Transcrição: Sessão 30
[00:00:00] Mestre (Thomas): É isso. Seguinte, gente. Hoje é o dia 11 do oitavo mês do ano 2.993, segundo o calendário Enian, que surgiu junto com a fundação do Império Arconteano. Hoje vocês vão começar em um local diferente. Eles vão começar na pousada do sinal da cabeça quebrada. Um local que fica logo depois das ruínas de Ardenvoo, na perspectiva de quem sobe aquela grande escarpa pelas escadas em zigue-zague, Que ficam entre duas colossais estátuas Vocês vão começar dentro dessa estalagem Em uma sala bastante fechada Não tem janelas nela Tem apenas um balcão Na frente de vocês Com várias cadeiras e mesas ao redor Uma escadaria pra subir pro segundo andar. E vocês começam quando um homem com uma barba comprida, cabelo bastante mal cuidado, bastante grisalho, inclusive. E essa pessoa está terminando de contar para o nosso amigo Markhor os rumores de cortesia dessa região. Vocês podem estar ali sentados, vocês podem se conhecer ou não, a favor de vocês, da forma que vocês quiserem interpretar. E vocês começam nessa situação aí. Como eu disse, minha narração a princípio é bastante minimalista. Se vocês quiserem mais detalhes, perguntem, investiguem. Tá na mão de vocês.
[00:02:10] Markhor (Juliano): Beleza, eu quero saber, assim, por alto, os temas, né, desses rumores que ele tava me contando.
[00:02:19] Mestre (Thomas): Cara, são os rumores que você recebeu antes da sessão.
[00:02:23] Markhor (Juliano): Ah, beleza, beleza.
[00:02:25] Mestre (Thomas): S eu dei uma contextualizada de como voc obteve eles Voc pode ter chego a na noite anterior
[00:02:31] Markhor (Juliano): Uhum.
[00:02:35] Mestre (Thomas): e essa pessoa aí, que inclusive se identificou como Cronos, te conta isso aí como uma forma de cortesia.
[00:02:52] Markhor (Juliano): Ah, beleza. Bom, eu fico bem interessado nessa história do Arconte e Basile, porque eu tô interessado em tesouro, né. Eu fico pensando que um arconte enterrado vai ter coisas muito valiosas.
[00:03:10] Markhor (Juliano): E, assim, se vocês já estiverem há algum tempo na taverna, eu acho que a gente já pode ter trocado uma ideia entre os personagens.
[00:03:27] Mestre (Thomas): Lou e Silva, como é que é?
[00:03:30] Momonga (Silva): Bom, eu... por mim tudo bem.
[00:03:30] Mestre (Thomas): Certo.
[00:03:34] Momonga (Silva): Não, acho que eu estou chegando hoje na taverna. Então provavelmente eu estaria procurando alguém que poderia me informar um pouco mais sobre essa cidade. Se eu conseguiria encontrar algum lugar para eu poder comprar ferramentas e lamparina. Bom, assim que eu vejo os rapazes saindo de perto do taberneiro, eu chego perto dele e pergunto o seguinte
[00:04:03] Nia (Louis): Sim, ah...
[00:04:04] Mestre (Thomas): Imagino que você fala. Fala aí, Luiz.
[00:04:06] Nia (Louis): Opa, tá bom. Eu gostaria de saber, perguntar ao Cronos, ou pra tentar me informar, pra ver como que são, é o ambiente ao redor, né, então, tipo, centro, será que tem alguma placa de, com papéis informativos da cidade, Se tem alguns locais mais famosos onde você compra as coisas ou vende as coisas.
[00:04:39] Mestre (Thomas): Rapaz, aqui não é ponto turístico não, tá? Você não vai encontrar plaquinhas convenientes aí nos locais mais importantes não, tá? Mas, ó, você quer saber de um local importante, né? Imagino que pra descer pro subterrâneo, a Idirnevoo, é isso que você quer? Rapaz, tem umas pessoas que ficam aqui na minha pousada que você pode trocar ideia com elas.
[00:04:58] Nia (Louis): É, tipo, se eu trouxer tesouro lá de baixo, onde eu vendo? Onde eu converto em dinheiro?
[00:05:16] Mestre (Thomas): Especialmente se for estátuas, assim. Tem uma rapaziada ali em cima que curte. Agora, tesouro comum aí. Tem também, tem também. Todo dia aparece os comerciantes aí que podem querer comprar seus tais tesouros, né? Mas assim, aqui em cima não vai ter mordomia não, tá? Se quiser ter equipamento e abundância, você vai ter que ir lá pra Costa Rica ou até pro Novo Mercado. Não, pô, é a maior cidade do Vale de Bordók?
[00:05:53] Nia (Louis): Entendi. Novo mercado é o que fica em Costa Rica também, né? Ah tá, desculpa, sou o novo por aqui.
[00:06:05] Mestre (Thomas): Fica lá mais pro meio ali do vale.
[00:06:13] Mestre (Thomas): Ah, as pessoas fazem essa confusão mesmo. Pô, chamar cidade de novo mercado é complicado também, né? Não acha?
[00:06:22] Markhor (Juliano): É tudo muito estranho por aqui, eu também tô procurando aí. É bom que você perguntou, porque agora eu já sei que tem que buscar a estátua. Enquanto que isso é uma refeição básica.
[00:06:31] Mestre (Thomas): Ah, sim, sim. Tem um trio aí bem interessante que pode gostar bastante do que você trouxer. É, assim, esse aqui é o único local habitável, eu diria, aqui da...
[00:06:41] Nia (Louis): Legal, pode dar os nomes desse trio e os comerciantes? Eles ficam por aqui nessa pousada mesmo?
[00:06:56] Mestre (Thomas): Da antiga cidade de Ardenvul, né? Que agora só é ruínas.
[00:07:04] Nia (Louis): Entendi, qual é a diária daqui? Quanto que eu te esconto?
[00:07:08] Mestre (Thomas): Vou ver essas duas coisas pra voc deixa eu ver aqui Ahn t A di ele fala que um ciclo de prata se for ficar no andar de cima l nas beliches Mas se quiser o único quarto privado aí da pousada, você vai pagar três ciclos de prata por dia. Tem um descontinho aí se você adiantar a semana.
[00:07:47] Mestre (Thomas): Ah, se for lá nas Beliche... Deixa eu ver aqui... Posso fazer por três, esse ciclo de prata a semana aí.
[00:07:59] Nia (Louis): Beleza. Tá bom. Muito obrigado. Obrigado.
[00:08:05] Mestre (Thomas): Nada, nada... Ah, inclusive a refeição é adicional, viu? Vai ter que pagar pela refeição também. A mais básica de todas aí tá custando dois ciclos de cobre.
[00:08:19] Mestre (Thomas): Se quiser alguma coisa mais encorpada assim, vai ter que ser por dois ciclos de prata.
[00:08:29] Markhor (Juliano): Tá bom, não pretendo ficar tanto tempo aqui também.
[00:08:34] Mestre (Thomas): Você que sabe. Inclusive ele fala aí pra vocês também o nome das três pessoas que vocês perguntaram. Um chama Crisarius. Outro chama Fenitior. E o outro, Godric.
[00:08:57] Mestre (Thomas): O trio aí que se interessa por estátuas.
[00:09:02] Nia (Louis): Pera, Crissário, Fane, Chuan e quem?
[00:09:06] Mestre (Thomas): Fenitior e Godric. Sim, sim, o trio tá aí.
[00:09:15] Markhor (Juliano): E eles estão no andar de cima por agora? Eu acho que seria interessante, eu viro para a Nia, né?
[00:09:22] Mestre (Thomas): Se quiser lá falar com eles.
[00:09:29] Markhor (Juliano): Bom, eu vejo que você também tá curioso aqui com os tesouros e como converter dinheiro.
[00:09:32] Nia (Louis): Isso. Sim, vamos dar uma visitada neles.
[00:09:42] Markhor (Juliano): Você quiser me acompanhar pra ir ver esses caras das estátuas?
[00:09:52] Nia (Louis): Peraí, qual é o nome dessa pousada mesmo?
[00:09:58] Mestre (Thomas): Chama Pousada do Sinal da Cabeça Quebrada. Abre a porta e veja que o andar é completamente aberto. A porta está fechada e você pode entrar na escadaria. Você pode ver uma grande cabeça de estátua logo acima da porta.
[00:10:19] Markhor (Juliano): Bom, eu vou me levantar, agradecer o Cronos e queria ir me direcionando pra ir pro andar de cima conhecer esses caras. Beleza. Essas pessoas que estão nos beliches, nos cantos, parecem a maior parte exploradores também, das ruínas, ou tem alguém que se destaca assim?
[00:10:31] Mestre (Thomas): Ok. Você então se levanta, sobe ali na escadaria, chega até o segundo andar. Abre-se, e veja que o seu lugar é um lugar de viagem. Veja que há três portas na sala. uma sala grande inclusive E todas as outras paredes que n tem essas portas s recheadas de beliche Inclusive você vê um grupo de pessoas num canto, três pessoas ali em outro canto, etc. Você vê três pessoas com roupas mais comuns, não parece exploradores não,
[00:11:33] Mestre (Thomas): quanto o restante aí, parece que é de fato pessoas que vieram aí saquear as ruínas. Vestem armaduras, tem armas nos cintos, tem mochila inclusive. E o que mais eu tenho aqui?
[00:11:47] Markhor (Juliano): Beleza.
[00:11:50] Nia (Louis): Assim, se a gente for dormir nessas belichas, eu sugiro a gente fazer uma vigia à noite só pra não ser roubado, tá?
[00:11:53] Mestre (Thomas): Eu tenho algumas coisas guardadas na minha casa de armazém, mas isso é só para o último recurso.
[00:11:59] Nia (Louis): Sugestão.
[00:12:02] Markhor (Juliano): Ah, com certeza. Eu tô sempre de olho.
[00:12:22] Momonga (Silva): Opa, amigão, desculpa estar te incomodando e tal, mas eu vi você conversando com aqueles dois rapazes E gostaria de saber, já que você está demonstrando um certo conhecimento sobre essa região, e eu também sou um pouco novo aqui, eu gostaria de saber se você pode me informar onde eu poderia estar comprando ou pegando emprestado lamparina, tocha, Só para eu poder voltar para a minha... voltar para a minha... para a minha instalagem.
[00:13:21] Mestre (Thomas): Recomendo você comprar as coisas aí dos comerciantes que aparecem. Inclusive tem um ali, ó. Ele aponta ali para uma das mesas. Você vê duas pessoas sentadas e em cima ali da mesa tem um monte de equipamento, amostra, sabe?
[00:13:44] Mestre (Thomas): Inclusive pode ter alguma outra pessoa ali conversando com eles e tudo mais.
[00:13:45] Momonga (Silva): Eu agradeço a ele. E vou me retirando, indo diretamente até a mesa dele.
[00:14:00] Mestre (Thomas): Ok. Estão ali terminando de conversar com um outro rapaz. Percebem a sua presença ali se aproximando. Alora, bom dia!
[00:14:13] Mestre (Thomas): Precisa de alguma coisa, jovem rapaz?
[00:14:16] Momonga (Silva): Bom, bom dia. Eu gostaria de saber se você consegue me emprestar, tipo, como um aluguel, ou me vender mesmo uma lamparina, tocha, só pra me poder...
[00:14:32] Mestre (Thomas): Pô, mas com certeza, Zé.
[00:14:35] Momonga (Silva): Mas qual dos dois voc consegue me oferecer Aluguel Alguel Quanto est o pre dela
[00:14:38] Mestre (Thomas): Cara, a gente não aluga nada aqui não, tá? A taxa de morte dos exploradores é altíssima. Inclusive é até meio difícil da gente chegar aqui, viu? Mas enfim, ó, você queria... Lamparim, né?
[00:14:56] Momonga (Silva): Bom, não tem como a gente peixinchar, não?
[00:14:58] Mestre (Thomas): É... Preço. Ele te fala que o preço tá 50% mais caro em comparação dos itens do mercado, tá?
[00:15:13] Mestre (Thomas): Agradecimentos a todos os participantes
[00:15:16] Momonga (Silva): É que eu não estou numa condição bancária muito boa.
[00:15:22] Mestre (Thomas): Pô, você tem que entender que aqui é um local um tanto peculiar, né? A gente tá longe da civilização, é difícil chegar aqui, eu tenho que ganhar meu ganha-pão, né meu cara?
[00:15:32] Momonga (Silva): Bom, e a tocha, quanto estaria?
[00:15:36] Mestre (Thomas): Não posso fazer por menos que isso daí não.
[00:15:45] Mestre (Thomas): Cara, tocha, tô vendo aí que você tá passando necessidade, cara, a tocha te refaz no precinho, camarada. Certo, a gente passa ali essas 5 tochas
[00:15:55] Momonga (Silva): Muito obrigado. Muito agradeço. Me dá, então, cinco tochas, por favor.
[00:16:04] Momonga (Silva): Beleza.
[00:16:04] Mestre (Thomas): Só dessa vez, hein? É o preço normal aí do mercado Deixa eu ver aqui pra você
[00:16:13] Momonga (Silva): Qual é o valor? É que eu estou ocupado aqui. Você consegue me falar o valor? Eu consigo te contar ali depois.
[00:16:27] Mestre (Thomas): Tijelos Tocha é 3 cada uma Você comprou 5, então é 15 15 ciclos de cobre, tá?
[00:16:41] Momonga (Silva): Beleza.
[00:16:50] Mestre (Thomas): Uma coisa importante pra avisar, ô Juliana, o nosso jogo tem como uma das suas propostas jogadores mapearem, eles mesmos fazerem os próprios mapas, disponibilizados nenhum. Os jogadores, eles têm um board no Miro, que eu vou te mandar o link aí no geral.
[00:17:09] Markhor (Juliano): Beleza. Bom, lá em cima eu quero chegar então para os três que estão com as roupas diferentes ali, né, que não parecem exploradores, aventureiros,
[00:17:21] Mestre (Thomas): Tem um mapa compartilhado aí, você pode dar uma olhada pra ver como é que é. Se quiser alterar, adicionar informações aí, fica à vontade.
[00:17:32] Mestre (Thomas): É pra todos os jogadores.
[00:17:47] Mestre (Thomas): E aí, gente, o que vocês fazem? Os três se entreolham ali.
[00:17:57] Markhor (Juliano): e falar opa voc que querem est Que tipo de est que voc querem Agora n coloca coloco a m no cinto que n tem nada s tem uma mochila nas costas assim
[00:18:09] Mestre (Thomas): Rapaz! Qualquer estátua, das maiores até as mais pequenininhas, a gente compra tudo.
[00:18:19] Mestre (Thomas): Você tem uma aí contigo?
[00:18:29] Markhor (Juliano): Mas qualquer uma mesmo, pequena, grande, madeira, pedra, lama...
[00:18:33] Mestre (Thomas): Qualquer.
[00:18:37] Markhor (Juliano): Não, das ruínas, das ruínas.
[00:18:37] Mestre (Thomas): Rapaz, não vai querer enganar a gente não, precisa ser estátua verdadeira aí da... da Suína, hein?
[00:18:46] Markhor (Juliano): E quanto vocês pagariam no estátua, assim, eu faço o palmo da minha mão, assim?
[00:18:50] Mestre (Thomas): Ah, depende da estátua, meu filho. Tem tanta estátua dessas ruínas aí que você vai ficar até surpreso.
[00:18:53] Markhor (Juliano): É, pra mim o que importa é o dinheiro aí.
[00:18:59] Mestre (Thomas): Estou vendo a que voc meio novato n Rapaz tu vai ficar maravilhado Abre a porta do seu computador e clique em Abre
[00:19:11] Markhor (Juliano): Que estátua? Estátua não me surpreende. Já vi muita gente fazendo estátua.
[00:19:23] Markhor (Juliano): Bom, então tá combinado aí. E pra mim foi simples mesmo, eu só quis saber da estátua. Deu o vírus, assim, vejo se a Nia tá me seguindo, veio falar junto, quer falar alguma coisa. Bom, eu descendo as escadas já viro pra Nia e falo assim, bom, agora é achar a estátua, né?
[00:19:38] Nia (Louis): Ahn dessas est Oi garot e a Ahn dessas est que voc gostam alguma prefer pra outras Qual que voc paga mais hein bonit
[00:20:02] Nia (Louis): É uma personagem feminina, tá?
[00:20:12] Mestre (Thomas): também... Quanto melhor o status dela, maior o pagamento.
[00:20:23] Nia (Louis): Entendi. Assim, qual é o piso? Ora, ora, se eu quero fazer negócio, eu sei, eu vou querer ver se vale a pena ou não, hein?
[00:20:30] Mestre (Thomas): Rapaz, você tá querendo saber demais... minha cara.
[00:20:40] Nia (Louis): Agente explorador. E você não perde nada, ou você perde, hein? Vai te secretar, o Vixen aí tá com medo de falar.
[00:20:46] Mestre (Thomas): Ah, na... Acha, acha, a gente não é assim não, pô. É... Pô, o piso é o quê, ô? Um ciclo de prata? Depende muito do que você trazer pra gente, tá? Se for uma porcaria aí quebrada no meio, a gente até pode não querer.
[00:21:11] Nia (Louis): Saquei, saquei. Bom, até a vista. Só toma cuidado que tem, aparentemente, algumas coisas com armadilha, tá?
[00:21:20] Mestre (Thomas): Então, o que vocês fazem?
[00:21:31] Markhor (Juliano): Entrar nas ruínas aí, com cuidado, onde tiver a estátua a gente arranca a estátua e faz dinheiro aí. É, mas isso faz parte, né? Eu mesmo, muitos da minha família já morreram aí também.
[00:21:49] Nia (Louis): Já ouvi falar que gente já morreu. Não posso confirmar nada, mas já ouvi falar.
[00:22:02] Markhor (Juliano): Ah é, tem uma igreja? Eu prefiro não lidar com igreja não.
[00:22:03] Nia (Louis): Além do mais, eu ouvi falar que muitas dessas estátuas têm relacionados com os deuses antigos. Dependendo, eu não sei se compensa mais vender pra eles ou ver com a igreja. Vamos dar uma pesquisada no preço antes.
[00:22:22] Markhor (Juliano): Que clérigo? Peraí, eu tô olhando lá embaixo assim, tipo, olhando quem que parece um clérigo.
[00:22:26] Nia (Louis): Bom, temos um créico no grupo. Ele pode lidar.
[00:22:38] Nia (Louis): O nosso amigo Momonga aqui. Ele não é créico?
[00:22:44] Markhor (Juliano): É que ele tinha falado que ia chegar depois, né, na taverna.
[00:22:49] Nia (Louis): Ah, opa. Foi mal. Ah, recebido.
[00:22:52] Mestre (Thomas): Silvestre entre nós?
[00:22:58] Mestre (Thomas): Parece que não, hein? Talvez esteja mutado?
[00:23:02] Momonga (Silva): Perdão, pode falar.
[00:23:06] Mestre (Thomas): Vocês estavam aí perguntando do seu personagem?
[00:23:09] Momonga (Silva): Não entendi.
[00:23:11] Mestre (Thomas): Eles estavam aí perguntando do seu personagem?
[00:23:13] Nia (Louis): Bom, resumindo, lá em cima tem uns caras lá que compram estátuas, aí, só que aí como a maioria das estátuas lá dentro do Artengul tem mais a ver com os deuses antigos, aí eu queria, será o seu personagem é clérigo e tem mais contato com a igreja? Saberia? Bom, mais tarde dá uma olhada se eles também pagam por essas estátuas ou alguma coisa, só pra pesquisa de mercado.
[00:23:14] Mestre (Thomas): Fala aí, Luiz. O Cronos escutando vocês falando isso daí, ele fala
[00:23:43] Nia (Louis): Não, sim, sim, vamos ver isso mais tarde, relaxa.
[00:23:44] Momonga (Silva): Beleza. Depois eu dou uma olhada lá. Eu não consigo lhe informar agora.
[00:23:55] Markhor (Juliano): Mas você, você entende de estátuas? Você consegue ajudar a gente a achar estátuas, sobreviver?
[00:24:01] Momonga (Silva): Bom, posso tentar.
[00:24:03] Markhor (Juliano): Ah, então já tá bom.
[00:24:14] Markhor (Juliano): Bom, vocês têm alguma preparação aí? Que, por mim, a gente vai atrás e dá uma olhada no caminho. Eu perguntei se você pode nos ajudar a encontrar estátuas,
[00:24:23] Momonga (Silva): Bom o meu personagem n conhece voc ent acho que s teria que ter o desenvolvimento entre voc comigo
[00:24:37] Markhor (Juliano): que eu vi que isso é uma fonte de dinheiro por aqui.
[00:24:40] Momonga (Silva): Ah, tá, achei que vocês estavam lá em cima, perdão.
[00:24:43] Markhor (Juliano): Não, não. A gente desceu agora.
[00:24:45] Momonga (Silva): Tá, tá. Então, eu consigo ajudar sim, aqui. Já.
[00:24:51] Markhor (Juliano): E você já foi pra dentro dessas ruínas?
[00:24:54] Momonga (Silva): É sinistro, vocês têm que estar preparados.
[00:24:57] Markhor (Juliano): Bom, então temos...
[00:25:00] Momonga (Silva): Eu recomendo vocês estarem bem armados. E eu não vou garantir a segurança de ninguém, tá bom?
[00:25:10] Markhor (Juliano): Não, não, é só... só peço um apoio, é... Eu sei que no fim cada um por si Quanto t uma ra Olha pra mim t parecendo muito Mas eu tamb n sei o quanto a gente precisa l dentro
[00:25:17] Nia (Louis): E a conseguimos localizar algum lugar que venda comida e Suprimentos básicos.
[00:25:32] Mestre (Thomas): Oh rapazes, se quiserem algumas rações aí de ferro, eu posso vender pra vocês Deixa eu ver o peço aqui
[00:25:42] Nia (Louis): Hum!
[00:25:51] Mestre (Thomas): Deixa eu inclusive ver se ele tem algum acréscimo, que eu acho que ele tem sim
[00:26:01] Mestre (Thomas): Ah, achei. Ele fala que... Ele vende por... Três ciclos de prata. Cada ração.
[00:26:26] Markhor (Juliano): Eu tenho três aqui comigo.
[00:26:29] Nia (Louis): Três ciclos de cobre, é isso?
[00:26:35] Momonga (Silva): Três ciclos de prata.
[00:26:37] Mestre (Thomas): Isso, três de prata.
[00:26:38] Nia (Louis): É a ração pescuradora ou o comum?
[00:26:41] Mestre (Thomas): Desplorador. A gente costuma aqui chamar de ração de ferro.
[00:26:47] Mestre (Thomas): Aquela que dá uma sustância boa.
[00:26:51] Nia (Louis): Rapaz, aqui tá uns 300% mais caro, hein?
[00:26:55] Mestre (Thomas): Rapaz como que voc entende n A gente n t na cidade aqui a gente n t na mordomia Voc quer o pre baratinho Vai l na cidade comprar Esse aqui o que eu tenho p Eu tenho inclusive uma quantidade bem limitada E bastante gente querendo.
[00:27:10] Momonga (Silva): Bom, eu pego na minha bolsinha umas 15 moedas de prata e boto em cima da mesa e peço 5 rações.
[00:27:24] Mestre (Thomas): Cinco rações. Deixa eu ver inclusive quanto que ele tem aqui.
[00:27:27] Nia (Louis): Pergunta.
[00:27:28] Mestre (Thomas): Ração comum...
[00:27:28] Markhor (Juliano): O meu olho brilha assim vendo aquele dinheiro todo. Nunca vi tanto dinheiro na minha vida.
[00:27:36] Nia (Louis): Pergunta. Essa aqui, vocês sentem ração comum também?
[00:27:45] Mestre (Thomas): Não costumamos não, tá? A gente cede ali uma... Uma refeição... Três vezes ao dia uma... Uma refeição aí pros hospedados Mas a gente só faz o suficiente pra rapaziada comer e se saciar A gente não costuma vender por fora não Ele já comentou, mas deixa eu falar de novo.
[00:28:06] Nia (Louis): Entendi. E os que hospedam aqui, quanto que paga por refeição?
[00:28:16] Markhor (Juliano): Ele falou que era dois ciclos de cobre.
[00:28:19] Mestre (Thomas): Isso.
[00:28:21] Nia (Louis): Ah, sim.
[00:28:22] Mestre (Thomas): E é mais encorpada de dois ciclos de prata.
[00:28:27] Mestre (Thomas): Inclusive, Juliana, é bom já... A gente falar como que funciona. Durante a exploração, vocês precisam parar para descansar três vezes ao dia. As duas primeiras é apenas um descanso de uma hora.
[00:28:37] Markhor (Juliano): Uhum.
[00:28:39] Mestre (Thomas): E a terceira vez é um descanso que é de sono. Então, é sete horas aí de descanso. Em cada uma dessas, vocês precisam se alimentar e beber água. Vocês consomem um slot de ração e um litro de água, tá?
[00:28:59] Markhor (Juliano): Por refeição, né?
[00:29:01] Mestre (Thomas): Sim, por descanso.
[00:29:04] Nia (Louis): Beleza. E a água, quanto que custa?
[00:29:10] Mestre (Thomas): Cara, a gente não vende água aqui não. Então, tem um rio passando aí... Aqui perto da casa você pode pegar uma água lá.
[00:29:22] Markhor (Juliano): Eu olho assim e falo, ah, eu tenho esse cantinho aqui que tá cheio. Vocês acham que é suficiente?
[00:29:29] Nia (Louis): O cantinho que acompanha o início é de 20 ciclos, só tem um litro.
[00:29:36] Markhor (Juliano): É.
[00:29:38] Mestre (Thomas): Você sorte pra um terço do dia, basicamente.
[00:29:42] Markhor (Juliano): Ah, nas montanhas a gente passa sede mesmo.
[00:29:49] Markhor (Juliano): Mas eu vou pensar aqui.
[00:29:50] Nia (Louis): Vou querer três rações de explorador aqui, tá? Já vou descontar aqui.
[00:29:55] Markhor (Juliano): Eu gastei, tá? É, quando eu tava criando aqui eu gastei parte do dinheiro, tá? É...
[00:30:00] Mestre (Thomas): Tranquilo.
[00:30:07] Mestre (Thomas): Ô, rapaz, você aí meio... Meio cabra? Meio carneiro? Não sei muito bem o que você é.
[00:30:20] Markhor (Juliano): Tipo uma cabra. Cabra das montanhas.
[00:30:23] Mestre (Thomas): Cabra... Cabra, entendi, entendi. Só deixa eu ver um detalhe aqui...
[00:30:33] Mestre (Thomas): Ah, cê não... Não conhece nenhuma Deino, não, né?
[00:30:39] Markhor (Juliano): Deino?
[00:30:43] Mestre (Thomas): Deino Ah ent t tudo certo Finge que eu n disse nada n rapaz Boa sorte na sua explora
[00:30:44] Markhor (Juliano): É... Olha, de momento eu não lembro, assim, pra te dizer.
[00:30:56] Markhor (Juliano): Beleza.
[00:31:06] Markhor (Juliano): Bom, é... Se disse que não vendem água aqui, mas vocês têm cantil? Ou é mais uma coisa pra ver com os comerciantes?
[00:31:15] Mestre (Thomas): É, os comerciantes. Como eu disse, eu tenho uma casinha separada aí fora com minhas coisas. Só pra último caso.
[00:31:25] Markhor (Juliano): Beleza. Então, eu vou nos comerciantes ali do outro lado. Falo, opa, quanto que tá o cantil?
[00:31:37] Mestre (Thomas): Tio, cantio.
[00:31:43] Mestre (Thomas): Sim, sim. Inclusive eu não falei, mas o Clonos tinha 8 rações de ferro. Vocês pegaram as 8. 5 tá com o Silva e as outras 3 tá com o Louris, pelo que eu entendi.
[00:32:01] Mestre (Thomas): Vou rolar pra ver quantos cantis esse grupinho aí tem.
[00:32:06] Markhor (Juliano): Pode ser do pequeno ou do grande.
[00:32:06] Mestre (Thomas): Apenas um.
[00:32:09] Mestre (Thomas): O que eu rolei é o do grande, o que cabe 3 litros. Ales tem apenas um.
[00:32:13] Markhor (Juliano): Beleza.
[00:32:16] Markhor (Juliano): E quanto que sai esse cantil?
[00:32:18] Mestre (Thomas): 50% mais caro. Deixa eu ver quanto que fica.
[00:32:22] Markhor (Juliano): Esse era 15 aqui? 15 de cobre?
[00:32:27] Mestre (Thomas): 15, mais 7,5, né? Tô andando pra cima. Mais 8.
[00:32:35] Nia (Louis): Dois prata e três cobre?
[00:32:36] Markhor (Juliano): 20. É isso aí?
[00:32:41] Mestre (Thomas): 2, como é? Não, é 23.
[00:32:43] Nia (Louis): Dois prata e três cobre.
[00:32:44] Markhor (Juliano): 23 de cobre, então?
[00:32:45] Nia (Louis): O que o comerciante Zaron tem mais disponível aí na mesa?
[00:32:45] Mestre (Thomas): Isso, isso, tá certo, tá certo. Perdão.
[00:32:50] Markhor (Juliano): E por duas de prato? Negócio fechado?
[00:32:56] Mestre (Thomas): Pai, essa é a primeira vez que tô... Aqui tô te vendo.
[00:33:02] Markhor (Juliano): Eu sei que não é visão bonita.
[00:33:02] Mestre (Thomas): Você tem algum motivo pra querer essa...
[00:33:03] Markhor (Juliano): Pra começar um relacionamento bonito de comércio.
[00:33:05] Mestre (Thomas): Você tem algum motivo pra tá querendo essa... Esse descontinho, é?
[00:33:12] Markhor (Juliano): Eu vou sair por aí, talvez traga várias coisas, vocês vão estar interessados.
[00:33:13] Mestre (Thomas): Nossa, que bonito o comércio, é?
[00:33:21] Mestre (Thomas): Qual que é o seu nome, rapaz? Você é meio cabra, hein?
[00:33:24] Markhor (Juliano): Markhor.
[00:33:25] Mestre (Thomas): Markhor, é? Tá bom, tá bom. Vou te dar esse desconto aí de... Três ciclos de cobre. Ainda são só duas pratas mesmo.
[00:33:36] Markhor (Juliano): Beleza Qual que o teu nome Zaro Vou lembrar de voc Zaro
[00:33:38] Mestre (Thomas): Se encontrar alguma coisa, fala comigo, viu? Eu vou ficar aqui por uns três dias.
[00:33:46] Mestre (Thomas): Paz, me chama de... Zaron.
[00:33:52] Markhor (Juliano): Vou tentar achar umas coisas interessantes pra nós vendermos aí.
[00:33:58] Mestre (Thomas): Bom, bom, acho bom.
[00:34:10] Mestre (Thomas): Cara, você viu uma... Uma corda ali, uma armadura de... De coro batida. Algumas armas mais simples também, adagas. É... bestas leve também. Mas se você quer alguma coisa específica, a gente rola aqui.
[00:34:27] Nia (Louis): O cantinho não tem mais, né?
[00:34:31] Mestre (Thomas): Cantil de explorador não, deixa eu ver quantos de...
[00:34:36] Mestre (Thomas): Normal ele tem. Ele tem bastante, tem 7.
[00:34:42] Nia (Louis): Quanto que tá custando o cantinho normal?
[00:34:46] Mestre (Thomas): Novamente, 50% a mais. Deixa eu ver quanto que fica.
[00:34:54] Mestre (Thomas): Voltar aqui pro mercado.
[00:35:02] Mestre (Thomas): Tem no mercado antigo comum 5, mais 3, tá 8. 8 ciclos de cobre cada um.
[00:35:14] Nia (Louis): Oito? Beleza. Ah, peraí. Quanto que... Samkai, isso aí. Me vê cinco desses cantis aí.
[00:35:28] Nia (Louis): Calma, ainda não fecha a conta. Desses cinco cantis voc t saco de dormir Quanto que o saco de dormir
[00:35:34] Mestre (Thomas): Temos, temos sim, temos 3. E o outro de vocês.
[00:35:44] Nia (Louis): Saco de dormir também é 50%?
[00:35:44] Mestre (Thomas): Let me see.
[00:35:48] Mestre (Thomas): Cara, tudo aí vai tá mais caro. Seco de dormir vai tá por 15 ciclos de cobre.
[00:36:00] Nia (Louis): Beleza, 15 ciclos de cobres mais 5 vezes 8, 40, então são 55 ciclos de cobres. E agora, vamos ver se vocês tem tocha e peterneira?
[00:36:18] Mestre (Thomas): Tocha, temos sim, temos sim. Perdeneira. Deixa eu ver se ele tem. O que você queria ver, Lois?
[00:36:33] Nia (Louis): Quanto que vai ser?
[00:36:39] Momonga (Silva): Bom, eu vou pegar saco de dormir também porque eu não me lembro na sessão passada de eu ter pegado meu saco de dormir. Ele tá quantos? Ele tá 15 prata? Beleza.
[00:37:02] Mestre (Thomas): 15 15 Vou escrever Pederneira Vou escrever Pederneira
[00:37:10] Markhor (Juliano): O rio que o Taverneiro Cronos falou, ele passa bem pertinho da taverna? Como é que é?
[00:37:11] Mestre (Thomas): Vou escrever Pederneira
[00:37:18] Mestre (Thomas): Cara, eu diria que mesmo aí dentro Vocês devem escutar um pouquinho Vocês devem escutar um pouquinho O som de água corrente Certo?
[00:37:28] Markhor (Juliano): Beleza. Eu quero abrir a porta da taverna e ver se eu identifico assim onde tá o rio.
[00:37:37] Mestre (Thomas): Você abre A porta E você E você E agora eu vou ver onde fica de fato a porta dessa taverna só pra não ter problema.
[00:37:49] Nia (Louis): A tocha que era de 3 cobre fica 5 cobre, né?
[00:37:56] Mestre (Thomas): Isso, isso.
[00:37:57] Nia (Louis): 5 cobre, eu vou querer uns 5, então, com a peltorneira lá, então fica uns 88, você faz um descontinho? Faz 8 prata?
[00:38:18] Mestre (Thomas): Ah vai, vocês estão comprando bastante coisa aí da gente? Pode ser, pode ser. A porta, Juliano, você abre ali e você dá de cara com uma paisagem,
[00:38:24] Nia (Louis): Beleza, 8 pratas.
[00:38:37] Mestre (Thomas): primeiramente feita de planície, né? Mas na sua frente voc v muros de pedra onde boa parte j t ca Enquanto pra sua direita voc escuta um som forte de corrente Pra sua esquerda tem como se fosse um apêndice dessa construção aí, que você vê cavalos dentro. Um pequeno apêndice aí. E ao redor...
[00:39:13] Markhor (Juliano): Não chega a ser um estábulo.
[00:39:14] Mestre (Thomas): Não chega a ser um estábulo não. Em questão de tamanho, né? É bem reduzido isso daí. Mas você vê um ou dois cavalos ali. E ao redor você vê... Se não me engano, três construções. Deixa eu conferir.
[00:39:33] Mestre (Thomas): Aqui.
[00:39:35] Mestre (Thomas): Pra ver.
[00:39:40] Mestre (Thomas): Você vê... Não, acho que são quatro construções. São 4 construções. Só um segundinho que eu tenho que ir para a página do local aí. Aqui. Achei.
[00:40:00] Mestre (Thomas): Exatamente, são 4 construções. Casinhas bem pequenas, quadradas inclusive. Uma delas, você repara que é uma... Eu não sei o nome em português disso, mas é uma smokehouse.
[00:40:24] Mestre (Thomas): Aquelas casas...
[00:40:25] Markhor (Juliano): Ah, tipo de defumar, de...
[00:40:26] Mestre (Thomas): Sim, sim, exatamente.
[00:40:29] Markhor (Juliano): Entendi.
[00:40:30] Mestre (Thomas): Aquelas com... Aquelas comandos fechados onde defumam carne. Você percebe isso daí, principalmente por causa do cheiro e tal. Você percebe que tem uma... Uma cozinha externa aí. E as outras duas pequenas casinhas estão completamente fechadas. E... E essas casinhas estão bem próximas dessa pousada, né? Tipo, você dá alguns passos e chega em uma delas.
[00:41:01] Markhor (Juliano): Então é a cozinha externa, uma defumadora, não sei se essa palavra existe, e duas casas fechadas. Beleza. E os muros que eles estão a... a... a idos, assim, eles parecem fazer parte já de... das ruínas? Ou eles foram construídos aqui e... a ira há muito tempo?
[00:41:09] Mestre (Thomas): Isso!
[00:41:27] Mestre (Thomas): É, parece que faz parte das ruínas sim. Você olha através ali da... Da parte que tá caída. Você repara que tem um lago bem largo correndo por ali. Voc v inclusive uma esp de fortifica j bem deteriorada voc v tamb uma pir mais pra dentro dessa cidade Coisa desse tipo.
[00:41:59] Markhor (Juliano): Entendi. Entendi.
[00:42:01] Mestre (Thomas): Inclusive, um detalhe a mais, esses muros vão até chegar nas margens do rio, o que está na sua direita.
[00:42:02] Markhor (Juliano): É... opa.
[00:42:13] Markhor (Juliano): Uhum.
[00:42:15] Mestre (Thomas): Só que entre o rio e esse muro tem torres, torres quadradas, uma de cada lado, que também estão em ruínas.
[00:42:32] Markhor (Juliano): Tá.
[00:42:34] Mestre (Thomas): Sim, você percebe que a que tá do outro lado do rio, boa parte dela já foi derrubada, principalmente ali os andares superiores, pouca coisa sobrou.
[00:42:44] Markhor (Juliano): Beleza, então são como se fosse, me parece assim, torres de vigia. Uma hora, assim, em algum momento isso tava, eram torres que defendiam aqui, mas estão abandonadas em pedaços.
[00:43:12] Mestre (Thomas): Enquanto a outra, a que tá do seu lado do rio, ela já tá um pouquinho mais inteira. As partes ali que estão viradas pra você E a outra que está virada pras suas costas, você repara que estão... Pras suas costas não, pras costas da torre Estão um pouquinho mais inteiras Certo
[00:43:36] Markhor (Juliano): Entendi.
[00:43:39] Markhor (Juliano): Eu quero me aproximar ali da torre que tá mais próxima da estalagem E observar se tem alguém próximo do rio, se tem algum sinal de que tem alguma criatura ali perto, porque eu quero encher meu cantil.
[00:43:57] Mestre (Thomas): Antes disso, me fala o seu peso total Pra gente ver a sua taxa de movimento Tá, deixa eu vir aqui pra minha...
[00:44:05] Markhor (Juliano): Beleza, eu estou com 325 ciclos.
[00:44:14] Mestre (Thomas): Escudo do mestre e anotei esse valor pra não esquecer.
[00:44:19] Mestre (Thomas): Você pretende ir sozinho ou com o restante do grupo?
[00:44:24] Nia (Louis): Bora junto?
[00:44:27] Markhor (Juliano): Bom, se os outros tiverem terminado o que eles têm lá dentro, eu chamo eles ali para ir até o rio.
[00:44:27] Nia (Louis): 268 aqui. 168
[00:44:36] Markhor (Juliano): e dá uma olhada nas torres.
[00:44:38] Mestre (Thomas): É trezentos... Perfeito, é trezentos e vinte e quanto?
[00:44:42] Markhor (Juliano): 325
[00:44:44] Mestre (Thomas): Trezentos e vinte e cinco, perfeito, tá anotado.
[00:44:49] Mestre (Thomas): Deixa eu adicionar uma página aqui do personagem do Luís, a Nia.
[00:44:55] Nia (Louis): Depois de encher, vai ficar 268 Agora é encher o cantinho primeiro
[00:45:00] Mestre (Thomas): Tá, cento e setenta por enquanto. e o Momonga
[00:45:08] Momonga (Silva): Perdão, peraí, deixa eu só ver aqui.
[00:45:15] Momonga (Silva): Tô com 352.
[00:45:18] Mestre (Thomas): 3, 5, 2 Certo? Vocês estão abaixo da primeira marcha então vocês estão bastante leves eu vou dar uma print a pra voc verem a tabela que eu utilizo pra ver a movimenta de voc Voc est ali at 400 ciclos Sendo assim, vocês andam ali 36 metros por turno, dia 10 minutos, e tem a chance de encontro em 1 em 12, chance padrão. Lembra, é... É só salientando que essa velocidade aí de exploração é considerando uma movimentação bastante calma ou telosa. Vocês não estão andando numa velocidade comum, não. Quer dizer, numa velocidade normal, não. É bem reduzida. Justamente pra evitar fazer barulho à toa e tal. Enfim, em um turno, você chega até...
[00:46:19] Markhor (Juliano): Beleza.
[00:46:23] Mestre (Thomas): A... Qual é o nome disso aqui?
[00:46:32] Mestre (Thomas): Não sumiu da minha mente.
[00:46:34] Markhor (Juliano): A torre de vigia?
[00:46:37] Mestre (Thomas): A parede ali, o muro. Como que eu pude esquecer da palavra muro? Mas enfim. Você chega ali perto do muro, você começa a escutar aquele barulho... Alto, da corrente, da água. Você chega ali perto do rio e você percebe que é um rio violento, ele é bastante largo e a água que corre aí é bastante rápida. Você atualmente está perto da torre, estando ela na sua esquerda.
[00:47:13] Markhor (Juliano): Beleza. Eu viro pro Momonga e pra Nia e pergunto, vocês também precisam encher o cantil? Querem dar uma olhada na torre? Eu fiquei curioso com essa construção.
[00:47:31] Nia (Louis): Aí vamos ver essa torre Abre a torre.
[00:47:35] Markhor (Juliano): Beleza, então eu quero...
[00:47:37] Nia (Louis): Momonga?
[00:47:38] Markhor (Juliano): Eu quero ir me aproximando para as margens do rio, de olho se eu vejo alguma movimentação no topo da torre e nas margens.
[00:47:43] Momonga (Silva): Bom, eu vou antes e expor.
[00:47:50] Mestre (Thomas): Certo.
[00:47:51] Nia (Louis): Sim.
[00:47:52] Mestre (Thomas): Cara, além da... Sim.
[00:47:54] Nia (Louis): Opa. Foi descrito que o rio tá com a água bem violento. Alguma chance de arrastar nós pra baixo? A gente toma cuidado com isso, tá? Beleza, então a gente se ajuda para encher cada um de nossos cantis.
[00:48:07] Mestre (Thomas): Cara, você percebe que se você pular nesse rio aí, você vai ser arrastado, mas com toda certeza. Você não tem nem chance de nadar isso daí, não. Mas chegar ali na margem e pegar água não é problemático, não. Não sei se, inclusive, podem se ajudar ali no escorregar nas margens e tudo mais.
[00:48:39] Markhor (Juliano): Isso.
[00:48:39] Mestre (Thomas): Certo?
[00:48:40] Markhor (Juliano): Eu quero, tipo, pegar um...
[00:48:40] Mestre (Thomas): Vocês enchem ali o cantil de cada um.
[00:48:43] Momonga (Silva): Essa água parece limpa.
[00:48:48] Mestre (Thomas): Cara, ela tá bastante borbulhante por causa da velocidade do rio. Só que uma vez no cantil ela parece um tanto cristalina assim. Não parece ser suja não.
[00:49:02] Markhor (Juliano): uma gota de água, assim, com a minha língua e ficar testando o meu paladar, tipo, se eu sinto alguma coisa diferente, se tem minérios a mais nessa água... Enfim.
[00:49:13] Mestre (Thomas): Sim, é uma água...
[00:49:14] Momonga (Silva): O cara est degustando o vinho mano o cru
[00:49:17] Mestre (Thomas): Semelhante a água.
[00:49:21] Mestre (Thomas): Mas olha, tem um...
[00:49:21] Nia (Louis): Ah, vai que ele contém a mortalidade, né?
[00:49:22] Mestre (Thomas): É um veneno aí que a galera tá tentando achar quem faz.
[00:49:30] Mestre (Thomas): Mas enfim.
[00:49:31] Markhor (Juliano): É, microplásticos, né?
[00:49:33] Mestre (Thomas): Tem um gostinho aí de água. Não brincadeira. Cara, tem... A água parece ser bastante mineralizada, tá? Você olhando a distância aí pra sua direita, você vai parar que tem algumas montanhas, tá? É tipo, é bastante longe daí.
[00:49:56] Markhor (Juliano): Beleza. Então eu assumo que o rio está vindo das montanhas e está carregando lá todos os minérios que ele está passando, o solo, né?
[00:50:07] Mestre (Thomas): Dá a entender que é isso daí mesmo.
[00:50:09] Markhor (Juliano): Beleza. Bom, estou satisfeito. Eu queria notar também se nessa margem desse rio caudaloso tem pegadas, assim, fora dos humanos que estão passando ali, né? Mas de algum animal mesmo. Foi beber água ou passou próximo.
[00:50:31] Mestre (Thomas): Certo. Cara, olhando nas margens, você para uma pegada diferente aí, eu diria. Como é que você não esperaria encontrar?
[00:50:49] Mestre (Thomas): Você percebe uma pegada de três dedos? Dedos inclusive alongados, que terminam pontudos. E cara, essa pisada aí é bem maior do que a sua. Tipo, bem maior mesmo. Maior do que um urso, inclusive.
[00:51:07] Markhor (Juliano): Ok. Maior que um urso. E como se esses três dedos terminassem em garras?
[00:51:15] Mestre (Thomas): Sim. Inclusive, olhando aí, você repara que as patas... As pegadas das patas dianteiras são diferentes das traseiras, é o que dá a entender. As dianteiras são levemente menores e elas são curvadas para dentro, então elas ficam apontando uma para a outra.
[00:51:44] Markhor (Juliano): Como se os pés apontassem um pro outro? Mas por que um grifo ia apontar as garras pra dentro?
[00:51:47] Mestre (Thomas): As patas dianteiras, as traseiras são retas. Não parece ser pegada de ave nem de...
[00:51:52] Nia (Louis): Ele tinha um grifo aí. Assim, Curupira, Tóquio
[00:52:00] Markhor (Juliano): Então as patas traseiras é aquela primeira descrição, né?
[00:52:05] Mestre (Thomas): E nem de felido não.
[00:52:14] Markhor (Juliano): Três dedos alongados, agarras estendidas.
[00:52:15] Mestre (Thomas): Isso.
[00:52:18] Markhor (Juliano): E as da frente é isso que eu tô tentando entender. Elas como se fossem as patas viradas internamente Ah t Eu aponto pra eles assim que criatura que deixa esse tipo de pegada
[00:52:26] Mestre (Thomas): Isso. Elas estão de frente uma pra outra.
[00:52:33] Mestre (Thomas): E essa daí... Acho que ninguém sabe.
[00:52:45] Markhor (Juliano): Eu tô imaginando, assim, tô imaginando um...
[00:52:47] Momonga (Silva): Bom, eu fico meio que paralisado tentando entender o que tá acontecendo e meio que tu... E falo o seguinte. Bom, é... Há uma cultura bem antiga fala que um garoto cabelo pegando fogo anda pelo meio da... anda entre a mata é... traindo os caçadores pra proteger a fauna Eu não sei se é o pé dele porque o pé dele é é desse jeitinho Malaquias
[00:53:27] Markhor (Juliano): O pé dele tem três dedos e garras?
[00:53:28] Momonga (Silva): Bom, eu nunca conheci ele de perto. Há relatos que algumas pessoas já viram, que já escutaram ele atacando, fazendo barulho, mas nunca viram ele realmente. Então, há uma possibilidade. O nome dele é Krupira.
[00:53:55] Markhor (Juliano): Bom, pode ser, ele pode estar tentando enganar a gente.
[00:53:55] Momonga (Silva): Eu tô com vocês.
[00:53:58] Nia (Louis): Curupira faz sentido se for essas pegadas dianteiras, mas tem as parte traseiras, então tá um pouquinho estranho.
[00:53:59] Markhor (Juliano): O que eu pensei era tipo um gorila, colocando as mãos meio erradas na frente, só que é um gorila réptil, um gorila com um garro.
[00:54:08] Nia (Louis): É um bicho grande que as garras traseiras foi de quando ele alçou o voo e as marcas da frente foi de quando ele tava deitado dormindo, aí por isso tá virado pra dentro.
[00:54:21] Mestre (Thomas): Deixa eu ver um detalhe aqui. Aqui perd um detalhe que eu falei errado N s tr Tr garras n t Quatro garras
[00:54:35] Nia (Louis): Putz, deu branco no nome.
[00:54:37] Markhor (Juliano): Então agora que você fala que ele tava dormindo aqui, eu começo a olhar em volta. Eu viro pra eles e falo assim, eu tô pensando naquelas criaturas de mito que é metade cobra, metade águia, metade leão, metade cabra.
[00:54:53] Mestre (Thomas): E... As patas dianteiras. Os dedos. É, não... Peraí aqui. Os dedos são bem mais espaçados. E não parecem ser tão pontudos quanto os traseiros, tá?
[00:55:15] Mestre (Thomas): Perdão aí pelo equívoco.
[00:55:36] Markhor (Juliano): Parece algo assim, é muito diferente a dianteira da traseira.
[00:55:47] Nia (Louis): Não é Grifo? Não é Mantícora? Putz, cara... Nossa, deu branco no nome desse bicho.
[00:55:54] Markhor (Juliano): Quimera?
[00:55:55] Nia (Louis): Isso, Chimera. Ah, bem possível.
[00:56:03] Nia (Louis): Ah... Tá, então, algum bicho esteve aqui bebendo água. Vamos dar uma olhada na torre pra ver se não é o ninho dele. E qualquer coisa a gente nunca mais volta por aqui.
[00:56:17] Markhor (Juliano): Acho justo. Uma outra coisa antes, essas pegadas elas continuam como se a criatura continuasse andando nas quatro patas? Ou elas somem como se ela tivesse voado? E essa direção à esquerda é de onde o rio vem das montanhas.
[00:56:32] Mestre (Thomas): Não parece que some, não. Inclusive, essas pegadas circundam aí... Ou melhor, se mantém nas margens desse rio, indo na direção à esquerda de vocês. E o que eu posso dizer é que, se você for fazer um teste de qual é o seu lugar, você pode continuar com o que você está fazendo.
[00:57:22] Markhor (Juliano): Certo.
[00:57:27] Markhor (Juliano): E pode continuar.
[00:57:34] Markhor (Juliano): Eu ia perguntar qual que é a direção daquela outra... Outro ponto seguro, a cidade de Gloucesterwick Se é nessa direção que o rio segue ou se é pra outro sentido Uhum
[00:57:53] Mestre (Thomas): A direção que o rio segue. Você sabe que você está em cima da escarpa? Que é aquela montanha reta, né?
[00:58:00] Markhor (Juliano): Ok
[00:58:02] Mestre (Thomas): Onde as paredes são de pedra. E tem uma escadaria que desce. Até chegar no chão ali do vale. E depois de uma boa caminhada, você chega até a cidade de Gosterwick. É um tanto longe. Ah, inclusive, Julia, não sei se ficou claro, mas vocês podem começar e terminar no mesmo ponto seguro, tá?
[00:58:21] Markhor (Juliano): Não, beleza, beleza
[00:58:30] Mestre (Thomas): Não precisei pra Ghost Recon pra terminar a sessão não, tá?
[00:58:35] Markhor (Juliano): É... Bom, vocês... Querem dar uma olhada na torre?
[00:58:46] Nia (Louis): Bora!
[00:58:52] Momonga (Silva): Vocês decidem o caminho. A única coisa que vocês me pediram era orientar vocês sobre estátua.
[00:59:00] Momonga (Silva): Caso algo venha encalhar a gente aí, não contem comigo. Mas não contem comigo pra nada.
[00:59:10] Mestre (Thomas): Que isso?
[00:59:12] Nia (Louis): Tem quantos de vida?
[00:59:15] Momonga (Silva): Bem pouquinho, tá? Próximo, é, passeio passado aí que eu estive com os mano, foi só resenha, tá? Eu botei meu peito no peitorio da janela e saí, e saí rolando a janela abaixo. Foi só resenha.
[00:59:34] Markhor (Juliano): É, vamos esperar que você não caia da outra janela, né? Acho que n vai ser um destino muito bom Eu opa N eu s ia dizer que ao se aproximar da torre
[00:59:41] Mestre (Thomas): Seguinte. Eu ia falar um pouco da aparência da torre, mas pode falar primeiro o que você vai fazer.
[00:59:54] Markhor (Juliano): eu quero manter bastante cuidado com essa margem do rio, realmente olhar se não tem a chance de vir a criatura de volta correndo sei lá Tá, e tem uma
[01:00:06] Mestre (Thomas): Certo Certo Chegando mais perto dessa torre voc consegue ver ela com bastante defini Separa que o último andar dela já não existe mais. E tem bastante entulho entre a torre e o rio, formando uma espécie de rampa até o segundo andar dessa torre. Ou então o primeiro andar, se a gente considerar o térreo como sendo o andar zero, né?
[01:00:41] Nia (Louis): A torre possui quantos andares, aproximadamente? A torre é muito larga, dá tempo de a gente circundar ela para dar uma olhada como que está.
[01:00:45] Mestre (Thomas): Você só tá vendo esses dois andares, acima já não existe mais nada.
[01:00:53] Markhor (Juliano): outra entrada do térreo?
[01:00:57] Mestre (Thomas): Da onde você tá vendo, você não vê nada disso não.
[01:01:09] Mestre (Thomas): Não é muito larga não. Inclusive é meio difícil circundar ela pela... pela direita, por causa do rio, né? E se você for e se recolar ela pela esquerda, você vai ter que contornar também parte desse muro que tá colado nela.
[01:01:29] Markhor (Juliano): Entendi A gente só consegue até um certo ponto na esquerda porque tem um muro.
[01:01:34] Mestre (Thomas): Sim.
[01:01:35] Markhor (Juliano): Mas nesse ponto o muro é muito alto?
[01:01:35] Mestre (Thomas): Mas se você perce... pode falar.
[01:01:40] Mestre (Thomas): Cara, é consideravelmente alto. Deve dar aí uns dois de você. Mas você percebe que chegar até onde já não tem mais muro, onde já tem só as escombras do muro, não é muito longe não.
[01:01:47] Markhor (Juliano): Uhum.
[01:01:58] Mestre (Thomas): Você conseguiria fazer essa curva, só vai demorar um pouquinho mais do que se desse pra passar ali pela direita entre o rio e a torre, que eu diria que é um pouco arriscada. Ah, perdão, eu não sei se ficou claro, mas o entulho que tá perto de vocês aí, ele faz uma rampa que vocês conseguem chegar até o segundo andar, tá?
[01:02:20] Nia (Louis): E aí, vocês decidem. Estou olhando ao redor desse segundo andar.
[01:02:23] Markhor (Juliano): Eu acho que dá pra... vamos circundar pra ter toda a noção, né, da torre primeira.
[01:02:45] Mestre (Thomas): Subindo pela entulha.
[01:02:45] Markhor (Juliano): Ah, tá. Entendi.
[01:02:49] Momonga (Silva): Eu consigo ver algum rastro nesse entulho? Algum barulho também na torre?
[01:02:55] Mestre (Thomas): Cara, barulho é muito difícil de você escutar porque tem um rio torando logo à sua direita. Então barulho aí nesse ambiente, só se fosse um grito alto, tá ligado? Pra escutar Agora pegadas Al dessa pegada a desse bicho Voc encontraram parece que n tem mais nada n E o que que acontece
[01:03:21] Momonga (Silva): Obrigado!
[01:03:30] Markhor (Juliano): Uhum. Bom, eu...
[01:03:32] Momonga (Silva): Bom, eu vou subindo o entulho bem devagarzinho, analisando cada passo que eu vou dando pra não escorregar e muito menos chamar muita atenção.
[01:03:46] Momonga (Silva): E quando eu chegar bem na entrada, eu vou agachar e fazer que nem o Salsicha e o Scooby-Doo, quando bota sua cabecinha assim perto da entrada da porta. Para ver se eu encontro alguma coisa.
[01:04:12] Mestre (Thomas): Você consegue subir sem ter perigo de cair ou algo do tipo. E olhando pra esse segundo andar, inclusive não tem nenhuma porta, nada assim. É só, de fato, a abertura aí que foi feita por causa do desabamento. Mas você olhando aí, cara, não tem praticamente nada não. O que você repara é que você tá alto o suficiente pra conseguir ver boa parte da cidade. Onde você tá?
[01:04:45] Momonga (Silva): Bom, eu dou um sinal para o pessoal poder subir. E vou vasculhando a mais essa torre para ver se eu encontro alguma outra entrada. Para verificar se há realmente segurança ficar nela.
[01:05:05] Mestre (Thomas): Certo. Cara, não parece ter...
[01:05:07] Markhor (Juliano): Eu vou subir atrás do Momonga
[01:05:08] Mestre (Thomas): Fala aí.
[01:05:11] Markhor (Juliano): e enquanto ele tá vasculhando eu queria usar essa vista pra olhar pra outra torre, na outra margem do rio ver se nela eu vejo algum...
[01:05:22] Mestre (Thomas): Certo.
[01:05:27] Markhor (Juliano): alguma coisa diferente, um sinal de chamas, um sinal de movimento Né?
[01:05:35] Mestre (Thomas): Certo, certo. Cara, o que você repara é que essa torre aí, a do outro lado do rio, ela só tem praticamente a casca dela, as paredes externas. Porque olhando aí na sua perspectiva, você percebe que todos os chãos que tinha lá já desabaram até o piso, o piso do primeiro andar, no térreo. Enquanto só sobrou de fato parte das paredes, o telhado também já se foi. Cara, é um bagulho bem de ruína mesmo. Agora, olhando nessa distância, você não conseguiria perceber se tem algum objeto valioso ou algo do tipo.
[01:06:28] Mestre (Thomas): Só se brilhasse muito com a luz do sol, que inclusive está bastante... Inclusive está... o céu está limpo. Então está bastante claro o ambiente.
[01:06:41] Markhor (Juliano): Uhum.
[01:06:45] Mestre (Thomas): Nessa distância, você só perceberia algum objeto se ele fosse brilhante. E tivesse, lógico, na superfície, em cima dos escombros. Não parece ser o seu caso.
[01:06:58] Markhor (Juliano): Beleza. Então eu vou me virar, né, e ajudar o Momonga ali, porque eu imagino que deva ter um acesso desse segundo andar pro primeiro, né. Eu quero procurar ver se teve
[01:07:13] Mestre (Thomas): Uhum.
[01:07:17] Markhor (Juliano): ou desabamento, por exemplo, tapou uma escada de madeira, se tinha um alçapão ou alguma coisa escondida assim com algum entulho que tá ali.
[01:07:26] Mestre (Thomas): Certo. Olhando esse segundo andar, você percebe realmente que ele foi parcialmente também demolido. E você não encontra nenhuma passagem pro térreo. Dá pra entender, é isso que você falou mesmo. Foi... A passagem foi quebrada. Ela sumiu aí no desabamento.
[01:07:52] Markhor (Juliano): Uhum.
[01:07:58] Nia (Louis): Me descreve o que contém ali, além de algumas partes desabadas.
[01:08:05] Mestre (Thomas): Cara, o local na verdade é bem vazio, não tem imóvel nenhum inteiro, só tem escombros, pedaços de imóvel e tudo mais Pedaços das pedras que consistiam dessa torre Não parece ter nada relevante pra vocês não Nada que é coisa agradável, é apenas a vista mesmo Não sei se consegue ver a cidade toda daí
[01:08:39] Nia (Louis): Então eu vou aproveitar essa vista de cima e eu quero olhar para trás. A parte para a direção de onde a gente veio da pousada. Só tem a pousada lá? Que outras construções tem eu tô lá? Ou tô lá do qual é o layout aproximado? O que eu consigo notar?
[01:08:58] Mestre (Thomas): Cara, nessas redondezas aí só tem essa pousada, tá? Não tem mais nada.
[01:09:06] Nia (Louis): Absolutamente nada.
[01:09:09] Mestre (Thomas): Vazio, apenas planície.
[01:09:16] Mestre (Thomas): Parece que a cidade em si, de Ardenvoo, é realmente depois desses muros aí, dessa muralha que já foi destruída. Cara, de vegetação, olhando aí pra cidade, você repara que é reto.
[01:09:26] Momonga (Silva): Eu consigo avistar algum plantio ou como posso dizer... Tipo um campo de flores assim, algo do tipo, para que eu... Não, eu só consigo visualizar alguma coisa desse tipo.
[01:09:55] Mestre (Thomas): Lá pro fim da cidade tem um grande lago. E no lado direito desse lago tem muita vegetação. Tipo, muita mesmo. Grama super alta, assim. Algumas plantas diferentes. A primeira vista, você não repara em movimento algum não.
[01:10:29] Momonga (Silva): Eu consigo visualizar algum perigo, tipo... uma floresta muito escura ou... animais selvagens nessa redondeza, eu consigo visualizar alguma coisa ou ter ideia de alguma coisa?
[01:10:52] Mestre (Thomas): E sobre florestas, aí não há nenhuma, na verdade.
[01:11:00] Momonga (Silva): Perdão, é literalmente uma área plana. Não há nada tipo uma vegetação alta, tipo um mato.
[01:11:03] Mestre (Thomas): Isso. A cidade está em uma planície.
[01:11:13] Nia (Louis): Assim essa pranice Essa pranice ele cont mato ou rocha ou terra tipo rocha careca mesmo
[01:11:13] Mestre (Thomas): Tem mato a em boa parte da N n mato gente mato com terra Em algumas sim em algumas sim
[01:11:30] Momonga (Silva): Mas é mato alto, perdão.
[01:11:38] Momonga (Silva): É nesse caminho indo até esse grande lago. É um mato alto?
[01:11:43] Mestre (Thomas): No lado direito dele, na sua perspectiva, sim.
[01:11:47] Momonga (Silva): Bom, eu... Eu olho pro pessoal e pergunto se eles têm um... Um pau pra tatear a terra aí.
[01:12:11] Markhor (Juliano): Tatiar a terra onde, especificamente?
[01:12:16] Momonga (Silva): Durante esse caminho aí, ó, ainda tem aquele lago lá, pra nós descansar um pouquinho, Vê a natureza, Belcrupia.
[01:12:23] Markhor (Juliano): Mas, mas, assim, será que o melhor é ir pro lago? A gente não iria pra dentro das ruínas? Você quer dar uma olhada mesmo nessa planície?
[01:12:35] Momonga (Silva): Bom, eu me dou bem com plantas, tá? E na minha opinião, eu consigo fazer coisas melhores com plantas do que com estátuas.
[01:12:52] Markhor (Juliano): Mas o que eu sei é que está toda a dinheiro. Tanta da dinheiro por aqui Nia o que voc acha E dentro de ru voc tamb acha planta
[01:12:57] Momonga (Silva): Com certeza sim, tanto para a cura, tanto para remédios. Se vocês conseguirem me levar até lá em segurança, me trazerem em segurança, eu dou até uma parte para vocês dos remédios que eu consegui fabricar.
[01:13:17] Mestre (Thomas): Que generoso.
[01:13:28] Nia (Louis): Bom, esse mapa aqui é novo, eu tô perdido aí.
[01:13:39] Nia (Louis): Cara... Assim, só a pranice não parece ter muita coisa, a chance... É tipo, só ele encontrar as coisas, já que ele estudou planta, né? A gente aqui só vai estar olhando sem muita coisa pra fazer, não vamos conseguir achar muita planta não.
[01:14:02] Markhor (Juliano): Tem cogumelo, tem bicho-planta.
[01:14:07] Mestre (Thomas): Oh, o bicho planta, eu acho da hora.
[01:14:09] Momonga (Silva): Bicho planta, nem me lembra, nem me conte.
[01:14:14] Mestre (Thomas): Na sessão passada...
[01:14:18] Markhor (Juliano): Parece até que você tem experiência.
[01:14:20] Nia (Louis): Assim, assim, dica, uma dica só, só uma dica.
[01:14:21] Mestre (Thomas): Isso daí é um caso antigo já da...
[01:14:22] Momonga (Silva): Ah, eu tive uma recente.
[01:14:27] Nia (Louis): Apenas uma pequena dica, nunca traga uma tríade para a pousada, a não ser que você quer que a pousada explota em uma planta. E o que mais?
[01:14:37] Markhor (Juliano): Ok. Eu vou tentar lembrar disso.
[01:14:39] Mestre (Thomas): da campanha.
[01:14:44] Mestre (Thomas): Só dando um contexto aí, a rapaziada trouxe uma Madrid... Não sabiam o que era Madrid, né? Trouxeram pra estalagem lá da... da capa amarela. Cara, aconteciam uns BO lá, ela começou a infestar O local de gato, a rapaziada não queria mais ficar lá, a rapaziada inclusive foi enfeitiçada, principalmente os NPCs, o local chegou a falir também, fechar. Aconteceu muita coisa por causa do Cedrid.
[01:15:16] Markhor (Juliano): E daí com essa história o cara me fala que planta é bom.
[01:15:20] Momonga (Silva): Não, eu não lembro dessa história aí não. Eu nem estava participando.
[01:15:23] Mestre (Thomas): Ele chegou depois.
[01:15:24] Momonga (Silva): Mas eu tenho outra experiência com uma planta humana aí.
[01:15:28] Markhor (Juliano): Olha, mas... Eu, assim... Mas assim, eu entendo que você quer ir até as plantas do lago, mas... Vamos pegar umas estátuas? Dinheiro fácil? Coisas materiais?
[01:15:43] Mestre (Thomas): Ai, só um detalhe, viu? Tem muita coisa entre o lago e vocês, tá?
[01:15:45] Nia (Louis): Eu não sei.
[01:15:50] Mestre (Thomas): Muita construção, o rio também, ele faz umas curvas doidas aí, vocês separem duas vezes, inclusive. Não é reta até chegar no lago, não.
[01:16:00] Markhor (Juliano): Ah, tá. Tá, tá.
[01:16:01] Nia (Louis): Ah, além disso, por que isso soa tão parecido? Um traficante tentando a criança parar de comer vegetais e tomar fumada na crack, hein?
[01:16:02] Markhor (Juliano): Eu... Eu não sei do que você tá falando.
[01:16:13] Mestre (Thomas): Que isso, do nada?
[01:16:17] Markhor (Juliano): Eu me importo tesouro, dinheiro...
[01:16:17] Mestre (Thomas): Tá maluco, tá maluco.
[01:16:20] Markhor (Juliano): Valtar pra casa e dominar meu clã Matar meus inimigos Coisas básicas Se tem construções até o lago
[01:16:27] Momonga (Silva): César Coutinho?
[01:16:28] Mestre (Thomas): Então, vocês estão admirando a paisagem aí, o que vocês fazem?
[01:16:34] Momonga (Silva): Bom, eu... Bom, eu dou uma revirada de olho, sabe quando eu fico só com o olho aberto, só que mostra só a bolinha do olho branca?
[01:16:40] Markhor (Juliano): Eu acho que tem estado Então eu aceito o projeto aí
[01:16:54] Momonga (Silva): Eu viro o olho pra tr e fijo que eu estou invocando algu e come a chamar o Ailton Senna a
[01:17:08] Mestre (Thomas): Só por contexto aí, o nosso cara Momonga tem um espírito dentro dele, né?
[01:17:16] Markhor (Juliano): Que isso?
[01:17:16] Mestre (Thomas): Ele acabou pegando em uma torre abandonada aí. Acho que inclusive foi na primeira sess do Momonga Ele pegou essa parada a Na segunda eu tava Cara o Irtole ele te responde a ele te pergunta se voc encontrou algum cultista pra matar
[01:17:24] Momonga (Silva): Não, foi na segunda. Foi. O pai já estava podendo.
[01:17:35] Momonga (Silva): Bom, senhor Ailton, eu não encontrei nada ainda, mas eu gostaria de uma informação sua.
[01:17:50] Nia (Louis): Aí, Kutis, eu tenho informação de Kutis aqui.
[01:17:50] Momonga (Silva): Você consegue...
[01:17:54] Momonga (Silva): Aí eu paro, eu volto com o olho normal, eu olho pro... Perdão, gente, eu tô com dor de garganta. Eu olho pro Nia, meio desapontado com a resposta dele.
[01:18:05] Mestre (Thomas): Suave, suave.
[01:18:10] Momonga (Silva): E creio que o Wilton tenha escutado.
[01:18:18] Mestre (Thomas): O Irtole, ele tá um tanto interessado nessa informação aí. Que história é essa de Kutis? Aonde tem?
[01:18:28] Nia (Louis): Você já ouviu falar de Deino?
[01:18:31] Momonga (Silva): Pera aí, quem escuta ele sou eu.
[01:18:32] Nia (Louis): Essa sessão tá demais, velho!
[01:18:36] Momonga (Silva): Quem escuta ele aqui sou eu.
[01:18:38] Mestre (Thomas): Imagino que seja o caso, sim.
[01:18:38] Momonga (Silva): Vamos fazer um acordo. Vamos fazer um acordo então. Yuton, eu pego as informações dele, mas você consegue me orientar ou falar se nessa região onde a gente está há alguma estátua ou há algo valioso para atender as expectativas do Markhor?
[01:18:47] Mestre (Thomas): Irthol Markhor
[01:19:11] Momonga (Silva): A Markhor
[01:19:13] Mestre (Thomas): É
[01:19:15] Momonga (Silva): Mano, eu tô literalmente imaginando você me olhando que nem essa...
[01:19:16] Markhor (Juliano): Se eu olhar pro Markhor, ele tá com um olho focado em você
[01:19:16] Mestre (Thomas): É isso aí, pô.
[01:19:19] Markhor (Juliano): Mas na verdade é um olho preguiçoso de cabra dele Ele tá olhando lá pra frente.
[01:19:30] Mestre (Thomas): O Irthol é de... Wurtall lhe responde que só entende de pedras preciosas. Se você encontrar alguma estátua com algo assim, ele consegue identificar pra você. Mas ele tá mais interessado em uma outra coisa.
[01:19:34] Momonga (Silva): Que nem a foto de perfil Bom, Nia, passa as informações aí, ele tá escutando.
[01:19:36] Markhor (Juliano): Exatamente.
[01:20:00] Nia (Louis): Assim, eu tenho informações de um culto dos homens feras aqui, que cultua Deino. Agora, eu tenho a localização deles também, aproximadamente, né? Não mapeei o território deles, mas dependendo do que você conseguir entregar para nós, você pode ter mais informação. O que eu sei sobre esse culto é de um ser que possui uma grande magia de charme
[01:20:25] Mestre (Thomas): Não, eu não conheço essa Deino. Wurtall fala na cabeça do Momonga.
[01:20:28] Momonga (Silva): Ele acabou de falar que n conhece Ele acabou de falar que n conhece Ele acabou de falar pra mim que n t nem interessado
[01:20:32] Markhor (Juliano): Ei, mas... O Taverneiro me perguntou se eu conhecia um tal de Deino. Será que o Taverneiro tem informações?
[01:20:44] Momonga (Silva): Bom, eu não tô interessado. Nem o Ailton. Aí o Thor. Aí o Tom.
[01:20:52] Momonga (Silva): Perdão, Ailton. Eu tô errando teu nome. Bom, gente, se vocês conseguirem me oferecer mais informações sobre esse culto,
[01:20:58] Mestre (Thomas): Deus.
[01:21:04] Momonga (Silva): eu atendo o critério de vocês entre achar pedras valiosas. Vocês decidem. Sei como que é, só que aparentemente esse culto não atende nada do que a gente está procurando.
[01:21:20] Markhor (Juliano): Bom, quem tem informações é a Nia. Eu... eu aceitei a ideia aí de dar uma explorada em direção ao lago.
[01:21:46] Nia (Louis): na qual ele está escravizando e controlando uma grande quantidade de homens feras. Agora se voc quiser saber mais de territ ou detalhes sobre como que funciona l dentro isso a s vou te falar depois e mostrar alguma coisa mais interessante Sabe como que n
[01:22:20] Momonga (Silva): Você não tem outra informação?
[01:22:25] Nia (Louis): No momento de culto, só conheço esse.
[01:22:31] Momonga (Silva): Bom, então vamos fazer um acordo.
[01:22:36] Momonga (Silva): Eu mostro para você as pedras valiosas. E vocês ficam me devendo essas informações, pode ser?
[01:22:48] Nia (Louis): Pode ser.
[01:22:51] Momonga (Silva): Olha, eu levo promessa muito a sério, tá? Se não cumprirem eu vou puxar o pé.
[01:22:52] Markhor (Juliano): É... Você ou o seu amigo?
[01:22:57] Mestre (Thomas): Mas. É um sabor...
[01:22:59] Nia (Louis): Claro? Bravo.
[01:23:03] Momonga (Silva): Eu começo a virar o olho novamente, começo a me tremer assim, falo... Só eu e o tu sabe.
[01:23:14] Markhor (Juliano): Eu pego uma pedra do desmoronamento e começo a lamber ela pra saber o sabor.
[01:23:21] Nia (Louis): O retornado, velho.
[01:23:24] Markhor (Juliano): Eu tô me acostumando aqui.
[01:23:26] Mestre (Thomas): É um sabor levemente salgado, misturado aí com o resto de plantas, um retro gosto de planta, né?
[01:23:27] Momonga (Silva): Do nada.
[01:23:35] Mestre (Thomas): Sei lá o que dizer, velho.
[01:23:37] Markhor (Juliano): Não, mas tem o salgado, pô. Era isso que eu preciso de um salzinho.
[01:23:38] Nia (Louis): E um tanto quanto se... E um tanto quanto se amônia, né?
[01:23:41] Mestre (Thomas): Tá tudo certo, Tassi.
[01:23:41] Markhor (Juliano): Manter a pressão, né?
[01:23:44] Nia (Louis): Acho que algum pássaro cagou nessa pedra aí.
[01:23:47] Mestre (Thomas): Vocês têm uma hora e quarenta de sessão, viu, gente?
[01:23:50] Markhor (Juliano): Bom, vamos atrás aí, depois a gente vê desse culto. E... E ajudamos aí todo mundo.
[01:24:00] Momonga (Silva): Bom, então vamos lá. Quem é o mais forte para ir na frente aí? E tem uma varpa tachá. Porque uma mato alto chama cobra, tá?
[01:24:11] Markhor (Juliano): É... É... Alguém tem uma vara e... Eu tatei com a vara, mas no momento não tenho vara. Eu tenho uma espada.
[01:24:21] Nia (Louis): Assim, você é o único guerreiro aqui. Aqui é em uma dama, o personagem. S. Cabeira,
[01:24:28] Markhor (Juliano): Não, mas eu tô perguntando se alguém tem uma vara pra expressar.
[01:24:34] Mestre (Thomas): Fica uma situação...
[01:24:36] Markhor (Juliano): Bom,
[01:24:36] Momonga (Silva): O que você não come?
[01:24:37] Markhor (Juliano): vocês não têm, eu vou fazer o seguinte. Eu vou, quando tiver um mato mais alto, eu vou fazendo que nem com um facão assim, abrindo caminho no mato. Eu vou cortando, eu vou abrindo caminho e de olho nos pés, né? Vocês falaram que tem cobra?
[01:24:47] Mestre (Thomas): Certa.
[01:24:54] Markhor (Juliano): Eu tô de olho embaixo e vocês vão vigiando o que tá vindo.
[01:25:02] Markhor (Juliano): Eu posso até comer, mas eu tô caminhando. Uma coisa e cada vez. Não, mas homem cabra é como chamo, mas seria bode, né, pelo gênero masculino.
[01:25:07] Mestre (Thomas): Eu não consigo assistir.
[01:25:20] Momonga (Silva): Ah, entendi, entendi. Achei que você comia de tudo.
[01:25:22] Markhor (Juliano): Entendeu? A gente tem preferências, né? Coisas salgadas, pedra, terra, capim, mas cobra de vez em quando também entra.
[01:25:38] Mestre (Thomas): Ok, ok.
[01:25:38] Momonga (Silva): Repete essa última aí. Essas linhas.
[01:25:41] Markhor (Juliano): Eu não repito nada e eu saio abrido cair.
[01:25:44] Mestre (Thomas): Certo. Nessa região aí, não tem mato alto o suficiente pra você precisar se preocupar com isso, tá? Vocês atualmente estão no topo dessa torre. Pra onde vocês vão?
[01:25:53] Markhor (Juliano): Ok.
[01:26:02] Markhor (Juliano): Olhando a direção do lago, você falou que acompanhando o rio ele vai dando várias curvas e tem construções, pedaços dessas ruínas, né?
[01:26:11] Mestre (Thomas): Sim Inclusive tem ilhas que esse rio repartindo forma Tem especificamente duas ilhas Uma menor que está mais próximo de vocês e uma maior que está logo atrás dessa primeira. Então, o rio tem a primeira, essa ilhota menor, você repara que é circundada por muros.
[01:26:41] Mestre (Thomas): A parte que está mais próxima de vocês está inclusive um muro destruído então tem passagem fácil ali, vocês estão percebendo e tem uma ponte pouco depois da repartição que vocês conseguem adentrar essa ilhota esses muros inclusive tem duas pontes duas pontes não, perdão Duas torres que sobraram. Uma menor, que está mais próxima de vocês, e uma maior, que está um pouco mais afastada.
[01:27:22] Momonga (Silva): Bom, no caminho onde a gente está, tem quantas construções?
[01:27:30] Mestre (Thomas): Você quer saber no caminho até aquela ponte ou o quê?
[01:27:34] Momonga (Silva): Isso, até a ponte.
[01:27:34] Mestre (Thomas): Não entendi muito bem.
[01:27:36] Momonga (Silva): Até praticamente até o campo de flores ali, de vegetação.
[01:27:43] Mestre (Thomas): Até aquele mato alto que você está vendo é do outro lado da cidade.
[01:27:46] Momonga (Silva): Mas ali perto, pelo menos até a ponte, não tem nada?
[01:27:49] Mestre (Thomas): Você vai ter que andar bastante até chegar lá. Tem bastante coisa no caminho até lá, sabe?
[01:28:04] Mestre (Thomas): Cara, não tem nada que chama atenção não, além dos escombros de casas que já foram demolidas e tal. Existe uma ponte mais perto de vocês, nesse lago, bem antes da repartição do rio. Só que essa ponte está quebrada no meio.
[01:28:30] Momonga (Silva): Ela leva para algum lugar específico?
[01:28:30] Markhor (Juliano): Beleza.
[01:28:34] Mestre (Thomas): Não que você esteja reparando daí, tá?
[01:28:37] Markhor (Juliano): Olha, eu acho que assim, ou a gente acompanha as margens do rio em direção ao que você viu lá mais ao longe, Ou a gente tenta explorar primeiro isso que está mais próximo, né? Tem essa ilhazinha tem uma ponte at Como est mais inteira poss que a gente encontre mais coisas
[01:28:59] Momonga (Silva): Concordo. Só quem vai na frente aí é vocês.
[01:29:04] Markhor (Juliano): Eu vou na frente.
[01:29:05] Momonga (Silva): Lembrando, lembrando, tá? Provavelmente tem alguma coisa debaixo d'água.
[01:29:12] Momonga (Silva): Mestre, esse rio, ele é muito fundo?
[01:29:17] Mestre (Thomas): Não dá pra perceber, cara. A água aí é tão rápida que chega a espumar e você não consegue ver o que tem embaixo.
[01:29:25] Momonga (Silva): Entendi, então, pessoal, vocês vão na frente aí, tateando, sei lá. Aí vocês mandam de longe... Mandam de longe n que eu vou ter que ir junto tamb porque sen Se eu ficar o bicho pega se correr o bicho come
[01:29:40] Markhor (Juliano): Não, eu acho que a gente vai até chegar, logo antes de chegar à ponte, né? Que vai até a ilhota. A gente vai cautelosamente, olhando se tem algum movimento próximo. E aí antes de chegar na ponte a gente observa.
[01:29:55] Momonga (Silva): Bom, tentar perceber o movimento em uma água que já está meio turva é difícil.
[01:30:05] Momonga (Silva): Bom, vocês se sabem.
[01:30:05] Markhor (Juliano): Mas... Por mim é isso. Por mim é isso.
[01:30:10] Momonga (Silva): Então, vamos.
[01:30:13] Mestre (Thomas): Seguir as margens do rio então, né?
[01:30:15] Markhor (Juliano): Isso.
[01:30:15] Momonga (Silva): Isso, até a ponte.
[01:30:17] Mestre (Thomas): Vocês vão descer então da torre que vocês estão, circundar ali o muro até chegar na parte quebrada dele, entrar na cidade de fato, chegar até ali as margens, E prosseguir dessa forma, é isso?
[01:30:33] Markhor (Juliano): Isso.
[01:30:35] Mestre (Thomas): Certo, então. Essa curva aqui vai dar dois turnos.
[01:30:44] Mestre (Thomas): Ok, vocês começam então a circundar... Meu Deus... Caralho... Perdão... Vocês... Circundam um muro, chegam ali nas margens... Passam ali pela aquela ponte quebrada... Feita de pedra, se não me engano, deixa eu ver aqui... Isso, feita de pedra, quebrada no meio... E vocês continuam seguindo... Tornando, seguindo as margens.
[01:31:15] Markhor (Juliano): Beleza.
[01:31:15] Mestre (Thomas): Passar mais aqui em dois turnos. Pronto.
[01:31:22] Mestre (Thomas): Depois de uns bons minutos caminhando, vocês chegam naquela parte onde o rio se reparte em dois. E depois de mais de alguns poucos minutinhos, Abre a porta do prédio
[01:32:02] Mestre (Thomas): E o que é que acontece com a ponte?
[01:32:06] Markhor (Juliano): Essa casinha tá... Assim, tem uma fumaça saindo dela? Algum sinal de que tem alguém habitando? Ah, beleza.
[01:32:14] Mestre (Thomas): Não, você olha por cima, ela não tem teto, somente as paredes aí que restaram. Você vê também uma entrada ali e tudo mais, e ela fica bem próxima da entrada da ponte.
[01:32:32] Markhor (Juliano): É, se aproximando, assim, dessa casa, eu quero... Você disse que o dia tá bem iluminado, né?
[01:32:41] Mestre (Thomas): Isso.
[01:32:41] Markhor (Juliano): Tá bem aberto. Eu quero... Prestatação em cheiros. Se tem algum cheiro, assim, de... Carne podre, um cheiro fétido de animal, alguma coisa que me indique que tem uma criatura ali. Beleza.
[01:33:01] Mestre (Thomas): Não parece ser o caso. Não tem um cheiro forte o suficiente pra você conseguir perceber não.
[01:33:09] Markhor (Juliano): Então, se aproximando, eu quero, assim, circundar essas paredes dessa casinha até que eu observe, assim, de canto, né, de trás de uma parede, a entrada dela.
[01:33:24] Mestre (Thomas): Certo. Não é muito difícil de chegar até a entrada dela não. Ela está em uma das faças que você conseguia ver, na sua perspectiva, né? E você olha através dessa entrada, você apaga que tem bastante escombros aí do telhado. S que ainda restam ali algumas coisas alguns m Tem m ali que s reconhec t ligado Uma escrivaninha quebrada no meio e tal
[01:33:59] Markhor (Juliano): Uhum.
[01:34:03] Mestre (Thomas): Armário caído Tem essas coisas aí nesse ambiente São bastante antigos
[01:34:12] Markhor (Juliano): Essa escrivaninha e armário parecem, assim, ser muito antigos também ou são simples de madeira? Beleza.
[01:34:22] Mestre (Thomas): E por causa do fato de estar do lado de fora, né? Ao ar livre praticamente Já estão bastante desgastados, degradados.
[01:34:36] Mestre (Thomas): Quase caindo aos pedaços, de fato.
[01:34:43] Markhor (Juliano): Eu quero então dar uma olhada na escrivaninha, se tinha alguma gaveta, alguma anotação, ou objeto que ficou em cima dela, embaixo dela.
[01:34:57] Mestre (Thomas): Ela está quebrada no meio e tem alguns escombros em cima. Você vai retirar esses escombros para tentar acessar o interior dessa escrivaninha?
[01:35:07] Markhor (Juliano): Isso, parece que levaria muito tempo para retirar, sim.
[01:35:11] Mestre (Thomas): Não, acho que em um turno você consegue fazer, em 10 minutos.
[01:35:15] Markhor (Juliano): Então eu quero fazer isso.
[01:35:17] Mestre (Thomas): Certo. Ao redor da casa não.
[01:35:18] Momonga (Silva): Tem mais coisas ao redor dessa casa?
[01:35:26] Mestre (Thomas): Só tem aquela ponte.
[01:35:26] Momonga (Silva): Perdão, falei errado. É dentro da casa.
[01:35:29] Mestre (Thomas): Ó, tá. Dentro da casa.
[01:35:31] Momonga (Silva): Tem algum entulho que chama atenção, tipo, tá enterrando algo, tipo, que eu consiga aparentar haver?
[01:35:32] Mestre (Thomas): Cara, tem entulho aí. Tem algumas montanhas de entulho apenas. Aquele armário que é quebrado e tudo mais, mas ele tá vazio.
[01:35:54] Mestre (Thomas): Não parece ser o caso não. Você quer revirar o entulho aí?
[01:35:59] Momonga (Silva): Eu vou revirar o entulho, cada umzinho. Vou só dar uma cutucada assim, sabe?
[01:36:02] Mestre (Thomas): A situação vai demorar...
[01:36:07] Momonga (Silva): Só pra abrir, pra ver se eu consigo ver algo. E se eu não conseguir, eu saio.
[01:36:14] Mestre (Thomas): Então você não quer gastar muito tempo fazendo isso não, né?
[01:36:18] Momonga (Silva): É questão de coisa de um minuto. Só pra abrir um buraco, ver se eu consigo visualizar algo. Se eu não conseguir, passo pro próximo entulho. Bom, eu tenho conhecimento dessa pedra.
[01:36:28] Mestre (Thomas): Tá, beleza. Vou resolver a sua situação logo em seguida, eu vou ver a questão do Markhor. Markhor, você, nesse um turno, enquanto o Momonga ele tá vasculhando aí os entulhos só, tateando pra ver se encontra alguma coisa, você tá ali removendo... Aquele da parte de telhado que tá em cima da escrivaninha e tal. Rola pra mim... Um D20.
[01:37:00] Mestre (Thomas): Fala o resultado por gentileza.
[01:37:03] Markhor (Juliano): Dezenove. Dois
[01:37:05] Mestre (Thomas): 19, ok.
[01:37:09] Mestre (Thomas): Rola pra mim um D8 agora.
[01:37:15] Markhor (Juliano): Beleza eu Beleza
[01:37:16] Mestre (Thomas): 2.
[01:37:24] Mestre (Thomas): Certo, certo, achei aqui. Cara, após você retirar os entulhos de cima dessa... Dessa escrivaninha voc percebe que uma das gavetas dela parece que foi passada despercebida pelas pessoas que passaram a nesse ambiente t Você consegue abrir ela e você encontra uma bolsinha, uma bolsa de couro. Ela parece estar cheia de algum material.
[01:38:05] Mestre (Thomas): Inclusive, deixa eu traduzir. O que é isso aqui? Um segundo.
[01:38:11] Mestre (Thomas): Esse termo que eu não conheço não. Ah, entendi, entendi. Você pega essa bolsinha, você sente que ela está cheia de alguma pedra lisa. Você escuta ela batendo aí dentro.
[01:38:29] Mestre (Thomas): Não parece ser moedas, porque moedas tem um barulho bem característico de metal, né? Só que o que tem aí dentro parece ser barulho mesmo de pedrinha.
[01:38:51] Markhor (Juliano): Eu pego a bolsinha assim e ela é pequena, ela cabe na palma da mão. Então eu quero extrair o conteúdo dela na palma da minha mão.
[01:39:00] Mestre (Thomas): Sim, sim. Cabe na pauta do salão.
[01:39:08] Mestre (Thomas): Então você abre ali o cordão, que tá meio enrolado na abertura, E você percebe que tá cheio de pedrinhas bem pequenininhas, bem lisas inclusive, de uma coloração avermelhada. Mas é um vermelho terra, não chega a ser vermelho sangue. É um vermelho amarronzado, sabe?
[01:39:37] Markhor (Juliano): Bom, elas são pedras... opa, Diego.
[01:39:37] Mestre (Thomas): Você conta e tem por volta de 50 dessas pedrinhas.
[01:39:47] Markhor (Juliano): Ah, elas são bem pequenas.
[01:39:49] Mestre (Thomas): Sim, bem pequenas mesmo. Cara, cada uma pode ter o tamanho da ponta do seu dedo indicador, sabe?
[01:39:59] Markhor (Juliano): Entendi. Bom, eu pego, assim, eu volto de volta na bolsinha de cor e pego uma delas e mostro pro Momonga, né, perguntando se ele sabe o que que é.
[01:40:16] Mestre (Thomas): Certo. O que que o Momonga fala?
[01:40:30] Mestre (Thomas): Cara, você não terminou lá o estudo ainda, mas você tá com o Irtol junto contigo. Ele te fala que isso daí chama... deixa eu ver aqui... é chamado de cordalina. Ele diz que n vale muito n mas d pra vender por um valor a razo at
[01:40:50] Momonga (Silva): Ela é muito preciosa, Hilton.
[01:40:55] Momonga (Silva): certo Eu consigo visualizar se essas pedras est bem polidas
[01:41:06] Mestre (Thomas): Ele inclusive comenta que cada uma desse tamanho aí, desse nível de polidez, deve valer entre 40, 60 ciclos de prata. Deixa eu ver se é isso mesmo. É isso.
[01:41:27] Nia (Louis): Aulenar, Abimí,
[01:41:32] Momonga (Silva): Bem feitinhas?
[01:41:35] Mestre (Thomas): Sim, elas tem formatos variados, mas o estado de polimento delas é bastante único.
[01:41:44] Momonga (Silva): Eu pergunto.
[01:41:44] Nia (Louis): Assim, essas pedras,
[01:41:46] Momonga (Silva): Eu...
[01:41:48] Nia (Louis): o Ayuttham, essas pedras, elas são feitas, qual é a utilidade delas?
[01:41:57] Mestre (Thomas): Geralmente pode fazer colares, até pulseira já vi.
[01:42:04] Nia (Louis): Ah, então é joia ou semijóia, né?
[01:42:04] Mestre (Thomas): É decoração.
[01:42:08] Mestre (Thomas): Isso.
[01:42:16] Nia (Louis): Beleza, então.
[01:42:16] Momonga (Silva): Eu acho engraçado que o pessoal fale com o Arilton sabendo que só eu escuto.
[01:42:25] Mestre (Thomas): Ah, você tá traduzindo pra ele, né?
[01:42:26] Momonga (Silva): E eu tenho que traduzir.
[01:42:31] Momonga (Silva): Bom, se eu pergunto para o senhor Arilton, Se eu pulir ela melhor, deixar ela com um formato único, ela começa a valer mais?
[01:42:50] Mestre (Thomas): Ele diria que sim, mas... Você não conseguiria... Fazer isso não. Precisaria de anos, de técnicas e tudo mais. Ele já fala que o estado atual dela já tá bastante... Bastante bem feito, sabe? Para melhorar isso, precisaria ter muita experiência, muita habilidade. E não é o seu caso.
[01:43:18] Momonga (Silva): Uma dela já vale 40 a 60 peças de prata? Ciclos de prata?
[01:43:24] Mestre (Thomas): Isso, foi o comentário.
[01:43:26] Momonga (Silva): E tem quantos dentro do saquinho?
[01:43:30] Mestre (Thomas): Foram contadas 50 pelo...
[01:43:31] Momonga (Silva): Rapaziada, mas tá rico, vocês querem dividir?
[01:43:32] Markhor (Juliano): Enquanto.
[01:43:33] Mestre (Thomas): pelo Markhor.
[01:43:41] Nia (Louis): Bora, bora. Temos mais tempo de jogo?
[01:43:43] Markhor (Juliano): Podemos dividir, de momento fica aqui comigo, mas quando a gente achar onde vender por um preço justo. Ah, entendi.
[01:43:52] Momonga (Silva): Bom, eu...
[01:43:52] Mestre (Thomas): É, só um detalhe sobre o dinheiro no jogo.
[01:43:53] Momonga (Silva): Bom, eu posso dar uma investigada na cidade de Andervo.
[01:43:56] Mestre (Thomas): É... moedas mesmo? O que vocês venderem aí de tesouro e tudo mais e for convertido em ciclos, o valor é dividido igualmente. Logicamente também o XP.
[01:44:10] Nia (Louis): E o XP você só ganha se for vendido na mesma sessão. Ou seja, se a gente não vender nessa sessão, não ganhamos XP.
[01:44:16] Mestre (Thomas): Isso.
[01:44:18] Mestre (Thomas): Isso aí.
[01:44:23] Mestre (Thomas): Eu faço isso porque, tipo, você guarda essas pedras aí e vende na próxima sessão E tem você e mais duas pessoas, ou três, que não jogaram essa sessão aqui, tá ligado?
[01:44:36] Markhor (Juliano): Ah, sim.
[01:44:37] Mestre (Thomas): Então as ganchistas foi de graça.
[01:44:39] Markhor (Juliano): Uhum. É, faz sentido, afeta quem tava na sessão junto.
[01:44:43] Mestre (Thomas): Isso. E eu fico... Registrando... É tipo... Quem pegou isso daí especificamente é difícil, tá ligado? Pra depois de dividir o csp
[01:44:53] Markhor (Juliano): Uhum.
[01:44:58] Nia (Louis): Sim, sim.
[01:44:59] Markhor (Juliano): Bom, e você tem uma ideia? Assim, a minha suspeita é que aqueles comerciantes comprariam, mas não iam pagar um bom valor. Abre a porta do computador
[01:45:19] Momonga (Silva): Só que eu vou precisar de um tempo.
[01:45:22] Mestre (Thomas): Gostarwick, na verdade
[01:45:26] Nia (Louis): Temos um tempo de croque?
[01:45:29] Mestre (Thomas): Vocês têm 1h18 de sessão ainda
[01:45:44] Momonga (Silva): Bom, a gente tem mais uma ilha para explorar e eu queria terminar de revirar meus entulhos.
[01:45:52] Mestre (Thomas): Sim, referindo dessa forma que você tá fazendo
[01:45:52] Momonga (Silva): Beleza, então... vocês querem ir para outra ilha?
[01:45:55] Mestre (Thomas): Mesmo após o... O Markhor terminar ali de... Pegar ali a... as pedras Você não encontra nada não, tá? Revirando dessa forma aí.
[01:46:18] Mestre (Thomas): Isso.
[01:46:18] Momonga (Silva): Ah ent vamos l para outra ilha Ou para a ilha
[01:46:27] Mestre (Thomas): Vocês estão falando ilha, só pra deixar claro, é...
[01:46:27] Markhor (Juliano): Ah, beleza.
[01:46:30] Mestre (Thomas): É uma ilhota bem pequena mesmo, tá? Não é nada grandioso, não.
[01:46:36] Momonga (Silva): Sim, sim, sim.
[01:46:37] Mestre (Thomas): Inclusive a outra que é maior, ela é só um pouco maior também, sabe?
[01:46:44] Markhor (Juliano): Essa teria quantos metros de largura mais ou menos Mas pensando na dist de uma margem outra Atenas o que eu quero que a gente possa ver a ponta de Avenaria em um bom estado
[01:46:55] Mestre (Thomas): Cara, de olho você não consegue ter uma noção disso. Deixa eu ver aqui.
[01:47:03] Mestre (Thomas): Mas por volta de uns 50 metros. Uns 50 metros aí. Na parte mais larga dela.
[01:47:22] Markhor (Juliano): E a largura dela passa mais de uma pessoa assim, lado a lado?
[01:47:23] Mestre (Thomas): Sim. Ela resistiu bem aí, ó. As ações do tempo.
[01:47:33] Mestre (Thomas): Passa, passa. Ela não é tão larga não. Inclusive até fala aqui qual que é a distância dela. Deixa eu... Passar de pés pra metros. Que peço, por favor, não consigo entender se essa não dá de medida não. Tá, achei aqui. Cara, duas pessoas conseguem passar assim, mas não é de forma muito folgada não, tá?
[01:47:57] Markhor (Juliano): Tá. Entendi. Bom, pessoal, se vocês querem olhar mais alguma coisa, podemos seguir na ponte.
[01:48:05] Momonga (Silva): Bom, podemos seguir.
[01:48:08] Markhor (Juliano): Tá, eu...
[01:48:08] Momonga (Silva): Já regrei até os empolhos. Abre-se-me, e se você não está, eu vou te ajudar.
[01:48:09] Markhor (Juliano): A fonte dá naquela entrada dos muros com a primeira torre de vigia, né?
[01:48:19] Mestre (Thomas): Olhando essa parte aí, você repara que depois da ponte tem uma área pavimentada Com blocos de pedra E você percebe que Seguindo reto Tem uma falha No muro Que você consegue ver dentro Dessa área E você repara que tem Uma espécie de forte No interior a E j t bastante demolido S um segundo Boa parte t ca s que olhando a dist assim voc n consegue saber se tem alguma entrada
[01:49:03] Markhor (Juliano): Beleza, então eu quero... Então eu quero atravessar a ponte
[01:49:21] Mestre (Thomas): Mas você percebe que ele não desabou completamente não.
[01:49:31] Markhor (Juliano): e assim, atento olhando o chão dela,
[01:49:32] Mestre (Thomas): Certo.
[01:49:36] Markhor (Juliano): Se tem alguma variação assim que possa indicar uma armadilha, uma variação ali do piso, um fio, uma coisa assim.
[01:49:48] Mestre (Thomas): Certo.
[01:50:00] Mestre (Thomas): Certo.
[01:50:04] Momonga (Silva): É algo... tipo uma sombra se aproximando... debaixo d'água... que vai se escurecendo cada vez mais.
[01:50:12] Mestre (Thomas): Ok, ok. E, seguinte, quando vocês estão aí prestando atenção, andando devagar, começando a atravessar a ponte, algo que vocês não esperavam, algo que vocês não esperavam acontece. E aí
[01:50:45] Markhor (Juliano): Bom, eu paro e olho pra trás ali, tipo... Que...
[01:50:55] Nia (Louis): Aqui Vamos Aqui est muito distante eu consigo enxergar mais ou menos qual o vestimento delas
[01:50:58] Mestre (Thomas): Existem duas outras pontes quadradas E em cima delas Você percebe dois homens em cada Então no total são quatro E essas torres estão mais Mais preservadas do que as que vocês viram até então Tem esses dois homens aí gritando pra vocês
[01:51:22] Markhor (Juliano): Uhum.
[01:51:25] Mestre (Thomas): Falando pra vocês não atravessarem Não, não.
[01:51:27] Markhor (Juliano): Eles tão na ilha. Na ilhota.
[01:51:31] Mestre (Thomas): Estão naqueles muros que vocês atravessaram antes de entrar na cidade.
[01:51:34] Markhor (Juliano): Ah...
[01:51:38] Markhor (Juliano): Entendi, entendi.
[01:51:47] Mestre (Thomas): Tipo, ó. Só pra vocês terem uma noção da... da distância, da... Se vocês ficarem de frente pra aquela torre aqui que vocês subiram, essas outras duas torres vão estar pra direita de vocês.
[01:52:07] Mestre (Thomas): Então o muro ele continua um pouco ainda com aquelas falhas ali de de entulho até chegar nessas outras duas torres mais inteiras que tem dois homens em cada gritando pra vocês.
[01:52:22] Momonga (Silva): Bom, eu olho para eles e grito... Por quê? Abre as portas do carro e desça.
[01:52:28] Nia (Louis): Calma, calma, calma, a gente já conseguiu ver qual é o vestimento delas, o que estão usando, são soldados?
[01:52:35] Mestre (Thomas): Cara nessa dist voc n conseguem ter no n t Eles inclusive est num ponto um pouco mais alto que voc A parede ali da parte de cima das torres cobre parte do corpo deles Você não consegue ter noção não.
[01:52:51] Nia (Louis): Como o céu está limpo, então vou considerar que tem luz de sol. Então se tiverem o som do capacete, eu imagino que o soldado usa capacete lá, aí vai ter um reflexo metálico na cabeça. Se o reflexo não for metálico, é só um careca, tá?
[01:53:14] Mestre (Thomas): Cara, pode ter um deles brilhando.
[01:53:21] Mestre (Thomas): Você não sabe se é de fato um capacete, se o cara é careca mesmo. Cara, andando nessa velocidade mais cautelosa e tudo mais, você demora ali alguns bons minutos.
[01:53:27] Markhor (Juliano): Quanto de distância que dá, mais ou menos assim, tipo, quanto tempo que eu levaria pra chegar nesse muro, perto deles?
[01:53:46] Mestre (Thomas): Agora, correndo, você chega lá em segundos, né? Correndo é completamente diferente a velocidade.
[01:53:50] Markhor (Juliano): Ah, bom, eu olho pra meus companheiros aqui e falo, bom, vamos lá descobrir o que eles estão nos avisando, acho que não vale continuar assim, sem saber nada.
[01:53:51] Mestre (Thomas): Ah, é que você, Luz, acabou interrompendo, eu não considerei que ele gritou.
[01:53:58] Nia (Louis): Sim, sim, na verdade o Momonga aqui gritou perguntando por quê.
[01:54:04] Markhor (Juliano): Eu já tô saindo da ponte, voltando pra perto da casinha.
[01:54:08] Momonga (Silva): Abre as portas do carro e desça.
[01:54:10] Nia (Louis): Eles conseguiram ouvir? Eles vão tentar responder?
[01:54:21] Mestre (Thomas): Eles vão responder sim, mas antes rola pra mim uma chance de encontro. Barulhos altos... Vocês fazerem barulhos altos... Aciona a chance de encontro. É 1 e 12.
[01:54:41] Mestre (Thomas): 8. Tá tranquilo. Gritando por quê? Eles falam... Vocês vão morrer sem atrair!
[01:54:52] Nia (Louis): É monstro!
[01:54:56] Mestre (Thomas): É monstro!
[01:54:58] Momonga (Silva): Eu nem... eu... assim que eu escuto um monstro, eu já tô voltando, dando um passo curto, até ficando na ponta do pé, levantando as duas mãos pro alto.
[01:55:03] Mestre (Thomas): Despeça.
[01:55:08] Momonga (Silva): Abre as portas do carro e desça.
[01:55:09] Markhor (Juliano): E voltando pra casinha eu tô olhando se eu acho aquela pegada invertida nas patas ali perto.
[01:55:16] Nia (Louis): Putz, verdade, tinha muito alegado nisso antes.
[01:55:20] Mestre (Thomas): Cara, faz sentido que tenha nas margens, mas não tem indício que entrou nessa ponte não, tá?
[01:55:28] Markhor (Juliano): Ah, é outro monstro.
[01:55:28] Mestre (Thomas): Passou reto.
[01:55:30] Momonga (Silva): Assim que eu saio da ponte, eu começo a correr em direção aos carros em cima da ponte.
[01:55:31] Nia (Louis): Atenção!
[01:55:38] Momonga (Silva): A torre.
[01:55:42] Mestre (Thomas): Você quer correr até lá?
[01:55:43] Momonga (Silva): É mais rápido.
[01:55:43] Nia (Louis): Quem sabe?
[01:55:46] Momonga (Silva): É mais rápido.
[01:55:47] Mestre (Thomas): Ok.
[01:55:49] Nia (Louis): Calma, só uma pergunta antes.
[01:55:51] Mestre (Thomas): Ok.
[01:55:51] Nia (Louis): Se a gente correr, vai aumentar as chances de encontro novamente? É aqui?
[01:55:52] Mestre (Thomas): Se acionar uma sim.
[01:56:01] Nia (Louis): Não, então, a atividade de correr vai acionar encontro?
[01:56:10] Mestre (Thomas): Cara, isso eu não tenho como saber não.
[01:56:13] Markhor (Juliano): Eu prefiro ir cauteloso, assim, os caras gritaram, mas eu também não tô com pressa, né? É só uns minutinhos.
[01:56:13] Mestre (Thomas): No que quero... No que quero...
[01:56:19] Momonga (Silva): O caminho parece seguro. Aparenta estar seguro, indo correndo até lá.
[01:56:25] Mestre (Thomas): Boa, boa. Cara, você repara que em linha reta, até chegar lá, tem escombros por várias partes aí. Inclusive tem escombros que tem paredes em pé ainda. Essa aqui é Icorre
[01:56:42] Nia (Louis): Bom...
[01:56:43] Momonga (Silva): Bom, então eu vou correndo. Sabe, correndinho E no estilo de exército, sabe? É quando você tá correndo, atirando e se esconde atrás da parede Eu vou nesse estilo, mas é esperto caso aconteça algum ataque E eu consiga me proteger antes de eu ser acertado
[01:57:06] Markhor (Juliano): Ah, eu vou atrás dele, mas cauteloso.
[01:57:07] Mestre (Thomas): Ent deixa eu entender Fala Luiz Sim sim acho que faz sentido sim
[01:57:09] Nia (Louis): Tudo bem, eu vou seguir atrás dos dois, mas eu vou ir observando, olhando lá para os caras ao redor, né? Se a uma distância, não chegando diretamente lá, mas no meio do caminho eu já consigo enxergar melhor o que eles estão vestindo, Já estão conseguindo ver como eles estão vestindo?
[01:57:39] Mestre (Thomas): Mas vamos lá, primeiro, vamos por partes. Vamos primeiro pela... Por quem tá mais rápida.
[01:57:47] Mestre (Thomas): Momonga, seu personagem então vai correndo para... em... algum local pra... Para pegar proteção, é algo do tipo, né? E depois continua após alguns segundos, né? É isso?
[01:58:03] Momonga (Silva): Isso, isso. Mas não correndo rápido, vai só correntinho, bem... Sabe?
[01:58:11] Mestre (Thomas): Certo, certo. Não sei se você não vai correr disparado, não. Mas você chega lá em alguns poucos minutos.
[01:58:22] Mestre (Thomas): Enquanto o restante está indo mais devagar.
[01:58:27] Mestre (Thomas): Enquanto você chega naquelas duas torres, O restante do grupo dá tempo apenas de chegar em uma dessas construções que ainda tem muros. Construção quadrada.
[01:58:42] Nia (Louis): Eu quero.
[01:58:43] Mestre (Thomas): Sim. Cara, alguns deles tem armaduras sim, armaduras variadas inclusive. E não parecem ser nenhum tipo de guarda não.
[01:58:56] Momonga (Silva): Eu consigo reconhecer pra saber se são inimigos?
[01:59:02] Nia (Louis): Só um detalhe, enquanto...
[01:59:02] Mestre (Thomas): Como você reconhece que são inimigos?
[01:59:06] Momonga (Silva): Sei lá, pessoas com cara de mal.
[01:59:10] Mestre (Thomas): Daí você não...
[01:59:11] Markhor (Juliano): Olha, nossa cara não ajuda.
[01:59:11] Momonga (Silva): Com...
[01:59:12] Mestre (Thomas): Cara, a única coisa que você consegue...
[01:59:14] Momonga (Silva): É... Sei lá, eles estão... Muito suspeitos, estão, tipo... Dando risadinha, cochicheando, eu consigo... Aparentemente eu não consigo escutar eles falando, mas eles... Aparentam... Ter uma mentalidade de estar planejando algo, sabe? Tipo de... Com um rosto suspeito...
[01:59:37] Mestre (Thomas): Ah, sim, sim, eu entendi o que você quer. Mas, cara, a única coisa que você consegue perceber é quando eles estavam gritando e tal, e não parecia ser em algum tom enganoso, ou de deboche, não. Eles estavam gritando pra vocês saírem de lá. Apenas isso. Você chegando perto ali,
[02:00:04] Momonga (Silva): Bom...
[02:00:07] Mestre (Thomas): você fala alguma coisa pra eles?
[02:00:07] Momonga (Silva): Sim, eu...
[02:00:08] Mestre (Thomas): Você grita pra eles, melhor dizendo?
[02:00:10] Momonga (Silva): Eles conseguem me escutar sem eu ter que gritar?
[02:00:15] Mestre (Thomas): É, fui falando um pouco alto assim.
[02:00:17] Nia (Louis): Só um detalhe, enquanto o Momonga estará se comunicando, eu vou parando lá no meio do caminho e vou observando se não tem vigiando para ter certeza de que não tem nada dando a volta para nos cercar.
[02:00:19] Mestre (Thomas): Vocês estão no topo de uma torre também?
[02:00:23] Mestre (Thomas): Não.
[02:00:37] Nia (Louis): Ah, Momonga, pergunta também o nome ou o nome de grupo deles, já que não parecem ser soldados.
[02:00:38] Mestre (Thomas): Certo. Não parece ser o caso não. Se olha em volta aí, não tem movimento algum de pessoas. Talvez um rato passando aí entre os escoombas, mas nada além disso.
[02:00:52] Momonga (Silva): Bom, eu pergunto para esses dois cabras aí, se eles... Por que que eles estavam falando que havia um monstro ali?
[02:01:04] Mestre (Thomas): Certo. Você pergunta para as duas pessoas que estão na torre da esquerda, que está mais próxima de você.
[02:01:13] Momonga (Silva): Beleza.
[02:01:15] Mestre (Thomas): E deixa eu ver o que eles podem falar para você, só um segundo.
[02:01:33] Mestre (Thomas): Primeiro respondendo a sua pergunta, eles falam que não sabem exatamente O que é tipo de monstro tem lá dentro? Mas eles sabem que todo mundo que entra lá não volta.
[02:01:53] Momonga (Silva): Vocês pertencem a algum grupo?
[02:01:58] Mestre (Thomas): Eles falam que são... Eles seguem as ordens do Cronos.
[02:02:08] Momonga (Silva): E qual seria o nome de vocês? Vou perguntar depois da pergunta que eu acabei de fazer.
[02:02:15] Mestre (Thomas): Deixa eu ver aqui.
[02:02:17] Nia (Louis): Espera, Cronos, o cara lá da estalagem?
[02:02:22] Mestre (Thomas): Ele falou que segue a ordem de Cronos apenas.
[02:02:27] Nia (Louis): Espera, qual é o nome do velho lá da estalagem, não era Cronos?
[02:02:30] Markhor (Juliano): É Cronos, né, Cronos.
[02:02:34] Nia (Louis): Pergunta se é o velho da estalagem. Aplausos
[02:02:40] Mestre (Thomas): Você pergunta isso, Monga? Os nomes, né?
[02:02:49] Mestre (Thomas): O primeiro chama Riberon e o outro Tidus.
[02:03:00] Momonga (Silva): Vocês estão falando do Cromos o Taverneiro ou uma divindade?
[02:03:09] Momonga (Silva): Ah t meu amig P a gente a gente a gente a gente fechamento Achei que voc eram serviam alguma divindade
[02:03:10] Mestre (Thomas): Eles falaram, é o dono da pousada, aquele com barriga de chope?
[02:03:28] Momonga (Silva): Até achei estranho.
[02:03:29] Mestre (Thomas): Não, não, pô. Longe de mim, essas coisas de divindade.
[02:03:35] Momonga (Silva): Bom, então vocês não tem nenhum conhecimento realmente do que tá acontecendo ali, lá dentro daquela, daquela, daquela torre?
[02:03:45] Mestre (Thomas): Pô, a gente não sabe não, tá? Entrou os malucos
[02:03:47] Momonga (Silva): Tem algo a ver com algum monstro que tem as patas invertidas?
[02:03:48] Mestre (Thomas): lá um monte de vez Não saiu um, cara, acredita?
[02:04:01] Mestre (Thomas): Pata invertida? Esse ônibus, assim? Um deles até grita pelos outros da... da outra torre. Ó, vocês viram algum monstro aí com pata invertida? Eu, não, não, não. É, um delicida que vira pra você. Pô, a gente não conhece monstro com pata invertida não, filho. Onde você viu isso? A parte do rio?
[02:04:26] Momonga (Silva): Bom, eu recomendo vocês ficarem espertos, tá? Porque aparentemente eu e meu grupo ali acabou vendo pegadas perto do rio. Onde isso?
[02:04:43] Mestre (Thomas): Ah tá, deve ser aquele sapão gordo, pô.
[02:04:48] Momonga (Silva): Um papo?
[02:04:50] Mestre (Thomas): É, tem um monte de sapo naquele lago lá. Sapo grande, assim, maior do que a gente.
[02:04:58] Momonga (Silva): Eles são perigosos?
[02:04:59] Mestre (Thomas): Ó.
[02:05:02] Mestre (Thomas): Ô sissão, já vi comer um dos nossos, inclusive. A gente teve que ir lá cortar o bucho do sapo pra tirar ele de dentro, pô. O maluco t traumatizado at hoje Fala pra mim se agir em conta por gentileza
[02:05:12] Momonga (Silva): Caraca!
[02:05:16] Momonga (Silva): Caraca! Eu olho pro meu grupo e grito As pegadas são de uma perera cabegrandora Vocês rodam?
[02:05:27] Nia (Louis): Ai meu deus
[02:05:38] Mestre (Thomas): Um em doze.
[02:05:39] Markhor (Juliano): Eu rodo aqui. Ah não, tava me mandando já.
[02:05:43] Mestre (Thomas): Sim, cinco.
[02:05:46] Nia (Louis): Vamos contra o Dibroc?
[02:05:47] Markhor (Juliano): Bom, gente, eu acho que vale...
[02:05:48] Nia (Louis): Aplausos
[02:05:49] Mestre (Thomas): Vocês têm cinquenta e sete minutos de sessão.
[02:06:01] Markhor (Juliano): Agora a gente já chegou mais perto do muro ali, onde o Momonga tinha chegado?
[02:06:07] Momonga (Silva): Bom, vocês estavam, né, querendo atrapalhar a sessão de vocês, mas Vocês estavam perto de uns muros ali, até onde o mestre narrou.
[02:06:21] Mestre (Thomas): Vocês estavam na metade do caminho e tinham algumas construções, ou melhor, Duas construções que as paredes ainda estavam de pé. O Luís, por gentileza, se puder parar das musiquinhas aí.
[02:06:36] Markhor (Juliano): Ué.
[02:06:44] Nia (Louis): Aplausos
[02:06:44] Mestre (Thomas): Vai falar aí.
[02:06:44] Markhor (Juliano): Duas construções.
[02:06:46] Nia (Louis): Aplausos
[02:06:54] Mestre (Thomas): A conversa entre o Bomonga e essas quatro pessoas aí, Não foi tão longo o suficiente pra passar turnos, né? Só foi uma conversa de... Um minuto, dois minutos, tá ligado? Vocês ainda estão na metade do caminho.
[02:07:17] Markhor (Juliano): Beleza. Eu só queria saber dessas duas construções, assim, elas são...
[02:07:17] Nia (Louis): Aplausos
[02:07:21] Markhor (Juliano): Aquela ideia de algumas paredes que sobraram, não tem alguma com telhado, uma que tem mais complexidade assim.
[02:07:28] Mestre (Thomas): Isso.
[02:07:31] Mestre (Thomas): Dentre os escombros aí, essas duas se realçam. E tem uma pra sua direita e uma pra sua esquerda. Um pouco afastados umas das outras. Se você for em linha reta até a torre onde o Momonga está, você passaria pelo meio.
[02:07:41] Markhor (Juliano): Uhum.
[02:07:47] Mestre (Thomas): Na verdade, em qualquer lugar vai ser assim, só se for em um local que é garantido não ter nada.
[02:07:47] Nia (Louis): Aplausos Só um detalhe, eu notei que disparou duas chances de encontro bem recente, bem perto um do outro, sem muito tempo entre si. Acho que não é bom a gente sair gritando não, tá? Parece que eu chamo a atenção de qualquer possibilidade de alguma coisa por aqui perto.
[02:08:10] Markhor (Juliano): É, sabe.
[02:08:22] Mestre (Thomas): Se fizer barulho alto, gritar, a gente rola encontro. Porque isso atrai qualquer coisa que estiver perto.
[02:08:32] Markhor (Juliano): Beleza.
[02:08:33] Mestre (Thomas): O que eu quero dizer é que esse local aí não é especial, porque eu tô rolando em conta, tá ligado?
[02:08:33] Markhor (Juliano): Beleza.
[02:08:38] Mestre (Thomas): Isso daí eu rolaria em qualquer lugar, com vocês gritando. Sim, só um segundo.
[02:08:45] Nia (Louis): Beleza, a gente não vai gritar aqui.
[02:08:48] Markhor (Juliano): No caminho pra ir pro muro, eu quero ver se eu consigo visualizar um pouco mais dentro dessas duas construções que estão à esquerda e à direita. Se tem móveis nos escombros, se tem algo mais do que só pedra caída, entulhada, né?
[02:09:10] Mestre (Thomas): Tô copiando uma informação aqui pra... Tem uma na sua...
[02:09:23] Mestre (Thomas): Direita e uma na sua esquerda, qual que você vai olhar primeiro?
[02:09:26] Markhor (Juliano): Ah, direito.
[02:09:28] Mestre (Thomas): Direita, ok.
[02:09:32] Mestre (Thomas): Vai ser esse aqui esse aqui Interessante Cara essa da direita ela te chama aten sim t Porque enquanto voc t andando e olhando pra ela voc repara que no interior
[02:09:54] Mestre (Thomas): tem pedaços de estátua quebrados em cima de pedestais. E são de uma pedra branca que ressoa, que... não ressoa, mas... se diferencia da paisagem mais cinza, que é dessas pedras aí que formam as paredes, tá ligando?
[02:10:30] Markhor (Juliano): Ah, beleza. Então, no caminho, assim, eu quero ainda continuar a ir até o Momonga, mas eu, tipo, aceno assim, toco pra Nia e falo, ó, estátuas, estátuas brancas. A gente vai voltar ali depois.
[02:10:49] Mestre (Thomas): Certo. Vocês estão gastando mais um turno?
[02:10:52] Momonga (Silva): Vocês não querem fazer um sinal para eu poder voltar até vocês e falar de alguma coisa?
[02:11:00] Markhor (Juliano): Não, por enquanto eu tô indo até você. Eu quero falar com os caras também.
[02:11:04] Momonga (Silva): Beleza beleza Voc sabem me dizer se h perigo perto do
[02:11:07] Mestre (Thomas): Eu gastei aqui um turno, vocês estão todos no mesmo local aí, perto da torre da esquerda Olha...
[02:11:13] Markhor (Juliano): Eu viro pros caras que trabalham pelo Cronos e pergunto assim, tem mais algum lugar que o pessoal tá morrendo muito aqui perto?
[02:11:25] Mestre (Thomas): Bom, na verdade, em todo lugar, tá? Em todo lugar Eu diria pra vocês tomarem cuidado com uma casa alongada Só de um andar que tem lá do outro lado do rio Bom, tomava cuidado com aquele lugar lá Mas só sei esses dois mesmo, tá? Fora aí é bem... Bem variado o tipo de peruí que você encontra Ah, tá falando do Pântano?
[02:11:55] Markhor (Juliano): Ah, entendi.
[02:12:00] Markhor (Juliano): E...
[02:12:03] Momonga (Silva): da vegetação ali de flores?
[02:12:12] Mestre (Thomas): Lá depois do lago?
[02:12:13] Momonga (Silva): Isso, exato. Vocês sabem me informar se há coisas interessantes lá, tipo, valiosas?
[02:12:16] Mestre (Thomas): Pô, lá... Lá deve ter uns... Uns... Um jacaré... O sapão também... Fica por lá... Ou sapões, né? São vários... Mas não... Não lembro de ter visto nada... Nenhum monstro, não, né? Do tipo... Pô, se me der algumas moedas eu até posso te falar... Pô, uma de ouro eu vou ficar mais feliz, viu? Vou me lembrar de mais coisa...
[02:12:48] Momonga (Silva): Te dou uma moeda de prata.
[02:12:58] Momonga (Silva): Te dou duas de prata e mais nada. É a única coisa que eu tenho. Se quiser.
[02:13:04] Mestre (Thomas): Eros Sera Agylo Ares Lester Tessin Jardin Ares Nilev Iec Lampon Icarus Icarus Sire Xen Iri Nihum Zeth Vile Ofery Aurea Fhantuz Icarus I Ina Sire Ion Iren Vend Pug Icon Ican Inus Guna I A Ecarus Apo I T I Istar I I I I I IoZ A I I Aten
[02:13:07] Markhor (Juliano): Mas voc est sendo t bem pagos assim pelo Cronos N s uma brincadeira a mas Voc est de guarda pra ele ou fazendo outras coisas
[02:13:37] Markhor (Juliano): Ah, entendi. Eu agradeço o aviso ali, acho que talvez tenha salvado a gente.
[02:13:49] Momonga (Silva): Bom.
[02:13:50] Markhor (Juliano): É.
[02:13:58] Momonga (Silva): Acontece.
[02:14:00] Mestre (Thomas): Sinceramente.
[02:14:03] Momonga (Silva): Eu dou duas de ouro. e mais nada.
[02:14:06] Mestre (Thomas): Ó.
[02:14:09] Mestre (Thomas): Joga aqui em cima.
[02:14:12] Momonga (Silva): Eu tiro da minha bolsinha.
[02:14:12] Mestre (Thomas): Ele estende a mão aí.
[02:14:14] Momonga (Silva): Eu tiro bem escondidinho pra eles não verem que eu tenho mais. E jogo uma por uma, porque eu tenho certeza que se eu jogar as duas eu vou errar.
[02:14:17] Mestre (Thomas): Ok.
[02:14:23] Markhor (Juliano): Eu vendo o dinheiro voando, eu dou um pulinho assim, tipo...
[02:14:23] Mestre (Thomas): Certo.
[02:14:27] Markhor (Juliano): Moeda de ouro.
[02:14:31] Mestre (Thomas): O cara...
[02:14:31] Momonga (Silva): Médio!
[02:14:32] Mestre (Thomas): O cara lá em cima pega as duas moedas.
[02:14:33] Momonga (Silva): Cara, eu tô no macabro.
[02:14:40] Mestre (Thomas): Opa, ação de verdade, hein? Então, você quer saber do que mesmo?
[02:14:46] Momonga (Silva): Bom, se há coisas valiosas ou interessantes lá naquele pântano, que valham a pena ir até lá.
[02:14:55] Mestre (Thomas): Pô, eu sei que tem umas... Uma suína ali lagada Você deve encontrar alguma coisa valiosa por lá Eu sei que a rapaziada... Que costuma explorar essas ruínas não gosta de ir lá Porque, logicamente, tá lagado Então eu imagino que deve ter sobrado mais coisa por lá, viu? Em comparação aí com... As outras... Ruínas aqui.
[02:15:23] Momonga (Silva): Entendi. Bom, valeu pela informação. Qual é o portão mais próximo aqui para entrar?
[02:15:28] Mestre (Thomas): Bem, é só passar pela...
[02:15:36] Mestre (Thomas): pelos muros caídos.
[02:15:37] Momonga (Silva): Bom falando em dinheiro sei que um pouco exigente da minha parte de pedir
[02:15:41] Mestre (Thomas): Inclusive, gente, falando sobre os muros, vocês reparam que o muro está bastante desgastado, então não tem nenhuma parte do muro que é contínua por muito tempo. Inclusive, ele é mais... Ele tem mais partes desabadas do que partes inteiras, sabe?
[02:16:05] Markhor (Juliano): Ah, entendi. Então, assim...
[02:16:06] Mestre (Thomas): E olhando em volta, vocês percebem que esse muro, ele circunda a total velocidade. Especialmente quando vocês estavam olhando de cima lá da... Da... da torre. Só que, como eu disse, tem mais partes desabadas do que partes em pé.
[02:16:26] Markhor (Juliano): Beleza. É, galera, antes da gente pensar o que fazer ou voltar pra, né, vender algumas coisas, eu vi umas estátuas de pedra branca. Eu acho que a gente pode conseguir uma grana daquele pessoal lá.
[02:16:53] Momonga (Silva): mas você não gostaria de me dar essas joias aí? Pra mim poder buscar informações de como vendê-las? Aí, assim que possível, quando a gente se encontrar, eu te devolvo com o dinheiro todo?
[02:17:10] Markhor (Juliano): É, não, eu quero vendê-las o mais rápido possível, eu tô precisando de dinheiro, não tenho nada.
[02:17:11] Momonga (Silva): Bom, eu conheço, tem um grupo meu, e ele aparentemente conhece bem, bem os vendedores que comprariam bem essas joias.
[02:17:28] Momonga (Silva): Se você, se você vender, não, mas se eu vender na sessão que eu e eles estiverem participando novamente,
[02:17:28] Markhor (Juliano): Daí a pergunta é pro mestre, assim, daí a gente vai ficar sem o XP da joia, né?
[02:17:36] Mestre (Thomas): Se não vender essa seção, não vai ter XP.
[02:17:39] Markhor (Juliano): É.
[02:17:46] Momonga (Silva): Nós três vai ter xixi.
[02:17:47] Mestre (Thomas): É, mas pode...
[02:17:52] Mestre (Thomas): É, até poderia, mas pode, tipo, nunca mais acontecer esse trio, tá ligado? Não tem como...
[02:17:56] Markhor (Juliano): É.
[02:17:57] Mestre (Thomas): Prever, tá ligado? Não tem como ter certeza. Então assim, se quiser ser...
[02:18:04] Markhor (Juliano): Vamos de venda rápida.
[02:18:06] Mestre (Thomas): Se quiser XP, vai ter que ser nessa sessão.
[02:18:09] Nia (Louis): Meu voto em vender nessa sess mesmo Ali temos conta de troque Isso se chama Aten
[02:18:14] Momonga (Silva): Eu grito os guardinhas de novo.
[02:18:16] Mestre (Thomas): 45 minutos.
[02:18:20] Momonga (Silva): Ei, guardinha! Pego mais uma moeda de ouro e já miro nele jogando assim, ó.
[02:18:23] Mestre (Thomas): Oh!
[02:18:28] Mestre (Thomas): Certo. Ele pega lá.
[02:18:30] Momonga (Silva): E pergunto, você consegue me informar onde há um comprador de joias que entenda bem
[02:18:31] Mestre (Thomas): Você precisa do que, rapaz?
[02:18:42] Momonga (Silva): E que seja bem honesto com a compra das joias.
[02:18:50] Mestre (Thomas): Vixe, rapaz. Gente entendida de joias você só vai encontrar lá na cidade. Aqui, pô. Aqui não tem nada, não.
[02:18:59] Markhor (Juliano): Mas qual que é o comerciante melhorzinho que tem por aí? É, que tá na taverna, que vem aí com frequência.
[02:19:06] Mestre (Thomas): Que vem aqui sempre ou o que tem lá na cidade?
[02:19:11] Markhor (Juliano): A gente conheceu um trio no segundo andar e usaram no térreo.
[02:19:14] Mestre (Thomas): Deixa eu pegar um nome aqui.
[02:19:23] Mestre (Thomas): Deixa eu pegar um nome aqui. Ele falou um outro nome, tá? Deixa eu só pegar aqui. A-a-a-a-a... Precisa como...
[02:19:43] Mestre (Thomas): Fazer um Ctrl-F pra achar, só um segundo...
[02:19:53] Mestre (Thomas): Esse... Achei.
[02:19:54] Momonga (Silva): Mestre, para não te atrapalhar aí, para você ficar até procurando já, já vê qual que é o que também tem na cidade.
[02:20:01] Mestre (Thomas): Eu já achei já.
[02:20:06] Momonga (Silva): Tchau
[02:20:07] Mestre (Thomas): Tá. Ele comenta que o Tenarius... Acaba aí... Vendendo... Quer dizer, comprando exploradores ele paga bem. Ele é um... É um conteúdo baixinho, mas sempre se veste bem. Você deve encontrar ele de tempos em tempos aí na pousada.
[02:20:40] Mestre (Thomas): Agora, deixa eu ver o outro.
[02:20:41] Markhor (Juliano): Beleza.
[02:20:43] Mestre (Thomas): Cara, se você...
[02:20:46] Markhor (Juliano): E daí nisso eu só ia falando pro pessoal se vocês querem passar rápido ali, então ver se tem alguma estátua aqui prestes pra levar.
[02:20:47] Mestre (Thomas): Pode falar.
[02:20:56] Markhor (Juliano): Naquela construção ali, alguns minutos daqui.
[02:21:01] Mestre (Thomas): Sobre o comerciante na cidade, ele te recomenda a loja...
[02:21:07] Mestre (Thomas): Ou melhor, ele te recomenda o antiquário do Creon.
[02:21:14] Mestre (Thomas): Ele, inclusive, pergunta Ô, rapaz, você tem bastante moeda aí contigo, hein? Você não teria mais aí, não? P mas se desfez muito f dessas moedas de ouro n Entendi entendi Mas n acho ruim n sinceramente
[02:21:24] Momonga (Silva): Tenho mais não, só tenho pra pedir informações e essa aí acabou sendo minha última. Agora só tenho duas de prata, como eu já tinha te oferecido, e uma de cobre.
[02:21:43] Momonga (Silva): Bom, é... três moedas de ouro não dá pra comprar muita coisa não.
[02:21:50] Momonga (Silva): Essas coisas estão tudo caras, né?
[02:21:54] Momonga (Silva): Exato.
[02:22:12] Mestre (Thomas): Mas enfim.
[02:22:15] Momonga (Silva): Bom, isso é o início de uma boa amizade.
[02:22:16] Mestre (Thomas): Parece que o caminho...
[02:22:20] Mestre (Thomas): Ah, talvez seja, talvez não seja, quem sabe. Mas enfim, o seu amigo aí, o...
[02:22:26] Momonga (Silva): É, nós vamos lá acompanhar ele.
[02:22:26] Mestre (Thomas): O meio cabra, ele parece que tá querendo... Ir pra algum lugar aí, ó.
[02:22:36] Momonga (Silva): Até mais tarde aí. Sim. Nós nos encontramos aí na taverna.
[02:22:40] Mestre (Thomas): Terra... Ah, terra, vai lá, vai...
[02:22:46] Mestre (Thomas): Enfim...
[02:22:46] Markhor (Juliano): Beleza.
[02:22:47] Mestre (Thomas): Vocês vão em direção àquela...
[02:22:48] Markhor (Juliano): Isso.
[02:22:50] Mestre (Thomas): Aquela casa... Que você viu antes, deixa eu anotar aqui mais um turno...
[02:22:52] Markhor (Juliano): E eu quero chegar com cuidado na entrada, sem colocar só o suficiente pra olhar pra dentro ali e ver o que tem além daquelas estátuas de pedra branca.
[02:23:13] Mestre (Thomas): Não sei o segundo que eu tô lendo aqui pra ver se... Eu perdi alguma coisa...
[02:23:28] Momonga (Silva): É a antiquária do Creu?
[02:23:32] Mestre (Thomas): Do Creon... Ah, tem...
[02:23:34] Markhor (Juliano): O crel é um negócio antigo mesmo. Hum...
[02:23:42] Mestre (Thomas): Cara, o que você percebe, além dessas estados quebradas, é que tem um buraco no chão que leva pra um...
[02:23:57] Markhor (Juliano): É...
[02:24:03] Mestre (Thomas): alguma área aí embaixo do... da casa. Um porão. Não parece ser de animais não, são figuras humanas
[02:24:13] Markhor (Juliano): Eu quero primeiro dar uma olhada nessas estátuas, tipo, o que elas representam, elas s de animais o que elas s uma est mas assim ela parece ser feita da mesma forma s que ela est representando um Goblin E ela est quebrada tamb
[02:24:25] Mestre (Thomas): E boa parte está despedaçada Deixa eu ver aqui Só que você percebe que uma dessas estátuas é de um goblin Você vê a cabeça ali que é no chão e tudo mais Mas o restante parece ser humano.
[02:24:56] Mestre (Thomas): É mesmo material e tal, só que esse tem o formato de Goblin.
[02:25:02] Mestre (Thomas): Sim, todas as estátuas aí estão quebradas. Essa está separada em vários pedaços, parece que...
[02:25:05] Markhor (Juliano): Mas essa de Goblin, ela está quebrada como? Ela separa em vários pedaços? Ela está rachada? Aí eu olho pra eles e...
[02:25:18] Mestre (Thomas): Inclusive não foi algo natural, tá ligado? Com o tempo rachou e caiu no chão. Parece que alguém veio aí e bateu nelas. Sim, ele tá relativamente escuro.
[02:25:34] Markhor (Juliano): Meio que a cena pra gente dar uma olhada naquele buraco ali.
[02:25:49] Momonga (Silva): Esse buraco tá muito escuro.
[02:25:54] Momonga (Silva): E aí, Procúmbio.
[02:25:56] Mestre (Thomas): A luz do sol ainda t permeando a nesse ambiente Mas o buraco n t largo n É um tanto estreito.
[02:26:06] Momonga (Silva): Bom, eu acendo uma tocha e entrego na mão do Markhor.
[02:26:08] Mestre (Thomas): Dá pra uma breve escadaria. Tem um cômodo aí embaixo. Cheio de entulho, inclusive. Parte dele foi demolido, né?
[02:26:19] Mestre (Thomas): E chegando aí, o que vocês fazem?
[02:26:27] Momonga (Silva): Eu acho engraçado que ele até sabe o que é.
[02:26:28] Markhor (Juliano): Eu pego a tocha, levanto a espada e vou descendo a escadaria.
[02:26:35] Mestre (Thomas): Ok.
[02:26:35] Markhor (Juliano): Olhando.
[02:26:41] Mestre (Thomas): Ok, você desce essa escadaria. O comando ali não é muito grande. Deixa eu ver aqui.
[02:26:51] Mestre (Thomas): Tô olhando o detalhe aqui.
[02:26:55] Mestre (Thomas): Certo. Você vê mais estátuas aí. Dessa vez as estátuas estão mais... um pouco mais conservadas, mas ainda estão quebradas.
[02:27:05] Markhor (Juliano): Uhum.
[02:27:05] Mestre (Thomas): Você inclusive percebe outra parte ali da...
[02:27:06] Markhor (Juliano): Então, assim, ela tem...
[02:27:08] Mestre (Thomas): da estuata do Goblin. E o que você quer investigar aí nessa sala? Certo.
[02:27:19] Markhor (Juliano): Ela parece um depósito de estátuas, uma oficina de quem fazia elas. O que ela parece, assim, a função?
[02:27:29] Momonga (Silva): Eu vou fechar o olho.
[02:27:35] Mestre (Thomas): Cara, é... Você olha em volta pra ver se você vê algum tipo de... De móvel, algum tipo de ferramenta.
[02:27:46] Mestre (Thomas): E, cara, parece ser isso que você falou mesmo. Você percebe ali uma... Uma escultura, né? Aquele cinzel. Uma mesa um pouco mais reforçada, Ainda está inteira, mas não tem gaveta nem nada. Tem uma chapa de metal em cima.
[02:28:09] Momonga (Silva): Eu pergunto para o Marco se ele consegue visualizar as est e verem se elas t um como pode dizer É um pedestal, uma base nelas, debaixo delas, ou se elas estão só soltas mesmo.
[02:28:28] Markhor (Juliano): Essas estátuas, elas têm... Têm uma base, assim? Ou elas são... É...
[02:28:36] Mestre (Thomas): Sim, sim.
[02:28:36] Markhor (Juliano): É só uma perna.
[02:28:37] Mestre (Thomas): Algumas aí tem base, sim. Outras não tem. E olhando mais de perto, cara, você encontra... uma perna... uma perna de uma estátua, maior do que as outras, uma perna grande... E ela parece ser muito... Mais bem esculpida do que as outras.
[02:29:04] Mestre (Thomas): Sim.
[02:29:04] Markhor (Juliano): Tá.
[02:29:05] Mestre (Thomas): E parece não se encaixar com nada que tem aí, inclusive.
[02:29:09] Momonga (Silva): Eu, com o olho fechado ainda, eu falo pro Marco se ele não tá vendo nada parecido com cobra, com cabeça de cobra, que transforma os outros em estátua. Eu pergunto pro Marco se ele consegue visualizar alguma coisa atrás de mim
[02:29:26] Markhor (Juliano): Tá, a primeira coisa que eu quero saber é essa perna, ela é o tamanho, tipo, de uma perna humana ou é o tamanho de uma perna maior que uma perna humana?
[02:29:33] Mestre (Thomas): Maior, maior.
[02:29:35] Markhor (Juliano): Maior. Eu tô vendo, eu falo pra ele, né, que eu tô vendo essa perna maior, pode ser de um ogro, alguma coisa, e eu começo a suspeitar. E daí eu falo assim, não é melhor a gente recuar? E eu quero ver se eu vejo alguma coisa de cobra, ou ouço, assim, tipo, somzinho de cobra, alguma coisa assim.
[02:29:57] Mestre (Thomas): Não. Cara, a única coisa que você repara... É que tem... deixa eu ver aqui...
[02:30:05] Mestre (Thomas): Existe uma...
[02:30:09] Mestre (Thomas): Um... Um risco na porta na sua frente Tipo tem a mesa assim na sua direita os escombros na sua esquerda Tem um monte de est no ambiente inclusive est parcialmente enterradas e tudo mais E você vê esse risco na parede, um risco vertical. Um risco bem fininho, inclusive, bem reto.
[02:30:36] Markhor (Juliano): Uhum. E é uma parede de pedra também.
[02:30:40] Mestre (Thomas): Isso.
[02:30:42] Markhor (Juliano): Tá.
[02:30:44] Markhor (Juliano): É... Eu... O chão é de terra batida, pedra...
[02:30:49] Mestre (Thomas): Pedra também. Toda essa área aí é feita de pedras.
[02:30:52] Markhor (Juliano): De pedra. E é uma sala relativamente pequena.
[02:30:54] Mestre (Thomas): De blocos de pedra.
[02:30:58] Mestre (Thomas): Sim, sim. É ultimamente pequeno.
[02:31:00] Markhor (Juliano): Tá, mas você...
[02:31:00] Mestre (Thomas): Não também de um quarto.
[02:31:06] Momonga (Silva): ou do meu lado, pra que eu possa abrir meu olho. É...
[02:31:13] Markhor (Juliano): É como se você tivesse... Eu tô no pé da escadaria e você tá atrás de mim, é isso, né?
[02:31:19] Momonga (Silva): Então eu abro os olhos novamente, com calma, para ver se eu não vejo nada na minha frente,
[02:31:20] Markhor (Juliano): Tá. Então, eu vou... Olhar lentamente assim eu n vi nada na sala al das est ent eu quero olhar pra ele Ver se tem alguma coisa atr dele S tem voc fechando os olhos mano n a melhor vis n
[02:31:31] Mestre (Thomas): Eu só vi um cara aí fechando os olhos.
[02:31:42] Momonga (Silva): a não ser um cara com um rosto de cabra,
[02:31:47] Momonga (Silva): e tento... como posso dizer? É, e tento falar com o Hilton se ele consegue ver se essas estátuas são...
[02:32:06] Markhor (Juliano): E a Nia, cadê?
[02:32:08] Momonga (Silva): Sei lá, ficou lá em cima.
[02:32:11] Markhor (Juliano): Tá lá em cima, brincando com a estátua?
[02:32:14] Mestre (Thomas): Você tá brincando de casinha, né?
[02:32:14] Momonga (Silva): Vixi, virou... Virou estátua também. Bom, aí eu vou falar com o Hilton se ele consegue ver se as estátuas realmente valiam alguma coisa.
[02:32:18] Mestre (Thomas): Eu não sei se responde... Sim.
[02:32:29] Momonga (Silva): Se são humanas ou se são bosta nenhuma, só existem ali, estão existindo só apenas.
[02:32:38] Mestre (Thomas): Olha, o... O Irthol, ele não sabe muito bem sobre estátuas não, tá? Mas como ele é do armadilho artístico e tal, de escultura e tudo mais, ele fala que se vocês conseguirem, talvez, restaurar essas estátuas aí, Vocês poderiam vender por um certo preço aí. Vocês só vão precisar de cola, sei lá, de alguma coisa aí pra manter essas coisas de volta no lugar.
[02:33:09] Momonga (Silva): Até que valor eu conseguiria?
[02:33:12] Mestre (Thomas): Pô, não sei não, cara, não sei não.
[02:33:12] Momonga (Silva): Bom E a Marco Ele falou que vai valer alguma coisa a mas n tenho certeza
[02:33:14] Markhor (Juliano): Não, daí falou...
[02:33:14] Mestre (Thomas): Só sei que deve valer alguma coisa.
[02:33:23] Markhor (Juliano): É o...
[02:33:24] Momonga (Silva): Você vai querer...
[02:33:26] Markhor (Juliano): Eu acho que vale a gente pegar algumas mais interessantes, tipo, pedaços da estátua de Goblin, a perna gigante, e tem uma linha naquela parede, agora que você abriu os olhos, dá uma olhada lá.
[02:33:28] Momonga (Silva): Eu não vou, não.
[02:33:43] Momonga (Silva): Manda a Nia.
[02:33:45] Markhor (Juliano): Mas tá... vamos mandar a Nia que ela é exploradora, né? Cadê a Nia? Nia? Nia?
[02:33:50] Momonga (Silva): Nia?
[02:33:50] Markhor (Juliano): Daí...
[02:33:51] Mestre (Thomas): A luz.
[02:33:51] Momonga (Silva): O rosto de cabra, você vai ter que escolher as pedras que você vai levar, tá?
[02:33:51] Mestre (Thomas): E o que é isso?
[02:33:53] Nia (Louis): e a Fazenda Vigia.
[02:33:57] Markhor (Juliano): Eu vou até a Nia e eu falo assim tem uma coisa interessante pra você explorar lá embaixo eu fico fazendo a vigia Mas você não conhece de...
[02:34:06] Nia (Louis): Ih, valeu, quero não. Pode continuar. Eu sou melhor assim.
[02:34:12] Markhor (Juliano): passar em secreta, porta... tem uma linha na parede de pedra?
[02:34:23] Momonga (Silva): Quem vai levar esse peso aí é tu.
[02:34:26] Markhor (Juliano): Não, tá tudo bem, eu levo, pessoal
[02:34:26] Nia (Louis): É verdade. É melhor você dar uma olhada em
[02:34:28] Markhor (Juliano): Então, já que você tá de vigia
[02:34:30] Nia (Louis): pedaços que estão mais juntinhos que apareçam a ser do mesmo conjunto. Se pegar um monte aleatório aí não vai ser de muita coisa, não.
[02:34:40] Markhor (Juliano): Pelo menos ajuda aí com selecionar uns pedaços melhores do Goblin ali em cima ou alguma estátua menos quebrada. Daí eu passo essa tarefa com o Momonga também e quero ir olhar a linha na pedra.
[02:34:50] Momonga (Silva): Vamos nós três lá na porta?
[02:34:53] Nia (Louis): Bora fazer isso? Vamos lá. Momonga Acho melhor a gente marcar esse lugar pra voltar depois
[02:34:59] Momonga (Silva): Se for bom, eu morri todo mundo junto.
[02:35:02] Markhor (Juliano): Eu quero ver a linha assim, se ela parece uma divisória, como tipo, a porta teria... existiria uma porta secreta ali? Atenção!
[02:35:47] Mestre (Thomas): E chegar na parede, na sua direita.
[02:35:51] Momonga (Silva): Não puxa, não puxa. Ô Beto, perdão, quanto tempo falta?
[02:35:56] Mestre (Thomas): Vocês têm 27 minutos.
[02:35:57] Momonga (Silva): Pega só as estátuas.
[02:36:01] Nia (Louis): Assim, é...
[02:36:10] Markhor (Juliano): O que é uma fenda?
[02:36:12] Mestre (Thomas): Uma fenda.
[02:36:14] Markhor (Juliano): Então eu vou anotar e a gente vai sair com as estátuas daqui.
[02:36:19] Mestre (Thomas): O que vocês pegam aí de estado?
[02:36:21] Markhor (Juliano): Tá, eu quero pegar os pedaços da estátua de Goblin que eu encontrar.
[02:36:26] Mestre (Thomas): Tá.
[02:36:26] Markhor (Juliano): A perna gigante e uma das melhores estátuas humanas que tiver.
[02:36:33] Mestre (Thomas): Sim. Cara, vasculhando aí, você encontra todos os pedaços do Goblin, tá? Da perna gigante aí, você só encontra ela. Ela não se encaixa mais nada nesse ambiente. E você pega, deixa eu ver aqui, uma estátua de uma mulher.
[02:37:02] Mestre (Thomas): Todas as estátuas aí são bem feitas.
[02:37:08] Markhor (Juliano): E essa também, os pedaços dela, né?
[02:37:11] Momonga (Silva): Essa estátua está com roupa, está muito detalhada, como que ela está?
[02:37:16] Nia (Louis): Pô, calma lá, calma lá, calma lá, hein? Ô, que isso, velho?
[02:37:24] Mestre (Thomas): A única que sobressai mesmo é a estátua da Pernona lá.
[02:37:32] Mestre (Thomas): Mas elas têm roupas todas, assim, não tem nada pelado, não. O Goblin todo pesa 600.
[02:37:37] Nia (Louis): Qual é o peso geral do que recolhemos?
[02:37:48] Mestre (Thomas): A mulher pesa 800.
[02:37:53] Mestre (Thomas): E só essa perna aí? Vou pensar... 400
[02:38:02] Mestre (Thomas): Sim, tudo aí tá em pedaços
[02:38:06] Nia (Louis): Tungobrim e camulha está em pedaços, né?
[02:38:07] Markhor (Juliano): E fosse...
[02:38:13] Mestre (Thomas): É, não manda mais
[02:38:14] Markhor (Juliano): É, eu tenho que dividir com vocês, porque se eu for levar tudo isso, eu vou ficar com 2.180. Entendeu? Vou ficar parado.
[02:38:24] Nia (Louis): 600 mais 800 dá 1400, 1400 dividido por 3 tem uns 400 ciclos e...
[02:38:25] Mestre (Thomas): Hum... Defina longe
[02:38:37] Nia (Louis): E n 466 466 secrets para cada um
[02:38:52] Markhor (Juliano): Podemos dividir assim, então? Eu anotei que tem as três coisas, só que cada um leva 466? Pera, mas 466 não é tudo. Porque a estátua do Goblin é 600, a mulher é 800 e a perna é 400.
[02:39:05] Momonga (Silva): A taverna é muito longe?
[02:39:09] Markhor (Juliano): Então é 1800. Na verdade é 600 pra cada um.
[02:39:13] Nia (Louis): É, a perna lá não parece muito útil não. Tem certeza que quer levar a perna?
[02:39:19] Markhor (Juliano): É que ela é muito bem feita, né?
[02:39:24] Nia (Louis): É, não sei não, hein.
[02:39:24] Markhor (Juliano): Mal legal uma pedra gigante, uma perna gigante.
[02:39:29] Nia (Louis): Você quer levar a Momonga que tinha o peso dela?
[02:39:33] Momonga (Silva): Peraí, peraí que eu vou pensar em um plano aqui. A taverna é muito longe, mestre?
[02:39:42] Mestre (Thomas): Por aí
[02:39:44] Momonga (Silva): Daqui até a taverna. Vai demorar quanto tempo? Se eu for correndo eu demoro quanto tempo
[02:39:48] Markhor (Juliano): Quantos? Uma meia hora? Uma hora?
[02:39:53] Mestre (Thomas): Você pode ter a sua noção, sim O cara correndo
[02:40:00] Momonga (Silva): Bom, eu vou deixar vocês aí cuidando das estátuas.
[02:40:04] Mestre (Thomas): E o que mais?
[02:40:06] Markhor (Juliano): Gente, deixamos a perna gigante aqui.
[02:40:06] Mestre (Thomas): Eu acho que aqui no mesmo turno você chega.
[02:40:09] Markhor (Juliano): Levamos as duas completas N n n vai correr n Pera pera N vai sozinho n N n n Vamos voltar junto N A Lua completa
[02:40:15] Momonga (Silva): Tomem cuidado, tá? Eu vou lá correndo e vou tentar arrumar uma carroça.
[02:40:23] Nia (Louis): Não, não, não, não, não.
[02:40:27] Momonga (Silva): É aqui do lado.
[02:40:29] Nia (Louis): Não, não, não, não, não.
[02:40:30] Momonga (Silva): Vamos lá buscar a carroça, então, todo mundo junto, nós volta.
[02:40:31] Nia (Louis): Ó, não vamos ser gananciosos demais, tá? Vamos assim com calma. É uma perna, não tem?
[02:40:36] Mestre (Thomas): Vou deixar a perna então?
[02:40:38] Nia (Louis): Vamos deixar a perna.
[02:40:39] Mestre (Thomas): Certo.
[02:40:39] Nia (Louis): Pergunta. Durante esse tempo todo, a gente fez algum tempo de pausa para comer e tomar água?
[02:40:41] Mestre (Thomas): Não é isso então.
[02:40:53] Momonga (Silva): Agora vai tudo mesmo? Nas costas?
[02:40:56] Markhor (Juliano): Daí é 466 cada um, não é tanta coisa.
[02:41:01] Momonga (Silva): Então, beleza. Então, vamos lá.
[02:41:06] Momonga (Silva): Vamos fazer o caminho da torre que nós estava...
[02:41:07] Mestre (Thomas): Pedra foi deixada, só estão levando o Goblin e a Mulher.
[02:41:17] Markhor (Juliano): Aí ó, beleza.
[02:41:31] Mestre (Thomas): Não deu tempo ainda não.
[02:41:33] Nia (Louis): Não.
[02:41:34] Markhor (Juliano): Não.
[02:41:34] Nia (Louis): Tá.
[02:41:34] Mestre (Thomas): Não.
[02:41:36] Nia (Louis): Então tá.
[02:41:36] Markhor (Juliano): Então, vamos retornar, pô. Vamos retornar e eu acho que é bom a gente meio que voltar a acompanhar a margem, o caminho que a gente fez. Só fazer um certo desvio daquela casinha e da ponte.
[02:41:59] Momonga (Silva): que nós chegamos lá perto para conversar com os soldados lá. A gente só circula a torre entrando pelos...
[02:42:04] Markhor (Juliano): Ah, pelo espaço, né?
[02:42:06] Momonga (Silva): Eu vou perguntar para o Arilton se é só cola mesmo, o que ele precisa.
[02:42:08] Markhor (Juliano): Ah, então é isso. Vamos fazer esse. Entrar pelo espaço da torre.
[02:42:13] Mestre (Thomas): Ok. Só um detalhe, Luís. Eu sei que você está estranhando aí que a gente não teve descanso, mas é que você está acostumado a fazer aquela longa distância até chegar aqui, tá ligado? Porque isso daí consome um dia inteiro de viagem.
[02:42:32] Mestre (Thomas): É que vocês estão explorando locais muito perto uns dos outros, então... Não consome tanto tempo assim, não.
[02:42:41] Nia (Louis): Entendi.
[02:42:42] Mestre (Thomas): Inclusive, vocês ainda estão na parte da manhã, tá? Mas enfim vamos l Voc ent gastam aqui dois turnos Voc passam ali pela Pela parte desabada do muro Passando pela... Esquerda ali da... Da torre que vocês conversaram. Vocês saem ali pra... As planícies. E já na esquerda de vocês, um pouco afastada... Você já vê a... Aquela... Pousada
[02:43:23] Markhor (Juliano): Beleza.
[02:43:23] Mestre (Thomas): Vocês vão em direção a ela Vocês gastam mais... Deixa eu ver aqui
[02:43:32] Mestre (Thomas): Certo Dá um pouquinho mais do que 2 turnas Pronto
[02:43:38] Mestre (Thomas): Vocês chegam aí na estrutura
[02:43:42] Mestre (Thomas): O que vocês fazem?
[02:43:44] Markhor (Juliano): Bom, eu acho que a gente procura o Tenarius, se ele tá aqui porque era o melhor cara pra vender as pedras. E d pra dar uma olhada se a gente consegue cola e o suficiente a pra consertar essas est
[02:44:03] Mestre (Thomas): Sim O Tenarius não está aí, vocês perguntam ali pra ele, falam com o Kronos Ele fala que o Tenarius aparece inclusive poucas vezes por mês aí Eu diria que no futuro a gente rola um dado pra saber se ele vai estar aí, ok?
[02:44:15] Markhor (Juliano): Tá.
[02:44:21] Mestre (Thomas): Mas hoje ele não vai estar não, só vai estar o... qual é o nome?
[02:44:22] Markhor (Juliano): Beleza.
[02:44:27] Mestre (Thomas): O Zaron, o Zaron mais o parceiro dele
[02:44:27] Markhor (Juliano): Usaram?
[02:44:31] Mestre (Thomas): E vocês vão perguntar por cola, né?
[02:44:38] Markhor (Juliano): Isso. Seria só cola pra remendar as estátuas?
[02:44:43] Mestre (Thomas): Me diz vocês.
[02:44:52] Markhor (Juliano): Tá.
[02:44:54] Mestre (Thomas): O Irtol, ele fala que usar só cola é possível sim, mas é bom ali ter um composto pra misturar com a cola. Especialmente aí... Qual o nome? Não é giz a palavra que eu quero. É o material do giz. Esqueci o nome. Gesso, isso.
[02:45:15] Momonga (Silva): Isso.
[02:45:18] Mestre (Thomas): Misturar cola com gesso, já que essas... Essas estátuas são de... De alguma pedra branca, né?
[02:45:26] Momonga (Silva): Aya Deliver?
[02:45:28] Mestre (Thomas): Acaba disfarçando mais.
[02:45:28] Markhor (Juliano): Hum.
[02:45:30] Nia (Louis): Achei que o composto disso fosse caldo.
[02:45:35] Mestre (Thomas): Tá calo o gesso. A pedra... Não, o pozinho branco. Que não é droga.
[02:45:42] Markhor (Juliano): Beleza. Eu quero ver, assim, se o Momonga aqui até entende um pouco mais, se ele quer conduzir essa negociação que usaram pra vender as pedras primeiro.
[02:45:58] Markhor (Juliano): Daí eu passo pra ele o saquinho das pedras redondinhas. São 50 pedras, cornalinas, e é pra ser 40 a 60 ciclos de prata cada.
[02:46:04] Nia (Louis): Bora lá, bora vender os craques aí.
[02:46:09] Mestre (Thomas): Isso, e aí o que você faz? Abre a porta e acende o som Sobreviveu n rapaz p j vi isso da Entrando aqui nas ru eu via l a escadaria p j vi alguns
[02:46:10] Momonga (Silva): Peraí.
[02:46:20] Momonga (Silva): Perdão, não entendi nada. O que vocês estão querendo fazer?
[02:46:25] Nia (Louis): Temos cinco pedrinhas de craque aqui, venda por 60 prata cada lá.
[02:46:32] Momonga (Silva): Lá onde?
[02:46:34] Nia (Louis): Como usaram?
[02:46:36] Markhor (Juliano): Isso, é tentar negociar, você que entende mais, você pode negociar essa venda pra ele.
[02:46:36] Nia (Louis): o Aelrond a que entende mais de pedras e joias semij n A essas cinco pedras que encontramos s de cornalina que exatamente essas joias semij A v se com a ajuda dele voc consegue negociar pra um pre melhor
[02:46:55] Momonga (Silva): Alegria
[02:47:03] Nia (Louis): O preço...
[02:47:03] Momonga (Silva): Me dá só uma que eu acho que já é o suficiente.
[02:47:08] Nia (Louis): Não, a gente quer bem ter tudo. A gente quer o XP.
[02:47:12] Momonga (Silva): Não vale a pena, não vale a pena vender tudo assim.
[02:47:15] Nia (Louis): Eu quero o XP, cara. Eu quero o XP.
[02:47:15] Markhor (Juliano): Não, não, mas tem que vender tudo, eu quero minha experiência. Alesha Eu sussurro assim mas meio falando alto Eu falo assim 35 bom 35 bom Pe de ouro
[02:47:20] Nia (Louis): Eu quero o XP. Eu quero o XP. Não, não, não, eu quero tudo, eu quero vender.
[02:47:25] Momonga (Silva): Eu pago por você, mas vai, dá aí, dá aí essas pedras, vai.
[02:47:32] Momonga (Silva): Eu vou vender tudo. Bom, eu chego então até o cabra lá pra vender e pergunto, Bom, eu gostaria de saber se você sabe analisar bem as pedras.
[02:48:01] Momonga (Silva): Sobrevivei, graças a Deus. Ouvi falar que tem um sapo cururu aí grandão. Ai, ai, eu corri de uns desses aí, agora há pouco.
[02:48:24] Mestre (Thomas): É, toma cuidado, viu? Fiquei sabendo que eles comem gente. Pobre surdo isso daí, cara.
[02:48:29] Momonga (Silva): É, o soldado que fica andando na torre contou pra mim, aí eu fiquei assustado, decidi voltar.
[02:48:36] Mestre (Thomas): É, mas enfim, vamos aos negócios.
[02:48:36] Momonga (Silva): Bom, exato. Bom, eu tenho umas pedras aqui e eu gostaria de pôr um valor a elas, de impor.
[02:48:40] Mestre (Thomas): O que você tem pra me oferecer aí?
[02:48:51] Mestre (Thomas): Ah, a gente faz o que pode. Deixa eu dar uma olhada nesse daí, hein.
[02:48:52] Momonga (Silva): Só que eu preciso saber se você é um bom analisador de pedras, se você sabe.
[02:49:02] Momonga (Silva): Bom da eu tiro uma pedrinha e mostro para ele
[02:49:08] Mestre (Thomas): Cornalina, hein. Eu já vi isso daqui antes.
[02:49:13] Mestre (Thomas): E aí, você tá querendo me vender por conta, esse daí?
[02:49:18] Momonga (Silva): Bom, eu não vou aceitar nada menos do que 60 peças de prata.
[02:49:24] Mestre (Thomas): Pô, você tá maluco, ó. Você quer me assaltar, é isso mesmo, pô? É, faz pegar uma adaga e colocar no meu pescoço, cara.
[02:49:33] Momonga (Silva): E quanto você estaria a gostar de oferecer, então?
[02:49:33] Mestre (Thomas): Que isso, pô, assalta desse jeito? Pô...
[02:49:36] Momonga (Silva): Aos 5h da noite, o time de hoje vai ter um jogo de futebol.
[02:49:38] Mestre (Thomas): Deixa eu ver mais algumas aí...
[02:49:53] Mestre (Thomas): Sim, tá ali observando as pedras... Verificando cada uma ali quanto tem ação... Pô... Acho que não mais do que 35, viu rapaz... São muito pequenas... É, por pedra... Acho que não dá, cara, não dá. Essas pedras aqui são muito pequenininhas, pô.
[02:50:15] Momonga (Silva): 40
[02:50:24] Mestre (Thomas): Se as fossem maiorzinhas, eu oferecia um valor maior. Ó, quer ver? Só uns...
[02:50:36] Mestre (Thomas): Ó, quer ver? Quer ver? Vou até pegar minha balança aqui na minha mochila.
[02:50:40] Nia (Louis): Calma aí. E o Iron aí, o espírito lá, ele não tá falando nada pra você não? Como negociar? Tipo, ah, que tipo de joia dá pra fazer, olha só, a qualidade disso e tal, tal, tal.
[02:50:55] Momonga (Silva): É, realmente, o Ailton não tá falando nada? Ailton?
[02:51:01] Mestre (Thomas): O Irtol, ele pode falar que esse preço aí tá um tanto abaixo do que... Nica, essas piadas não valem.
[02:51:11] Momonga (Silva): Mas alguém consegue me guiar de como vender elas?
[02:51:17] Mestre (Thomas): Cara, acho que sim. Acho que sim. Só que eu vou abstrair essa conversa... Pra um dado, tá? Porque eu... Eu acho que eu não consigo... Me convencer enquanto eu não quero ser convencido. É meio difícil. Devem interpretar dois personagens...
[02:51:37] Nia (Louis): Assim... Zara
[02:51:38] Mestre (Thomas): Contrários, assim. Mas enfim, ó. Vamos fazer uma rolagem de 6?
[02:51:46] Mestre (Thomas): Deixa eu ver como que pode ser N rola ainda n n rola ainda n 1 ou 2 ele pode aumentar em 10
[02:52:00] Mestre (Thomas): 3 ele aumenta só em 5. E o restante ele não aumenta nada.
[02:52:10] Mestre (Thomas): Rola aí. 1 aumenta em 10. Depois de uma conversação conciliada pelo Yurtol, o Zaron, ele fala, pô, tá bom, tá bom, 45 eu faço pra vocês, mas só porque vocês estão insistindo, pô, namorado, nunca vi rapaziada que mais insiste, viu?
[02:52:31] Nia (Louis): 225
[02:52:44] Mestre (Thomas): E dá um suspiro lá de...
[02:52:45] Momonga (Silva): Eu te agradeço por sua generosidade. Pegue na minha m Vamos fechar neg Ol E os outros neg
[02:53:01] Mestre (Thomas): De... De cansaço, né? E ele cumprimenta você.
[02:53:14] Mestre (Thomas): Com isso, vocês recebem...
[02:53:20] Mestre (Thomas): 45...
[02:53:21] Nia (Louis): 225 ao total e 75 pra cada
[02:53:22] Mestre (Thomas): 45... Vezes 5, né?
[02:53:27] Nia (Louis): Pera, quanto de ouro?
[02:53:29] Mestre (Thomas): É, mas faz em prata, porque vocês ganham XP em prata, tá? Sim, 750 pra cá.
[02:53:33] Markhor (Juliano): Tá, então foi 2.250 e 750 pra cada.
[02:53:42] Momonga (Silva): A gente se espera para o notch.
[02:53:43] Mestre (Thomas): Ah, deixa eu... Sim, sim, eu vou anotar isso daí após o fim da sessão.
[02:53:47] Momonga (Silva): Beleza.
[02:53:50] Mestre (Thomas): Deixa eu pegar esse valor aqui e anotar aqui no geral, só pra não esquecer.
[02:53:56] Momonga (Silva): Quantas moedas então, pessoal? Para cá, para dividir.
[02:53:59] Mestre (Thomas): 2,250 de prata. 2,250. 250.
[02:54:06] Mestre (Thomas): Certo, vocês efetuam aí o negócio com ele.
[02:54:10] Markhor (Juliano): É 75 de prata pra cada.
[02:54:11] Mestre (Thomas): 750 de prata.
[02:54:13] Momonga (Silva): Beleza.
[02:54:13] Markhor (Juliano): Não, 75 de ouro pra cada. Essa pedrinha é maravilhosa.
[02:54:20] Mestre (Thomas): Depois eu dou em ouro sim, não tem problema.
[02:54:24] Mestre (Thomas): Vou colocar aqui que eu tenho em ouro. 2,25 de ouro. Ele paga vocês em ouro. Pronto.
[02:54:32] Nia (Louis): 225 ouros Eu vou pagar a estadia da semana, adiantado, assim eu ganho um desconto, três prata, né?
[02:54:34] Mestre (Thomas): Isso.
[02:54:38] Mestre (Thomas): Assim fica mais fácil pra vocês. E aí? Vocês têm... 8 minutos de sessão. O que vocês vão fazer? Vão fidelizar por aqui? Como é que é?
[02:54:51] Markhor (Juliano): Eu acho que finalizo por aqui, né? E pego uma estadia e é isso.
[02:54:58] Mestre (Thomas): Tá bom.
[02:54:59] Markhor (Juliano): Vocês têm alguma ideia?
[02:55:13] Mestre (Thomas): Isso.
[02:55:16] Markhor (Juliano): Vou fazer isso também.
[02:55:19] Momonga (Silva): Também vou fazer e vou comprar cola. A cola e um pouco de iso com... não sei se o... perdão, esqueci o nome.
[02:55:26] Mestre (Thomas): Com quem você vai comprar cola?
[02:55:35] Mestre (Thomas): Usaram?
[02:55:36] Momonga (Silva): É, usaram, se ele vende. Vou perguntar pra ele se ele vende.
[02:55:40] Mestre (Thomas): Tá. Vou lá um 2 e 6 aqui pra ver se ele tem.
[02:55:49] Mestre (Thomas): Cola ele não vai ter? Vou ver se ele tem gesso ou cal.
[02:55:54] Mestre (Thomas): Também não. Ele não vai ter nada disso aí não. Pô, se você quiser mesmo, eu posso encomendar pra você.
[02:55:58] Momonga (Silva): Bom, eu pergunto pra ele se ele sabe me falar se alguém vai ter. Beleza, então eu aceito. Quanto vai ficar então o valor?
[02:56:07] Mestre (Thomas): Na próxima semana eu te trago.
[02:56:15] Mestre (Thomas): Você quer quanto? Depende da quantidade, claro.
[02:56:20] Momonga (Silva): Eu pergunto pro Yutol se ele sabe qual quantidade vai precisar para aquelas estátuas.
[02:56:31] Mestre (Thomas): Vai precisar de pelo menos uns dois postes de...
[02:56:33] Momonga (Silva): Bom voc conseguiria me falar quanto ficaria dois potes de cola e um saco de gesso E o que isso
[02:56:34] Mestre (Thomas): de cola, pelo menos. E mais um saco aí de... de gesso.
[02:56:55] Mestre (Thomas): Sim, sim. Se você me der...
[02:57:00] Mestre (Thomas): três moedas de... de ouro, mais... sete de prata? eu trago aqui pra você certo
[02:57:10] Momonga (Silva): Beleza, então toma aqui, eu tiro da minha bolsinha as moedas e entrego para ele.
[02:57:20] Mestre (Thomas): e é isso gente, mais alguma coisa?
[02:57:27] Momonga (Silva): Bom, podemos fazer assim, ó.
[02:57:27] Markhor (Juliano): Só uma coisa, como é que a gente vai fazer das estátuas? Porque agora tá dividido entre a gente, né?
[02:57:36] Nia (Louis): Assim, é...
[02:57:39] Momonga (Silva): Eu monto elas, eu deixo elas guardadas. E quando vocês voltarem, quando nós for jogar novamente, necessariamente, só quando nós três for jogar, a gente vende, pode ser?
[02:57:57] Markhor (Juliano): Tá bom.
[02:57:58] Nia (Louis): Pode, tá bom, tranquilo.
[02:57:58] Markhor (Juliano): Por mim, tendo até duas pessoas, já tá tranquilo.
[02:58:02] Momonga (Silva): Ou se vocês também quiserem, eu posso vender elas, vocês não vão ganhar XP.
[02:58:03] Markhor (Juliano): Pra não depender, assim, dos astros Seliane.
[02:58:17] Momonga (Silva): E eu apenas deposito as moedas na conta de vocês, vocês que sabem.
[02:58:22] Markhor (Juliano): É uma boa também, é uma boa. Daí você fica responsável já que você já encomendou aí, né?
[02:58:28] Momonga (Silva): Sim, sim.
[02:58:29] Markhor (Juliano): Então, por mim, pode ser.
[02:58:33] Momonga (Silva): Certeza? Eu vou deixar vocês pensarem, vocês me mandam depois lá no grupo lá, o que vocês vão decidir.
[02:58:39] Markhor (Juliano): Pra mim tá pensado, cara. Pode pegar a status, consertar e vender. Vê Deus!
[02:58:46] Momonga (Silva): Beleza.
[02:58:46] Nia (Louis): Toma aí, essas estátuas. Jogo nos seus braços e boa sorte pra não cair. Brincadeira, tá? Eu te ajudo a carregar a tela aí em cima.
[02:58:53] Momonga (Silva): Beleza.
[02:58:53] Mestre (Thomas): é isso rapaziada, vou finalizar aqui a gravação
[02:58:56] Momonga (Silva): Que bom, pelo menos isso, né?