mestre (Thomas): 2

[00:34:43] Momonga (Silva): Então me dá... Eu te dou 10 moedas de prata

[00:34:48] Mestre (Thomas): Ok, eu te entrego então 10 tochas

[00:34:51] Momonga (Silva): Pessoal, é, pessoal, vocês vão ter doxa agora, até, se vocês quiserem tacar, incendiar uma vila, vocês podem fazer.

[00:34:53] Mestre (Thomas): Ah não, foi 10 de prata, então 20 tochas Cada uma pesa 10, tá?

[00:35:06] Momonga (Silva): Ares...

[00:35:09] Markhor (Juliano): É sempre útil.

[00:35:09] Momonga (Silva): É... Bom, deixando...

[00:35:09] Mestre (Thomas): Nossa, só fica com a noção do peso, né?

[00:35:15] Amir (Guilherme): É.

[00:35:15] Markhor (Juliano): É não, em mim não pode vir mais nada.

[00:35:17] Momonga (Silva): A minha calça tá montada, né, mestre, já? Já que faltava dois dias do meu interlúdio.

[00:35:24] Mestre (Thomas): A calça tá pronta, sim.

[00:35:27] Momonga (Silva): Tá, então eu vou... A calça tá num lugar seguro, se eu botar minhas coisas tudo lá, e as coisas do pessoal, tem a possibilidade de roubar.

[00:35:36] Mestre (Thomas): Olha, ela tá do lado do estábulo. O estábulo fica colado aí com a construção que vocês estão atualmente.

[00:35:46] Momonga (Silva): Bom, pelo tempo que eu fiquei, tem a capacidade de alguém meter a mão e rapar tudinho com minhas coisas?

[00:35:54] Mestre (Thomas): Olha, não tem vigilância ali, não. Se alguém de noite for lá e roubar, ninguém vai ver. A CIDADE DE UM SINAL DE BOUCAS

[00:36:02] Amir (Guilherme): Ixi.

[00:36:07] Momonga (Silva): Tá, é, pessoal, vamos botar todas as coisas na minha carroça.

[00:36:12] Amir (Guilherme): Chorreio.

[00:36:13] Momonga (Silva): E eu vou pagar o nóinha pra olhar.

[00:36:19] Amir (Guilherme): Bom.

[00:36:19] Momonga (Silva): Vamos pegar o nóia aí pra olhar a minha carroça aí, ele vai dar a vida por ela, tenho certeza.

[00:36:28] Amir (Guilherme): Talvez.

[00:36:30] Momonga (Silva): Tem alguém aí, tipo... Putz, cara que é de respeito, esse é cara que não vai fazer isso, pra eu botar ele de segurança?

[00:36:43] Markhor (Juliano): Cara, tem um cara que eu conheço que é confiável, que é o Bolkas. Se ele estiver aí na taverna, se ele estiver disposto.

[00:37:01] Markhor (Juliano): Seis.

[00:37:04] Amir (Guilherme): Ixi. Boa.

[00:37:05] Markhor (Juliano): Meu amigo Bocas não está aí hoje.

[00:37:10] Momonga (Silva): Mano o o o taverneiro ele pode olhar pra mim T ent me retira a da mesa do Comprei as tochas, tá?

[00:37:28] Momonga (Silva): Pessoal, pega aí a quantidade aí. Tem 20 tochas, então separei com o quanto vocês querem usar e depois me fala o quanto que sobrou depois, no final.

[00:37:36] Amir (Guilherme): Vamos ver o peso primeiro, porque eu tô com 800 de peso aqui já.

[00:37:42] Momonga (Silva): É, perigoso. Bom, considerando que tá de dia, vocês não precisam levar tocha.

[00:37:44] Amir (Guilherme): 825. Antes de pegar a tocha.

[00:37:49] Mestre (Thomas): Eu vou ser esperado pra ele conseguir fugir depois, tá? Eu tô vendo isso daí.

[00:37:52] Amir (Guilherme): Sim.

[00:37:53] Markhor (Juliano): Então, eu estou exatamente abaixo do 800, eu estou com 799.

[00:37:59] Mestre (Thomas): Nossa.

[00:38:00] Markhor (Juliano): Então assim, eu estou mantendo e torcendo que eu perca coisas na dungeon.

[00:38:01] Amir (Guilherme): É.

[00:38:07] Amir (Guilherme): Sim, eu tenho...

[00:38:08] Mestre (Thomas): É justo, é justo.

[00:38:10] Amir (Guilherme): Puts, lá dentro é escuro, né?

[00:38:15] Markhor (Juliano): Não, precisa, porra, que isso?

[00:38:15] Momonga (Silva): Então. Cara, eu já tô levando cinco. Já tô levando cinco.

[00:38:21] Markhor (Juliano): Não, não, mas assim, tá tranquilo onde eu tô, só não pode vir mais nada aqui comigo.

[00:38:27] Momonga (Silva): Tá, então...

[00:38:27] Amir (Guilherme): É, eu tô com 825 carregando a corda, né?

[00:38:28] Momonga (Silva): Cara, deixa a corda, mano. Eu tenho corda. Não vamos precisar de outra corda.

[00:38:32] Amir (Guilherme): Se alguém tiver 100 abaixo de 800, dá pra levar o Momonga aí. Quanto você tá, Momonga?

[00:38:40] Markhor (Juliano): Não, se você tiver uma, então vou deixar minha corda com o cavalo, então.

[00:38:44] Momonga (Silva): Pode deixar, pode deixar.

[00:38:45] Amir (Guilherme): Ah não, safe.

[00:38:45] Momonga (Silva): Então diminui 100 aí já, mano, daí fica 700 também

[00:38:49] Amir (Guilherme): É, 725, safe.

[00:38:49] Momonga (Silva): Bom, é...

[00:38:53] Markhor (Juliano): Beleza.

[00:38:53] Momonga (Silva): Então eu chego no Antarbirneiro Cara, tá ligado que a gente é fechamento, né?

[00:38:57] Mestre (Thomas): Você vê o Cronos ali, com aquela barrigona, massagendo a barrigona dele.

[00:39:02] Amir (Guilherme): Abre a porta.

[00:39:06] Mestre (Thomas): Fala, ora, precisa de alguma coisa, jovem? Mas é claro que sim, pô!

[00:39:16] Mestre (Thomas): Que eu considero como meu filho!

[00:39:16] Momonga (Silva): Pô, se eu... Caralho

[00:39:18] Mestre (Thomas): Só que não, né filho?

[00:39:19] Momonga (Silva): Tô louco

[00:39:20] Mestre (Thomas): Isso aqui é o quê?

[00:39:22] Momonga (Silva): Calma aí Bipolaridade, hein? É... Bom...

[00:39:29] Momonga (Silva): Eu... Você confia no pessoal aqui dessa...

[00:39:35] Momonga (Silva): Dessa cidadezinha?

[00:39:38] Mestre (Thomas): Bem, cidadezinha aqui não tem nenhuma, né? Você tá falando dos exploradores? Ou dos meus meninos?

[00:39:45] Momonga (Silva): Dos seus meninos e dos exploradores também? Você confia?

[00:39:49] Mestre (Thomas): Ah, vem aqui todo tipo de gente, cara. Como que eu vou saber se eles são confiáveis?

[00:39:55] Momonga (Silva): Eu poderia confiar em você?

[00:39:56] Mestre (Thomas): Meu men... Oh, mas é claro, pô. Quem vai dizer que n Ora t cheio da grana a meu filho Ah sim sim

[00:40:09] Momonga (Silva): Eu te pago 10 moedas de ouro, que o senhor é minha carroça, com meus itens tudo, e não deixar ninguém roubar.

[00:40:22] Momonga (Silva): Não, não, é... é... É que eu roubei de um defunto.

[00:40:32] Mestre (Thomas): É, pô, despejar 10 moedas de ouro aí não é pra qualquer um, não, viu?

[00:40:35] Momonga (Silva): É que os itens são muito...

[00:40:37] Mestre (Thomas): Você tem o quê nessa carroça, hein?

[00:40:38] Momonga (Silva): Ah, tá todo meu zinz, então, zinz importante, tá ligado?

[00:40:42] Mestre (Thomas): Pra ser tão valioso assim.

[00:40:46] Momonga (Silva): Tipo, é que eu vou virar um mercadorzinho, ó. Vou andar de cidade em cidade, vendendo minhas coisas, meus itens, tudo assim. E gostaria de manter eles preservados, sem ninguém roubar, sabe? É a minha carrocinha, minha molinha.

[00:41:02] Mestre (Thomas): Entendi. Não, não, eu posso deixar um...

[00:41:04] Momonga (Silva): Sabe, eu sou uma pessoa, né?

[00:41:06] Mestre (Thomas): Um dos meus meninos lá sim, ele pode vigiar pra você.

[00:41:06] Momonga (Silva): Uma pessoa, né?

[00:41:11] Momonga (Silva): Obrigadão, mano. Obrigadão, obrigadão. Te amo.

[00:41:15] Mestre (Thomas): Por dez ciclos de ouro? Eu deixo ele lá por umas duas semanas, acho que tá bom.

[00:41:18] Momonga (Silva): Oloco

[00:41:28] Momonga (Silva): Então, vamos fazer assim Você quer que eu te pague 5 agora E te pago mais 5 quando tudo finalizar As duas semanas Ou eu posso te pagar

[00:41:44] Mestre (Thomas): Bem, olha, eu não vou fugir daqui, né? Você daí já é outra história, perfeito que você paga uns dez agora.

[00:41:44] Momonga (Silva): As 10 moedas de ouro No final de tudo Aí é outros 500

[00:41:55] Mestre (Thomas): Mas tá bom, filho, passa aí o dinheiro lá.

[00:41:59] Momonga (Silva): Eu preciso, né, ter essa confiança em você. Eu, então, eu vou te pagar o 5 agora e te dou 5 depois.

[00:42:14] Mestre (Thomas): E o que mais eu vou falar?

[00:42:15] Momonga (Silva): Então toma 5.

[00:42:19] Mestre (Thomas): Tudo certo, tudo certo. Daqui a pouco eu chamo alguém pra vigiar pra você lá. Ele pega ali o dinheiro, guarda no bolso dele,

[00:42:30] Amir (Guilherme): Oxe, ele não foi chamar ninguém não?

[00:42:38] Mestre (Thomas): e fica ali observando o movimento.

[00:42:48] Mestre (Thomas): Ele disse que ia chamar depois, é o que ele falou.

[00:42:52] Amir (Guilherme): Aham Ok

[00:42:56] Momonga (Silva): Bom, então, pessoal, vai guardando lá o item de vocês lá.

[00:42:59] Mestre (Thomas): Quebrar a estátua, né?

[00:43:01] Momonga (Silva): Tudo item assim que vocês não vão usar mesmo assim, que vocês falam, não mano, pode até vender se quiser, bota lá.

[00:43:10] Amir (Guilherme): Eu acho que eu tinha... disso era só armadura de couro mesmo, o resto aqui é coisa que usa.

[00:43:10] Momonga (Silva): E eu vou...

[00:43:15] Momonga (Silva): Você vai usar tudo? Tá até pesado mano, deixa as coisas que você não vai usar guardadas mano.

[00:43:23] Amir (Guilherme): Ah não, então, eu tenho equipamento só, tipo, tenda, comida, água.

[00:43:30] Momonga (Silva): Cara, eu tenho uma tenda já e cabem duas pessoas nela, então...

[00:43:35] Amir (Guilherme): É, eu tenho que levar uma.

[00:43:37] Momonga (Silva): Eu já tô levando já.

[00:43:37] Amir (Guilherme): Mas uma a mais, então.

[00:43:39] Momonga (Silva): Ariton

[00:43:40] Amir (Guilherme): Então, aqui tem três, né?

[00:43:40] Momonga (Silva): Então

[00:43:43] Markhor (Juliano): É, eu não tenho tenda, não. Eu só tenho material pra abrir porta, quebrar coisa.

[00:43:45] Amir (Guilherme): É, então.

[00:43:45] Momonga (Silva): Ariton

[00:43:46] Amir (Guilherme): Acho que não é pra dizer assim mesmo, mano.

[00:43:50] Markhor (Juliano): Quebrar outro tipo de coisa... Exatamente!

[00:43:51] Momonga (Silva): Deixe-me lembrar, nós não vamos lá pegar as pedras

[00:43:53] Mestre (Thomas): Coisa boa, hein?

[00:43:56] Amir (Guilherme): Se eu volto pesado, não vai se voltar pesado, é porque nós tá carregando muita coisa por isso aí.

[00:44:00] Markhor (Juliano): É, não, pra volta a gente volta, pega o cavalo e...

[00:44:01] Amir (Guilherme): Por mim.

[00:44:05] Markhor (Juliano): Né? Aproveita.

[00:44:06] Amir (Guilherme): Então.

[00:44:09] Amir (Guilherme): Mete o pé.

[00:44:10] Markhor (Juliano): Eu acho que eu tô pronto, sim.

[00:44:14] Momonga (Silva): As pedras não, as estátuas

[00:44:16] Markhor (Juliano): Que... Que pedra.

[00:44:19] Momonga (Silva): Verdade

[00:44:19] Markhor (Juliano): Não, mas vamos descer, enfrentar a estátua da lança, ver o que tem lá pra dentro. Eu acho que tem coisa muito melhor do que essa estátua lá. E você nem sabe o preço do Goblin, precisa saber o preço do Goblin pra ver se vale a pena ficar catando estátua.

[00:44:34] Momonga (Silva): Então vamos

[00:44:35] Amir (Guilherme): Ah, cês tão falando daquele lugar que tem... Tinha quatro estátuas? Uma com a picareta, não sei o quê, uma porta malucona? Que ficava sussurrando? Que eu sei de um lugar...

[00:44:44] Markhor (Juliano): Não sei desse lugar não, aquela porta não sussurrou pra mim não. Era um lugar que tinha um monte de estátua quebrada, e era tipo uma casa de um artesão de estátuas.

[00:44:56] Amir (Guilherme): Eu fiquei até com medo de ir lá. De que tem uma árvore... Aquela árvore que fala. Árvore gigante que tem aí. Ela fala, né? Não sei se vocês falaram com ela. Tem um lugar lá que a galera limpou que tem uma descida

[00:45:05] Markhor (Juliano): No encontro.

[00:45:07] Amir (Guilherme): que tinha quatro estátuas lá embaixo. Se a estátua é tão valiosa assim... Talvez... Talvez esteja lá ainda, né? Não sei se está lá. Eu fui lá tem muito tempo.

[00:45:19] Markhor (Juliano): É, vale voltar lá uma hora. Mas enfim, por mim, tô pronto.

[00:45:23] Amir (Guilherme): Sim, sim. Aqui, pá, aqui tudo pronto também.

[00:45:26] Markhor (Juliano): Exatamente Nossa pra correr e deixar n mesmo N eu n peguei nenhuma

[00:45:27] Momonga (Silva): Pode Fazer a ação aí

[00:45:30] Mestre (Thomas): Peso de vocês, então. O Markhor tá com 799, o Ameer tá com 725, e o Momonga.

[00:45:37] Amir (Guilherme): Isso.

[00:45:43] Mestre (Thomas): Qual que é o teu peso?

[00:45:44] Amir (Guilherme): Ixi.

[00:45:45] Momonga (Silva): Um trezento E 2 se eu n me engano na sess T com o mesmo peso ainda N mudei nada

[00:45:47] Amir (Guilherme): Ah!

[00:45:55] Amir (Guilherme): Levíssimo.

[00:45:56] Mestre (Thomas): Certo.

[00:46:00] Amir (Guilherme): Sim.

[00:46:00] Mestre (Thomas): Foi o que eu disse, pô.

[00:46:01] Amir (Guilherme): Ah, pô, eu não adicionei a tocha, né, que você tinha falado pra adicionar.

[00:46:01] Mestre (Thomas): 20 tochas é igual a 200 ciclos, né?

[00:46:04] Momonga (Silva): É, tem que adicionar tocha.

[00:46:06] Amir (Guilherme): Puts, era quantas tochas? Eu esqueci de dizer aqui.

[00:46:07] Momonga (Silva): Cara, eu comprei 20 tochas.

[00:46:09] Amir (Guilherme): Então...

[00:46:09] Momonga (Silva): Dividi entre vocês aí. E o resto, então.

[00:46:13] Markhor (Juliano): O Ré ficou naquela carroça.

[00:46:14] Amir (Guilherme): É...

[00:46:16] Markhor (Juliano): Eu tô com as minhas aqui.

[00:46:16] Momonga (Silva): Ah, então pega.

[00:46:16] Amir (Guilherme): Ahm...

[00:46:17] Momonga (Silva): Quem for pegar, pega e fala quantos que sobrou lá.

[00:46:19] Amir (Guilherme): Deixa eu ver... É, eu vou ver aqui quantos eu consigo pegar, né?

[00:46:22] Momonga (Silva): Concordo com ele.

[00:46:25] Amir (Guilherme): Dez de peso... Deixa eu ver...

[00:46:31] Amir (Guilherme): Eu consigo pegar... Sete tochas! Mais do que isso, eu posso de oitocentos. n sei melhor do que remediar Vou levar tr tochas aqui qualquer coisa eu jogo fora no caminho o resto e pego o tesouro

[00:46:41] Markhor (Juliano): Cara, eu não acho que a gente vai precisar de sete tochas, não.

[00:46:48] Momonga (Silva): Mano, eu já tenho cinco, mano. Na moral.

[00:46:51] Markhor (Juliano): É, não. Se você pegar uma tocha, tá bom. O resto empresta.

[00:46:57] Momonga (Silva): É.

[00:47:02] Markhor (Juliano): Isso aí.

[00:47:02] Momonga (Silva): É, tá bom, tá bom.

[00:47:03] Markhor (Juliano): Qualquer coisa a gente taca fogo numa vila.

[00:47:04] Momonga (Silva): Tá bom.

[00:47:04] Amir (Guilherme): Eu tô com 755 o meu peso agora

[00:47:04] Mestre (Thomas): 5x5, então, o Gui ficou...

[00:47:05] Momonga (Silva): Então... Então eu tô com sete tochas.

[00:47:08] Mestre (Thomas): Aumentou seu peso, então? Deixa eu latar aqui.

[00:47:14] Momonga (Silva): Eu tenho sete tochas na carroça.

[00:47:17] Mestre (Thomas): Ah, tá. Não. Pera aí.

[00:47:25] Mestre (Thomas): 7x5, sim. O Gui tirou apenas 3 tochas, lá ainda tem... 17 tochas, né?

[00:47:33] Amir (Guilherme): 17, né?

[00:47:38] Mestre (Thomas): Bom, anota essa informação aí porque eu não estou fazendo.

[00:47:41] Amir (Guilherme): Eu não botei nada, tá?

[00:47:42] Mestre (Thomas): A parte do item de vocês aí é com vocês mesmo. Questão de... Enfim. Podem prosseguir aí, pra onde vocês vão.

[00:47:52] Momonga (Silva): Só pra me anotar.

[00:47:56] Momonga (Silva): Tudo que vocês querem me mandar depois, no final da sessão. Tudo que vocês botaram na minha carroça pra me anotar. Ou vocês...

[00:48:04] Markhor (Juliano): Eu não botei nada no teu carroço.

[00:48:06] Momonga (Silva): Não, e a armadura lá de couro batido lá.

[00:48:06] Amir (Guilherme): Não, eu...

[00:48:07] Markhor (Juliano): Eu deixei no cavalo.

[00:48:07] Amir (Guilherme): É de...

[00:48:13] Markhor (Juliano): Por mim tá no meu cavalo, porque eu acho mais seguro.

[00:48:16] Amir (Guilherme): É de couro normal, tá?

[00:48:16] Markhor (Juliano): Tá na estábula, não tá lá do fora.

[00:48:20] Amir (Guilherme): Não é de couro batido, não. Aminho, né? Não sei se vocês estão falando aminho.

[00:48:22] Markhor (Juliano): Tá.

[00:48:23] Momonga (Silva): Ah, então beleza. Então solta minhas tochas lá na calvócia.

[00:48:28] Markhor (Juliano): Ah, tá. Então beleza. É uma caixa.

[00:48:31] Amir (Guilherme): Não sei.

[00:48:31] Markhor (Juliano): Se o cara for roubar uma carroça de tocha.

[00:48:34] Amir (Guilherme): Porra! Ah, vai levar a carroça embora, né, pô?

[00:48:36] Markhor (Juliano): O cara pagou 10 de olho, né?

[00:48:40] Mestre (Thomas): Melhor levar carroça só, pô.

[00:48:44] Markhor (Juliano): Fica de olho aí que eu sou mercador de tocha.

[00:48:46] Mestre (Thomas): Não, ele... Não... Na hora de roubar ele deixa as tochas no chão e leva carroça, pô.

[00:48:51] Amir (Guilherme): Pô... Pô, o mercador vendendo informação pros outros,

[00:48:55] Mestre (Thomas): E aí

[00:48:58] Amir (Guilherme): esse cara aqui deu um dinheirado do caralho pra proteger isso aí. Vai lá e rouba lá. O cara vai lá e rouba, tu acha... Não é possível. Os caras vão depenar a carroça inteira procurando o compartimento secreto aí pra achar o que esse cara tá escondendo nessa porra.

[00:49:13] Momonga (Silva): É pra enganar, tá ligado? É pra não roubarem mais na próxima.

[00:49:15] Amir (Guilherme): É... Que parada...

[00:49:17] Markhor (Juliano): É.

[00:49:18] Momonga (Silva): Tá ligado? Mentalista, tá?

[00:49:19] Amir (Guilherme): Injusta... Então é... Deixou os caras... Sim...

[00:49:26] Markhor (Juliano): Beleza.

[00:49:28] Amir (Guilherme): Bora lá então...

[00:49:30] Markhor (Juliano): É... O caminho, mesma coisa. Agora tá de manhã?

[00:49:46] Mestre (Thomas): Só aquela faixa mesmo.

[00:49:48] Markhor (Juliano): Beleza. Ele... deixa eu lembrar aqui... ele nasce pra que lado do rio? Do que lado que a gente tá ou do outro?

[00:49:58] Mestre (Thomas): Você vai ter que me ajudar aí. O sol ele nasce pra qual lado? Leste ou oeste?

[00:50:02] Markhor (Juliano): Leste.

[00:50:02] Mestre (Thomas): Eu sempre esqueço.

[00:50:03] Markhor (Juliano): Você nasce leste ou você se põe no oeste?

[00:50:04] Mestre (Thomas): Leste.

[00:50:06] Mestre (Thomas): Você tá saindo da sua estalagem aí? Que não é estalagem, é uma pousada. Ele tá nascendo entre a sua...

[00:50:18] Mestre (Thomas): Esquerda e frente. Ele tá na diagonal aí.

[00:50:21] Markhor (Juliano): Tá, entendi. Entendi. Então o rio tá a oeste.

[00:50:24] Mestre (Thomas): Isso.

[00:50:28] Markhor (Juliano): Beleza. Bom, o caminho, se vocês não tiverem alguma outra coisa, é o mesmo, né?

[00:50:33] Amir (Guilherme): Ok...

[00:50:37] Markhor (Juliano): Passa pela fresta dos muros, dá em ruínas, acompanha com alguma distância, alguns metros, a margem do rio, até chegar próximo de onde fica aquela casa das estados.

[00:50:51] Mestre (Thomas): Sim. Eu vou narrar como é o caminho porque o Gui ainda não veio nesse local, tá?

[00:51:00] Momonga (Silva): Eu também não fui, né?

[00:51:01] Mestre (Thomas): O Gui.

[00:51:01] Amir (Guilherme): Aham...

[00:51:02] Mestre (Thomas): É verdade, é verdade. Quando vocês saem da pousada, imediatamente pra esquerda de vocês Abre-se, tem aquele apêndice na construção que traz os cavalos e tal, um pequeno curral aí pelos cavalos.

[00:51:25] Amir (Guilherme): Aham...

[00:51:26] Mestre (Thomas): Ao redor tem algumas construçõezinhas também, ao redor dessa construção maior que é a pousada, são quatro especificamente.

[00:51:27] Amir (Guilherme): Eu consigo...

[00:51:34] Mestre (Thomas): Para a direita de voc voc escutam um barulho relativamente forte de corrente E para a frente de voc voc escutam um barulho relativamente forte de corrente E pra frente de voc voc veem os muros das ru de Ardenvul Esses muros aí, eles estão em várias partes quebrados e já completamente demolidos. Abre-se, o que você está esperando? Abre a porta do rio

[00:52:46] Amir (Guilherme): Eu consigo ver aquela barragem grandona de pedra daqui? Onde a gente tá? É tipo, tem um... Onde a gente tá é em outro lugar, porque eu não sei onde a gente tá não.

[00:53:04] Mestre (Thomas): A sua direita vai ter duas torres, uma de cada lado do rio. Inclusive elas estão parcialmente destruídas, tá? Em diferentes estágios aí de destruição. Tem uma ponte imediatamente à sua frente, que ela tá quebrada, no meio dela ali. E vocês estão indo pra esquerda. Nesse caso aí que é onde tem...

[00:53:29] Amir (Guilherme): Ok. Ok ok Tem algum rastro de bicho a

[00:53:31] Mestre (Thomas): Que é pra direção aí do centro da cidade Você consegue perceber que tem muros rodeando toda... Toda a cidade aí em ruínas Deixa eu ver inclusive aqui

[00:53:48] Mestre (Thomas): O quanto vocês andam por turno com a recepção de vocês Vocês estão até 800, tá, já vi aqui 5 turnos aqui

[00:54:00] Mestre (Thomas): Com uma boa caminhada vocês chegam nessa ponte aí, deixam o rio pra direita de vocês e seguem.

[00:54:11] Mestre (Thomas): Cinturas aqui Depois de uma boa caminhada tamb Voc come a ver Na frente de voc

[00:54:31] Mestre (Thomas): Uma pequena casinha Um pouco mais conservada do que O restante do ambiente aí E perto dela Tem uma ponte Que essa dessa vez está inteira Que atravessa O rio Ele é dado uma pequena A ilhota formada por esse mesmo rio. Porque pouco antes dessa ponte, o rio se divide em dois. Vocês conseguem ver aqui mais pra frente, esse rio se encontra novamente. Na onde vocês estão olhando. Então forma essa pequena ilhota e no interior dela tem muros. E na posição que vocês estão vendo, o muro tá quebrado nessa parte aí, e você consegue ver o interior dessa área. E tem uma espécie de casarão aí, uma grande construção, e ela já tá bem destruída também.

[00:55:36] Mestre (Thomas): Chegando perto dessa área aí, da ponte, o que vocês fazem? Sim, cara, perto das margens você vê rastros largos

[00:55:45] Amir (Guilherme): Como é mais molhado, imagino que seria mais fácil de ver.

[00:55:55] Mestre (Thomas): de alguma coisa aí que parece ter se arrastado e você vê também em algumas outras partes grandes pegadas inclusive Abre... São pegadas de um quadruped, né? E... Você consegue ver que as patas dianteiras são diferentes das patas traseiras.

[00:56:24] Mestre (Thomas): É um quadruped, cara, bem grande, tá?

[00:56:24] Markhor (Juliano): Isso. Isso aí eu ouvi da última vez, me falaram que era sapo gigante.

[00:56:28] Amir (Guilherme): Ok. Estranho.

[00:56:38] Amir (Guilherme): Hum, faz sentido. Eu sei que tem lugar aqui que tem uns babuínos também. Talvez estão andando aí arrastando o punho no chão.

[00:56:50] Mestre (Thomas): Não, é...

[00:56:50] Markhor (Juliano): Desse tamanho Essa parte que t arrastando junto com essas pegadas que eu associei com o sapo gigante assim

[00:56:50] Amir (Guilherme): Eu não sei.

[00:56:52] Mestre (Thomas): Nessa parte que tá arrastando aí, Gui, é... É mais largo do que você.

[00:56:59] Amir (Guilherme): Ah, não, tá. Acho que não era desse tamanho, não.

[00:57:10] Mestre (Thomas): Não, então...

[00:57:10] Markhor (Juliano): Ou é outro?

[00:57:12] Mestre (Thomas): Parece outra coisa.

[00:57:14] Markhor (Juliano): E parece ter pegadas em volta da parte arrastada.

[00:57:20] Mestre (Thomas): Sim, sim, você percebe isso sim. Mas não dá pra reconhecer muito bem essas pegadas porque... Elas tamb est um tanto arrastados

[00:57:32] Markhor (Juliano): Eu fiquei pensando se isso aqui não era o jacaré, que eles avisaram que tinha sapo gigante e jacaré.

[00:57:32] Amir (Guilherme): Vê se... Ah, porra, que meada.

[00:57:41] Amir (Guilherme): Esses bichos são... Perigo.

[00:57:44] Markhor (Juliano): É, não.

[00:57:44] Amir (Guilherme): Tudo é um perigo aqui, na verdade.

[00:57:46] Markhor (Juliano): Tudo é um perigo.

[00:57:48] Amir (Guilherme): Sim. A coisa na água é pior do que tudo.

[00:57:50] Markhor (Juliano): E sabe o que é pior? Olha essa pontezinha aqui pra essa ilha. A última vez que a gente chegou perto, os guardas gritaram lá de longe que todo mundo que entra aí nesse lugar morre. Ou não volta mais.

[00:58:01] Amir (Guilherme): Acho. É. Então já... Não é um bom sinal.

[00:58:09] Markhor (Juliano): É, é um lugar pra retornar depois de um bom tempo aí, uns itens mágicos. Ainda não é nesse nível, vai precisar de muito financiamento.

[00:58:19] Amir (Guilherme): Vários lutes, quem entrou e morreu aí deve ter coisa desse lado também.

[00:58:27] Momonga (Silva): Vocês estão bem preparados, pelo que eu saiba.

[00:58:31] Amir (Guilherme): Não sei se estão bem esse não.

[00:58:37] Momonga (Silva): Eu vou financiar vocês, eu acho que vou virar empresário.

[00:58:45] Momonga (Silva): Na moral, mano. Bom, pessoal, é... Pode continuar ganhando a gente?

[00:58:54] Amir (Guilherme): Ah, não, vamos ver onde é. Não tem esse trem aí.

[00:58:57] Markhor (Juliano): Vamos lá pra parte das status. Aí é começar a se afastar da margem do rio para ir em direção ali às ruínas novamente e até aquela casa das estados.

[00:58:59] Momonga (Silva): Porque não tem nada pra chamar atenção por enquanto.

[00:59:00] Mestre (Thomas): Quais as direções?

[00:59:04] Momonga (Silva): Aqui N tem nada que a gente pode fazer nesse momento N h nada que possa ser feito N Ixi

[00:59:11] Amir (Guilherme): Cara, eu vou nesse caminho aí, eu vou... A gente vai pegar e andar um pouco mais longe da água, né? Longe dessas pegadas assim, eu vou ir olhando a água, cara, se tem algum... movimento estranho aí.

[00:59:24] Mestre (Thomas): Certo. Cara, esse rio é tão violento que a própria água dentro dele faz bolhas. A água fica borbulhante aí e, cara, não dá pra ver por através dela não.

[00:59:37] Amir (Guilherme): Uhum.

[00:59:45] Amir (Guilherme): Ok. Menos mal n Porque o bicho for nadar a creio que n vai ser t r Se que consegue Mas bora continuar ent

[01:00:01] Mestre (Thomas): Qual que é a direção que vocês vão?

[01:00:12] Mestre (Thomas): Tá, você deixa eu ver nas suas costas, é isso?

[01:00:16] Markhor (Juliano): Isso. Isso.

[01:00:17] Mestre (Thomas): Ok, certo. Depois de uns minutos de caminhada, vocês chegam numa região que tem várias casas. Abre-se, e se inscreva no canal! E na região, pedaços de estátuas. Que é pra onde vocês vão.

[01:01:05] Markhor (Juliano): Essa outra que está um pouco mais inteira é a da chaminé ou é uma outra...

[01:01:12] Mestre (Thomas): Não tem chamina em cima dela não.

[01:01:16] Markhor (Juliano): Beleza, é uma casa diferente. Bom, o Momonga estava aqui quando a gente veio a primeira vez, mas depois a gente conseguiu explorar um pouquinho mais.

[01:01:34] Markhor (Juliano): Acho que a gente pode ir com cuidado caso alguma outra criatura tenha entrado aqui depois, mas o início dos túneis estava relativamente livre de perigos. Essa das estátuas. A Quashamnê eu entrei e o Monga não conheceu.

[01:01:51] Amir (Guilherme): Ok.

[01:01:55] Amir (Guilherme): Vamos lá. Vamos ir com o que eu quero então. E olhando esse... Foi essa primeira casa que vocês entraram ou foi essa com o chaminé que você mencionou?

[01:02:11] Markhor (Juliano): Mas é um pouquinho mais distante.

[01:02:12] Amir (Guilherme): Ok.

[01:02:15] Amir (Guilherme): Ok, ok. Cara, vamos... Vamos nessa desestatamento então. Eu vou me aproximar aí dela. Vou tentar ouvir algum som de dentro aí. Ok.

[01:02:30] Mestre (Thomas): Se aproximando um pouco mais, você começa a ver com mais detalhes os pedaços de estátuas que tem aí, cara. E todas são feitas de uma pedra branca.

[01:02:46] Mestre (Thomas): Claro, elas estão encardidas por causa da terra no chão. Mas você percebe que são pedras brancas, relativamente brancas. E você também repara que não tem nenhuma inteira não, cara. Você vê ali pedaços de mão, pedaços de tronco, mas nada inteiro de fato.

[01:03:04] Amir (Guilherme): Mexe.

[01:03:06] Mestre (Thomas): Chegando mais perto da casa, você repara que no interior dela tem uma escadaria que dá pra baixo.

[01:03:19] Amir (Guilherme): Ok.

[01:03:19] Mestre (Thomas): A casa só tem um cômodo, praticamente, e não tem teto. O teto já desabou.

[01:03:31] Amir (Guilherme): Certo.

[01:03:31] Markhor (Juliano): Voc quer ir na frente ou mesmo Voc que tem essa experi a Pra baixo da escada vai precisar de tocha Eu acho que agora a gente pode descer atr

[01:03:35] Amir (Guilherme): É aqui... É claro aqui? Está escuro? Como é que está aqui? Por causa do teto está...

[01:03:44] Mestre (Thomas): É, dá pra enxergar, tá nublado, mas dá pra enxergar.

[01:03:44] Amir (Guilherme): Essa escada que desce...

[01:03:49] Amir (Guilherme): Cara, eu vou primeiro... Eu vou... Eu vou pegar minha faquinha na mão, vou deixar minha mochila em cima pra fazer menos barulho. Eu vou descer a escada devagarzinho ali, vendo se... Se os degraus tão fazendo barulho. Pra dar uma olhada lá embaixo.

[01:04:15] Mestre (Thomas): Sim, os degraus eles são feitos de pedra, cara. Então, enquanto você pisa aí, não faz barulho algum. Você que é ladino, inclusive, não tem nenhum problema em ser silencioso nessa parte.

[01:04:23] Amir (Guilherme): Ok.

[01:04:28] Mestre (Thomas): Chegando aí embaixo, pela iluminação natural, você percebe que tem mais estátuas jogadas aí.

[01:04:29] Amir (Guilherme): Ok.

[01:04:36] Mestre (Thomas): Inclusive nessa área tem uma concentração maior delas. Existe uma mesa... Deixa eu lembrar aqui certinho.

[01:04:50] Mestre (Thomas): Tem uma mesa... Encostada... Numa abertura na parede. Você repara que tem aí... Essa abertura na sua frente lá... Na parede oposta que você acaba de entrar. Não parece ser o caso não, você repara que tem algumas pilhas de estátuas sim, mas a única coisa diferente é que parte do teto, no canto mais pra frente aí na esquerda, desabou.

[01:05:09] Amir (Guilherme): Ok. Essa... Esse local parece que tem algum lugar assim que podia estar... Sei lá, algum bicho escondido atrás de algum pedaço de estátua quebrada, alguma coisa assim.

[01:05:39] Mestre (Thomas): Então tem bastante entulho que se formou aí embaixo por causa disso.

[01:05:45] Amir (Guilherme): Ok. Aí eu vou...

[01:05:48] Mestre (Thomas): Sim, sim.

[01:05:48] Amir (Guilherme): Eu vou subir lá, vou pegar minha mochila de novo. Cara, eu vou... Eu vou pegar o meu bastão de 3 metros aqui. E vou sair cutucando umas coisas aí pra ver se não tem algum escorpião, uma cobra assim. Pode ser andando normal assim, só que passando o bastão na frente onde eu vou andar, saca?

[01:06:15] Amir (Guilherme): É.

[01:06:15] Mestre (Thomas): Cara, faz sentido ter algum bicho menor aí sim, tá? Falei pra mim de um D6. Tem uma chance em 6 de você acabar encontrando algum bichinho aí.

[01:06:27] Amir (Guilherme): Ok.

[01:06:29] Mestre (Thomas): Do 2.

[01:06:29] Amir (Guilherme): Um, dois.

[01:06:31] Mestre (Thomas): O local, pelo que você tá percebendo aí, tá um tanto vazio, cara. Não tem nenhum rato, não tem nenhuma cobra aí, não. Não tem perna nenhuma aí não.

[01:06:38] Amir (Guilherme): Ok. A estátua que você estava querendo era esse pedaço quebrado aqui ou é o outro meio para dentro aí?

[01:06:48] Markhor (Juliano): Então, deixa eu te explicar. E essas que o Momonga tá consertando, a gente pegou dos pedaços quebrados aqui. A gente pegou duas que tinham uns pedaços maiores, era mais fácil de consertar. Consertar. Pra tentar vender pra uns caras que compram estátua.

[01:07:02] Amir (Guilherme): Ah, sim.

[01:07:05] Markhor (Juliano): Só que o seguinte, eu vim aqui num outro dia e eu abri, tá vendo onde tá a mesa? Eu botei pra travar ali, era uma porta secreta. É uma porta de pedra que deslizou pra dentro da parede. E pra lá, daí tem uma escadaria em espiral que desce muito pra baixo. E dá num túnel de pedra natural. E nesse túnel tem uma porta de pedra também.

[01:07:28] Amir (Guilherme): Ixi.

[01:07:32] Markhor (Juliano): E que quando a gente abriu a gente viu uma sala repleta de entulho e coisa e papel e armário e coisas estranhas. Com uma estátua que ganha ouvido e segura uma lança.

[01:07:43] Amir (Guilherme): Ixi, cara.

[01:07:43] Markhor (Juliano): E é essa estátua que eu vim com o martelo pra quebrar e a gente entrar.

[01:07:49] Amir (Guilherme): Ok. Cara, você falou de pedaço de consertar estátua aí. Eu tenho um braço de estátua guardado, tem mó cota, que tem tipo uns veios diferentes no meio dela assim, não sei o que. Um braço inteiro praticamente, que eu peguei muito tempo atrás aí.

[01:08:06] Markhor (Juliano): No... Então.

[01:08:06] Amir (Guilherme): Só que eu não usei pra nada.

[01:08:06] Markhor (Juliano): Então... Olhando nessa sala das peças quebradas eu tô vendo o pé? A perna, na verdade?

[01:08:19] Mestre (Thomas): Daquela que você tá se referenciando.

[01:08:25] Markhor (Juliano): Ixi... Tá, gente... Alguém veio aqui.

[01:08:32] Markhor (Juliano): Tinha uma perna gigante quebrada numa estátua

[01:08:32] Amir (Guilherme): Ok. É tipo um mármore com meio que um veio metálico no meio dele.

[01:08:36] Markhor (Juliano): Que eu soube que possivelmente ela completa uma estátua de uma ponte mais abaixo no rio. E eu tava com a ideia de ir juntando esses pedaços, talvez até a cabeça quebrada seja um pedaço dessa estátua.

[01:09:00] Markhor (Juliano): Essas aqui elas pareciam ser só de mármore. Eu não lembro de ter visto o vinho metálico.

[01:09:06] Amir (Guilherme): Aqui eu tenho lá esse trem. Quer dizer, não sei se está lá ainda. Lá tem vários meses.

[01:09:11] Markhor (Juliano): Onde é que você deixou?

[01:09:13] Amir (Guilherme): Está lá na estalagem em Caco Amarelo. Eu larguei lá e está lá tem um bilhão de anos.

[01:09:19] Markhor (Juliano): Mas é, então, eu tava aqui uns dias atrás e a perna ainda tava aqui, agora a perna não tá mais aqui.

[01:09:23] Amir (Guilherme): Né Então, alguém realmente Ou sai andando, né? Pode ser também Mas provavelmente alguém pegou

[01:09:31] Markhor (Juliano): Mas ela tava sem o pé, ela tava sem o pé.

[01:09:32] Amir (Guilherme): Alguma hora nós achas, sim Né

[01:09:36] Markhor (Juliano): Ah é, é, não sei se tô querendo achar agora. É, só pra avisar vocês, pelos testes que a gente fez lá embaixo, quando desceu pro túnel, a estátua que ganha vida não parece conseguir sair da sala dela.

[01:09:40] Amir (Guilherme): Mas

[01:09:50] Markhor (Juliano): Então a gente pode tentar fazer alguma coisa antes dela de entrar em combate com ela.

[01:09:51] Amir (Guilherme): Mas ela

[01:09:56] Amir (Guilherme): Ela mexe, tipo, ela não mexe só os braços não Ela anda pela sala, só não sai da sala Hum

[01:10:01] Markhor (Juliano): Ela anda pela sala e parece se defender de qualquer coisa que tente entrar, a gente tacou uma tocha e ela bateu na tocha. Mas assim, vamos com cuidado sabendo que alguém veio aqui pegar essa perna.

[01:10:08] Amir (Guilherme): Ok, tá.

[01:10:15] Markhor (Juliano): Ele tem alguma coisa a mais esperando a gente.

[01:10:19] Amir (Guilherme): Ok. Eu vou... Eu vou acender... Primeiro, essa... Isso que t tampando o caminho a eu vou olhar se ningu Botou uma armadilha algum fio alguma coisa assim vou dar Primeiro voc deu uma tocha n Pra ser mais f de ver

[01:10:38] Mestre (Thomas): Certo.

[01:10:38] Amir (Guilherme): Você deu uma tocha, vou gastar aqui já.

[01:10:41] Mestre (Thomas): Deixa eu colocar aqui que a tocha vai ser acendida.

[01:10:45] Amir (Guilherme): E eu vou olhar atrás dessa... É uma estante ou uma porta de pedra? Eu não entendi muito bem isso daí.

[01:10:52] Mestre (Thomas): Cara, tem essa mesa na sua frente. Ela inclusive t de lado E voc percebe que ela feita de madeira maci Ela A B

[01:11:19] Amir (Guilherme): Oxi! Ah, sim.

[01:11:29] Mestre (Thomas): Essa abertura não tem nenhum mecanismo em relação a dobradiça ou alguma coisa que lembre uma porta, sabe?

[01:11:39] Amir (Guilherme): Ah.

[01:11:40] Mestre (Thomas): Você só repara uma linha, entre aspas, no batente da parte direita dessa abertura. Não, não, uma linha...

[01:11:51] Amir (Guilherme): Uma linha, tipo um fio de pano. Uma linha no...

[01:11:59] Mestre (Thomas): Escavada aí nessa abertura.

[01:12:02] Amir (Guilherme): Ah, sim.

[01:12:03] Mestre (Thomas): Uma linha vertical. Vindo desde a parte ali de cima dessa abertura até embaixo.

[01:12:09] Amir (Guilherme): Ok, tá. Cara, eu vou só tirar essa... Tirar essa chapa de cima aí, botar no chão e... E... Empurrar esse estante pro lado, hein?

[01:12:22] Mestre (Thomas): É, não tem estante não, guerreiro, é uma mesa.

[01:12:23] Amir (Guilherme): Ah, empurrar a mesa, isso. Eu tô filmando a mesa do estante toda hora.

[01:12:28] Mestre (Thomas): Inclusive dá pra passar por cima e pro baixo dessa mesa, tá? E essas chapas, se você percebe que ela tá ou colada ou encaixada certinho, de uma forma que você não consegue tirar não, cara.

[01:12:32] Amir (Guilherme): Ah.

[01:12:43] Amir (Guilherme): Ixi.

[01:12:44] Mestre (Thomas): Pelo menos não facilmente, né? Se você tentar ir puxar ela, ela não sai não.

[01:12:49] Amir (Guilherme): O que vocês acham, galera? Eu deixo esse trem mesmo, né? Passo por baixo. Fala que na hora de correr isso aí...

[01:12:53] Markhor (Juliano): A gente tinha botado aqui pra, digamos, segurar a porta se ela fosse fechar atrás da gente.

[01:12:54] Amir (Guilherme): Ia atrapalhar. Ah, vamos passar por...

[01:13:01] Markhor (Juliano): Mas a gente não viu o sinal dela querendo fechar. A gente poderia remover a mesa e fazer algum barulho, né? Mas dá pra passar por baixo. Eu só queria, antes de passar, dar uma olhada na chapa

[01:13:10] Amir (Guilherme): Eu vou passar por baixo, né? Deixa esse trem aí.

[01:13:13] Mestre (Thomas): Ok. Ah, Gui. Fala aí primeiro.

[01:13:20] Markhor (Juliano): e ver se ela tem algum relevo, algum escrito nela, ou era só uma chapa de trabalho que estava ali.

[01:13:29] Mestre (Thomas): Certo. Não que você percebe, mas são marcas de ferramentas que bateram nessa chapa. Alguns cortes, algumas batidas contundentes de algum martelo ou algo do tipo. Mas o que você repara aí diferente é que tem algumas gotas de sangue formando uma linha até a outra parte da mesa.

[01:13:51] Amir (Guilherme): Oxi. Recente?

[01:14:00] Mestre (Thomas): Cara, você olha e o sangue parece que tá seco.

[01:14:06] Amir (Guilherme): Hum.

[01:14:06] Markhor (Juliano): Formando uma linha, como se ela estivesse escorrendo da chapa até onde? Abre a porta do

[01:14:12] Mestre (Thomas): N t escorrendo n voc v tipo uma gota a mais perto de voc umas outras duas gotas na parte do meio e algumas outras ali no final Formando uma linha at a outra parte Uma linha imaginária, né?

[01:14:39] Mestre (Thomas): É, tá formando uma linha reta pra dentro da passagem.

[01:14:48] Amir (Guilherme): É.

[01:14:51] Amir (Guilherme): Sim. O status espetou alguém aí e correu pra fora.

[01:15:03] Amir (Guilherme): É, vamos tirar ela daí então, vamos tirar ela da frente.

[01:15:08] Mestre (Thomas): Vocês vão tirar a comba dela daí?

[01:15:12] Markhor (Juliano): A gente vai pro Amiur aí do outro lado pra gente tentar levantar ao mesmo tempo pra ver se não arrasta ela, né?

[01:15:18] Amir (Guilherme): Acho que acabou, eu ia fazer isso.

[01:15:19] Markhor (Juliano): Levantar e só colocar mais pra dentro dessa...

[01:15:28] Momonga (Silva): Bom, então eu entro debaixo da mesa

[01:15:28] Mestre (Thomas): Tá, vocês três vão fazer isso daí então.

[01:15:30] Momonga (Silva): e tento levantar ela por baixo para ajudar vocês.

[01:15:36] Amir (Guilherme): Boa.

[01:15:40] Mestre (Thomas): Vocês vão deixar onde exatamente?

[01:15:43] Markhor (Juliano): Eu acho que dá pra deixar mais pra um lado de uma das paredes, perto de onde ela tava mesmo antes, pra não ficar no caminho.

[01:15:48] Mestre (Thomas): Certo. Ela tava na parede da direita aí de vocês.

[01:15:54] Markhor (Juliano): É isso aí.

[01:15:56] Amir (Guilherme): Ok, é.

[01:15:57] Mestre (Thomas): Tá, se... Essa mesa é bastante pesada, mas como vocês três, vocês conseguem fazer aos pouquinhos levantando ela, pra não fazer barulho. Vocês eventualmente deixam ela ali na... na direita de vocês, encostada na... na parede. Essa passagem dá para um pequeno cômodo, onde no meio tem uma escadaria de madeira também, que desce.

[01:16:16] Amir (Guilherme): Ok.

[01:16:16] Markhor (Juliano): Beleza.

[01:16:16] Amir (Guilherme): Eu vou com a tocha e tal, vou seguir e descer, é uma escadaria circular assim né Ok eu vou descer vou descer ela ent Espiral Ok Isso

[01:16:43] Mestre (Thomas): Chegando mais perto dela, você repara que é uma escadaria em... esqueci o nome, você acabou de falar em espiral, isso.

[01:16:55] Mestre (Thomas): E você vai descer aí, correto? Deixa eu ver aqui o tempo que vai demorar.

[01:17:05] Mestre (Thomas): É só você ou vai tudo, tudo, rapaziada?

[01:17:11] Amir (Guilherme): Acho que eu passo na frente, né? Depois a galera desce.

[01:17:14] Markhor (Juliano): Eu... É...

[01:17:15] Momonga (Silva): Eu... É, pode ser também.

[01:17:16] Markhor (Juliano): Momonga, você pode acender uma tocha?

[01:17:20] Momonga (Silva): Posso.

[01:17:21] Markhor (Juliano): J que a gente vai ficar separado um pouco do Ameir Eu tenho duas ideias Primeiro que

[01:17:21] Momonga (Silva): Eu aceito tomar tosse.

[01:17:24] Mestre (Thomas): Tá, deixa eu ver aqui o tempo que você vai demorar aí. Só um segundo.

[01:17:31] Amir (Guilherme): Ok.

[01:17:38] Mestre (Thomas): Tá, perfeito. Cara, você vai descendo aí e você percebe que as escadas são bastante longas. Você gasta uns bons minutos até finalmente chegar no fim dela. Deixa eu ver aqui no mapa pra onde que ela leva...

[01:17:52] Amir (Guilherme): Ok.

[01:17:55] Mestre (Thomas): Aqui...

[01:17:59] Amir (Guilherme): Vamos ver se aqui embaixo tem algum rastro de sangue, alguma coisa assim.

[01:18:01] Mestre (Thomas): Sim, enquanto você tava descendo você percebeu mais gotas de sangue, inclusive elas estavam se intensificando, tá? Enquanto você tava descendo aí.

[01:18:15] Amir (Guilherme): Aham.

[01:18:16] Mestre (Thomas): As escadas, elas terminam em um corredor feito de pedra natural. Voc repara as paredes o teto tem algumas pontas afiadas e tal N foi n teve um trabalho a sabe O que que isso

[01:18:35] Amir (Guilherme): Uhum.

[01:18:42] Amir (Guilherme): Isso aqui, hein.

[01:18:59] Mestre (Thomas): Tem um corpo deitado no chão perto dessa porta. E o rastro de sangue vai até mais ou menos perto desse corpo.

[01:19:06] Amir (Guilherme): Ixi.

[01:19:13] Mestre (Thomas): E claro, tem uma poça de sangue ao redor desse corpo.

[01:19:15] Amir (Guilherme): Oxi.

[01:19:21] Amir (Guilherme): Ok. Então tinha... Dois malucos, um foi pro saco e o... Outro fugiu, eu acho. Dá pra entender isso? Ah, cara, deixa eu voltar ali um pouquinho pra descer a escada e falar pra outra galera descer também.

[01:19:43] Mestre (Thomas): Estão uns bons minutos de distância de vocês. Você vai só esperar ou você vai fazer alguma outra coisa aí enquanto eles chegam?

[01:19:51] Amir (Guilherme): Ah, cara, vou ficar olhando essa sala aí, vou esperar a galera chegar.

[01:19:57] Mestre (Thomas): Tá. Olhando através da porta aqui, você repara que existe uma estátua.

[01:20:06] Mestre (Thomas): Parada poucos passos depois dessa porta. Ela segura...

[01:20:10] Amir (Guilherme): Hum, ok.

[01:20:12] Mestre (Thomas): Ela tá de frente pra você e ela segura uma lança com ela, uma lança escura. A estátua em si parece ser feita de uma pedra comum assim cinza.

[01:20:19] Amir (Guilherme): Certo.

[01:20:24] Mestre (Thomas): A lança se destoa em comparação à estátua.

[01:20:29] Amir (Guilherme): Ok. Certo. A lança da estátua tá cheia de sangue também. Ok, então...

[01:20:36] Mestre (Thomas): Na ponta você percebe que sim.

[01:20:41] Amir (Guilherme): Imagino que tenha sido isso mesmo. Mas certo, vou esperar a galera então. Ixi...

[01:20:49] Mestre (Thomas): Ok. Enquanto você tá esperando, os minutos vão passando e tal, sua tocha inclusive termina, tá?

[01:20:54] Momonga (Silva): Quanto tempo durou uma doxa?

[01:20:57] Mestre (Thomas): Você vai acender uma nova? Tá, deixa eu anotar aqui.

[01:20:59] Amir (Guilherme): Ah, vovô. Ok.

[01:21:03] Mestre (Thomas): Mais uma tocha acesa.

[01:21:09] Mestre (Thomas): E quando você está acendendo a sua segunda tocha, os outros dois chegam.

[01:21:16] Amir (Guilherme): Safe.

[01:21:18] Mestre (Thomas): A tocha dura uma hora.

[01:21:20] Momonga (Silva): Beleza.

[01:21:25] Amir (Guilherme): É... qual a ideia aqui então galera? Eu tenho uma funda aqui, eu consigo meter pedra nessa estátua aí de fora da sala aqui, mas... N sei se ela vai ficar bolada n Ah ent parece que Quer dizer tem um morto l dentro n

[01:21:39] Markhor (Juliano): De longe da estátua. É que assim, o que eu... Olhando pra essa situação, eu fico pensando que a estátua... perseguiu alguém. Será?

[01:21:57] Amir (Guilherme): Um foi pro caralho aí Parece que...

[01:21:58] Mestre (Thomas): O morto está no corredor bem perto da porta.

[01:22:03] Amir (Guilherme): Ah, ele tá no corredor, achei que tava dentro da sala

[01:22:05] Mestre (Thomas): Sim.

[01:22:05] Amir (Guilherme): Ok É...

[01:22:10] Markhor (Juliano): E pelo rastro ser mais intenso aqui, na parte de baixo da escada, Eu entendo que ele veio piorando pra cá, né? Então...

[01:22:20] Amir (Guilherme): Oxe, mas então esfaquearam ele lá em cima e ele desceu?

[01:22:21] Markhor (Juliano): Ele...

[01:22:25] Markhor (Juliano): É... Ou a estátua esfaqueou ele e puxou ele até aqui?

[01:22:31] Amir (Guilherme): Ah, então, eu acho que tinha dois malucos aí.

[01:22:34] Mestre (Thomas): O rastro de sangue não conecta com a poça de sangue que se formou ao redor do corpo. Agradecimentos a todos os participantes

[01:22:44] Amir (Guilherme): É. Um fugiu aí e o outro aí tá... Tá aí o que sobrou dele.

[01:22:48] Markhor (Juliano): Ah... Faz sentido.

[01:22:50] Amir (Guilherme): Vai ver aí se ele tá com o pé aí, com a perna desse tato. Ele tá no corredor mesmo.

[01:22:54] Markhor (Juliano): Acho que a perna era bem grande. Acho que daria pra ver, né? Nesse cara. Acho que o outro que levou embora.

[01:22:59] Amir (Guilherme): É.

[01:23:00] Markhor (Juliano): Essa bolsa de cinta é boa aí pra você, Amir.

[01:23:02] Amir (Guilherme): Vou olhar o que ele tem aí, Thomas. No que ele tá carregando aí.

[01:23:07] Mestre (Thomas): Você repara que o corpo da pessoa falecida aí tem um cabelo loiro, humano, e ele tem uma bolsa, uma bolsa de cinto, inclusive, e ele tá vestindo uma armadura de couro batida.

[01:23:27] Amir (Guilherme): Uhum. Ok

[01:23:28] Mestre (Thomas): Você vai pegar a mochila dele e dar uma olhada?

[01:23:29] Amir (Guilherme): Ah, vou... Cutucar aí primeiro com a cavara, né? Pra ver se nenhum bicho entrou aí pra comer a ração dele Então vou abrir sim

[01:23:39] Mestre (Thomas): Não parece ser o caso.

[01:23:45] Mestre (Thomas): Certo. Abrindo, cara. Rola pra mim um D10.

[01:23:53] Amir (Guilherme): 10, 1, 19

[01:23:53] Mestre (Thomas): Quero saber se tem alguma coisa valiosa aí.

[01:23:54] Amir (Guilherme): 2

[01:23:57] Mestre (Thomas): Dois, tá.

[01:23:57] Amir (Guilherme): Uhum

[01:24:00] Mestre (Thomas): Cara, você encontra... Basicamente, coisas comuns de exploração. Você vê algumas rações ali. Um cantil, algumas tochas e etc, sabe? Tem três tochas, hein?

[01:24:17] Amir (Guilherme): Quantas tochas ele tem? Eu vou pegar a tocha para enterar o que eu gastei.

[01:24:24] Amir (Guilherme): 3, ok.

[01:24:26] Mestre (Thomas): Deixa eu inclusive ver um detalhe aqui Ele vai ter alguma coisa a mais, tá? Deixa eu ver aqui Eu devia ter falado das chances, mas agora já foi

[01:24:34] Amir (Guilherme): Safe.

[01:24:47] Mestre (Thomas): Cara, rola pra mim um D100, hein?

[01:24:50] Amir (Guilherme): V100.

[01:24:53] Amir (Guilherme): 69.

[01:24:56] Mestre (Thomas): 69?

[01:24:57] Amir (Guilherme): 69, é?

[01:24:59] Mestre (Thomas): Ok Certo

[01:25:06] Mestre (Thomas): Cara, você encontra um saquinho cheio de um pó meio esverdeado.

[01:25:21] Amir (Guilherme): Aí eu aclero, você que... mexe mais com essas coisas aí se não for veneno eu não sei não entendo nada se for veneno talvez eu saiba alguma coisa mas não tenho certeza dá uma olhada aí

[01:25:35] Momonga (Silva): Ih, você tá me dando pó.

[01:25:40] Momonga (Silva): Eu vou pegar pra ver o que que é. Pra ver se eu entendo. Pelo menos pra ver se eu consigo ter um conhecimento desde o tempo que eu...

[01:25:45] Amir (Guilherme): hum

[01:25:49] Momonga (Silva): Fiquei...

[01:25:50] Mestre (Thomas): Certo.

[01:25:51] Momonga (Silva): No templo lá da... Sarsfieldotis, Savivian Eu vou pegar esse... é um pó?

[01:25:59] Mestre (Thomas): Cara, verificando aí, você sente o cheiro e tudo mais. Tem um cheiro agradável, um cheiro doce, inclusive. E o que você já viu antes? Mas não é nada que você já tenha visto antes não Certo

[01:26:14] Amir (Guilherme): ok e a bolsa de cinto que ele estava aí

[01:26:25] Mestre (Thomas): Você verificando, você encontra... Duas... Nãoforas de óleo

[01:26:32] Amir (Guilherme): é bem a mais

[01:26:33] Mestre (Thomas): E uma vela

[01:26:33] Amir (Guilherme): Opa, verde!

[01:26:34] Mestre (Thomas): É um porre, tá num saquinho de...

[01:26:41] Momonga (Silva): Um pó verde.

[01:26:45] Mestre (Thomas): Sim

[01:26:46] Amir (Guilherme): é, cadê

[01:26:47] Mestre (Thomas): Certo, ele tá numa pequena bolsinha de couro, viu?

[01:26:48] Momonga (Silva): Eu vou pegar esse pozinho verde e vou guardar.

[01:27:02] Amir (Guilherme): uma flor de óleo é, é verdade

[01:27:12] Amir (Guilherme): vou, vou jogar

[01:27:14] Markhor (Juliano): Deus, tem uns apetrechos aí.

[01:27:15] Amir (Guilherme): sim eu vou

[01:27:17] Mestre (Thomas): Ok Ok S ver se eu piso a final Deixa eu ver Com container bolsa de 5

[01:27:19] Amir (Guilherme): vou jogar, eu vou tirar essa essa essa vela daí e vou deixar os olhos dentro da bolsa aí mesmo Vou botar aqui pra bolsa no caso A bolsa tem pesos também? Não sei se tem Ah, é 5, acho que eu achei

[01:27:53] Mestre (Thomas): Isso, 5

[01:27:56] Amir (Guilherme): Ok

[01:27:57] Mestre (Thomas): 7, 9, ok

[01:27:59] Amir (Guilherme): Então eu tô com 790 Pegando as zanfuras e as tochas desse cara É...

[01:28:10] Mestre (Thomas): Tá te falando

[01:28:14] Amir (Guilherme): Então, da estátua aí, era o quê?

[01:28:16] Markhor (Juliano): Ó, o que que eu... O que que eu tinha pensado? Eu treinei laçar coisas. Eu pensei de tentar laçar de fora a sala a lança do cara e tentar tirar a lança da estátua.

[01:28:32] Amir (Guilherme): Caralho, era boa, hein?

[01:28:32] Markhor (Juliano): Se eu não conseguir tirar, pelo menos eu posso tentar prender o Momonga que não quer participar das coisas, mas segura. E daí ele vai ter mais dificuldade de atacar a gente, daí eu desco o martelo e você na funda.

[01:28:48] Amir (Guilherme): Sim. É... Essa estátua aí, ela chegou a atacar... Da outra vez, vocês viram ela andando e meter o pé?

[01:28:56] Markhor (Juliano): Quando a gente abriu a porta, a gente pisou pra dentro, ela começou a se mexer na nossa direção, tipo com a lança apontada, a gente recuou e ela ficou parada na porta. Daí a gente testou tacar uma tocha e ela atacou a tocha. Daí nisso a gente decidiu que a gente não estava muito pronto para enfrentar ela.

[01:29:14] Momonga (Silva): Ô mestre,

[01:29:14] Amir (Guilherme): Mas ela... Ela bate e, tipo...

[01:29:16] Mestre (Thomas): Essas estão num corredor feito de pedra natural, parecido com uma caverna.

[01:29:18] Amir (Guilherme): Ah, pode falar, pode falar, pode falar.

[01:29:19] Momonga (Silva): o quão resistente é... É... Como posso dizer?

[01:29:28] Momonga (Silva): O quão resistente é... Aonde nós está, tipo... A estrutura...

[01:29:44] Momonga (Silva): Ela aguentaria o impacto de uma explosão?

[01:29:49] Mestre (Thomas): Não sei.

[01:29:49] Amir (Guilherme): Caralho.

[01:29:53] Mestre (Thomas): Como que você saberia?

[01:29:57] Momonga (Silva): Vendo se não há rachaduras e...

[01:30:01] Mestre (Thomas): Não, isso não parece ter, não. A sala é diferente, ela é feita de blocos de pedra.

[01:30:03] Momonga (Silva): Nem na sala lá do... Fazer uma explosão controlada.

[01:30:16] Mestre (Thomas): A sala é trabalhada. Cara, eu diria que você não tem como saber dessa forma.

[01:30:20] Amir (Guilherme): Ok.

[01:30:25] Momonga (Silva): É possível... Não abalar muito a estrutura?

[01:30:36] Mestre (Thomas): Você não tem nenhum conhecimento a mais de alvenaria, de estrutura no geral, tá ligado? Ele só sabe sobre pedras preciosas, ele não tem um conhecimento particular nisso não.

[01:30:43] Momonga (Silva): Uyutou. Sabe me dizer?

[01:30:49] Momonga (Silva): Ah, já é joias.

[01:30:56] Mestre (Thomas): Ele inclusive pergunta quando que você vai matar alguns cultistas pra ele.

[01:30:56] Amir (Guilherme): É...

[01:31:00] Amir (Guilherme): Justo.

[01:31:03] Momonga (Silva): Eu tô esperando o grupo certo, Hilton. Perdão, tô... Eu tô equipando esse pessoal aqui já pra poder... Eles meteram o sarrafo nele j t A gente vai encontrar Relaxa Wilton relaxa A gente vai conquistar isso a

[01:31:14] Mestre (Thomas): Ele tá ficando um tanto impaciente, inclusive.

[01:31:21] Amir (Guilherme): É...

[01:31:23] Momonga (Silva): Ela vai resolver essa parada.

[01:31:25] Amir (Guilherme): Quando...

[01:31:25] Mestre (Thomas): Inclusive, só um segundo aqui.

[01:31:28] Amir (Guilherme): Deixa eu...

[01:31:29] Mestre (Thomas): Aí dentro dessa dessa sala,

[01:31:30] Amir (Guilherme): Nice.

[01:31:33] Mestre (Thomas): cara, essa sala tá lotada de coisa. Imagina uma sala de um acumulador. Onde tá cheio de tralha pra ir pra cá, tem pilhas de coisa e tal, tem alguns móveis aí que estão lotados em cima deles, Atenas, o local está de fato lotado de coisas.

[01:31:51] Amir (Guilherme): Uhum.

[01:31:56] Amir (Guilherme): Nice. Eu ia perguntar, Clara, quando essa estátua atacou vocês lá, ela voltou pra essa posição de prontidão dela ou ela bateu naquilo e no momento que não tinha mais nada na sala ela congelou no jeito que ela tava?

[01:32:14] Markhor (Juliano): Ela voltou para essa de prontidão. Ela tinha continuado na frente da porta. Ela não voltou para a posição inicial.

[01:32:23] Amir (Guilherme): Quão rápida é essa estátua aí? De movimento?

[01:32:27] Markhor (Juliano): Eu consegui dizer do meu outro encontro com a estátua?

[01:32:34] Mestre (Thomas): Bem, o que você viu naquela outra vez é que ela conseguiu bater uma tocha. Acho que foi o único movimento que você viu dela.

[01:32:41] Markhor (Juliano): Ela é relativamente ágil.

[01:32:42] Mestre (Thomas): Se isso é rápido ou não, não sei.

[01:32:44] Amir (Guilherme): Não é.

[01:32:44] Markhor (Juliano): Ela é relativamente ágil.

[01:32:48] Amir (Guilherme): Ok.

[01:32:49] Markhor (Juliano): Eu acho que vale a tentativa aí, assim.

[01:32:52] Amir (Guilherme): S olhar um bagulho primeiro Thomas pra entrada dessa sala tipo na parede

[01:32:53] Markhor (Juliano): Eu t com uma armadura o Momonga financiou aqui tem o martelo de guerra Mas voc tem explosivos

[01:33:07] Amir (Guilherme): parece que tem alguma... Algum... Não sei, um... Algum... Alguma linha de uma cor diferente, tipo na parede, assim, uma... Uma... que sei lá, por exemplo, se fosse uma magia algum, na minha mente, vou dar um exemplo do que eu tô imaginando que acho que é mais fácil explicar sei lá, um bruxo colocou uma linha de ouro aí no chão e o que passar dessa linha o bicho ataca, tipo, tem algo semelhante a uma barreira visível assim entre a parede da caverna e a parede de dentro dessa sala

[01:33:49] Mestre (Thomas): Cara, não parece ser o caso não. O que você repara de diferente é que tem uma linha assim, mas é da divisão dos dois tipos de chão, sabe?

[01:34:00] Amir (Guilherme): Aham

[01:34:00] Mestre (Thomas): Enquanto no corredor tem um ch mais cavernoso depois ali dos blocos de pedra e da porta j um ch bem mais bem trabalhado Ainda pedra mas liso e tal retinho

[01:34:02] Amir (Guilherme): Ok

[01:34:19] Amir (Guilherme): Certo

[01:34:20] Mestre (Thomas): Mas não parece ter nada específico aí de...

[01:34:26] Mestre (Thomas): De marcações diferentes não.

[01:34:29] Amir (Guilherme): Acho que a gente pode tentar laçar mesmo

[01:34:30] Momonga (Silva): Bom, ó, tem a... Tem a terceira ideia. A gente pode tentar laçar a criatura e explodir ela. Bom, fora de olho.

[01:34:40] Amir (Guilherme): Tem, é

[01:34:42] Momonga (Silva): Ah, fora de olho. Não dá pra explodir.

[01:34:42] Amir (Guilherme): Ela, então, ela meio que

[01:34:44] Momonga (Silva): É verdade.

[01:34:46] Mestre (Thomas): É, óleo não explode.

[01:34:48] Amir (Guilherme): É Ela meio que só pega fogo

[01:34:50] Markhor (Juliano): É assim, dá pra queimar.

[01:34:51] Amir (Guilherme): É

[01:34:52] Momonga (Silva): Então vamos laçar ela.

[01:34:53] Markhor (Juliano): Eu me preocupo de queimar o resto da sala, que eu tô interessado no que tem lá.

[01:34:54] Amir (Guilherme): Vamos fazer o seguinte, eu vou esticar a vara de 3 metros pra dentro da sala,

[01:35:07] Amir (Guilherme): que eu acho que se ela for bater na vara, talvez fique mais fácil de laçar ela naquele momento ali do que jogar lá em cima da estátua.

[01:35:18] Markhor (Juliano): Tá, então eu vou emprestar a corda do Momonga, que eu deixei a minha lá, né? E vou... quero ficar preparado pra quando a estátua reagir ali à vara eu tentar laçar o braço da lança.

[01:35:34] Mestre (Thomas): O quê?

[01:35:35] Amir (Guilherme): Show. Abre a porta do bastão para a sala.

[01:35:53] Mestre (Thomas): Pelo que eu entendi, o treinamento do laço ainda não foi concluído, né?

[01:36:02] Markhor (Juliano): Não, não.

[01:36:02] Mestre (Thomas): Você tá na metade dele, né? Certo. Cara, então eu vou te dar uma desvantagemzinha no acerto. Eu vou fazer o... Eu só vou aguardar o normal desse bicho, tá?

[01:36:14] Markhor (Juliano): Beleza.

[01:36:17] Mestre (Thomas): O seu acerto vai ser sem bônus. Vai ser só um D20 padrão. Então...

[01:36:22] Markhor (Juliano): Ok.

[01:36:26] Mestre (Thomas): Sim...

[01:36:33] Amir (Guilherme): Só de não ser negativo já é esse auxílio da nossa peça.

[01:36:40] Mestre (Thomas): Pelo que eu entendi, então, o personagem do Gui, o Amir com o bastão, ele vai tentar cutucar a estátua, né?

[01:36:50] Amir (Guilherme): Eu vou só botar para dentro da sala assim.

[01:36:50] Mestre (Thomas): E quando... Certo...

[01:36:53] Amir (Guilherme): Para a tela tentar atacar o bast ok safe

[01:36:57] Mestre (Thomas): Sim... E quando ela se mexer, o... O Markhor vai tentar laçar ela, é isso?

[01:37:05] Markhor (Juliano): Isso, exatamente.

[01:37:07] Mestre (Thomas): O Momonga vai fazer alguma coisa nesse dinâmico ou não?

[01:37:13] Momonga (Silva): Bom, se eles conseguirem laçar a criatura, eu vou segurar a corda.

[01:37:18] Markhor (Juliano): Isso. Pra me liberar pra ir bater nela. Esses dois passos ela deu pro corredor?

[01:37:21] Mestre (Thomas): Ok.

[01:37:22] Momonga (Silva): Caso haja algum conflito ali, algum problema. Para que a criatura saia, eu vou usar a minha magia divinhas para agarrar a criatura.

[01:37:36] Mestre (Thomas): Certo.

[01:37:40] Mestre (Thomas): De uma maneira daqui... Tá. Eu preciso ver primeiro o saving throw desse bicho aí. Essa coisa dela. Em relação à vida dela. Deixa eu ver aqui. Tá, já vi. O que vai acontecer?

[01:37:54] Amir (Guilherme): ah

[01:37:58] Mestre (Thomas): O Amir vai batendo o bastão até chegar perto dessa estátua. A estátua está a menos de 3 metros da porta. Então o bastão consegue facilmente chegar perto ali. E ela se mexe realmente, cara.

[01:38:13] Amir (Guilherme): oxe

[01:38:15] Mestre (Thomas): Ela, inclusive, começa a avançar na sua direção. A princ n ela coloca a lan na frente dela apontando pra voc e avan alguns passos S que nesse momento o Markhor vai agir n S d uns dois passos assim e o Markhor age

[01:38:22] Amir (Guilherme): caralho ela não ataca o bastão não o cara é bom

[01:38:47] Mestre (Thomas): É, em direção a vocês.

[01:38:49] Markhor (Juliano): Mas assim, ela passou da porta?

[01:38:51] Mestre (Thomas): Não.

[01:38:52] Markhor (Juliano): É só o D20, né?

[01:38:53] Mestre (Thomas): Deve faltar uns 5 ou 6 passos para ela chegar na porta. Saúde 20.

[01:38:59] Markhor (Juliano): 18

[01:38:59] Mestre (Thomas): 18.

[01:39:00] Markhor (Juliano): Beto Carreiro

[01:39:02] Mestre (Thomas): Eu acho que passa, tá? Só deixa eu conferir aqui a CA desse bicho. Sim, sim, você passa.

[01:39:12] Mestre (Thomas): Você tenta laçar a lança dela?

[01:39:12] Amir (Guilherme): ok

[01:39:17] Mestre (Thomas): Ou alguma outra parte do corpo dela?

[01:39:18] Markhor (Juliano): Isso, é a lança com o braço que ela tá segurando Uhum

[01:39:22] Mestre (Thomas): Sim. Ela tá segurando com os dois, mas vamos dizer que você laça o braço que tá mais pra frente, que é o direito.

[01:39:31] Mestre (Thomas): Perfeito, então. Sendo assim, vou fazer a salvaguarda aqui pra ver se ela se livra da corda ou não.

[01:39:42] Mestre (Thomas): Cinco é péssimo. Você consegue prender ela.

[01:39:46] Markhor (Juliano): Maravilha, então, prendi, retezei a corda e já sinalizei pro Momonga segurar ali.

[01:39:47] Amir (Guilherme): Caralho...

[01:39:47] Mestre (Thomas): Nesse momento.

[01:39:48] Amir (Guilherme): Mas...

[01:39:55] Amir (Guilherme): Cara, esse pai é bom eu segurar junto com ele Porque...

[01:40:00] Markhor (Juliano): Pode ser? E eu vou lá com a testato.

[01:40:01] Amir (Guilherme): É pra garantir Sim

[01:40:03] Momonga (Silva): Eu vou enrolar a corda no meu braço e botar as pernas no batente da porta.

[01:40:05] Amir (Guilherme): Ah...

[01:40:16] Momonga (Silva): Uma perna vai estar na batente da porta e a outra perna vai estar em outra batente da porta. Abre-se, o que é que você quer?

[01:40:27] Mestre (Thomas): Só um detalhe. Esse corredor é um tanto estreito. Não tem como vocês ficarem lado a lado.

[01:40:38] Markhor (Juliano): Não, tá tranquilo.

[01:40:39] Amir (Guilherme): Uhum

[01:40:40] Markhor (Juliano): Então eu acho que não... Não dá pra eles... Talvez não dê pra eles ficarem exatamente no batente da porta, mas eu vou estar à frente. E daí passar, tipo, pra eles juntarem as cordas, a corda por trás de mim, né? Pra eu poder liberar pra ir atacar a estátua.

[01:40:58] Mestre (Thomas): Então você passa pelo Geek que tava batendo ali com o bastão Então vai ficar... O Ameer no meio, Momonga atrás Com os dois cegos agorando a corda, né? E você vai avançar

[01:41:11] Markhor (Juliano): Isso aí.

[01:41:11] Amir (Guilherme): Eu vou... Na hora que eu pegar a corda aí Tipo, eu vou... Rodar ela na minha cintura, entendeu? Segurando a corda, eu vou... Antes de entregar pro Momonga, eu vou pegar e dar um giro segurando ela na barriga pra ela ficar comigo agarrado no meio, saca?

[01:41:34] Mestre (Thomas): Sim

[01:41:34] Amir (Guilherme): E depois entrego pro Momonga ali atrás e fico puxando pra fora da sala.

[01:41:39] Mestre (Thomas): Perfeito

[01:41:42] Amir (Guilherme): Não, assim, mas aí é... Mais difícil de eu escorregar a corda da minha mão e tal, assim. Sim, sim.

[01:41:55] Mestre (Thomas): Ai ai Então é isso, eu vou dar a primeira ação pra vocês. O que que o... o Markhor faz?

[01:42:02] Markhor (Juliano): Com o meu martelo de guerra e as mãos livres da corda agora, né? Eu quero mirar principalmente, assim, como o braço dela tá preso, né? Na parte de cima, assim, do braço pro ombro. Pra pensar aqui, tipo, isso na junta, na parte mais frágil pra tentar causar o máximo de dano ali.

[01:42:19] Mestre (Thomas): Bota na junta, né?

[01:42:25] Amir (Guilherme): Essa estátua é igual a um boneco?

[01:42:25] Mestre (Thomas): Uhum.

[01:42:27] Amir (Guilherme): Ou ela é tipo uma pedra que se distorce ali?

[01:42:31] Mestre (Thomas): Cara, é... parece ser um... um humano, inclusive, vestindo roupas. É bastante detalhado. Inclusive tem até um... um cocar nesse... Nessa armadura. Armadura não, pô, nessa estátua.

[01:42:47] Amir (Guilherme): Então, como ela está com roupa, não dá nem para ver se tem... Se na junta ali ela é meio Max Steel assim para...

[01:42:56] Markhor (Juliano): Pra desencaixar.

[01:42:56] Mestre (Thomas): Não, mas é roupa de pedra.

[01:42:58] Amir (Guilherme): Ah, sim.

[01:42:59] Mestre (Thomas): Ela tem um... Inclusive um saiote e tudo mais.

[01:43:03] Amir (Guilherme): Mas ela tem isso? Ou elas são...

[01:43:04] Mestre (Thomas): Mas ela tem juntas, sim. Ela tem juntas.

[01:43:07] Amir (Guilherme): Ah, sim, ok, ok, não, menos mal.

[01:43:11] Mestre (Thomas): Então tá, faz pra mim um teste de acerto.

[01:43:15] Markhor (Juliano): Vamos l Meu corpo a corpo mais 3 Beleza

[01:43:17] Mestre (Thomas): Não tem desvantagem nenhuma não.

[01:43:22] Amir (Guilherme): Ficou louco.

[01:43:22] Mestre (Thomas): Cara, inclusive, como eles estão segurando ela, vou te dar uma vantagem de mais dois pontos.

[01:43:31] Mestre (Thomas): E faz sentido.

[01:43:34] Markhor (Juliano): 17.

[01:43:36] Mestre (Thomas): 17. Cara, você consegue acertar, de fato, ali o ombro dela. E... Me fala sobre o seu martelo. Como que ele é? É um martelo de guerra comum?

[01:43:52] Markhor (Juliano): É um martelo de guerra comum, né? Eu comprei com... Usaram ali, eu tô usando ele com as duas mãos, né? É... E é isso, ele tem uma cabeça pesada de martelo ali, bem feita de ferro, né?

[01:44:07] Mestre (Thomas): Sim. Deixa eu ver o detalhe aqui.

[01:44:16] Amir (Guilherme): Ixi.

[01:44:16] Mestre (Thomas): Tá. Cara, é... Nem precisa rolar o dano, tá? Quando você acerta ela... Você sente o impacto, inclusive, voltando inteiramente pra sua mão. Pra suas mãos. E você repara que a armadura não teve nenhum impacto nela.

[01:44:29] Markhor (Juliano): Hum...

[01:44:34] Amir (Guilherme): Nossa.

[01:44:35] Markhor (Juliano): Ai, não...

[01:44:38] Mestre (Thomas): Não tem nenhuma rachadura, nenhum amassado, nenhuma lasca. Você bate ali e você percebe que toda a força voltou pra você, cara.

[01:44:50] Markhor (Juliano): Nossa, mãe, tá...

[01:44:51] Amir (Guilherme): Ixi. Não sei, essa porra só deve apanhar de coisa mágica.

[01:44:54] Markhor (Juliano): Que só coisa mágica... Então... tá... É, eu... a minha ideia do meu turno vai ser tentar arrancar a lança dela, então. Já que eu não posso destruir.

[01:45:05] Mestre (Thomas): O seu turno foi o ataque. Ação de vocês dois é puxar para a direção de vocês, acorda?

[01:45:09] Markhor (Juliano): É, sim, sim. Próximo.

[01:45:09] Amir (Guilherme): É. É. Acho que eu e o Momonga tentamos puxar essa porra desse coloço aí.

[01:45:17] Amir (Guilherme): Esse é o jeito.

[01:45:25] Amir (Guilherme): Sim Eu t Eu t enrolado nela Eu vou Ent eu vou fazer for com os p

[01:45:27] Mestre (Thomas): Então, deixa eu pensar. Deixa eu pensar aqui.

[01:45:34] Amir (Guilherme): Tipo, meio que basicamente deixando o meu corpo 45 de ângulo pra trás, assim. E puxar toda a minha força, até estourar as veias do pescoço aí.

[01:45:47] Mestre (Thomas): Sim, sim.

[01:45:48] Amir (Guilherme): O máximo que der.

[01:45:50] Mestre (Thomas): Então, deixa eu pensar como a gente pode fazer.

[01:45:52] Markhor (Juliano): E... e...

[01:45:54] Mestre (Thomas): Tá.

[01:45:57] Markhor (Juliano): Mas vai que se ela sair pro corredor ela desativa a magia?

[01:45:57] Mestre (Thomas): Deixa eu pensar aqui. Tá, eu... vamos ver os dois ao mesmo tempo. Você vai tentar enraizar enquanto o Gui vai tentar puxar o braço ali junto com a lança.

[01:46:14] Amir (Guilherme): Putz, o braço tá junto, né? Que merda. É, talvez, verdade, verdade.

[01:46:17] Mestre (Thomas): Sim.

[01:46:23] Markhor (Juliano): Eu posso dar um golpe de judô aí na estátua.

[01:46:27] Mestre (Thomas): Tá, deixa eu ver o negócio do enraizar, só um segundo.

[01:46:33] Markhor (Juliano): Pô.

[01:46:35] Momonga (Silva): E o nome da marca é Oficial.

[01:46:39] Amir (Guilherme): Não, talvez se sem enraizar ela fica mais fácil de tentar derrubar ela, porque ela não vai conseguir mexer o pé direito aí.

[01:46:43] Markhor (Juliano): É. É.

[01:46:49] Markhor (Juliano): Ou vai travar, vai dar pra puxar a lança. Alguma coisa assim.

[01:46:53] Amir (Guilherme): É.

[01:46:57] Mestre (Thomas): Agora eu vou ver como funciona.

[01:47:02] Mestre (Thomas): Ah, tá, entendi. Cara, você vai usar a magia?

[01:47:09] Mestre (Thomas): Vou te pedir que... deixa eu ver aqui como funciona... Ou rola dois D6 pra mim Silva Ou rola dois D6 pra mim Silva Rola 2d6 pra mim Da sua habilidade a

[01:47:25] Amir (Guilherme): Ixi.

[01:47:35] Mestre (Thomas): No nível 1 você consegue... Afetar até 3dv's. Se a criatura tiver esses 3dv's.

[01:47:51] Mestre (Thomas): Qual que é o seu nível? Nível 1, não é?

[01:47:56] Mestre (Thomas): Fala de novo?

[01:47:56] Amir (Guilherme): Dois.

[01:47:57] Mestre (Thomas): 2?

[01:47:59] Momonga (Silva): Mas sobre o que?

[01:48:00] Mestre (Thomas): Deixa eu ver aqui se é o segundo... Eu acho que é, mas deixa eu ver o XP que você ganhou, olha... Tem quantidades de curiosidade...

[01:48:07] Amir (Guilherme): Atenção!

[01:48:14] Mestre (Thomas): Tdj, os personagens jogadores...

[01:48:18] Mestre (Thomas): Momonga nível 2, realmente... Rapaz, eu achava que só o... O Markhor tava... Tava nível 2 hoje...

[01:48:29] Markhor (Juliano): Não, essa parte aqui é nível alto.

[01:48:32] Mestre (Thomas): É, pô, só o Geek que tá nível 1...

[01:48:34] Amir (Guilherme): Meu Maguinho tá quase nível 2, mas eu tô com medo de jogar com ele.

[01:48:35] Mestre (Thomas): Klamyr

[01:48:36] Momonga (Silva): Então é mais o meu nível.

[01:48:37] Mestre (Thomas): Então, não.

[01:48:40] Mestre (Thomas): Sim. Sim, é... Eu tenho a tabela ali certinho, no nível 2, você consegue afetar inclusive até 4 DV, dependendo do resultado. Fala aí 2 DVs. 2, 2, 6. Com 11, você consegue afetar criaturas até 4 DVs. E... Eu precisaria rolar salvaguarda se afetasse ela, mas você vai perceber que não é o caso.

[01:49:02] Amir (Guilherme): Aos. Aos.

[01:49:13] Markhor (Juliano): Nossa.

[01:49:14] Mestre (Thomas): Você... Você ativa a magia, você percebe raízes saindo ali do chão, quebrando as pedras ao redor, E avançando pra... Com... Com... Cara, esqueci a palavra. É, prender ela, né?

[01:49:33] Mestre (Thomas): Mas você percebe que a criatura se move só um pouco e a força dela é o suficiente pra romper essas... essas raízes.

[01:49:44] Amir (Guilherme): Aqui me arremessa.

[01:49:45] Mestre (Thomas): Ela não fica presa. Guiê.

[01:49:48] Momonga (Silva): É magia.

[01:49:49] Amir (Guilherme): Abre a porta do seu celular e clique em Abre.

[01:49:51] Mestre (Thomas): Nesse mesmo tempo você também tenta puxar a criatura pra sua frente. Inclusive Silva voc consegue usar essa magia uma vez por n no dia se eu n me engano deixa eu ver aqui

[01:50:14] Mestre (Thomas): Aqui não há onde que vê, deixa eu ver, deixa eu ver essa outra parte.

[01:50:20] Mestre (Thomas): The Nights. Cara, depois eu vejo isso daqui, mas...

[01:50:25] Markhor (Juliano): Ih. Não tava esperando tanta coisa não.

[01:50:33] Mestre (Thomas): Se eu não me engano, é uma vez por dia a cada nível. Então você consegue usar duas vezes por dia.

[01:50:40] Amir (Guilherme): Nice

[01:50:45] Mestre (Thomas): Gui, você vai tentar puxar essa criatura pra sua frente.

[01:50:45] Amir (Guilherme): Sim Ah não

[01:50:50] Mestre (Thomas): Deixa eu pensar, como que a gente faz esse teste? Seu personagem tem algum treinamento de força?

[01:50:58] Amir (Guilherme): Eu tenho

[01:50:59] Mestre (Thomas): Quanto que é a sua força?

[01:51:00] Amir (Guilherme): É, agora é isso agora, mais um A estátua também já estava andando para o nosso lado, né

[01:51:04] Mestre (Thomas): Mais um.

[01:51:08] Amir (Guilherme): Talvez...

[01:51:09] Mestre (Thomas): Sim.

[01:51:11] Amir (Guilherme): Não sei qual seria.

[01:51:13] Mestre (Thomas): Sim, eu posso considerar isso daí também. Só tô pensando como fazer o teste.

[01:51:19] Mestre (Thomas): Assim, se você passar no teste, eu já posso te adiantar que ela vai cair. Ali na porta.

[01:51:30] Amir (Guilherme): Uhum.

[01:51:30] Mestre (Thomas): Agora eu tô pensando como que eu vou fazer esse teste. Teste de 6 padrão ou teste de contestar?

[01:51:48] Mestre (Thomas): O Gui, vamos fazer assim? Vamos fazer um teste de contestação mesmo? Você vai rolar pra mim um acerto. Um acerto com o Rupert Corp que já considera a sua força. Eu vou te dar mais um ponto, considerando que ela está indo pra sua frente, tá?

[01:52:02] Amir (Guilherme): Uhum.

[01:52:08] Mestre (Thomas): E vou fazer o acerto dessa criatura.

[01:52:09] Amir (Guilherme): Ok, então...

[01:52:12] Mestre (Thomas): Com os bônus dela.

[01:52:13] Amir (Guilherme): O que vai, já? Tem que ter mais dois... Ó, vinte.

[01:52:17] Mestre (Thomas): 20 Tirei 9. Mesmo com os bônus dela, não passa. Cara, você consegue.

[01:52:23] Amir (Guilherme): Mais. E o que acontece?

[01:52:25] Mestre (Thomas): Você puxa ali com toda a sua força. Enquanto ela tava se livrando ali das raízes. E você faz ela cair.

[01:52:33] Mestre (Thomas): Com a cara pra frente, né? No chão, no meio dessa porta aí.

[01:52:41] Amir (Guilherme): Caralho, pra dentro do corredor no caso, saiu de dentro da...

[01:52:43] Mestre (Thomas): Sim, ele saiu um pouquinho. Inclusive essa porta a aquela que gira no eixo No eixo que t no meio

[01:52:53] Amir (Guilherme): Hum? Como assim? Ah tá, tá, tô ligado, porta do Scooby-Doo O cara encosta, vira o bagulho pro outro lado e é o outro lado da porta, ninguém vê que o cara se uniu

[01:53:00] Mestre (Thomas): É.

[01:53:06] Mestre (Thomas): Sim, sim.

[01:53:07] Amir (Guilherme): Uhum

[01:53:08] Mestre (Thomas): Só que essa porta aí é bem mais estreita.

[01:53:13] Amir (Guilherme): Ok Cara, ela cai aí, pah, vamo arrancar essa... tentar arrancar essa lança da morte da mão dele aí E... pular todo mundo em cima disso e tentar...

[01:53:22] Markhor (Juliano): É. Porque se essa lança for mágica, a gente já usa pra quebrar ele.

[01:53:27] Amir (Guilherme): Sim, sim...

[01:53:31] Mestre (Thomas): Ah, é... Eu imagino que ela perca o turno aí, tentando se levantar. O que vocês três fazem?

[01:53:39] Amir (Guilherme): Ela tá... ela tá mexendo ainda, no caso, mesmo tendo saído da sala.

[01:53:40] Mestre (Thomas): Ela não se levanta não. Ela tá se mexendo ali. E ela continua se mexendo normalmente.

[01:53:48] Amir (Guilherme): Cara, eu vou... Eu vou correr... Eu vou correr lá onde ela tá, então... E eu vou... Eu vou puxar a lança... Puxar a lança, não. Eu vou puxar a corda... Para ela Ali essa lan da est aquela lan comum n Que tipo tem a parte de tr que n tem corte e na frente tem corte

[01:54:14] Mestre (Thomas): Sim. A única diferença seria o material dela. Ela é completamente escura e parece ser feita de metal.

[01:54:24] Amir (Guilherme): Ok. Eu tô querendo... É... só tirar a corda do braço dela, deixar a corda só na... Na lança.

[01:54:32] Markhor (Juliano): Puxar o laço pra cima.

[01:54:33] Amir (Guilherme): E tentar puxar a lança depois. É... Aproveitar que ele tá caído aí, talvez não... não consigo fazer muita força...

[01:54:36] Markhor (Juliano): Tá.

[01:54:40] Markhor (Juliano): Eu posso te ajudar nisso, ajudar no mesmo movimento.

[01:54:40] Amir (Guilherme): segurando sim

[01:54:44] Markhor (Juliano): Tipo, tentar fazer força na lança e meio que puxar a corda pra... Saka Fora

[01:54:50] Momonga (Silva): Eu tô puxando atrás.

[01:54:50] Mestre (Thomas): Então, ó. É. É... Eu imagino que pra mudar ali o... Onde o laço tá apertando, pra só ficar na corda... Alguém precisaria tá ali colado com o bicho pra... Manusear ali o próprio laço, sabe, com as mãos.

[01:55:08] Amir (Guilherme): cara, eu vou

[01:55:09] Markhor (Juliano): Sou eu?

[01:55:10] Mestre (Thomas): Vai ser você, Gui? Ou vai ser o Markhor?

[01:55:13] Markhor (Juliano): Pode ser o Marco

[01:55:13] Mestre (Thomas): Vocês tão perto o suficiente pra ser qualquer um. Seu Markhor, então. O Markhor vai fazer isso, então vai agachar ele e tentar manusear o laço. E como que o Amir vai ajudar nisso?

[01:55:28] Amir (Guilherme): eu vou correr pra frente

[01:55:29] Mestre (Thomas): Inclusive.

[01:55:30] Amir (Guilherme): e eu vou ficar em cima da lança vou pisar em cima da lança pra ela não levantar a lança e não bater nele se ela for levantar a lança tem que levantar eu junto

[01:55:37] Mestre (Thomas): Certo.

[01:55:39] Amir (Guilherme): aham

[01:55:40] Mestre (Thomas): E o Momonga?

[01:55:46] Momonga (Silva): Cara, eu vou ficar puxando atrás do Armi, a corda. Usando toda a minha força ali pra poder ajudar os cabra a puxar. Essa armadura aí...

[01:55:58] Mestre (Thomas): Perfeito, então. Seguinte, o Gui, você vai perceber que essa estátua aí é bastante forte, tá? Mesmo com você colocando todo o seu peso em cima da lança, ele ainda consegue mexer um pouco.

[01:56:08] Amir (Guilherme): uhum

[01:56:16] Amir (Guilherme): uhum

[01:56:21] Mestre (Thomas): Eu tô pensando como fazer o teste. Tem uma chance baixa. Ou melhor, ela vai tentar atacar o Markhor, só que vai ter bastante desvantagem pela situação. Ela tá caída, você tá em cima da lança. Só que eu tô pensando como resolver a questão da...

[01:56:39] Amir (Guilherme): acho que sim

[01:56:42] Mestre (Thomas): do laço.

[01:56:48] Mestre (Thomas): Faz sentido eu fazer os dois separados? Ou então eu fazer só um teste onde se passar, passou.

[01:56:52] Amir (Guilherme): É, acho melhor separar, acho que faz mais sentido.

[01:56:55] Mestre (Thomas): Laça só ali a lance. E ele não é acertado. E se falhar, ele... Ele pode receber um acerto. Eu acho melhor fazer separado, na verdade.

[01:57:12] Mestre (Thomas): Tá, então primeiro, Juliana... Vamos fazer o teste aí se você consegue colocar... O laço ali na lança só. É um teste fácil, tá? Eu vou te dar quatro chances em seis. Como você manuseando ali fica bastante fácil com as duas mãos e tal.

[01:57:37] Mestre (Thomas): Pode fazer o teste.

[01:57:38] Markhor (Juliano): Beleza, um D6 só

[01:57:39] Mestre (Thomas): E depois disso eu vou fazer o ataque dessa criatura.

[01:57:44] Markhor (Juliano): Três

[01:57:45] Mestre (Thomas): Três. Você consegue, tá? E agora, nesse momento, ela vai tentar te acertar, a lance. Eu vou tirar os bônus dela e vou dar uma desvantagem de menos 3 pra ela.

[01:58:01] Amir (Guilherme): Ah, nice.

[01:58:04] Mestre (Thomas): Considerando que ela tá caída, eu diria que ela perde os bônus. E a lance sendo puxada e o Amir em cima, daí fica com esse menos 3. Faz sentido?

[01:58:18] Amir (Guilherme): Sim, sim.

[01:58:19] Mestre (Thomas): Perfeito, vou rolar aqui o dado. Nada é absurdo.

[01:58:25] Amir (Guilherme): Não é possível.

[01:58:26] Mestre (Thomas): Tiro 20 natural, nada. Cara, 17 te acerta?

[01:58:30] Markhor (Juliano): Me acerto.

[01:58:32] Mestre (Thomas): É, fi.

[01:58:32] Amir (Guilherme): Nossa.

[01:58:35] Mestre (Thomas): Cara, enquanto você tava ali amarrando o laço só na lança, tirando do laço dele, ele aproveita ali a proximidade e vai fazer um corte ali na... Na tua coxa, cara. Você vai perceber que essa criatura, de fato, tinha muita força.

[01:58:51] Markhor (Juliano): Nune

[01:58:55] Markhor (Juliano): Uhum Vou deixar minha coxa que nem a perna da estátua

[01:59:00] Mestre (Thomas): Então, deixa eu ver aqui.

[01:59:00] Amir (Guilherme): Meu Deus.

[01:59:01] Mestre (Thomas): Eu preciso saber o que que rolou nisso aqui.

[01:59:07] Amir (Guilherme): 5 a 10?

[01:59:08] Markhor (Juliano): Rolar um novo personagem

[01:59:09] Mestre (Thomas): É... Não, não, é que ele não fala o dado pra rolar. Ele só fala o range. É um range de 5 a 10.

[01:59:16] Markhor (Juliano): Será que não é uma lança normal?

[01:59:19] Mestre (Thomas): uma range de 5 a 10 t Agora qual que o dado que eu rolo nessa porra 5 a 10 5 D6 n D6 d N isso Markhor pode rolar a O D6 mais 4 se me esbarra Tinha do Cara ainda bem que foi o Markhor a

[01:59:27] Markhor (Juliano): 5 a 10 5 a 10 d1

[01:59:32] Amir (Guilherme): Se o mínimo é 5, então é alguma coisa mais 5, mais 4.

[01:59:40] Amir (Guilherme): 16 mais 4. Desse... Desse... É, então acho que é isso mesmo. Então...

[01:59:53] Markhor (Juliano): d6 mais 4

[01:59:58] Mestre (Thomas): Ele tem bastante vida, tá?

[01:59:58] Markhor (Juliano): Ssssss

[01:59:58] Amir (Guilherme): Nossa!

[02:00:00] Markhor (Juliano): Dei bastante vida, pode vir mais vários desses

[02:00:01] Amir (Guilherme): Tch... Cara...

[02:00:04] Mestre (Thomas): O Markhor tem...

[02:00:05] Amir (Guilherme): Isso aí tinha me matado, tá?

[02:00:07] Mestre (Thomas): Que bom, que bom, que bom ver você, cara.

[02:00:08] Amir (Guilherme): Ah não, mentira, eu tenho...

[02:00:08] Markhor (Juliano): Eu tenho 20 de vida, tá?

[02:00:10] Amir (Guilherme): Eu tenho... Uau, que caralho!

[02:00:12] Mestre (Thomas): Ele tem...

[02:00:13] Markhor (Juliano): Eu rodei o máximo

[02:00:13] Amir (Guilherme): Porra!

[02:00:14] Mestre (Thomas): Mas tá suave, tá vivo, tá vivo.

[02:00:15] Amir (Guilherme): É, eu tenho seis, na verdade, eu tenho... É, eu tenho seis. Nosso.

[02:00:22] Markhor (Juliano): Huff

[02:00:23] Mestre (Thomas): Cara, mas... O dano tá ali, cara. Ele perfura a tua coxa e sai do outro lado, cara.

[02:00:30] Markhor (Juliano): Ss-mai

[02:00:32] Mestre (Thomas): Tá doendo pra caramba, tá ardendo, viu? Tá sangrando bastante.

[02:00:37] Amir (Guilherme): Ok Sim

[02:00:38] Markhor (Juliano): Bicho filho da puta

[02:00:38] Mestre (Thomas): Só que... O que vocês fizeram tá aí. Agora a nossa já tá presa... No laço. E somente ela.

[02:00:49] Markhor (Juliano): Agora é terminar, né, de tirar Entendi, tipo...

[02:00:54] Mestre (Thomas): Eu considero que essa foi a ação da criatura. Agora vocês.

[02:01:01] Amir (Guilherme): Cara, eu vou... Em vez de... Eu vou continuar puxando ainda, mas eu vou tirar uma ânfora de óleo da minha bolsa de cinto e vou tacar lá na mão dela. Pra ficar...

[02:01:13] Mestre (Thomas): Ok.

[02:01:14] Amir (Guilherme): Ficar... É... Gosmento lá... cara, me fugiu a palavra.

[02:01:22] Amir (Guilherme): Escorregadinho.

[02:01:24] Mestre (Thomas): Lubrificada.

[02:01:24] Markhor (Juliano): Aham

[02:01:24] Mestre (Thomas): Não, ela tá usando um cocar, na verdade.

[02:01:24] Markhor (Juliano): Tá

[02:01:25] Momonga (Silva): Eita... Ela usa uma... Aqueles capacetes que abre e fecha?

[02:01:38] Momonga (Silva): Ele tem... Ele tem profundidade? Ou tem a cabeça desenhada?

[02:01:46] Mestre (Thomas): Tem a cabeça desenhada assim, com os cabelos e tal.

[02:01:50] Momonga (Silva): Ah, então deixa quieto. Pode fazer o lubrificante aí.

[02:01:54] Amir (Guilherme): Ah, é já.

[02:01:57] Mestre (Thomas): Ogui, você vai jogar nela? Eu diria que não tem muito como errar não, tá? Porque a atua tá no chão, mesmo se você bater, tipo, na parede, ainda vai acertar ela, sabe?

[02:02:10] Amir (Guilherme): Sim. Ela é maior que uma pessoa ou ela é do tamanho de uma pessoa?

[02:02:12] Mestre (Thomas): Então... Aqui fala a altura dela sim, só deixa eu passar pra metros porque pesa é sacanagem de medir, pera aí.

[02:02:22] Amir (Guilherme): Eu tinha esquecido de perguntar isso.

[02:02:22] Mestre (Thomas): Só um segundo.

[02:02:28] Mestre (Thomas): Ela é um pouco maior do que uma pessoa normal, ok?

[02:02:33] Momonga (Silva): Pessoal, vou pegar um negócio ali pra comer e já volto, tá?

[02:02:36] Amir (Guilherme): Show, show.

[02:02:42] Mestre (Thomas): Ela, por exemplo, é maior do que vocês em alguns centímetros.

[02:02:43] Amir (Guilherme): Ok. Certo?

[02:02:46] Mestre (Thomas): Você que me diz, ela tá ainda perfurada.

[02:02:47] Markhor (Juliano): É, a lança ficou espetada na minha coxa ou ela perfurou e saiu?

[02:03:01] Mestre (Thomas): Porque você tá agindo tipo um segundo depois de ser perfurado.

[02:03:04] Markhor (Juliano): Ah, um Entendi Então eu vou... Eu vou tirar a minha perna Assim, é só afastar um pouco pra trás pra que a lança saia, né?

[02:03:16] Mestre (Thomas): Ok Cara eu t pensando aqui Eu acho que eu vou te pedir pra usar toda a sua a pra tirar a lan

[02:03:18] Markhor (Juliano): É, pra que a gente possa puxar. E daí a... Minha ação é pegar do cabo da lança e tentar arrancar. Fazer força pra trás.

[02:03:37] Mestre (Thomas): De dentro da sua coxa, na verdade, pra não... Porque você teria que... Fazer isso daí com cuidado pra não sofrer mais dano, tá ligado?

[02:03:46] Markhor (Juliano): Tá. Não, então, tudo bem. Então é isso que eu faço. Eu seguro ela e lentamente eu vou tirando pra não rasgar.

[02:03:50] Mestre (Thomas): Certo. Não rasga mais do que já rasgou.

[02:03:53] Markhor (Juliano): Não rasgar. E aí, vamos ver vocês.

[02:03:58] Mestre (Thomas): O Momonga eu acredito que vai puxar. E o Amil jogou ali o óleo.

[02:04:06] Momonga (Silva): Eu vou puxar a corda ainda.

[02:04:06] Amir (Guilherme): Sim.

[02:04:08] Mestre (Thomas): Isso. Foi a ação de todo mundo, só vamos resolver agora se a lancha é puxada ou não. Cara, considerando os fatores...

[02:04:23] Mestre (Thomas): Tem uma pessoa puxando e tá com óleo.

[02:04:30] Amir (Guilherme): Eu não estou puxando com tanta força, mas eu estou fazendo força com a perna ainda, porque eu estou com a corda enrolada em mim. Mas com a mão, no momento eu não estou puxando.

[02:04:41] Mestre (Thomas): Ok.

[02:04:46] Mestre (Thomas): Sim, sim. Essa ideia ajuda, essa ideia ajuda. Cara, vamos... Apesar da situação, essa criatura ainda tem bastante força, como vocês viram pelo ataque. Cara, eu diria que tem... Chance... 4 em 10 Tem 40% de chance aí de... Ser tirado Considerando os dois puxando mais o óleo

[02:05:18] Mestre (Thomas): Que que eu faço nesse teste?

[02:05:21] Momonga (Silva): Fácil, Fá.

[02:05:22] Amir (Guilherme): A gente... Vai pra nós aí, Momonga. Eu sei que você que tá puxando...

[02:05:28] Markhor (Juliano): Colocar fé nisso.

[02:05:30] Mestre (Thomas): 2 ou 3 ou 4 você tira

[02:05:30] Momonga (Silva): D20?

[02:05:33] Amir (Guilherme): Tá puxando com mais força aí, no momento é você, roda aí pra nós.

[02:05:33] Mestre (Thomas): Na nossa DNA

[02:05:38] Momonga (Silva): Um D20?

[02:05:40] Amir (Guilherme): Não, não, não...

[02:05:40] Mestre (Thomas): 1d10

[02:05:41] Momonga (Silva): Beleza.

[02:05:42] Amir (Guilherme): Podia ser o D20.

[02:05:42] Mestre (Thomas): Se quiser... Se quiser mandar d20

[02:05:44] Amir (Guilherme): Ah, não, não, mentira, mentirão, eu viajei.

[02:05:46] Mestre (Thomas): Abre a porta!

[02:05:46] Amir (Guilherme): Podia ser o menor, eu preciso de ser um D4. Mas é um D6, um D6. Ah, D10? Ah, não viajei.

[02:06:12] Amir (Guilherme): Uhum.

[02:06:13] Markhor (Juliano): Dá pra perceber.

[02:06:15] Amir (Guilherme): Sim.

[02:06:19] Amir (Guilherme): Ah, atenção.

[02:06:23] Amir (Guilherme): Nossa!

[02:06:24] Mestre (Thomas): 10 Cara, é... Ainda não. Vocês percebem que tá começando a escorregar da mão dele. Mas a est pressiona ainda mais as m dela ali na lan e ela para de escorregar

[02:06:44] Amir (Guilherme): Putz.

[02:06:46] Mestre (Thomas): Nesse turno, ela vai tentar se levantar.

[02:06:56] Amir (Guilherme): Nossa.

[02:06:57] Mestre (Thomas): Deixa eu pensar se tem algum impedimento além de vocês puxando a corda. O Gui saiu de cima da lança, né?

[02:07:05] Amir (Guilherme): Sim.

[02:07:06] Mestre (Thomas): Pra poder puxar Tá Cara, eu não vejo impedimento nenhum dela se levantar Só que ela não vai conseguir atacar nesse turno Porque ela vai fazer outra coisa Quando ela se levanta Ela... Em vez de deixar a lança reta Apontando pra vocês Ela deixa a lança Na vertical Puxando vocês pra ela Com a corda E ela dá alguns passos pra trás. Em direção à sala.

[02:07:39] Amir (Guilherme): Putz.

[02:07:42] Mestre (Thomas): Ela inclusive passa ali da porta e agora tá dentro da sala.

[02:07:49] Mestre (Thomas): Puxando vocês dois juntos.

[02:07:49] Amir (Guilherme): Caraca, que merda.

[02:07:49] Markhor (Juliano): Eu vou pra... eu acho que vai a hora dos três na corda, já que a mão tá com óleo.

[02:07:50] Amir (Guilherme): T tentando pensar aqui A ai ai ai ai

[02:07:52] Mestre (Thomas): Em torno de vocês.

[02:08:01] Markhor (Juliano): Eu vou pra corda pra fazer força.

[02:08:04] Mestre (Thomas): Ok.

[02:08:07] Mestre (Thomas): Alguém vai fazer alguma ação diferente além de puxar?

[02:08:17] Amir (Guilherme): Como é que esse corredor é bem cavernoso, né, que você falou?

[02:08:21] Mestre (Thomas): Sim.

[02:08:21] Amir (Guilherme): A...

[02:08:21] Mestre (Thomas): Inclusive nessa parte perto da porta é bastante estreita. A parte do lado da escadaria é um pouquinho mais larga.

[02:08:33] Amir (Guilherme): Eu posso jogar outro óleo, tipo, no chão... Onde tá o bicho? O que vocês acham? Talvez se ele fazer força, ele caia de novo aí.

[02:08:44] Markhor (Juliano): É uma boa?

[02:08:46] Amir (Guilherme): Mas aí vai acabar o meu óleo.

[02:08:48] Markhor (Juliano): Não, mas tranquilo.

[02:08:49] Amir (Guilherme): Deixa eu ver o que mais que eu tenho.

[02:08:50] Momonga (Silva): Mano, eu tô despreocupado com isso.

[02:08:50] Markhor (Juliano): Eu acho que tranquilo porque da fica eu e o Momonga fazendo for Eu consigo fazer bastante for Financia uma arma m a

[02:08:57] Momonga (Silva): Eu tô financiando geral, mano, relaxa.

[02:08:59] Amir (Guilherme): Ok, ok. Cara, eu vou fazer esse tom. Eu vou jogar de novo, vou fazer a mesma coisa que eu fiz antes, só que ao invés de jogar o... nele, eu vou jogar o óleo no chão, tipo... onde ele tá. E... Se ele continuar pisando pra trás aí, pisa em cima do olho, né?

[02:09:20] Mestre (Thomas): Você joga ali garantido também porque o chão é fácil de acertar, tá ligado? Você acerta ali mais ou menos onde ele tá. E no turno dele, se ele for ir pra trás, daí eu faço um teste pra ver se ele se escorrega, ok?

[02:09:28] Amir (Guilherme): Ok.

[02:09:35] Amir (Guilherme): Show, show.

[02:09:38] Mestre (Thomas): O Markhor e o Momonga vão continuar puxando, é isso?

[02:09:42] Momonga (Silva): Isso.

[02:09:42] Markhor (Juliano): Isso aí.

[02:09:43] Mestre (Thomas): Tá. Nessa situação, vai estar bem mais difícil de tirar a lança dele. Vai ser uma chance em 10. Mesmo considerando ali o óleo, vocês dois puxando.

[02:09:55] Amir (Guilherme): Nossa.

[02:09:57] Markhor (Juliano): Isso.

[02:10:05] Amir (Guilherme): Lambusei o bicho todo, ele é muito forte.

[02:10:08] Momonga (Silva): Eu posso ir de novo?

[02:10:09] Amir (Guilherme): Também o bicho dá até mão de pedreiro também, né? Todo áspero essa porra.

[02:10:12] Momonga (Silva): É impossível o raio cair duas vezes no mesmo lugar.

[02:10:15] Amir (Guilherme): É.

[02:10:15] Mestre (Thomas): Pode rolar aí. Vai que tira um.

[02:10:18] Amir (Guilherme): Nossa, quase.

[02:10:22] Mestre (Thomas): Três, quase, ó, quase. Por dois. É, ele tá ali igual uma pedra, igual o que ele é.

[02:10:33] Amir (Guilherme): Uhum.

[02:10:33] Mestre (Thomas): Ele não solta aquela lança por nada.

[02:10:38] Amir (Guilherme): Que merda.

[02:10:38] Mestre (Thomas): Quem que tá mais na frente da corda é o Markhor, correto?

[02:10:43] Markhor (Juliano): Isso.

[02:10:44] Mestre (Thomas): Tá.

[02:10:47] Mestre (Thomas): A criatura, então, vai continuar arrastando vocês pra trás. Só que ela tem uma chance alta de cair. Justamente porque vocês estão puxando ela. Tem 3 em 6 de chance dela cair. Eu vou rolar aqui, ok?

[02:11:03] Amir (Guilherme): Ok.

[02:11:03] Mestre (Thomas): Quase que eu rolo 3d6. 3. Cara, ela cai de novo.

[02:11:11] Amir (Guilherme): Caralho.

[02:11:13] Markhor (Juliano): É agora, é agora.

[02:11:13] Amir (Guilherme): Nossa. É agora, é agora.

[02:11:14] Momonga (Silva): Eu... Marco, vai eu e você meter a martelada e eu vou meter minha massa na mão dela.

[02:11:22] Amir (Guilherme): Não, isso aí parece que não faz nada.

[02:11:22] Momonga (Silva): Bora aí.

[02:11:25] Amir (Guilherme): Acho que agora é melhor a gente só puxar mesmo.

[02:11:30] Amir (Guilherme): Ela parece que tá um pouco se fudendo pra coisa normal aí, física.

[02:11:30] Markhor (Juliano): É da...

[02:11:32] Momonga (Silva): Não dá nem pra quebrar o... Não dá pra nem...

[02:11:34] Markhor (Juliano): É, eu acho que agora é puxar que ela tá caída, não?

[02:11:37] Amir (Guilherme): É...

[02:11:38] Momonga (Silva): Vocês não conseguiram quebrar o...

[02:11:38] Amir (Guilherme): Não...

[02:11:39] Momonga (Silva): O... alguma coisa dela, tirando de uma laça.

[02:11:41] Markhor (Juliano): Não teve nenhum impacto bater.

[02:11:41] Amir (Guilherme): Me... É... O...

[02:11:43] Momonga (Silva): Vixe.

[02:11:44] Markhor (Juliano): Voltou tudo no meu braço.

[02:11:45] Amir (Guilherme): Sim... Você já bateu com um pedaço de... Sei lá... Com um toco numa barra de ferro?

[02:11:50] Momonga (Silva): Já, já.

[02:11:51] Amir (Guilherme): É... Então, é isso aí que aconteceu... Ok...

[02:11:53] Momonga (Silva): Então vamos continuar puxando.

[02:11:56] Mestre (Thomas): Dessa vez ela caiu do lado inverso. Ela tá com os pés agora mais próximos de vocês.

[02:12:06] Amir (Guilherme): Cara, eu vou...

[02:12:08] Mestre (Thomas): Os três vão puxar?

[02:12:08] Amir (Guilherme): Vamos tentar dar um tranco... Um tranco do fudido de uma vez... Ao invés de...

[02:12:13] Markhor (Juliano): E isso sincronizar o tranco.

[02:12:14] Amir (Guilherme): É que... No momento que ela acabar de bater as costas, talvez facilite e tal...

[02:12:19] Momonga (Silva): Eu tô correndo.

[02:12:24] Amir (Guilherme): Vamos tentar tipo, enquanto é tempo cê aí se puxa, tudo junto, com a maior força que tiver aí nos músicos.

[02:12:33] Mestre (Thomas): Vai ser isso daí então. A chance vai partir pra metade agora. 50-50. Pode ser D6.

[02:12:41] Amir (Guilherme): Ok.

[02:12:43] Mestre (Thomas): Um, dois ou três. Vocês conseguem tirar a lança desse bicho aí.

[02:12:49] Mestre (Thomas): Quem que vai rolar?

[02:12:49] Amir (Guilherme): Agora dá certo.

[02:12:51] Mestre (Thomas): Acho que o... O Markhor rola, né? Ele que teve...

[02:12:54] Amir (Guilherme): É, ele tá na frente, né?

[02:12:55] Mestre (Thomas): Ah não, quem que teve a ideia? Foi o Gui, não foi? O que foi o Juliano?

[02:12:59] Amir (Guilherme): Do...

[02:12:59] Markhor (Juliano): Acho que foi o Gui.

[02:13:00] Amir (Guilherme): Do... Ah, esse maldito.

[02:13:02] Mestre (Thomas): Então é Tug, hein? Fala aí.

[02:13:06] Amir (Guilherme): Tá, vamos ver.

[02:13:09] Mestre (Thomas): Vai dar bom, pô, vai dar bom aí, né?

[02:13:09] Amir (Guilherme): Meu Deus, meu Deus.

[02:13:12] Mestre (Thomas): Aí, ó, deu bom.

[02:13:12] Amir (Guilherme): Dois! Caralho!

[02:13:14] Markhor (Juliano): Olha o tempo todo esse estado.

[02:13:14] Amir (Guilherme): Fala dele, fala dele!

[02:13:18] Mestre (Thomas): Com esse tranco, a lança sai das mãos dessa estátua e vai voando na direção de vocês, acertando o Markhor, mentira.

[02:13:18] Amir (Guilherme): Ai! Caralho, matou!

[02:13:25] Amir (Guilherme): Ele tá mexendo ainda ou é isso? Deu piripar nele, ele tá sem essa porra. Nossa, vamos pegar essa porra, vamos sair correndo! É!

[02:13:28] Mestre (Thomas): Não acertou ninguém não, mas vocês tiram a lança desse cara.

[02:13:29] Amir (Guilherme): É!

[02:13:29] Markhor (Juliano): Aí minha outra coxa. Eu pego a lança e acho que a gente sai correndo.

[02:13:32] Amir (Guilherme): É! É!

[02:13:37] Amir (Guilherme): É! É! É! É!

[02:13:41] Mestre (Thomas): Não, ele tá mexendo ainda.

[02:13:41] Amir (Guilherme): É! É! É!

[02:13:43] Mestre (Thomas): Não deu tempo dele se levantar ainda e a lança acaba de cair na frente de vocês.

[02:13:44] Amir (Guilherme): É! É!

[02:13:49] Mestre (Thomas): Eu quero saber o que vocês fazem nessa situação.

[02:13:52] Amir (Guilherme): É! É!

[02:13:55] Momonga (Silva): A lança tá presa na corda, é só correr.

[02:13:55] Amir (Guilherme): É! É! Só que é verdade.

[02:14:00] Mestre (Thomas): Ok.

[02:14:01] Amir (Guilherme): Talvez a lança fique presa. O chão é todo fodido.

[02:14:04] Markhor (Juliano): Preso na escada, né?

[02:14:05] Amir (Guilherme): Talvez fique preso em algum canto.

[02:14:06] Momonga (Silva): da voc v quintar na frente a que o Saibel A ele vai puxando ent ele vai puxando a lan enquanto n vai correndo

[02:14:10] Mestre (Thomas): O Markhor Voc pegam a lan e correm Enfim

[02:14:11] Amir (Guilherme): É o Markhor. Vai ter que pegar a lança mesmo.

[02:14:12] Markhor (Juliano): Não, eu... Não, eu pego a lança e falo, vamos correr.

[02:14:20] Momonga (Silva): Ah, então você pega rapidinho, eu já tô lá na frente correndo já.

[02:14:21] Amir (Guilherme): É.

[02:14:25] Momonga (Silva): Não, pior que se eu for lá na frente.

[02:14:25] Amir (Guilherme): Eu não posso correr muito desatado porque eu estou amarrado na quadra ainda. Eu tenho que ir mais ou menos onde está o Markhor.

[02:14:31] Markhor (Juliano): Vai no meu ritmo.

[02:14:32] Momonga (Silva): E eu tô pra guardar a malada no braço.

[02:14:36] Amir (Guilherme): Vamos nisso aí.

[02:14:38] Mestre (Thomas): Vocês vão correr, mesmo?

[02:14:40] Amir (Guilherme): Isso aí é.

[02:14:40] Mestre (Thomas): Ação de correr? Tá?

[02:14:41] Momonga (Silva): Sincronizado. Uma chance de encontro.

[02:14:44] Markhor (Juliano): É, sim. Deu pra ouvir, assim, passos de pedra?

[02:14:46] Mestre (Thomas): Correndo, vocês vão fazer barulho, tá? Mas vocês chegam... Lá na superfície no mesmo turno, inclusive, tá?

[02:14:54] Amir (Guilherme): Ok.

[02:14:54] Mestre (Thomas): Claro que o... O personagem do Momonga vai tá bem mais na frente Mas no mesmo turno vocês chegam Vou pedir que vocês falem pra mim

[02:15:03] Amir (Guilherme): Ok.

[02:15:04] Mestre (Thomas): Deixa eu ver aqui a... Opa Quase que eu fiz merda aqui Sim, sim

[02:15:12] Amir (Guilherme): Olhando pra trás, a estátua saiu da sala atrás da gente?

[02:15:14] Mestre (Thomas): Cara, vocês não viram, vocês saíram correndo

[02:15:16] Amir (Guilherme): Ou ela ficou lá sem a lança mesmo e fodeu? Ah, justo. Justo.

[02:15:24] Mestre (Thomas): Cara, eu diria que não, porque vocês estão fazendo muito mais barulho.

[02:15:26] Amir (Guilherme): É verdade.

[02:15:30] Mestre (Thomas): Principalmente o Markhor que tá usando talas.

[02:15:30] Markhor (Juliano): Ah, aqui é...

[02:15:35] Mestre (Thomas): Então tá fazendo aquele barulhão de metal batendo metal, tá ligado?

[02:15:40] Amir (Guilherme): Sim, ainda mais que eu voltei gritando também.

[02:15:40] Markhor (Juliano): Vou rodar.

[02:15:43] Amir (Guilherme): Aí não dá pra ouvir não.

[02:15:44] Mestre (Thomas): É isso, foi isso. Deixa eu ver se a gente encontra o padrão de vocês. Até 800 é 1 em 8. Valenha pra mim.

[02:15:55] Mestre (Thomas): Não vai aparecer alguém na cara de vocês, mas alguém ao redor aí pode escutar essa movimentação.

[02:15:56] Amir (Guilherme): Olha aí, Momo.

[02:16:02] Markhor (Juliano): Um.

[02:16:03] Mestre (Thomas): Que é o caso.

[02:16:03] Amir (Guilherme): Nossa.

[02:16:04] Mestre (Thomas): Fala pra mim um D20.

[02:16:09] Markhor (Juliano): O Cronos Escuro. Dois.

[02:16:11] Mestre (Thomas): Crosso.

[02:16:11] Markhor (Juliano): Um.

[02:16:12] Mestre (Thomas): Poderia ser, poderia ser. Deixa eu ver em qual parte vocês estão. Tá.

[02:16:22] Mestre (Thomas): Esse lugar é...

[02:16:34] Mestre (Thomas): Esse número...

[02:16:38] Amir (Guilherme): Calma a um minutinho e j volto Voltei voltei Opa

[02:16:40] Mestre (Thomas): Vai lá, vai lá.

[02:16:45] Mestre (Thomas): Estamos de dia... Ok. Foi 14, né?

[02:16:53] Mestre (Thomas): Beleza. Cara, vocês chegam ali...

[02:16:58] Mestre (Thomas): No... No porão. É porão que fala? por l N o que que eu Caralho sempre confundo com o Sotom t ligado Da me perguntei se j tava indo certo

[02:17:02] Markhor (Juliano): Acho que é um porão lá.

[02:17:09] Markhor (Juliano): Ah, sim.

[02:17:12] Mestre (Thomas): Mas enfim, vocês chegam ali naquela parte de baixo dessa casa de estátuas. E o que que vocês fazem a partir daí?

[02:17:27] Markhor (Juliano): Eu acho que a gente...

[02:17:27] Mestre (Thomas): Imagino que vocês param de correr, inclusive, né?

[02:17:30] Momonga (Silva): Vocês querem botar a mesa de novo no lugar? Pra fechar a porta?

[02:17:38] Markhor (Juliano): Não, então, a mesa a gente... É que a gente podia puxar a porta de pedra de volta pra fechar, né? A porta que desliza.

[02:17:47] Momonga (Silva): É, mas a mesa é pesada e vai segurar a porta.

[02:17:52] Markhor (Juliano): Não, mas daí tem que botar a mesa... É porque se a mesa, tipo... A gente pode passar por cima ou por baixo, entendeu?

[02:17:55] Momonga (Silva): Quanto tempo?

[02:17:58] Momonga (Silva): Ô, mestre, quanto tempo nós gastou? É... levantando a mesa e botando ela no lugar lá.

[02:18:05] Mestre (Thomas): Era só alguns minutos, não considero um turno inteiro, não. Você quer tentar?

[02:18:10] Momonga (Silva): Quantos minutos foi? Ah, então...

[02:18:13] Markhor (Juliano): Daria pra puxar a porta de pedra que desliza?

[02:18:15] Momonga (Silva): Tá.

[02:18:20] Markhor (Juliano): É, eu quero... Primeiro eu quero a opinião do Amir e do Momonga, né? Voc acham que vale a pena Voc acham que vale a pena fechar a porta de pedra aqui pra est n passar Boa Aten

[02:18:27] Momonga (Silva): Caralho.

[02:18:31] Momonga (Silva): Nós fecha a porta e bota a mesa.

[02:18:33] Amir (Guilherme): Pô, duvido que essa escadinha de madeira aí, espiral, aguente essa porra aí pra ela subir. Nem gasta, não.

[02:18:39] Mestre (Thomas): Era de pedra, viu? Não é de madeira, não.

[02:18:41] Amir (Guilherme): De pedra? Ah. Poxa, parece que tinha uma cara de madeira.

[02:18:45] Momonga (Silva): Vocês querem fechar a porta e botar a mesa?

[02:18:49] Mestre (Thomas): É que estranho. Nenhuma... Nenhuma... Nenhuma escada nessa região aí é de madeira, não, viu? Acho que vocês confundiram ou falaram da mesa, que é de madeira maciça.

[02:19:00] Amir (Guilherme): É. Talvez, talvez... Eu acho que nem compensa não, porque se essa porra aí for... Não é colocar o bagulho na frente, ele vai só arrebentar essa porra aí e passar do mesmo jeito.

[02:19:12] Mestre (Thomas): Ok

[02:19:18] Amir (Guilherme): É. E dormir, pô, tá maluco?

[02:19:22] Mestre (Thomas): Você vai correr?

[02:19:22] Momonga (Silva): Então bora. Quem tá com o cavalo? Vou continuar correndo então.

[02:19:24] Amir (Guilherme): E ir embora.

[02:19:29] Amir (Guilherme): Chora.

[02:19:30] Markhor (Juliano): E daqui a gente não corre, daqui a gente vai cauteloso.

[02:19:35] Amir (Guilherme): É, acho que pode ser.

[02:19:35] Momonga (Silva): E daí o bicho vem correndo atrás da gente, você faz o que?

[02:19:38] Amir (Guilherme): Aí não é corre.

[02:19:38] Markhor (Juliano): Ué, mas a gente já ganhou distância, agora dá pra ir de boas.

[02:19:40] Amir (Guilherme): Também acho.

[02:19:43] Markhor (Juliano): Tem espaço aberto.

[02:19:43] Momonga (Silva): Boa. Os muros estão logo ali.

[02:19:45] Amir (Guilherme): Sim.

[02:19:47] Momonga (Silva): Eu vou correndo cautelosamente.

[02:19:51] Mestre (Thomas): Não, não, peraí, peraí Ou você anda ou você corre Qual dos dois você vai fazer?

[02:19:57] Momonga (Silva): Eu quero... Eu posso...

[02:19:59] Mestre (Thomas): Os dois são cautelosos Na medida do possível

[02:20:02] Momonga (Silva): Vai, porque é o mesmo caminho da entrada que a gente fez anteriormente, da sessão passada.

[02:20:02] Mestre (Thomas): Não, eu já posso adiantar que deu bem mais do que um turno

[02:20:03] Markhor (Juliano): Mas não vamos pros muros, vamos lá pro caminho que a gente fez. Porque os muros não garantem que a gente vai conseguir chegar na pousada, achar uma entrada tão fácil.

[02:20:19] Momonga (Silva): A gente só deu uma voltinha, não uma volta tipo, nossa, que volta do caramba.

[02:20:23] Markhor (Juliano): Uma volta maior.

[02:20:23] Momonga (Silva): A gente deu um pouco de tempo pra...

[02:20:24] Markhor (Juliano): Ah, deu.

[02:20:27] Momonga (Silva): Eu não lembro o tempo que nós ficou, mas foi bem coisa, tipo, acho que não deu nenhum turno a nossa volta ali. Abre o que voc quer fazer o pr por mim em Muro em Runinhas mais f cara Porque a gente pode ter chances de encontro durante o Rio ali

[02:20:40] Mestre (Thomas): Deu, deu Se for lá fora, vê

[02:20:42] Markhor (Juliano): Mas enfim, eu prefiro ir perto do rio. O que vocês preferem? Ir pela muralha? Pela Muro em Ruínas?

[02:20:51] Amir (Guilherme): Porra, não sei.

[02:21:02] Markhor (Juliano): Aqui também.

[02:21:02] Amir (Guilherme): Ah não, mas aí pode ter em qualquer lugar, né?

[02:21:05] Momonga (Silva): É, realmente.

[02:21:06] Amir (Guilherme): Eu acho mais seguro a gente voltar pelo caminho que a gente veio, mano.

[02:21:07] Momonga (Silva): Mas aqui tem o...

[02:21:09] Amir (Guilherme): Que a gente veio pra cá. Que aí a gente sabe mais certinho.

[02:21:12] Momonga (Silva): Não é mais o Longo.

[02:21:13] Amir (Guilherme): Não sei...

[02:21:16] Markhor (Juliano): Eu acho que não, acho que dá a mesma coisa. Eu vou soltar a corda da lança, tá?

[02:21:21] Momonga (Silva): Eu consigo ter uma diferença de se é a mais longa ou não, mestre?

[02:21:21] Amir (Guilherme): É, isso eu já não sei... É, também não...

[02:21:26] Mestre (Thomas): Vocês atualmente estão no No subterrâneo dessa casinha aí, de estátuas.

[02:21:32] Momonga (Silva): Não, mas na memória que eu tenho do Kamigofu.

[02:21:35] Mestre (Thomas): É a memória do jogador.

[02:21:41] Mestre (Thomas): Ok, a lança tá livre ainda na tua mão.

[02:21:43] Momonga (Silva): Ah, então.

[02:21:43] Markhor (Juliano): Eu vou...

[02:21:44] Mestre (Thomas): Você percebe que ela é um metal bastante maciço, a lança é pesada e ela é inteira preta, cara.

[02:21:45] Markhor (Juliano): Que doida.

[02:21:57] Markhor (Juliano): Eu... Bom, não vou parar pra olhar ela agora assim. Eu vou usar, tá equipado com ela por enquanto.

[02:22:04] Mestre (Thomas): Ok.

[02:22:06] Momonga (Silva): Ah, vamos pelo rio então, vai pessoal. Vocês querem tanto.

[02:22:10] Markhor (Juliano): Então vamos pelo caminho que a gente fez.

[02:22:11] Amir (Guilherme): Sim...

[02:22:13] Mestre (Thomas): Certo.

[02:22:13] Momonga (Silva): Eu vou pegar a comida lá, já volto.

[02:22:16] Mestre (Thomas): Ok. Cara, enquanto vocês estão subindo naquela breve escadaria que leva aí pra... ...pra o térreo dessa casinha de estátuas, vocês começam a escutar um barulho ao redor aí. Vocês escutam uns grunhidos relativamente altos, graves, inclusive, e de... e de pedra caindo. Aten Abre a porta do pr

[02:22:51] Markhor (Juliano): O...

[02:22:51] Amir (Guilherme): Vixe...

[02:22:56] Amir (Guilherme): Doideira é essa?

[02:22:58] Markhor (Juliano): Ô Mir, você consegue dar uma só bisoiada na parte de cima, sem a gente passar?

[02:23:00] Amir (Guilherme): Isso... Isso... Onde exatamente está vindo esse som aí? Eu consigo dizer mais ou menos?

[02:23:33] Mestre (Thomas): Apenas.

[02:23:37] Amir (Guilherme): Cara, eu vou... Eu vou... Deixa eu ver aqui.

[02:23:47] Amir (Guilherme): Eu vou pegar a minha faquinha na minha mão ali e vou sair ali da entrada. Vou andar um pouquinho mais pra frente da porta da entrada devagar Pra chegar mais ou menos no meio dessa rua Caramba n mesmo uma rua n Mais ou menos a dist boa a da porta E d uma olhada em volta n

[02:24:04] Mestre (Thomas): Tá então. Não, pelo que eu entendi o Gui ele quer sair da casa, é isso?

[02:24:11] Markhor (Juliano): A gente só abescada e ainda... mas fica dentro aí da casa.

[02:24:16] Amir (Guilherme): É, eu quero...

[02:24:20] Mestre (Thomas): Tá, se você só quer sair andando e é isso?

[02:24:20] Markhor (Juliano): É, mas acho que é só ele primeiro. É, eu acho que a gente sai o mais silencioso possível e tenta ir pegando cobertura nos pedaços de ruínas pra não ficar na visão do urso.

[02:24:23] Amir (Guilherme): Sim, sim.

[02:24:27] Mestre (Thomas): Só pra entender como é que vai ser.

[02:24:28] Amir (Guilherme): Não, eu vou sair, tipo, me esgueirando um pouquinho, andando devagar. Pra ver se eu consigo ter uma ideia do que tá acontecendo aí na...

[02:24:37] Mestre (Thomas): Tá, mas você vai tá em pé, agachado, engatinhando, se arrastando, como é que vai ser?

[02:24:38] Amir (Guilherme): Em volta...

[02:24:41] Amir (Guilherme): Em pé mesmo, em pé mesmo, andando devagar só.

[02:24:45] Mestre (Thomas): Tá. Cara, você repara que pra sua... direita, você vê que em meio aos entulhos ali de uma outra construção, você vê um grande... um grande urso vasculhando entre as...

[02:25:05] Amir (Guilherme): Ixi.

[02:25:06] Mestre (Thomas): os entulhos. Entre os entulhos.

[02:25:11] Amir (Guilherme): Ok. Ele tá... Isso é tipo no... ele tá na direção... na direção que a gente precisa ir pra voltar ou ele tá tipo do outro lado assim?

[02:25:24] Mestre (Thomas): Não, ele tá pra sua direita. Você sabe que o rio tá pra sua frente. Abre a porta, entre sua frente e sua esquerda Estou pegando como referência aquela ponte

[02:25:34] Amir (Guilherme): O que vocês acham galera?

[02:25:37] Mestre (Thomas): Para a direita

[02:25:38] Amir (Guilherme): Sim, sim.

[02:25:41] Amir (Guilherme): O que vocês acham galera? A gente só...

[02:25:44] Momonga (Silva): As muralhas estão para que direção? Para a esquerda?

[02:25:50] Mestre (Thomas): A mais próxima

[02:25:53] Momonga (Silva): É, vamos pelo rio mesmo. Notificativo

[02:26:08] Amir (Guilherme): É.

[02:26:08] Mestre (Thomas): Certo Cara, o Gui, por ele ser Ladino, eu já considerei que ele passou ali sem precisar de teste Teste No caso de vocês, mesmo vocês tendo o mesmo cuidado que ele, e a criatura ali fazendo um certo barulho também, ainda assim vai ter uma chance dela perceber vocês. É uma chance baixa, mas existe.

[02:26:35] Mestre (Thomas): Considerando essa situação, tem cinco chances em seis de vocês passarem despercebidos. Cada um vai ter que rolar, menos o Ladino.

[02:26:36] Amir (Guilherme): Ixi.

[02:26:48] Amir (Guilherme): Ok. E aí?

[02:26:49] Mestre (Thomas): Passando vocês chegam até uma parte onde a criatura não...

[02:26:54] Markhor (Juliano): Eu não passei.

[02:26:56] Mestre (Thomas): Não passou como?

[02:26:58] Markhor (Juliano): Seis Pior ainda eu ia dizer que eu queria fazer um som de bode

[02:26:58] Mestre (Thomas): Tirou 6. E o Momonga tirou 3? Ok. Cara, na vez do Markhor ali...

[02:27:05] Momonga (Silva): Fadura, tá ligado? Fazendo barulho, tá ligado?

[02:27:09] Mestre (Thomas): A armadura não deve ter...

[02:27:10] Amir (Guilherme): É.

[02:27:12] Mestre (Thomas): Inclusive eu esqueci de considerar a armadura, tá? Ia dar um pontinho a menos.

[02:27:16] Amir (Guilherme): É verdade.

[02:27:19] Mestre (Thomas): Ia dar ruim com furtividade. Mas enfim, não passou de qualquer jeito. Cara, você não sabe se foi alguma coisa que você esbarrou, ou se você simplesmente deu azar que a criatura ali parou de fazer barulho, Ele escutou você? Ou só viu você no campo de visão dela? Alguma coisa aconteceu que ela reparou em você? Ela inclusive para de mexer nas coisas? Ela ergue o corpo? E faz um grunhido um pouco mais alto e longo Enquanto olha na direção de vocês Você joga fechado?

[02:27:59] Amir (Guilherme): Eu vou tirar toda a ração que eu tenho aqui na mochila, vou jogar no pé desse bicho aí e... Para! Pra ver se ele fica interessado nisso daí, ao invés de querer comer a gente

[02:28:13] Mestre (Thomas): Ok

[02:28:14] Amir (Guilherme): É, eu vou tirar da mochila aí e vou jogar o saquinho, não, a ração do explorador Tem oito aqui

[02:28:19] Mestre (Thomas): Você joga tudo?

[02:28:20] Amir (Guilherme): Tem até um monte de coisa misturada aí É, vou jogar tudo que eu tenho aqui, não vou ficar selecionando não, vou pegar o... O montinho aí tudo e vou jogar o caos no chão, deixa eu ver quanto que eu tenho, tem oito

[02:28:29] Mestre (Thomas): Tá Você vai jogar mais perto dela? No meio? Ou mais próximo de você?

[02:28:36] Amir (Guilherme): Eu vou jogar, vou jogar Vou jogar mais pr dela n em cima dessa criatura mas mais da metade da dist entre a gente e ele Uhum Show

[02:28:53] Mestre (Thomas): Tá Cara, é... Pela quantidade de ração que você jogou Eu diria que ela Tem uma tendência bem maior de De verificar Apenas o que você jogou em vez de avançar até vocês. Só que eu quero saber se ela se assusta com a sua ação, tá ligado?

[02:29:19] Mestre (Thomas): Fala pra mim um teste de reação, que é 2d6. 3 ou 2, ela vai ficar assustada aí com a sua ação. Vai agir de uma outra forma.

[02:29:34] Amir (Guilherme): Ai! Três.

[02:29:37] Mestre (Thomas): Cara, você joga as ações ali, ela até dá um pulo ali pro lado.

[02:29:47] Mestre (Thomas): Deixa eu pensar o que ela pode fazer.

[02:29:51] Mestre (Thomas): Tá. Cara, ela inclusive ignora as ações ali que você jogou. E ela avança na sua direção, Gui.

[02:30:00] Amir (Guilherme): Ai, ai, ai, ai.

[02:30:03] Mestre (Thomas): Ela n corre n mas voc percebe ela ali andando at voc um urso grande e marrom t aqui O que

[02:30:10] Amir (Guilherme): Nossa.

[02:30:11] Momonga (Silva): Eu vou usar... Eu vou usar pela minha segunda vez

[02:30:15] Amir (Guilherme): Nossa.

[02:30:17] Momonga (Silva): A minha habilidade de enraizar Então, vai

[02:30:23] Mestre (Thomas): Tá.

[02:30:27] Markhor (Juliano): Quando ela vai passando, pra ver se ela não olha pra ele e olha pra mim.

[02:30:29] Momonga (Silva): Grita que nem doido Grita que nem doido

[02:30:36] Amir (Guilherme): É, só...

[02:30:37] Markhor (Juliano): Bode de montanha.

[02:30:38] Momonga (Silva): Eu não senti a intensidade, mano, tem que gritar mais.

[02:30:38] Amir (Guilherme): Cara... Cara...

[02:30:41] Mestre (Thomas): Não, peraí, peraí.

[02:30:42] Markhor (Juliano): É que tem gente dormindo em casa, né?

[02:30:45] Mestre (Thomas): Que isso.

[02:30:45] Momonga (Silva): Ah, que pena.

[02:30:46] Amir (Guilherme): Ah, então o cara não quer me salvar de verdade.

[02:30:48] Markhor (Juliano): Tudo tem limites.

[02:30:50] Mestre (Thomas): Mas, ó. Cara, você é biano, eu diria que ela olha assim pra você. Ela para de avançar na direção do Amir e vai no Markhor. Ela tá mais ou menos ali na metade do caminho. E o Momonga, você vai tentar usar a magia dele, pelo que eu entendi, é isso?

[02:31:10] Momonga (Silva): Pera aí, agora não, vou esperar ganhar a oportunidade. Eu vou, por enquanto, eu vou só assistir, me afastar um pouquinho dele pra não acabar sobre mim.

[02:31:20] Markhor (Juliano): A quanto de distância que o urso tá de mim?

[02:31:24] Mestre (Thomas): Cara, ele percorreu até mais ou menos a metade do caminho. Ele já deixou as ações ali pra trás.

[02:31:30] Markhor (Juliano): Tá. Então, eu quero a mesma coisa, tipo, tirar as rações, só que eu vou botar, tipo, no meu pé. E começar a me afastar devagar, andando pra trás. Tipo, pega isso aqui e não me coma.

[02:31:43] Mestre (Thomas): Você coloca quantas aí?

[02:31:45] Markhor (Juliano): O que eu tenho aqui que são nove rações explorador.

[02:31:46] Mestre (Thomas): 9, ok, um número bem alto.

[02:31:54] Mestre (Thomas): E...

[02:31:54] Momonga (Silva): Faz o urso ir pra cima de você, estoura a cabeça dele com a lança, mano.

[02:31:54] Mestre (Thomas): Tá.

[02:31:58] Momonga (Silva): Trava a calança no chão e deixa ele vir pra cima.

[02:32:00] Amir (Guilherme): Acho melhor não ir embora, não quero encrenca hoje mais não.

[02:32:02] Momonga (Silva): Aí você só crava no peito dele.

[02:32:06] Amir (Guilherme): Chega.

[02:32:07] Markhor (Juliano): É, a minha coxa não tá lá aquelas coisas.

[02:32:09] Momonga (Silva): Eu curo, mano.

[02:32:10] Mestre (Thomas): E você fica perto ali da comida ou você se afasta?

[02:32:13] Markhor (Juliano): Eu começo a me afastar devagar pra não criar um susto, né? Eu vou dando passinhos pra trás.

[02:32:20] Amir (Guilherme): Vamos contornando... É, circundando, né? Pra direção que não é preciso ir.

[02:32:22] Mestre (Thomas): Tá.

[02:32:25] Mestre (Thomas): Sim.

[02:32:25] Markhor (Juliano): Isso.

[02:32:27] Mestre (Thomas): Cara, não precisa nem fazer teste, tá? Dessa forma aí eu entendo que a criatura, o urso, ela vai em direção ali à ração. E ela se interessa sim, ela começa a se mexer, se mexer não, ela começa a mexer na ação ali, ela rasga um dos pacotes e começa a comer o conteúdo que tem dentro.

[02:32:49] Amir (Guilherme): É, vambora.

[02:32:49] Markhor (Juliano): Beleza, agora. Agora vamos vazar.

[02:32:52] Amir (Guilherme): Sim.

[02:32:54] Mestre (Thomas): É isso então. E fala de gerações, vocês percebem que esse urso aí não tem intenção mais de interagir com vocês nessa situação, né?

[02:33:07] Markhor (Juliano): Beleza. Daí eu achei em direção ao rio

[02:33:08] Amir (Guilherme): Nice.

[02:33:11] Markhor (Juliano): E daí quando eu chegar próximo daquela casinha mais conservada Continuar pelas margens até próximo ali dos muros da pousada e passar pela fresta Essa...

[02:33:23] Mestre (Thomas): Ok.

[02:33:26] Amir (Guilherme): Ah!

[02:33:26] Mestre (Thomas): Então o caminho é o certo, vocês chegam até lá. Só vou narrar aqui pra vocês entenderem melhor como é o espaço aí. Mas basicamente vocês chegam até a casinha perto da ponte, naquela ponte estreita, e continuam seguindo o rio, deixando ele na esquerda de vocês. Depois de uma longa caminhada vocês chegam numa ponte quebrada no meio, Passam dessa ponte e chegam pr da torre quadricular que fica bem pr da margem do rio que tem a Vocês veem inclusive que tem outra dessa torre do outro lado do rio. Existe um muro conectado nessa torre que está na frente de vocês. E o que é que é esse muro? E por ela vocês já veem a pousada do sinal da cabeça quebrada. Inclusive vocês veem acima da porta, à distância, uma grande cabeça de uma estátua.

[02:35:09] Mestre (Thomas): Inclusive feita de pedra branca. Vocês vão até lá. As tostes de vocês que estavam ligadas se apagam todas, tá?

[02:35:14] Amir (Guilherme): Ice? Pô!

[02:35:20] Mestre (Thomas): Nesse meio caminho.

[02:35:22] Amir (Guilherme): Uhum!

[02:35:22] Mestre (Thomas): E vocês chegam até a estrutura aí. Vocês têm 27 minutos de sessão ainda, vocês vão fazer alguma coisa? Vamos finalizar por hoje.

[02:35:31] Markhor (Juliano): Uma pergunta que eu tenho agora que eu tô olhando melhor essa cabeça Ela... Olhando para as proporções Ela faria sentido ser a cabeça da estátua daquela perna?

[02:35:45] Mestre (Thomas): Parece que sim.

[02:35:46] Markhor (Juliano): Tipo, ela é da mesma pedra?

[02:35:48] Mestre (Thomas): Parece que sim, é da mesma pedra.

[02:35:48] Markhor (Juliano): Parece que sim.

[02:35:51] Mestre (Thomas): O próprio... Gui, repara nisso também, é o mesmo material daquele braço que ele pegou, é da mesma proporção também Deixa eu ver aqui

[02:36:02] Amir (Guilherme): Uhum!

[02:36:03] Markhor (Juliano): Então.

[02:36:04] Amir (Guilherme): Caralho!

[02:36:05] Markhor (Juliano): É, mas vamos montar essa estátua uma hora.

[02:36:08] Amir (Guilherme): É! Quer dizer, eu tenho que ver se tá lá na

[02:36:11] Momonga (Silva): Eu...

[02:36:11] Mestre (Thomas): Vocês querem mais detalhes da cabeça? Não precisa não

[02:36:11] Amir (Guilherme): na estalagem ainda, né? Que tem um bilhão de anos que eu não olho, ó!

[02:36:12] Markhor (Juliano): E eu tenho que achar a perna de volta, né? Porque levaram.

[02:36:16] Amir (Guilherme): Sim! É, só... Sem nada dentro.

[02:36:20] Mestre (Thomas): Sim, é uma cabeça humana, bem grande inclusive, bem maior do que vocês

[02:36:21] Markhor (Juliano): Sim, sim. O que tipo é uma cabeça humana? É homem ou mulher? O que?

[02:36:31] Mestre (Thomas): Ela tem olhos em baixo relevo Inclusive sem nada dentro. Ela... Essa cabeça tá usando inclusive um... Um capacete. Deixa eu ver o design desse capacete aqui Cara um capac Cara parece ser alguma coisa pra encaixar ali sim

[02:36:51] Amir (Guilherme): Tem uma outra estátua.

[02:36:52] Markhor (Juliano): É como se tivesse antigamente coisas tipo pedras ali nesses olhos?

[02:37:04] Mestre (Thomas): Inclusive tá vestindo um capacete... Romano. O estilo romano, né? Inclusive é aquele que não tem...

[02:37:15] Mestre (Thomas): Não tem nada em cima. Não sei explicar direito isso. Chama...

[02:37:21] Amir (Guilherme): Parece uma coroa.

[02:37:22] Mestre (Thomas): Não, não, hein?

[02:37:24] Markhor (Juliano): Aquele que é um de couro, assim, que cai umas orelhinhas?

[02:37:26] Mestre (Thomas): Inclusive...

[02:37:29] Mestre (Thomas): Não, não, não. Parece ser um de... Feito de metal, embora não seja de metal a... a estátua. E ela finaliza a parte ali do... do queixo de uma forma... pontiaguda Parecendo uma lança invertida, não sei explicar muito bem.

[02:37:55] Mestre (Thomas): Eu posso mandar uma imagem, acho que serve. Mas melhor do que explicar, eu posso mandar uma imagem.

[02:37:59] Amir (Guilherme): Show.

[02:38:02] Amir (Guilherme): É...

[02:38:02] Mestre (Thomas): Vou mandar aqui no geral.

[02:38:05] Mestre (Thomas): É parecido com esse daí que eu acabei de mandar.

[02:38:05] Amir (Guilherme): Deixa eu ver...

[02:38:12] Mestre (Thomas): Cobre toda a cabeça, menos os olhos.

[02:38:12] Amir (Guilherme): Ah, tá, tô ligado.

[02:38:15] Markhor (Juliano): Ah, legal.

[02:38:16] Mestre (Thomas): E parte ali da boca. Não tem rachadura nenhuma não, você só percebe que ele na parte do pescoço é bem mais poroso, né?

[02:38:20] Amir (Guilherme): Pô, tem... Falou disso aí de coisa dos olhos, tem uma estátua lá em cima da pirâmide que tem uns bagulho no olho lá que um rapaz lá tentou tirar lá e morreu, mano. Ficou um monte de relâmpago nele, não sei o quê.

[02:38:36] Markhor (Juliano): É, então, devem ter tirado isso aí agora.

[02:38:41] Amir (Guilherme): É. Cara, eu quero...

[02:38:43] Markhor (Juliano): Deve ter morrido também. E a cabeça tá quebrada? Tipo, assim, a ideia do nome da estalagem é porque ela só se desconectou da estátua ou tem rachaduras nessa cabeça?

[02:39:03] Markhor (Juliano): Uhum.

[02:39:03] Mestre (Thomas): Sinal que tinha alguma coisa ali que foi quebrada.

[02:39:04] Markhor (Juliano): O...

[02:39:11] Amir (Guilherme): Eu vou perguntar pro taberneiro aí se ele conhece alguém que... alguém que andava em dupla ou talvez algum grupo maior aí que perdeu um membro recentemente e um outro ficou machucado que veio na taverna aí

[02:39:30] Mestre (Thomas): Cara, o Cronos, ele dá uma coçada ali na barrigona dele enquanto ele pensa. Rapaz, é... Várias pessoas aí acabam morrendo e tal Não é raro isso daí não, tá? Ontem eu vi um grupo aí que perdeu dois rapazes Três dias atrás aconteceu algo parecido também Querendo ou não, é algo bem comum aqui nessas redondezas, sabe? Pô, não...

[02:40:02] Amir (Guilherme): Então, mas especificamente que morreu um e tem um ferido. E o resto tá de boa, se tem mais gente. Algo similar não...

[02:40:14] Mestre (Thomas): Muito difícil, cara, muito difícil. É, infelizmente eu acabei me acostumando com esse tipo de situação e já nem reparo mais.

[02:40:21] Amir (Guilherme): Ok, justo. Entendo. Obrigado aí, do meu lado, por sua fala.

[02:40:28] Mestre (Thomas): Não, qualquer coisa se eu lembrar eu te aviso, viu?

[02:40:32] Amir (Guilherme): Joia. Cara, esse maluco talvez está querendo dinheiro para refrescar a memória dele, mas eu não teria...

[02:40:33] Markhor (Juliano): Ô, Momonga, você quer olhar se tua carroça tá intacta?

[02:40:40] Momonga (Silva): Eu ia fazer isso, mano. Tava...

[02:40:42] Mestre (Thomas): Muito certo.

[02:40:42] Momonga (Silva): A experiência foi melhor de vocês aí.

[02:40:44] Markhor (Juliano): Vamos lá, vamos lá.

[02:40:52] Mestre (Thomas): Oi Cara, é, cês voltam ali pra fora da estalagem a carroça do Momonga tá na esquerda de vocês, encostada ali com a estrutura a pequena estrutura ali do não é Curral o nome é da estábulo, perfeito

[02:41:13] Markhor (Juliano): Está boa.

[02:41:14] Amir (Guilherme): Na verdade pode ficar, acho que eu vou ficar com isso pesando à toa.

[02:41:15] Mestre (Thomas): tá lá, cara, cê inclusive Inclusive percebe que tem um homem ali, encostado na sua carroça. Inclusive ele tá ali mexendo... Uma espada. Você repara que ele tá lixando a espada com uma pedra.

[02:41:33] Momonga (Silva): Deixa eu me levantar. Oh, oh.

[02:41:40] Momonga (Silva): Falar nada n tenho nada a dizer n Os caras est mantendo a seguran e tal Eu Bom eu

[02:41:45] Markhor (Juliano): Eu quero verificar rapidinho com o meu cavalo se todas as coisas estão lá com ele, se ele tá bem.

[02:41:52] Mestre (Thomas): Seu cavalo tá bem. Inclusive você repara que ele tá comendo ali um feno que deixaram ali. E seus portentes estão aí ainda. Nada foi mexido.

[02:42:04] Markhor (Juliano): Maravilha. Então eu vou tirar os pertences.

[02:42:06] Mestre (Thomas): É o comerciante.

[02:42:08] Markhor (Juliano): Que eu vou querer vender algumas coisas. Eu vou devolver ali a armadura de couro do Amir.

[02:42:21] Markhor (Juliano): Não, então vamos vender e daí você pega o dinheirinho.

[02:42:24] Amir (Guilherme): Ah, justo, justo, justo.

[02:42:24] Markhor (Juliano): É um pouco.

[02:42:27] Amir (Guilherme): Com certeza.

[02:42:29] Markhor (Juliano): E, pessoal, o que vocês acham dessa... Dessa... Lança aqui?

[02:42:37] Momonga (Silva): Cara, eu acho que ela é mágica.

[02:42:40] Markhor (Juliano): Eu acho que... É. Também acho. Eu acho que vale a pena ficar e descobrir como funciona.

[02:42:44] Momonga (Silva): Eu acho que...

[02:42:46] Markhor (Juliano): Sim.

[02:42:46] Momonga (Silva): Bom, eu recomendo a gente investigar ela lá em outra cidade.

[02:42:47] Amir (Guilherme): Sim.

[02:42:52] Momonga (Silva): Lá tem mais coisas do que aqui.

[02:42:56] Markhor (Juliano): É, é verdade, é verdade. Mas eu descobri que se voc precisarem a Estelle a esposa a do Cronos consegue identificar item S meio carinho Eu identifiquei um amuleto com ela Como ela disse que foi simples foi 15 pe de ouro

[02:43:08] Momonga (Silva): Quanto? É, tá muito caro, então vamos deixar pra próxima aí.

[02:43:16] Markhor (Juliano): Mas se precisasse ser mais complexo ia ser mais caro.

[02:43:25] Momonga (Silva): Ou... Também, aqui...

[02:43:28] Markhor (Juliano): E dá pra gente vender a estátua do Goblin, né?

[02:43:33] Markhor (Juliano): É, a gente ganha uma graninha.

[02:43:34] Momonga (Silva): Vai ter que ser em outro lugar.

[02:43:38] Markhor (Juliano): Peraí que tá baixo o teu negócio.

[02:43:38] Momonga (Silva): Vai ter que ser em outro lugar a venda do Glob.

[02:43:41] Amir (Guilherme): É o... Oxe, não deu pra entender.

[02:43:51] Momonga (Silva): Tá escutando?

[02:43:52] Markhor (Juliano): Ah, agora sim.

[02:43:53] Momonga (Silva): A venda do Globby vai ter que ser em outro lugar.

[02:43:58] Markhor (Juliano): Por quê?

[02:44:00] Momonga (Silva): Por conta que aqui também não tem comprador específico.

[02:44:01] Amir (Guilherme): Sim Ah ent tem um lugar que tem 4 est de cobre mano

[02:44:03] Markhor (Juliano): Ué, tem os caras das estátuas.

[02:44:06] Momonga (Silva): Mas não é aqui que eu saiba.

[02:44:08] Markhor (Juliano): É sim, é aqui na pousada, no andar de cima.

[02:44:14] Momonga (Silva): Então vamos vender logo. Eu achei que eu tinha que bater lá na outra cidade, por isso que eu peguei aqui na roça. É, no final...

[02:44:22] Markhor (Juliano): Ah, vai ser útil a carroça, não se preocupe, mas...

[02:44:25] Momonga (Silva): No final sempre vai ser útil alguma coisa.

[02:44:28] Markhor (Juliano): Uma hora a gente vai ter um tesouro grande o suficiente pra carroça.

[02:44:35] Amir (Guilherme): Talvez tem Talvez está lá ainda Tem que ir em outra hora

[02:44:39] Markhor (Juliano): Esse é uma boa, esse é uma boa da gente ir pegar.

[02:44:40] Amir (Guilherme): É

[02:44:41] Momonga (Silva): A ideia é que a gente faz moeda.

[02:44:42] Markhor (Juliano): Não, então vamos...

[02:44:44] Amir (Guilherme): É, armadura de couro

[02:44:49] Markhor (Juliano): A gente tem alguma coisa que a gente recuperou que a gente quer vender? A lança não vão vender, o resto...

[02:44:56] Momonga (Silva): Só estátua mesmo.

[02:44:58] Markhor (Juliano): Então vamos vender a estátua e daí as quinquilharia aí.

[02:45:01] Momonga (Silva): E o... É, e as armaduras aí.

[02:45:06] Amir (Guilherme): A todos os pontos, carrega todo mundo.

[02:45:07] Momonga (Silva): O meu...

[02:45:08] Markhor (Juliano): Então o Momonga vai fazer o negócio lá que você é da negociação.

[02:45:08] Momonga (Silva): O... O meu gesso e minha cola acabaram?

[02:45:18] Mestre (Thomas): Não, não acabaram não.

[02:45:20] Momonga (Silva): Dá pra montar a da mulher? Ou vou ter que comprar outra?

[02:45:23] Mestre (Thomas): Sim, sim, dá sim.

[02:45:24] Momonga (Silva): Beleza, então. Bora lá fazer os negócios.

[02:45:30] Momonga (Silva): Quem é o mais forte pra carregar a estátua?

[02:45:36] Markhor (Juliano): Ah, eu carrego.

[02:45:37] Amir (Guilherme): Pega o seu movimento.

[02:45:38] Momonga (Silva): Então, bora.

[02:45:39] Mestre (Thomas): A estátua é pesadinha.

[02:45:40] Momonga (Silva): Eu quero que vocês fiquem atrás que nem gangster, tá ligado? Obrigado.

[02:45:46] Markhor (Juliano): Olha...

[02:45:46] Amir (Guilherme): Ajuda a carregar.

[02:45:48] Markhor (Juliano): Eu tô até sangrando aqui pra dar um efeito.

[02:45:51] Amir (Guilherme): É. É verdade.

[02:45:55] Momonga (Silva): Bom, então...

[02:45:56] Markhor (Juliano): Vai eu e o Amir carregando.

[02:45:57] Momonga (Silva): Bom, então eu me dirijo até o... A pessoa aí que eu não conheço ainda, que pode negociar sobre as estátuas.

[02:46:08] Mestre (Thomas): Onde que fica?

[02:46:11] Markhor (Juliano): O segundo andar tinha aqueles três caras, né, que compravam estátuas.

[02:46:15] Mestre (Thomas): Certo? Vocês vão ser melhor que tentar procurar esses caras aí. E vocês encontram. Os três ali, inclusive estão batendo um papo ali em uma das poucas mesas que tem nessa sala. O que vocês fazem?

[02:46:35] Momonga (Silva): Pô, meus senhores, desculpa atrapalhar a conversa aí de vocês aí, mas eu tenho...

[02:46:41] Mestre (Thomas): Precisa de alguma coisa? Um deles fala inclusive um pouco mais alto quanto eles param de conversar. Onde é?

[02:46:51] Momonga (Silva): Eu tenho algo que pode chamar a atenção de vocês e gostaria de saber se vocês gostariam de comprar. Eu...

[02:46:59] Mestre (Thomas): Fita, você ali. Repara que tem uma est atr de voc Ah Vamos ver a da est isso mesmo com a gente

[02:47:02] Momonga (Silva): Isso mesmo.

[02:47:12] Momonga (Silva): Isso aqui é uma prática que a gente encontrou, tá? Ela... Ela estava em estado precário, mas eu, com as minhas habilidades, que não são lá essas coisas, reconstruí ela todinha, e agora ela está...

[02:47:27] Mestre (Thomas): Tô vendo...

[02:47:29] Momonga (Silva): boa pra ser utilizada, E... E é bem raro. Você não vê uma estátua diariamente de um globo. Um globo. Eita, prego.

[02:47:41] Markhor (Juliano): Verdade Nunca vi outra est de Goblin

[02:47:42] Mestre (Thomas): Goblin...

[02:47:44] Momonga (Silva): Então, é um lucro pra vocês, tá? E um lucro pra mim. E aí?

[02:47:50] Mestre (Thomas): Esse entreolho ali... Daí o que... O que eu tava falando antes que você continua... É, de fato, estátua de Goblins... Pessoalmente da época dos globos imperiais. De fato não é tão fácil assim de encontrar. Mas já vi algumas, viu? Já vi algumas. É, preto de vender?

[02:48:16] Momonga (Silva): Pretendo, pretendo. Eu conto com 6 segundos.

[02:48:17] Mestre (Thomas): Que bom, que bom. Traz ela aqui mais perto, deixa a gente ver. Cara, aí eles se deixam ali perto da mesa, os três se levantam, chegam mais perto ali da...

[02:48:22] Momonga (Silva): Analisa aí. Fiquem à vontade. Foi no dia que eu participei?

[02:48:32] Mestre (Thomas): da... da estátua e começam a verificar minuciosamente, cara. Inclusive eles ficam conversando entre si, ali. E você repara que eles ficam disputando valores, cara. Um fala que é... deixa eu ver aqui certinho...

[02:48:55] Mestre (Thomas): Esse aqui... É mármore.

[02:48:57] Amir (Guilherme): Essa estátua aí é de mármore que estão vendendo aí? Que vocês estão vendendo?

[02:49:04] Amir (Guilherme): Saquei.

[02:49:06] Mestre (Thomas): Deixa eu ver o preço aqui, só um segundo.

[02:49:06] Amir (Guilherme): A outra lá que eu... A outra lá que eu sei, quer dizer, não sei se está lá ainda, né? Que eu tinha visto. Era de... Acho que de um cobre oxidado, alguma porra assim. Não é de mármore não.

[02:49:19] Markhor (Juliano): Essas são legais também.

[02:49:22] Amir (Guilherme): Assim, nunca valei tanto, mas... Aí tem quatro.

[02:49:25] Markhor (Juliano): O que vai valer, de algum jeito, é a gente montar nossa estátua gigante, né?

[02:49:25] Amir (Guilherme): Uma era um.

[02:49:30] Amir (Guilherme): É. Tinha uma estátua lá que era de goblins, do lado do... Do lugar lá que eu tô falando. Tem uma porra de uma porta mal dissuada lá, sempre que eu ia mexer na porta eu escutava um monte de vozes, não sei o que, mas ficou com medo e foi embora. Não chegou a mexer muito não.

[02:49:46] Markhor (Juliano): É. Mas isso era em Ardenvul mesmo?

[02:49:49] Amir (Guilherme): Eu acho que não, acho que foi antes.

[02:49:56] Amir (Guilherme): Alegro Aquele lugar que tem uma pra que tem uma gigante no meio N n n tem esse tamb Esse o lugar que tinha um homem planta

[02:49:56] Momonga (Silva): N sei qual que mas eu acho que Era uma mans que a porta cantava n Que gritava

[02:49:58] Markhor (Juliano): Onde mais ou menos?

[02:50:06] Markhor (Juliano): Ah, eu só ouvi falar.

[02:50:16] Momonga (Silva): Ah, tá.

[02:50:16] Amir (Guilherme): Mas antes tem um outro caminho, que tem uma escada que entra pra dentro do chão. Aí tem um monte de... Tipo, coisa desabada, não sei o que, túnel fechado. E tem quatro estátuas, tipo de trabalhador com picareta, não sei o que E uma dessas é uma estátua de um goblin E lá tem uma porta toda esquisita que tem um monte de sussurro, sei lá o que Eu tô até lendo aqui, tinha um mago

[02:50:47] Markhor (Juliano): Interessante.

[02:50:53] Amir (Guilherme): Ele identificou na porta que tinha alguma coisa lá escrito sobre o deus Toph E mais algum outro deus aí, só que não deu pra entender tudo.

[02:51:05] Markhor (Juliano): Ah, legal. Eu tô fazendo uma pesquisa. O pessoal lá do templo ficou de me mandar uma carta com informações sobre as religiões antigas aí.

[02:51:16] Amir (Guilherme): Aí ó.

[02:51:16] Markhor (Juliano): Talvez eu entenda um pouco mais.

[02:51:18] Amir (Guilherme): Então tem que dar uma passada lá de novo.

[02:51:19] Momonga (Silva): E tem que tentar por um templo de Dema?

[02:51:22] Markhor (Juliano): Era o templo de Mitra que eu fui.

[02:51:24] Momonga (Silva): Ah. Bom, então eu vou tentar coletar informações do templo de Dema. Já que eu sou de lá.

[02:51:31] Markhor (Juliano): É, uma boa.

[02:51:32] Amir (Guilherme): Boa.

[02:51:34] Momonga (Silva): Bom, eu só obtive informações do Homem-Planta, pelo menos.

[02:51:41] Markhor (Juliano): Com ele ou sobre ele?

[02:51:44] Momonga (Silva): Sobre ele, o Locust was com ele, eu não tava aqui pra falar a história.

[02:51:48] Amir (Guilherme): É, então. Sim.

[02:51:51] Markhor (Juliano): O que você ouviu sobre ele?

[02:51:52] Amir (Guilherme): É.

[02:51:54] Momonga (Silva): Bom, é coisa básica, porque nem a própria igreja sabe também muito sobre ele. Ele... Normalmente ele é criado, ele nunca é... Nasce por conta própria.

[02:52:11] Momonga (Silva): Ele... O que a gente acabou descobrindo é que ele ataca tudo, sem mesmo saber o que é.

[02:52:17] Markhor (Juliano): Entendi.

[02:52:18] Momonga (Silva): Ele é um ser inteligente, ele pode copiar formas humanoides ou até mesmo animais. E que por enquanto ele ainda é algo, como posso dizer, desconhecido na nossa área. E já que a gente estuda um pouco de planta, ele ainda se torna um pouco desconhecido.

[02:52:38] Markhor (Juliano): E ele fica pra onde?

[02:52:45] Momonga (Silva): Mas ele fica onde a Army escreveu a perto dessa gigante s que perto de uma mans onde a porta cantava ou gritava alguma coisa do tipo e a gente conseguiu

[02:52:52] Amir (Guilherme): Aham.

[02:52:55] Amir (Guilherme): É. É.

[02:52:59] Amir (Guilherme): Aqui ó.

[02:53:01] Markhor (Juliano): Ah, eu sei onde é isso. Porque aqui, tá vendo que você passa uma ponte e chega nessa casa do Homem-Planta?

[02:53:06] Momonga (Silva): Caraca, faz sentido.

[02:53:11] Amir (Guilherme): Uhum.

[02:53:11] Markhor (Juliano): Eu acho que essa ilha é a ilha maior. Porque a gente t l pra tr da pir Ent a ilha menor essa ilha super perigosa E a pr ilha eu acho que j a do Homem Vindo l de tr

[02:53:25] Amir (Guilherme): Ah, se pára. Ah.

[02:53:28] Momonga (Silva): Abre a porta!

[02:53:29] Amir (Guilherme): É. Sim. Aí aqui... Esse lugar aqui que tem a... Tem um caminho que segue... Pro norte dessa... Dessa árvore. Que tem essas... Essas estátuas aqui.

[02:53:45] Markhor (Juliano): As estátuas aqui.

[02:53:46] Amir (Guilherme): Segurando umas coisas diferentes.

[02:53:47] Markhor (Juliano): Entendi. Picareta, picareta, marreta, goblin.

[02:53:51] Amir (Guilherme): E uma porta malucona, hein.

[02:53:54] Markhor (Juliano): Parece que precisa de uma combinação, assim, alguma coisa. Parece... Ahn...

[02:53:57] Amir (Guilherme): É, eu fiquei com medo de mexer nessas estátuas aí. Parece que dava pra empurrar elas, sei lá, alguma porra assim, não lembro bem. Mas eu não fico com medo de mexer nisso aí.

[02:54:05] Markhor (Juliano): É, é meio complicado.

[02:54:07] Amir (Guilherme): A porta sussurrando lá também, as coisas, né. Pegou e meteu o pé.

[02:54:14] Amir (Guilherme): Tinha, tinha, tinha um mago, ele que... Ele que leu os negócios da porta.

[02:54:22] Amir (Guilherme): Putz... Eu acho que ele chegou a usar na est sim eu acho que n tinha Mas n garanto n N a gente puxou a est para um lado e para o outro ela parecia que n tinha nada t ligado

[02:54:30] Markhor (Juliano): Então, tipo, mais um mecanismo.

[02:54:38] Amir (Guilherme): Mas eu não lembro exatamente. Só a porta lá que era meio fodida, que aí a gente decidiu não mexer muito aí para não descobrir. Mas eu não lembro muito bem não. Quando falar de novo tem que conferir essas coisas.

[02:54:52] Markhor (Juliano): Hum... Mais uma coisa, nessa ilha que fica a Casa do Homem-Planta, nessa margem do rio entre a Casa do Homem-Planta e a pirâmide, fica mais perto da margem a Casa com a Chaminé.

[02:55:07] Amir (Guilherme): Ah...

[02:55:09] Markhor (Juliano): Que daí tem essa chaminé que tipo, ela é muito enganosa porque ela é mais longa do que a altura da casa, ela vai pra uma parte ali embaixo.

[02:55:17] Amir (Guilherme): Oxe, caralho... Deixa eu botar isso aqui... Ai, cadê meu... Coisa... aqui...

[02:55:33] Amir (Guilherme): Então, nessa ilha aqui, aparentemente só tem essa casa, né, essa... tem uma torre

[02:55:38] Markhor (Juliano): É, e daí eu entendi que tipo, depois forma uma ilha menor que é essa ilha perigosa ali que tem uma ponte conectando também, que a gente passou perto.

[02:56:00] Momonga (Silva): A história da... desse... da cidade e tal, de Endervoo.

[02:56:10] Markhor (Juliano): É uma boa.

[02:56:12] Momonga (Silva): Só que eu preciso procurar quem saiba.

[02:56:16] Momonga (Silva): Vocês têm ideia de alguém que saiba? Pra na sessão que vem eu... O último IPO é fora da cidade, né?

[02:56:22] Amir (Guilherme): de uns magos aí lá pro seguindo o caminho imperial lá, você passa perto de um cemitério e lá tem um monte de magos lá, talvez eles saibam alguma coisa aí que eles ficam mexendo com o livro, não sei o que não, é dentro da cidade ainda, só que você

[02:56:45] Amir (Guilherme): tem que seguir Abre a porta do portão

[02:56:52] Markhor (Juliano): Aqui ó, eu tô vendo que tem um torre dos magos aqui.

[02:57:13] Amir (Guilherme): A queda passa o cemitério e você chega lá. Ou o cemitério é depois, eu não sei se isso aqui tá exatamente certo, não. Mas é alguma coisa assim. Algo do gênero.

[02:57:33] Markhor (Juliano): Mestre, você conseguiu voar da estátua aí? Se quiser voltar nesse ponto...

[02:57:36] Mestre (Thomas): Faz tempo.

[02:57:41] Mestre (Thomas): A gente volta, a gente volta. Inclusive eu tava torcendo aqui pra acabar o tempo, tá? Sem nem ver nada.

[02:57:46] Amir (Guilherme): Cara... Olha esse cara.

[02:57:48] Markhor (Juliano): Eu coloquei isso...

[02:57:50] Mestre (Thomas): Eu tava quietinho aqui, só esperando.

[02:57:52] Amir (Guilherme): O cara na maldade.

[02:57:52] Mestre (Thomas): Vocês têm quatro minutos e meio.

[02:57:54] Amir (Guilherme): Ai!

[02:57:55] Mestre (Thomas): Então vamos lá. Cara, eles viram e ficando aí, eles inclusive reparam mais na questão que vocês restauraram ela, né?

[02:57:55] Markhor (Juliano): Então, rapidinho...

[02:58:09] Mestre (Thomas): De uma forma inclusive bem amadora, eles comentam. Um inclusive fala p isso daqui deve valer uns 300 N talvez uns 200 Da o outro fala n p 250 isso aqui vale Daí o outro fala, não, não, isso daqui deve valer uns 150 no máximo, assim, estourando.

[02:58:33] Mestre (Thomas): O que vocês fazem? Vocês param eles ali discutindo peças super variadas.

[02:58:34] Momonga (Silva): Bom, é como...

[02:58:39] Momonga (Silva): Eu me debruço em cima da mesa e já comento Bom, eu estou pensando em 350 Pelos de ouro Ô, ciclos de ouro N n n n N vai me negociar n N n n Relaxa relaxa N n n

[02:58:54] Mestre (Thomas): Um deles fala, não, tá maluco, isso daí é absurdo. Os outros concordam.

[02:59:13] Markhor (Juliano): É no 200 de prata?

[02:59:15] Amir (Guilherme): Não, não, não. O que é isso?

[02:59:23] Markhor (Juliano): Eu tô com pressa, Momonga...

[02:59:29] Momonga (Silva): Como fui eu que restaurei, eu prezo pelo meu trabalho 300 de bráquedas.

[02:59:36] Mestre (Thomas): Um deles fica desanimadão, ele pô, que 300 aqui? O outro fala, pô, talvez, estamos indo no 270, né? O outro fala, não, pô, 300 tá bom, vai, 300.

[02:59:49] Momonga (Silva): Fechou, então. Foi bom fazer negócios com vocês.

[02:59:54] Mestre (Thomas): Tá. Daí esse que falou 300, ele puxa ali do... da mochilinha dele, ele puxa um papel, inclusive um papel de boa qualidade, inclusive, Ele senta ali na cadeira, coloca o papel em cima da mesa e começa a escrever. Depois de uns dois minutos, ele para e fala. Pronto, tá aqui ó, 300 ciclos de prata. Pra você, meu caro. Daí como funciona o nosso negócio aqui? E a j que eu percebi que voc n fez o neg com a gente antes seguinte a gente faz um cheque aqui que eu t te mostrando aqui e voc vai ter que levar pra n essa est a l pra cidade do novo mercado Entregando ela l durante a entrega voc recebe esse valor a

[03:00:58] Momonga (Silva): Tem alguma data específica ou limite de tempo para levar?

[03:01:04] Mestre (Thomas): Só levar, só ter esse papel aí em mãos.

[03:01:04] Momonga (Silva): Beleza então.

[03:01:09] Mestre (Thomas): Entregar ali de fato essa estátua em específico, até deixei anotado certinho os detalhes da estátua. Entregando lá eles te passam o valor certinho.

[03:01:23] Momonga (Silva): Eu só não grato que eu vou levar ainda esse tempo por conta que pretendo reconstruir outras estátuas.

[03:01:30] Mestre (Thomas): Você que sabe. Vai no seu tempo aí.

[03:01:30] Momonga (Silva): E... grande negócio com você.

[03:01:35] Momonga (Silva): Você vai estar por aqui ainda? Durante esse tempo?

[03:01:38] Mestre (Thomas): Ah, a gente fica aqui por...

[03:01:39] Momonga (Silva): Bom, então eu vou fazer novos negócios com vocês aí e fazer logo um check de uma vez já, grandão.

[03:01:40] Mestre (Thomas): A gente sempre fica aqui. A gente não foge não.

[03:01:47] Mestre (Thomas): Claro, claro. Ó, vamos ver, vamos ver.

[03:01:51] Momonga (Silva): Bom, é... Só pra tirar a última dúvida Já que vocês é um especialista Especialistas em estátuas Vocês conseguiriam Me ensinar a Reconstruir elas?

[03:02:15] Mestre (Thomas): Um deles fala, ó, pagando um bom valor aí eu posso te ajudar.

[03:02:23] Momonga (Silva): Quanto

[03:02:23] Mestre (Thomas): Saber um pouquinho sobre restauração.

[03:02:23] Momonga (Silva): Vocês poderiam me ensinar os dois?

[03:02:25] Mestre (Thomas): É que assim, a gente entende mais assim de avaliação, né? Mas, cara, eu devo saber um pouquinho também sobre a parte de restauração.

[03:02:41] Momonga (Silva): Me ensina os dois.

[03:02:45] Mestre (Thomas): Restauração, tá? Restauração. A gente ensina você. Acabou o tempo, cara. Acabou o tempo. A gente conversa mais sobre isso daí depois.

[03:02:59] Mestre (Thomas): Enfim, sessão acabada.

[03:02:59] Amir (Guilherme): Justo.

[03:03:02] Mestre (Thomas): Três horas aí de sessão que a gente teve. Na verdade, acho que foi até um minuto ou dois a mais ali, porque eu tinha esquecido de ativar o clock no início da sessão. Enfim. Vou finalizar aqui o robot, daí a gente discute um pouquinho sobre o jogo aí, ver a questão de XP, que eu acho que hoje não teve, né? Mas também a questão do... das anotações, resumo da sessão e por último, feedback. Daí a gente termina a noite.